Correio B

Gastronômia

FÉRIAS? HAMBÚRGUER, PIPOCA E MILK-SHAKE!

Convide a garotada para montar um cardápio de férias bem ao gosto do freguês mirim com as três deliciosas sugestões de receitas de hoje; sua cozinha vai virar uma lanchonete de primeira e você vai gastar menos do que pensa

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“Tive a experiência de cozinhar com a minha mãe na infância. Eu subia em cima do fogão para cozinhar”, conta Maria das Dores Luiz. “Tenho a lembrança do bolinho de chuva que a minha mãe sempre fazia”, se recorda Norielly Fonseca de Souza. Maria das Dores é cozinheira profissional há 22 anos e Norielly, que atualmente trabalha como vendedora em uma loja de materiais para construção, foi dona de lanchonete por sete anos.


As duas carregam – assim como muita gente – fartas reminiscências das sessões de cozinha no ambiente doméstico, grudadas na “barra da saia” da mãe, como se dizia antigamente. E hoje você tem a chance de protagonizar o seu dia de mestre-cuca para os pequenos com três sugestões de receitas imperdíveis e bem fáceis de fazer: hambúrguer caseiro, pipoca com leite em pó e milk-shake de chocolate.


Mas antes de pendurar 


o avental no pescoço e convocar a tropa, acompanhe um pouco mais da história das duas convidadas de hoje. “Eu adorava cozinhar no fogão a lenha, fazer um franguinho. O mais marcante foi aprender a fazer cuscuz, mas tem tanta coisa. Tipo frango com quiabo ou com pequi. Tudo isso me marcou. Aprendi tudo com ela a partir de uns 8 anos”, prossegue Maria das Dores.


“No tempo de frio, no tempo de férias, no tempo de chuva. Não podia chover que ela já fazia um bolinho de chuva. Isso é bem registrado, bem marca nossa, da nossa família mesmo. Todos os filhos sabem fazer. Não igual ao da minha mãe, é claro, mas todos sabem. Aprendi [com ela] desde muito nova. Tenho lembranças desde quando eu tinha uns 5, 6 anos. A gente foi aprendendo gradualmente com ela”, afirma Norielly.


“Me marca porque era o que ela fazia de melhor, vamos dizer assim, em questão de comida. O bolinho de chuva dela, nossa, até as pessoas de fora [da família] falam ‘o bolinho da tia Nora’, que é o nome da minha mãe. Tenho uma filha de 17 anos e ela já manda muito bem na cozinha. O meu filho tem 12 anos e já é mais sossegado em questão de cozinha, mas ele gosta também. Principalmente de comer”, brinca a ex-proprietária da Gasparzinho Lanches, abrindo um sorriso.

O HAMBÚRGUER


Norielly administrava o estabelecimento na região do Bairro Universitário em parceria com o marido. “Era uma tradição da família dele, e assumimos de 2012 até 2018”, diz, já emendando a conversa com o seu conhecimento sobre o preparo do hambúrguer:  


“O segredo do hambúrguer caseiro é o tempero, e a qualidade do que se usa manda muito. Ter produtos de qualidade. O essencial é o seu tempero, fazer com paciência, com zelo”.


Certo. Paciência, zelo, mas qual tempero exatamente? 


“Na minha receita, a base do tempero é o alho. Amo alho. Alho e sal são o essencial”, garante Norielly, que faz uma recomendação bem precisa: “Evite colocar produtos industrializados, coisas muito gordurosas ou com conservantes. Tipo Sazón. Nunca usar Sazón. Acho que 
é uma coisa bem descartável e é muito comum o uso”, alerta.


“Assim, creio que vai ser muito mais saboroso. Tem que ser bem feito, usar uma carne boa, usar um tempero bom, que não seja tão industrializado para ele [o hambúrguer] ser mais natural. Creio que isso dá toda a diferença”, reforça a vendedora.

