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CINEMA BRASILEIRO

Filme da Lava Jato é caricatura mal feita da PF, diz presidente de federação

Filme da Lava Jato é caricatura mal feita da PF, diz presidente de federação

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O presidente da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais), entidade que representa todas as categorias da Polícia Federal, Luís Antônio Boudens, fez duras críticas ao filme "Polícia Federal - A lei é para todos", inspirado na Operação Lava Jato. Segundo Boudens, a obra exagerou no "propagandismo" dos delegados e traçou uma imagem caricata dos policiais federais.

Em mensagem enviada pela sua assessoria, Boudens diz que assistiu à pré-estreia do filme, em Curitiba, e saiu decepcionado do cinema.

"A permissão poética e a ficção retiraram a essência da Polícia Federal, ignorando aqueles que, de fato, descobriram a autoria e a materialidade de um dos maiores crimes de corrupção no país, dando lugar a uma mensagem corporativa", afirmou.

A Fenapef defende uma política de valorização do trabalho dos agentes, escrivães, papiloscopistas e peritos da Polícia Federal em comparação com os delegados, que são representados pela ADPF (Associação dos Delegados da PF). Uma das críticas da Fenapef é a de que os delegados se apropriam dos trabalhos dos outros profissionais da PF durante a divulgação das operações.

Boudens aponta erros factuais no roteiro. "No decorrer do filme há cenas de delegados realizando prisões (como a fantasiosa cena de prisão do doleiro Alberto Youssef) e coletando provas em campo durante cumprimento de mandado de busca e apreensão (como no sítio de Paulo Roberto Costa)", exemplificou. "A sociedade precisa entender que todo o processo investigativo é realizado em conjunto e não exclusivamente por um cargo.

Os demais cargos da Polícia Federal estão na ponta do processo investigativo e jamais poderiam ter sido esquecidos ou relegados a uma penumbra ante sua importante atuação profissional, reforçando um estereótipo nada saudável para a segurança pública", disse Boudens. "A obra desenrolou-se entre a distorção da realidade do dia a dia das investigações e os propósitos políticos, apesar da tentativa da direção do filme, e até dos personagens, em dizer o contrário".

A conclusão do presidente da Fenapef é de que o filme não retratou com precisão a realidade da operação policial. "O roteiro do filme enaltece o trabalho da Polícia Federal e as virtudes inquestionáveis da Operação Lava Jato, mas retrata cenas muito distantes do mundo real", diz.

Para o sindicalista, a suposta distorção é resultado do apoio dado pela direção da PF à produção do filme, que foi "retribuído com um exagerado "propagandismo" ao cargo de delegado, alijando peritos e agentes federais, por exemplo, de situações cruciais durante a operação".

Boudens termina sua análise dizendo que espera que, caso haja sequência do filme, os produtores "deixem de lado narrativas inverossímeis e tratem a Polícia Federal com mais realismo e menos caricatura".

DIREÇÃO

"O noticiário trata do 'pós-fato', quando as coisas já aconteceram. Quisemos mostrar o 'pré-fato', como foi feita a investigação", diz o diretor Marcelo Antunez. "O único jeito de contar isso é falar dos investigadores. Muitos detalhes do que aconteceu as pessoas não conhecem".

Como o foco é na investigação, não no processo, o papel do juiz Sergio Moro é lateral.
Antunez diz que "carregou um pouquinho nas tintas", pois o filme "não é um documentário", mas que se manteve fiel aos principais fatos.

O diretor disse ter conversado com mais de 40 pessoas durante a preparação, entre delegados, procuradores da República, Moro e até diretores da Petrobras. Ele e o elenco também tiveram conversas com alguns dos principais personagens da Lava Jato.

ÚLTIMO DIA

FenaSul encerra neste domingo com música gaúcha e dança farroupilha

Ingresso custa R$ 10 por pessoa; crianças de até 10 anos não pagam

12/07/2026 17h30

Tradicional costelão gaúcho em Campo Grande

Tradicional costelão gaúcho em Campo Grande Foto: Instagram @fenasulcg

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19ª Edição da FenaSul, tradicional feira gaúcha em MS, encerra neste domingo (12), às 22h, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, localizado na rua Américo Carlos da Costa, número 320, Jardim Américo, em Campo Grande.

O evento começou em 3 de julho e permaneceu 9 dias em Campo Grande. A feira exibe a cultura, gastronomia, moda, música, dança e cotidiano da região Sul em Mato Grosso do Sul.

Ao todo, 40 expositores da Serra Gaúcha participarão do festival. Estão à amostra diversos itens do universo sulista, como:

  • chocolate de Gramado
  • cucas
  • vinhos
  • queijos
  • salames
  • costela fogo de chão
  • doces artesanais
  • doces cristalizados
  • geleias
  • chimias
  • bolacha colonial
  • cucas
  • chimarrão
  • suco de uva
  • panelas
  • louças
  • tapetes em couro
  • botas de couro
  • jaquetas
  • chapéu country
  • casacos
  • bolsas
  • acessórios típicos
  • calçados
  • tapetes
  • produtos artesanais

O ingresso custa R$ 10 por pessoa. Crianças de até 10 anos não pagam. O estacionamento é gratuito dentro do Parque de Exposições.

Grupo Gaúcho Herdeiros Farroupilhas, que veio direto do Rio Grande do Sul, anima o evento com música gaúcha ao vivo e dança tradicional, trajes típicos e toda a experiência do legado farroupilha em Campo Grande.

Por muitos anos, a feira aconteceu no Círculo Militar, localizado na avenida Afonso Pena, mas, de alguns anos para cá, mudou de lugar, para o Parque de Exposições.

