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balanço

Festival de Inverno de Bonito atraiu 100 mil pessoas e ocupou 98% dos hotéis

Apenas na noite de sábado (29), no show de Seu Jorge, o festival atraiu 25 mil pessoas

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25° Edição do Festival de Inverno de Bonito (FIB) foi histórica, de acordo com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS).

Estimativa realizada pela FCMS aponta que o evento movimentou 100 mil pessoas e elevou a ocupação da rede hoteleira em 98%, entre os dias 26 e 30 de agosto de 2026, em Bonito (MS).

Apenas na noite de sábado (29), no show de Seu Jorge, o festival atraiu 25 mil pessoas.

A reportagem do Correio do Estado solicitou a movimentação financeira gerada no evento, mas a FCMS afirmou que ainda não possui este valor.

Ao todo, foram cinco dias (quarta, quinta, sexta-feira, sábado e domingo) consecutivos de música, shows, cultura, literatura, oficinas, dança, teatro, cinema, artes visuais, pintura, moda, circo, turismo, natureza, artesanato e gastronomia.

As atrações nacionais do evento foram Ferrugem (27 de agosto), Léo Foguete (28 de agosto), Seu Jorge (29 de agosto) e Humberto e Ronaldo (30 de agosto), além de outros shows regionais.

Havia três palcos (Lua, Palco Sol e Palco Sesc Estrela) em diferentes pontos da cidade e várias atrações culturais e musicais em diversas localidades do município.

De acordo com a Fundação de Cultura, o investimento foi de R$ 6,5 milhões. A realização é do Governo de Mato Grosso do Sul, em parceria com a Prefeitura Municipal de Bonito.

O evento estimula a economia, aquece o comércio, gera empregos, lota hotéis e movimenta restaurantes, bares, atrativos turísticos, lojas e serviços.

O FIB consolida agosto como um mês de alta temporada no município, estendendo o bom desempenho do mês de julho.

Em 2025, a 24ª edição do FIB movimentou R$ 23 milhões e atraiu 20 mil pessoas.

Diálogo

O aplicativo Pardal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), registrou forte... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (1)

01/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Mario Sergio Cortella - Escritor brasileiro

"Quando estiver no fundo do poço, a primeira coisa a fazer para sair dele é parar de cavar”.

FELPUDA 

O aplicativo Pardal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), registrou forte aumento nas denúncias de possíveis irregularidades nas eleições de 2026. Em apenas cinco dias, os registros passaram de 1.103 para 3.468, crescimento de 2.365 ocorrências. Deputados estaduais lideram as denúncias, com 1.245 casos, seguidos por deputados federais, com 1.096. São Paulo aparece na frente entre os estados, com 613 denúncias. O Pardal permite que eleitores comuniquem à Justiça Eleitoral suspeitas de descumprimento das regras da campanha.  Vai vendo...

De olho

Candidatos a deputado federal, Rose Modesto (União Brasil) e Marcos Trad (PV) parecem estar aproveitando a campanha deste ano para manter contato com o eleitorado.

Mais

Nos bastidores, os dois são apontados como possíveis candidatos à Prefeitura da Capital em 2028. A eleição para Brasília, dizem, poderá ser só o primeiro capítulo de uma disputa maior.

DiálogoFoto: Divulgação

São Gabriel do Oeste ganhou uma pequena representante de grande causa: Maitê Camargo Oliveira, escolhida simbolicamente como a nova Bebê Prefeita do município. A iniciativa chama atenção para a importância de garantir cuidado, proteção, saúde, educação e direitos às crianças desde os primeiros dias de vida. O título foi entregue no Hospital Municipal José Valdir Antunes de Oliveira pelo prefeito Leocir Montagna, acompanhado da primeira-dama Cleire Arguelho e por integrantes da administração municipal. Maitê recebeu certificado oficial e um body personalizado com o brasão da prefeitura, enquanto sua família ganhou um kit para os primeiros cuidados com a recém-nascida. Mais do que uma homenagem, a escolha transforma a bebê em símbolo das políticas públicas voltadas à primeira infância. 

DiálogoLeni Fernandes e Cézar França Costa - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDra.Marcia Hoffmann - Foto: Arquivo Pessoal

Plano B 

Com a campanha avançando, alguns candidatos a deputado federal começam a fazer contas e descobrir que a matemática eleitoral pode não ser tão generosa quanto imaginavam. Não falta quem considere difícil alcançar o tão desejado pódio e conquistar uma cadeira em Brasília. A esperança, então, passa a ser uma eventual derrota com recompensa: o comando de uma secretaria estadual. Em política, às vezes o plano B já nasce como plano A.