DICAS


A pipoca e o milk-shake não têm tanto mistério. Já o hambúrguer, de fato, requer um pouco mais de cuidado. Nada que você e a turminha, principalmente, não possam dominar.
Basta seguir algumas dicas. Por exemplo, procure obter em cada peça carne e gordura na medida certa. O hambúrguer que se preza, digno do nome, não deve levar farinha, ovo ou qualquer outro ingrediente além da carne, do sal e da pimenta – salvo exceções conforme o gosto, como o alho sugerido por Norielly.


Para garantir a suculência, a maciez e o sabor, faça uma mistura de carnes. O patinho vai bem como base da mistura. A gordura responde por 30%, mais ou menos, do peso total de cada hambúrguer. 


Pode ser bacon moído ou outro corte mais gorduroso. É a gordura que vai ajudar a modelar e a dar firmeza ao hambúrguer, além de irrigar e dar sabor à carne durante o cozimento.
Não se preocupe em utilizar cortes caros no preparo. Os chefs garantem que isso é gastar dinheiro à toa. Cortes de músculos, como acém e paleta, dão um sabor mais acentuado à carne e cor vermelha intensa. Outras opções, além do patinho, são a fraldinha, a maminha e, para os mais ousados, o cordeiro, o frango ou a carne de porco, que surpreendem – no bom sentido – no conjunto do sabor. O fundamental aqui é dispor de uma peça fresca e de qualidade garantida. Importante: o ideal é que a carne seja moída na hora, seja no açougue, seja em casa.


Outra coisa essencial é que a chapa, a grelha, a frigideira ou a churrasqueira estejam bem quentes ao colocar o hambúrguer, para que a carne fique mais saborosa e douradinha.
Não deixe de preaquecer o utensílio onde vai fritar o hambúrguer em fogo alto e dê preferência às frigideiras mais grossas, caso o utensílio seja o escolhido.

Elas seguram o calor por mais tempo. Unte levemente com óleo apenas no começo, para evitar que o primeiro hambúrguer grude. A partir daí, a gordura da carne já faz o restante do serviço. O sal nunca deve ser colocado na carne antes de o disco de hambúrguer estar pronto. Motivo: o sal reage com a proteína do músculo, dissolvendo-a, o que deixa a carne com textura pesada e desidratada, sem suculência. Para moldar, você pode usar aros para ovos fritos ou fazer com as mãos mesmo. Quanto mais alto o hambúrguer, mais suculento fica.

Não se esqueça de acrescentar o sal na carne e um pouco de pimenta-do-reino segundos antes de ir para o fogo.Selar o pão com um pouco de manteiga torna o sanduíche mais perfeito, pois evita que o suco da carne penetre  e deixe o pão molhado. E para a montagem, coloque o queijo em cima da carne e, em seguida, acrescente uma fatia de tomate. O vegetal se grudará ao queijo e não ficará deslizando pelo pão. Depois, adicione uma folha de alface (ou rúcula) bem seca. Pepino em conserva, cebola caramelizada ou ovo frito podem enriquecer 
a experiência. Agora, ao trabalho e bom apetite.

Hambúrguer caseiro

Ingredientes:
> 1 kg de carne moída;
> 150 g de bacon moído (sem o couro);
> Sal e pimenta-
do-reino a gosto;
> Cheiro verde e alho a gosto (opcional);
> Pão de hambúrguer 
e ingredientes a gosto para complementar o sanduíche.
Modo de Preparo
Em uma vasilha, misture todos os ingredientes e modele 
os hambúrgueres com 
mais ou menos 100 g cada. 


Leve para congelar em porção individual. Para grelhar ou fritar, não precisa descongelar.

Montagem
Corte o pão, passe molhos a gosto, coloque o hambúrguer, outros recheios e queijos, 
se assim preferir. Finalize o sanduíche com batata frita ou anéis de cebola no prato.

Imagem Reprodução

Pipoca de leite em pó

Ingredientes:
> 1 xícara de milho para pipoca;
> 1 xícara de água;
> 1 xícara de leite em pó;
> 1 xícara de açúcar;
> ½ xícara de óleo.