Empreendedorismo - Correio B+

Empresária transforma paixão iniciada aos 19 anos em marca de Semijoias

Pelo segundo ano consecutivo, Fernanda leva sua marca para o maior Festival de Dança do Mundo em Joinville (SP) com coleção dedicada as bailarinas intitulada: "Valsa das Flores", inspirada no ballet 'O Quebra Nozes' de Tchaikovsky.

12/07/2026 15h00

Pelo segundo ano consecutivo, Fernanda leva sua marca para o maior Festival de Dança do Mundo em Joinville (SP) com coleção dedicada as bailarinas intitulada:

Pelo segundo ano consecutivo, Fernanda leva sua marca para o maior Festival de Dança do Mundo em Joinville (SP) com coleção dedicada as bailarinas intitulada: "Valsa das Flores", inspirada no ballet 'O Quebra Nozes' de Tchaikovsky. Foto: Divulgação

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Fernanda Fernandes, fundadora da Ellos Semijoias, construiu uma trajetória marcada pela coragem de empreender, inovação e incentivo ao empreendedorismo feminino. À frente da marca sediada em Santo André (SP), a história da empresária começou muito antes da consolidação da marca. Aos 19 anos, produzia bijuterias artesanalmente em casa, acreditando que poderia construir um negócio próprio através da criatividade e dedicação.

Com o crescimento da empresa, percebeu que havia espaço para oferecer produtos de maior valor agregado e decidiu migrar definitivamente para o mercado de Semijoias, apostando em qualidade, estética, acabamento superior e durabilidade.

"A mudança para as Semijoias transformou completamente o negócio. Conseguimos fortalecer a marca, fidelizar clientes e oferecer um produto que realmente entrega beleza e qualidade", afirma Fernanda.

Hoje, a Ellos Semijoias comercializa aproximadamente 20 mil peças/mês e atende clientes em todo o território nacional. Além da venda direta, a empresa desenvolveu um modelo voltado ao empreendedorismo feminino, oferecendo oportunidades para mulheres iniciarem seus próprios negócios através da revenda de Semijoias.

Outro diferencial da marca é sua atuação em eventos corporativos, feiras e experiências exclusivas. Ao longo do ano, participa de diversos eventos presenciais, aproximando a marca do público e criando conexões entre moda, negócios e relacionamento.

Em 2025 a marca abriu caminho para um novo nicho que vem transformando o negócio em momentos únicos e lúdicos inspirados na dança e o universo do ballet clássico transformando movimento em peças exclusivas e inesquecíveis.

Pelo segundo ano consecutivo, Fernanda leva sua marca para o maior Festival de Dança do Mundo em Joinville (SP) com coleção dedicada as bailarinas intitulada: "Valsa das Flores", inspirada no ballet A empresária Fernanda Fernandes - Divulgação

Depois da coleção Ponta de Luz, esse mês a Ellos Semijóias lança: “Valsa das Flores”, que estará presente pelo segundo ano consecutivos no maior Festival de Dança do mundo em Joinville (SC). As peças são inspiradas na beleza e também na leveza do ballet clássico, na representatividade das flores na dança, e na Valsa de um dos ballets de repertório mais famosos do mundo, ‘O Quebra Nozes’ de Tchaikovsky.

A coletânea das peças passou pela curadoria da bailarina e jornalista de dança Flávia Viana, e reúne elementos delicados, femininos e atemporais, que traduz o romantismo, a sofisticação e a elegância que permeiam as entre as características da marca e da nova coleção propostas.

O lançamento também reforça a proposta da Ellos de unir design autoral e experiências memoráveis para suas clientes através de uma campanha real e inspiradora.

Além da criação de coleções exclusivas, a empresa investe em uma loja itinerante, programas para revendedoras, mentorias e novos formatos de relacionamento com clientes e empreendedoras, ampliando sua presença no mercado nacional.

Para Fernanda, mais do que vender Semijoias, o propósito da marca é gerar transformação. "Cada peça representa autoestima, mas cada revendedora representa independência financeira. Ver mulheres conquistando seus sonhos através do nosso trabalho é o maior resultado que poderíamos alcançar”, explica.

Com uma trajetória construída ao longo de quase duas décadas, Fernanda Fernandes consolida a Ellos Semijoias como uma empresa que alia design, qualidade e empreendedorismo feminino, mostrando que uma ideia iniciada dentro de casa pode se transformar em uma marca presente em todo o Brasil.

Sobre a Valsa das Flores:

A "Valsa das Flores" é uma peça orquestral clássica composta por Pyotr Ilyich Tchaikovsky em 1892. Ela faz parte do famoso balé O Quebra-Nozes e serve como o grande clímax do Ato II, retratando um jardim mágico onde as flores dançam lindamente para entreter a heroína da história.

A peça se passa na "Terra dos Doces" (ou Reino dos Doces). A protagonista, Clara (também chamada de Marie em algumas versões), chega ao local com o Príncipe Encantado e é recebida pela Fada Açucarada

Como parte da celebração de boas-vindas, um grupo de flores executa a famosa valsa para o entretenimento dos convidados. O Quebra-Nozes estreou no Teatro Mariinsky, em São Petersburgo a suíte orquestral (que incluía a Valsa das Flores) foi um sucesso instantâneo. Hoje, a peça é um dos trechos mais reconhecidos e executados da música clássica no mundo, frequentemente associada às festas de fim de ano. 

Inspirada na magia do ballet clássico e na representatividade e poesia das flores, a coleção “Valsa das Flores” nasce como uma celebração da arte, da feminilidade e da emoção que dessa peça de Tchaikovsk.

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