Fartura

Candidatos a deputado federal já somam R$ 982,8 milhões em receitas para as campanhas das eleições de 2026, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Desse total, R$ 932 milhões, são recursos públicos, enquanto R$ 50,6 milhões vêm de fontes privadas. O valor supera as receitas destinadas às campanhas para deputado estadual, Senado, governos estaduais e Presidência da República. O Centro-Oeste tem R$ 71 milhões, enquanto a região Sudeste concentra R$ 397 milhões, Esses valores podem mudar no decorrer da campanha.

Cobrança

O MPF entrou com ação para obrigar a União, a ANA e os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso a implantarem o Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai. O órgão aponta impactos de projetos da Hidrovia Paraguai-Paraná, incluindo dragagens em 28 pontos críticos. A ação pede plano para instalação do comitê em 60 dias, multa diária de R$ 50 mil e indenização de pelo menos R$ 1 milhão por danos morais coletivos.

ANIVERSARIANTES 

  • Dra. Cláudia Bossay Assumpção Fassa, 
  • Dr. Luiz César (Luizito) Anzoategui, 
  • Mariana Baís Mujica, 
  • Jean Saliba, 
  • Amanda Cristina Martins 
  • da Silva Batista, 
  • Cláudio Takeshi Iguma,
  • Enton Luis Piccinin,
  • Arlindo Nardini,
  • Teresa Kohatsu,
  • Rodrigo Juliace de Araújo,
  • Maria do Socorro Alves Cardoso,
  • Edson Inacio Guarnieri,
  • Julio Kenko Shimabukuro,
  • Laerte Gomes da Silva,
  • Rosângela Teixeira dos Santos Couto,    
  • Maria Lucia Alves Melli,
  • Ricardo Landi,
  • Nilson Paulo Fontana Cordeiro,
  • Araldo Caimar Rocha,
  • Cláudio Sérgio Guasso,
  • Egídio Vilani Comin, 
  • Dra. Rosania Maria Basegio, 
  • Orestes Ferreira dos Santos,
  • Ana Carolina de Paula, 
  • Sidney Guerreiro,
  • William Henrique Machado,
  • Eduardo Nogueira Salazar,
  • Marcos Akamine,
  • Maria Aparecida Satiro da Silveira,
  • Dirceu Bettoni,
  • Dr. André Luiz de Souza Grava,
  • Alírio José Bacca,
  • Filipi Trevisan Simões,
  • Gelson Salino de Souza,
  • Maria Aparecida de Paiva,
  • Rogerio Cardoso,
  • Waldecir Monterio da Silva,
  • Sueli do Nascimento Silva,
  • Ana Carla Massuda de Góes,
  • Gilmar Pereira Bejarano,
  • Miltro Chaves Corrêa,
  • Marinete Martins Guevara de Farias,
  • Neudo Ribeiro Campos,
  • Bruna Albuquerque Setti, 
  • Dr. Hussem Khalil Fares,
  • Dr. Paulo André Costa Novaes, 
  • Allan Rupp Filho,
  • Thereza Miyeko Nakao Shimizu,
  • Patricia Mansano,
  • Manoel Frederico Cortez,
  • Neido Castilho Filho,
  • Gilson Molina Filartiga,
  • Carlos de Oliveira Bento,
  • Melissa Chaves Miranda,
  • Joffre de Araujo,
  • Maria de Fátima Vital,
  • Carlos Augusto Faria,
  • Gladia Rodrigues Cabel,
  • Iracy Fernandes Barbosa,
  • Isabel Nunes da Cunha,
  • Julimar Faria Santiago,
  • Frederique Leite Penteado,
  • Célia Vaz de Campos Trindade,
  • Janete Nagles Faker,
  • Aparecida Martins Azevedo,
  • Marco Aurélio Perez,
  • Priscila Elisa Siqueira Gianini, 
  • Paulo Sérgio Gondim,
  • Wellington Oshiro, 
  • Dr. Márcio Resende Archanjo,
  • Florêncio Amado,
  • Catarina Afonso Pereira,
  • Inácio da Silva Torres,
  • Antônio João de Lima,
  • Sebastião Pereira Neves,
  • Alexandre Augusto Rezende Lino,
  • Cícero Ferro,
  • Constâncio Alpirez Silva, 
  • Júlio Cesar Morais Nantes,
  • William Corrêa Lima,
  • Maria Heloisa Nantes,
  • Nádia Gimenez,
  • Maria Aparecida Neves,
  • Ivo Carlos Barbosa,
  • Zilá Correia,
  • Thiago Martins Ferreira,
  • Pedro Paulo Gomes,
  • Terezinha Vieira Domingos,
  • Márcio Pereira Alves,
  • Agnes Keppke, 
  • Rogério Rodrigues Figueiredo,
  • Denise Pereira Alves Gomes,
  • Renata Gonçalves Pimentel,
  • Paulo Sérgio Franco do Amaral,
  • Carlos Agostinho Maia Paiva,
  • Ana Maria da Cunha Ayub,
  • Plinio de Sá Moreira,
  • Angélica Nunes Dourado,
  • Sandro de Moraes Souza,
  • Wagner Higa de Freitas,
  • Yone Azambuja Dutra,
  • Gilvan Antonio Perin,
  • Zeli Ramona Ximenes,
  • Luiz Moreira Lima, 
  • Gladis Maria Pelisari,
  • Doris Martt Silveira Nantes,
  • Adriana de Matos Monteiro Martins,
  • Lilian Roberta Hormung Cardoso de Melo.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Longevidade