Modo de Preparo
Em uma panela, coloque o óleo, a água, o açúcar e o milho de pipoca e leve ao fogo, misturando todos os ingredientes. Mantenha em fogo alto até começar a estourar a pipoca. Depois do estouro, baixe o fogo, feche a panela e mexa de vez em quando, sacudindo a panela até ouvir as pipocas pararem de estourar. Assim que as pipocas demorarem entre 3 e 5 segundos para estourar, desligue o fogo. Após pronta, ela vai ficar caramelizada e um pouco colada uma na outra por conta da calda formada. Adicione o leite em pó e misture bem.

 

 

Crédito: Pixabay

 

 

Milk-shake de chocolate

Ingredientes:
> 5 bolas de sorvete de chocolate;
> 150 ml de leite gelado;
> 4 pedras de gelo;
> Calda de sorvete, granulado e chantili para decoração.


 

 

Modo de Preparo
Em um liquidificador, bata o sorvete, o leite e o gelo. Decore a taça com a calda e o granulado. Despeje o conteúdo em um copo de milk-shake e decore com chantili.

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Música

Oswaldo Montenegro está de volta a Mato Grosso do Sul em sua nova turnê

Menestrel da MPB retorna aos palcos com nova montagem do espetáculo que marcou sua trajetória; apresentação em Campo Grande será em setembro, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo

18/08/2026 08h15

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas Foto: Divulgação

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Aos 70 anos de vida e de trajetória artística, Oswaldo Montenegro revisita um dos espetáculos mais emblemáticos de sua carreira. O cantor, compositor, músico e diretor retorna aos palcos com uma nova versão de “A Dança dos Signos”, fenômeno que atravessou gerações e que agora ganha uma turnê comemorativa com elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas.

Em Campo Grande, a apresentação está marcada para o dia 26 de setembro, sábado, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo. A montagem promete unir canções conhecidas do público a uma experiência visual renovada, mantendo como eixo central a proposta de utilizar os signos do zodíaco como ponto de partida para falar sobre diferenças, encontros e convivência.

“A Dança dos Signos” transforma os 12 signos em personagens de uma narrativa que busca refletir sobre a diversidade das personalidades e a maneira como as pessoas se relacionam. Ao longo do espetáculo, Oswaldo Montenegro estabelece uma conversa direta com a plateia e alterna músicas, histórias, brincadeiras e homenagens a nomes importantes da música brasileira e internacional.

UM ESPETÁCULO

A apresentação começa com uma das músicas mais conhecidas do repertório do artista: “A Lista”. Antes de seguir para a proposta central do espetáculo, ele compartilha com o público uma história pessoal relacionada à escolha da canção para abrir a apresentação.

A partir daí, começa a travessia por “A Dança dos Signos”. Entre um signo e outro, Montenegro conduz a narrativa de maneira intimista, conversando com a plateia e introduzindo situações bem-humoradas. O roteiro também abre espaço para referências a grandes compositores e intérpretes da música mundial.

Cada signo recebe uma identidade musical própria. Para escorpião, por exemplo, aparece “A Palo Seco”, de Belchior, enquanto aquário é associado à obra de Tom Jobim, com “Eu Não Existo sem Você”. Áries recebe citações instrumentais de “Your Song”, de Elton John.

Já libra e gêmeos são atravessados por referências a nomes como John Lennon, Paul McCartney, Bob Dylan e Chico Buarque. As homenagens se juntam a músicas da própria trajetória de Oswaldo Montenegro, entre elas, “Incompatibilidade”, um dos clássicos associados à carreira do artista.

EXPERIÊNCIA VISUAL

A montagem deste ano também incorpora recursos tecnológicos que ampliam a dimensão teatral da apresentação. Um grande painel de LED integrado ao palco passa a fazer parte da narrativa, exibindo participações virtuais, jogos de sombras e coreografias que dialogam com os músicos durante o espetáculo.