Médica Mariana Vilela sugere nove hábitos para viver mais e com autonomia

Médica explica que cuidar da força, do coração, do sono, dos ossos e dos vínculos sociais pode ajudar a preservar a independência ao longo do envelhecimento

31/08/2026 08h30

Médica atuante na área de emagrecimento saudável e performance, Dra. Mariana Vilela defende uma abordagem individualizada e preventiva da saúde

Médica atuante na área de emagrecimento saudável e performance, Dra. Mariana Vilela defende uma abordagem individualizada e preventiva da saúde Foto: Divulgação

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Quando o assunto é longevidade, é comum pensar em tecnologias avançadas, exames sofisticados, tratamentos personalizados ou suplementos capazes de prometer uma espécie de atalho para envelhecer melhor. Mas, na prática, boa parte das estratégias associadas a uma vida mais longa e saudável está muito mais próxima da rotina do que das soluções consideradas milagrosas.

Para a médica Mariana Vilela, que trabalha com emagrecimento saudável e performance, falar em longevidade significa olhar não apenas para a ausência de doenças, mas para a capacidade do organismo de continuar funcionando bem ao longo dos anos.

Isso envolve preservar força, mobilidade, capacidade cardiorrespiratória, saúde metabólica, qualidade do sono, estrutura óssea e também relações sociais.

“Quando falamos em longevidade, é fácil imaginar suplementos caros, exames sofisticados ou tecnologias capazes de driblar o envelhecimento. Mas a ciência da longevidade tem mostrado algo mais interessante: viver mais não depende apenas de evitar doenças, depende de construir um organismo capaz de continuar funcionando bem enquanto envelhece”, explica.

Segundo ela, não existe uma fórmula capaz de controlar completamente quantos anos uma pessoa vai viver. Genética, ambiente e acontecimentos imprevisíveis continuam influenciando o processo.

No entanto, há comportamentos que podem contribuir para aumentar as chances de chegar às idades mais avançadas com autonomia.

CRIE MÚSCULOS

Um dos pontos destacados pela médica é a importância de construir e preservar massa muscular. O envelhecimento está associado à perda progressiva de massa e, principalmente, de qualidade muscular. Esse processo pode comprometer força, equilíbrio e mobilidade e aumentar a vulnerabilidade a quedas e à perda de independência.

Mas os músculos não têm função apenas relacionada à aparência, eles participam do metabolismo da glicose, contribuem para a capacidade funcional e ajudam o organismo a responder melhor aos desafios físicos impostos pelo envelhecimento.

“Na longevidade, talvez seja mais importante perguntar quanto você consegue levantar do que simplesmente quanto você pesa. Por isso, musculação não deveria ser encarada apenas como exercício: é investimento para a independência futura”, afirma Mariana.

CUIDE DA PRESSÃO

Outro cuidado fundamental envolve os chamados fatores de risco cardiovascular. A hipertensão é conhecida por muitas vezes evoluir sem sintomas claros, enquanto, ao longo dos anos, pode contribuir para danos em órgãos como coração, cérebro e rins.

“O mesmo raciocínio vale para colesterol aterogênico, glicemia e tabagismo: não espere a doença aparecer para começar a tratar o terreno que a produz”, alerta a médica.

O acompanhamento periódico permite identificar alterações e avaliar, de forma individualizada, quando mudanças no estilo de vida ou tratamentos específicos são necessários. Mais do que esperar um diagnóstico, a proposta da medicina preventiva é acompanhar a trajetória desses indicadores.

CUIDE DA SAÚDE BUCAL

Quando se fala em longevidade, a saúde bucal nem sempre aparece entre os primeiros assuntos lembrados. Para Mariana, porém, ela não deveria ser deixada de lado.

Doenças periodontais e problemas relacionados à saúde da boca estão associados a processos inflamatórios e podem coexistir com diferentes condições crônicas. 

“Escovar os dentes, usar fio dental e visitar regularmente o dentista pode parecer banal demais para uma conversa sobre longevidade, mas envelhecer bem também começa pela boca”, destaca.

TENHA O CARDIO EM DIA

Outra dimensão da longevidade está relacionada à capacidade cardiorrespiratória. Mariana chama atenção para a diferença entre praticar uma atividade física exclusivamente para gastar calorias e desenvolver um organismo fisicamente preparado para lidar com esforços.

O condicionamento está relacionado à capacidade do corpo de utilizar oxigênio durante o exercício. Entre os indicadores utilizados para avaliar essa aptidão está o VO máximo, que é considerado um importante marcador de capacidade cardiorrespiratória e está associado a desfechos de saúde.

“Você não precisa virar atleta, mas deveria conseguir subir escadas, caminhar rápido, carregar peso e enfrentar esforços sem que seu organismo entre em colapso. Um corpo preparado tolera melhor o envelhecimento”, explica.

DURMA BEM

Em uma rotina marcada por trabalho, estudos, compromissos e excesso de estímulos, o sono muitas vezes é o primeiro hábito sacrificado. Há quem se acostume a dormir poucas horas e interprete a adaptação como sinal de que o tempo é suficiente.

Para Mariana, essa percepção precisa ser questionada. “A frase ‘eu funciono bem com cinco horas’ geralmente significa apenas que a pessoa se acostumou a funcionar cansada”, afirma.

O sono participa de processos relacionados à regulação hormonal, imunológica, metabólica e cerebral. Por isso, problemas persistentes não devem ser tratados como uma característica inevitável da rotina.
“Dormir é uma função biológica, não tempo desperdiçado”, defende.

CUIDE DOS OSSOS

A saúde óssea é outro componente que merece atenção antes que apareça uma consequência mais grave. A osteoporose pode permanecer silenciosa durante anos e só ser percebida quando ocorre uma fratura por fragilidade.

A prevenção, portanto, não deve começar apenas depois de um episódio desse tipo.

Para as mulheres, a transição para a menopausa merece atenção especial, já que a redução dos níveis de estrogênio pode acelerar a perda de massa óssea. A avaliação, porém, deve considerar o conjunto de fatores de risco, e não apenas um número isolado de exame.

“Saúde óssea se constrói com exercício de força e impacto, quando apropriado, proteína, adequação de cálcio e vitamina D, avaliação dos fatores de risco e tratamento, quando indicado”, diz Mariana.

A prática de atividades físicas, alimentação adequada e acompanhamento individualizado podem fazer parte das estratégias para preservar a estrutura óssea. Quando existem fatores de risco, a avaliação médica é importante para definir a necessidade de exames ou intervenções específicas.

“A fratura não é o início do problema, muitas vezes é sua primeira manifestação”, completa.

CULTIVE RELAÇÕES

Se força, sono, metabolismo e condicionamento são aspectos físicos importantes, a longevidade também tem uma dimensão social. Relações significativas, amizades, pertencimento e propósito podem influenciar a forma como uma pessoa atravessa o processo de envelhecimento.

Isolamento social e solidão estão associados a piores desfechos de saúde, enquanto manter vínculos pode contribuir para a saúde emocional e cognitiva e para a participação ativa na comunidade.

“Tenha pessoas para quem você possa telefonar às 2h”, sugere a médica. “Talvez uma das perguntas mais interessantes de uma consulta de longevidade seja: ‘Quem são as pessoas que fazem parte da sua vida?’”.

SUPLEMENTE, SE NECESSÁRIO

O mercado de longevidade e performance também ampliou a oferta de suplementos e produtos voltados à saúde. Alguns deles podem ter indicações importantes em determinadas situações, mas não devem ser encarados como substitutos dos hábitos básicos.

“Creatina, proteína, vitamina D e outros suplementos podem ter excelentes indicações, mas nenhum deles neutraliza sedentarismo, cigarro, excesso de álcool, obesidade visceral, hipertensão ou anos de sono ruim”, pontua Mariana.

A ordem das prioridades é importante. Antes de procurar uma solução sofisticada, é necessário observar aquilo que tem impacto consistente sobre a saúde cotidiana.

ATUE NA PREVENÇÃO

Por fim, Mariana aponta uma mudança de perspectiva: não esperar o aparecimento de uma doença para começar a prestar atenção à saúde.

A medicina tradicionalmente se concentra na identificação e no tratamento de doenças. A abordagem preventiva acrescenta outra pergunta: qual trajetória o organismo está seguindo?

Pressão arterial, composição corporal, força, condicionamento cardiorrespiratório, perfil lipídico, metabolismo glicêmico e saúde óssea podem ser acompanhados ao longo dos anos.

“O objetivo não deveria ser chegar aos 70 anos e descobrir tudo o que deu errado, mas acompanhar o organismo cedo o suficiente para mudar sua trajetória”, finaliza.

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