A tecnologia, nesse caso, aparece como complemento à linguagem construída por Montenegro ao longo de sua trajetória. A intenção é de aproximar o teatro poético, característica presente em diversos trabalhos do artista, de uma experiência audiovisual contemporânea.

O resultado é uma montagem que procura preservar a essência de “A Dança dos Signos”, mas atualiza sua forma de apresentação para a turnê que marca os 70 anos de Oswaldo Montenegro.

PARCERIA MUSICAL

No palco, o artista estará acompanhado por músicos que fazem parte da construção da atmosfera do espetáculo. Um dos principais destaques é a presença de Madalena Salles, parceira do cantor na música e na vida, que participa da apresentação tocando flauta.

A relação dos dois é também incorporada à dinâmica cênica. A dupla protagoniza esquetes e diálogos bem-humorados, criando momentos de interação que ajudam a quebrar a distância tradicional entre artista e público.

A formação conta ainda com o multi-instrumentista Alexandre Meu Rei e com a violoncelista Janaína Salles. O conjunto de instrumentos contribui para uma sonoridade que combina as canções de Oswaldo com diferentes referências musicais apresentadas ao longo da narrativa.

A viola de 12 cordas de Montenegro ocupa lugar de destaque na apresentação. O instrumento, associado à identidade musical do artista, acompanha sua voz e se soma à flauta, ao violoncelo e aos demais elementos musicais da montagem.

SETE DÉCADAS

A nova turnê de “A Dança dos Signos” chega aos palcos em um momento simbólico da carreira de Oswaldo Montenegro. Aos 70 anos, o artista aproveita a ocasião para revisitar uma obra que se tornou uma das marcas de sua trajetória.

A escolha do espetáculo para a comemoração também estabelece uma espécie de encontro entre passado e presente. De um lado, estão as músicas e histórias que ajudaram a consolidar a carreira do compositor, de outro, uma montagem renovada, com recursos tecnológicos e uma estrutura pensada para levar o espetáculo a uma nova geração de espectadores.

O retorno de “A Dança dos Signos” também recupera uma característica recorrente no trabalho de Montenegro: a mistura de música e dramaturgia. O artista construiu parte importante de sua trajetória transitando por diferentes linguagens, aproximando canções, poesia, teatro e narrativa.

Essa combinação está presente na nova montagem, que não se limita à apresentação musical. A conversa com a plateia, os diálogos entre os integrantes do elenco, as referências a outros artistas e as projeções no palco fazem parte da experiência.

METÁFORA

Embora o título remeta diretamente à astrologia, a proposta do espetáculo vai além das características atribuídas tradicionalmente aos signos.

O zodíaco é utilizado como uma espécie de painel para discutir a convivência entre pessoas diferentes. A partir dos signos, o espetáculo propõe uma reflexão sobre personalidades, afinidades, conflitos e encontros.

A ideia é justamente tratar as diferenças não como obstáculos, mas como parte da riqueza das relações humanas. Cada signo funciona como uma porta de entrada para uma história, uma música ou uma situação, formando um mosaico que procura representar a diversidade das experiências humanas.

Por isso, a apresentação também pode ser compreendida como uma celebração da convivência. A astrologia é o ponto de partida, mas o destino da narrativa está nas relações entre as pessoas.

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanasFoto: Divulgação

Serviço

  • Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos”
  • Data: dia 26 de setembro (sábado).
  • Horário: às 20h.
  • Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

Os ingressos podem ser adquiridos no estande do Comper Jardim dos Estados, ao lado de O Boticário, de segunda-feira a sábado, das 13h às 18h30min. Informações e atendimento pelo WhatsApp (67) 99296-6565.
Também é possível comprar pela internet pelo site www.pedrosilvapromocoes.com.br.

Diálogo

Pesquisas eleitorais circulam discretamente entre algumas lideranças com... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (18)

18/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Graciliano Ramos - escritor brasileiro

"Quando se quer bem a uma pessoa a presença dela conforta. Só a presença, não é necessário mais nada".

FELPUDA

Pesquisas eleitorais circulam discretamente entre algumas lideranças com números bem diferentes dos divulgados ao público. Curiosamente, certos institutos parecem dominar uma matemática bastante peculiar. Sabem exatamente quando somar alguns pontos a um candidato. E, com a mesma habilidade, retirar outros de quem incomoda. Tudo, claro, dentro das margens da "estatística" de erros. Os motivos dessa aritmética seletiva seguem um mistério. Só os inocentes coelhinhos, sem dentes afiados e nem garras ameaçadoras, ainda fingem não ter descoberto as razões.

Sem desgastes

O PSD chega às eleições de 2026 com participação bem mais modesta do que projetava, mas terá como principal espaço na chapa majoritária uma suplência ao Senado. 

Mais

No caminho, a legenda ficou sem um deputado estadual e também o vice-governador, pois ambos se filiaram ao Republicanos. As mudanças, porém, ocorreram sem atritos públicos.

DiálogoFoto: Divulgação

O fotógrafo Roberto Higa será o homenageado especial da sessão solene em comemoração aos 127 anos de Campo Grande, no próximo dia 25. Reconhecido por registrar, ao longo de décadas, a história da Capital e de MS, Higa recebeu a Medalha Destaques da Década Juvêncio César da Fonseca. Emocionado, o fotógrafo lembrou que acompanha o trabalho do Legislativo desde os anos 1970. Durante a solenidade de aniversário da cidade também serão entregues os títulos de Cidadão Campo-Grandense, Cidadão Benemérito e a Medalha do Mérito Legislativo José Antônio Pereira a personalidades que contribuem para o desenvolvimento de Campo Grande.

Diálogo Fátima e Dr. José Luiz Mikimba - Foto: Miguel Palácios

 

Diálogo Larissa Sequeira - Foto: Arquivo Pessoal

Se...

A possibilidade de Reinaldo Azambuja se tornar ministro de eventual governo de Flávio Bolsonaro agitou os bastidores políticos de MS. Isso porque, se acontecer, a vaga no Senado seria ocupada pelo primeiro suplente,Nelson Trad Filho. A hipótese abriu nova frente de especulações entre grupos políticos. Assim, as conversas já tratam dos possíveis efeitos dessa mudança no tabuleiro eleitoral. Mas como ainda tem muita água para passar debaixo da ponte... 

Cadeiras

O Ministério Público de MS encaminhou à Assembleia Legislativa projeto que cria 454 novos cargos, entre efetivos e comissionados. A proposta prevê impacto orçamentário anual de R$ 83,83 milhões. Do total de vagas, 354 são cargos em comissão e 100 são efetivos de analista. Segundo o MPMS, as nomeações serão gradativas e a despesa permanecerá dentro do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Na lista

Decidido a retornar às benesses de um mandato parlamentar, o ex-deputado estadual Maurício Picarelli (PRD) tenta agora uma vaga na Câmara Federal. Depois de oito anos na Assembleia Legislativa de MS, ficou um período afastado da vida parlamentar. Em 2024, tentou voltar à política disputando uma cadeira de vereador em Campo Grande, mas não teve sucesso. Agora, aposta novamente nas urnas e coloca seu nome na disputa por uma vaga em Brasília. Integra, assim, a lista de "ex" da política que tentam voltar ao palco iluminado da vida pública.

ANIVERSARIANTES 

  • Eduardo Souza Leal,
  • Guilherme Molento,
  • Aguinaldo Oliveira,
  • Gelasio Roque Lani, 
  • Egles Violin, 
  • Aimar Marques Ribeiro,
  • Dirceu Gabriel Merlin,
  • Ivo Antunes Coitinho,
  • Antonio Conceição de Souza,
  • Higa Nabukatsu, 
  • Márcia Tomi Fuzita,
  • Zoenir do Carmo Fernandes 
  • da Silva,
  • Vera Márcia de Almeida Senefonte,
  • Felix Fernandes Brites,
  • José Cláudio Soares da Silva,
  • Andresa Vasconcelos,
  • Elio Feranti,
  • Izabel Christina Müller Colpani,
  • Aquiles de Jesus Giordano,
  • Nayara Ferreira Bernardino,
  • Nilo Francisco Muller,
  • Leonardo Furtado Loubet, 
  • Samia Roges Jordy Barbieri, 
  • Hectore Ocampo Filho, 
  • Zelir Antonio Maggioni, 
  • Lúcio Martins Lisboa, 
  • Natália Rondon Bachega, 
  • Jarbas Magno Miranda,
  • Frederico Fukagawa,
  • Inivaldo Gisoato, 
  • Joaquim Rodrigues Lopes,
  • Bruna Oliva,
  • Andrezza Monteiro Perez,
  • Carlos Antonio Marcos Pascoal,
  • Edson Luiz da Silva Pinheiro,
  • Jéssica Felix de Rezende,
  • José Fogaça de Souza,
  • Emerson Oliveira Delmonde,
  • Luciano Matos Sanches,
  • Maruce Yonamine,
  • Arlindo Leite de Figueiredo,
  • Luciano Guitierrez Brandão,
  • Renato Costa Brum,
  • Antonia Sabrina Ferreira,
  • Aury Schneider,
  • Rodrigo Jabrayan, 
  • Ighor Alves Gomes da Silva,
  • Luiz Carlos Louzano,
  • Patrícia Rohwedder Guimarães,
  • Júlio Flori Jorge,
  • Marília Leite Langassner,
  • Lucinei Marrissoni,
  • Eny Mara Alves Sá,
  • Otony Souza,
  • Ilda Borges de Barros,
  • Osvaldo Ortiz,
  • Fernando Carlos de Luna,
  • Helena Carretoni,
  • Altamiro Leal,
  • Maura Andrea do Amaral,
  • Eneida da Silva Gomes,
  • Pamela Flores Cardin,
  • Rodolpho Succhi Neto,
  • Luciano Bordignon Conte,
  • Antônio Edson Alves,
  • Luiz Sérgio Costa Ferreira,
  • José Carlos Marques,
  • Mônica Barbosa Batista,
  • Guilherme Pasculli Barcellos, 
  • Elida Fernanda dos Santos, 
  • Margareth Gonçalves,
  • Osmar Martins dos Santos,
  • Maria de Lourdes da Silva Soares,
  • João Batista Ferreira dos Santos,
  • Lucila Alves de Araújo,
  • Heitor Gomes da Silva,
  • José Antônio Leite Marques,
  • Marlos Henrique Teixeira,
  • Licinio Lanteri de Almeida,
  • Samia Almeida Roca,
  • Maria Luiza de Araújo Barbieri,
  • Isadora Borges de Rosa Silva,
  • Patrícia Feitosa de Lima,
  • Cleuza Trajado Budid, 
  • Pedro Luiz dos Santos,
  • Maria da Conceição Prado, 
  • Luiz Carlos de Menezes Leal, 
  • Giovanne Shoei da Silva Arakaki,
  • Washington Nogueira Ramos,
  • Alexandre Luis Alves Guilherme,
  • Gelson Guimarães,
  • Maria Inês Branco Pucci,
  • Anne Grubert Fernandes,
  • Marina de Oliveira Kroll Leite,
  • Marisa Pinheiro Cavalcanti,
  • Ricardo Cardoso Gurgel,
  • Sérgio Coleti,
  • Liliana Simionatto,
  • Lívia Inara Akamine,
  • Andrea Pereira Nardon Braga,
  • Carla Roberta D'Amore,
  • Altamiro Rezende do Nascimento,   
  • Cristiane Gazzotto Campos,
  • Tatiana Pereira Goes, 
  • Deocleciano Guerreiro Gonçalves,
  • Maria Elisabete Freitas Assunção,
  • Jefferson Yamada,
  • Celso Stahl,   
  • Fábio Ricardo Trad, 
  • Leila Custódia Lima Scudeller,
  • Marcelo Cantizani Azambuja.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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