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Hamster: Veja 7 cuidados para ter com o roedor

Veja dicas para manter a saúde e bem-estar do animal dentro de casa

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No dia 12 abril é o Dia do Hamster, data que celebra a existência destes roedores e promove a conscientização dos cuidados adequados e bem-estar do animal.  Os hamsters são amigáveis, fofos, higiênicos e podem ser uma ótima opção para quem não quer ter um pet tão tradicional.

Para manter a saúde e o bem-estar desse animal, é importante manter uma rotina de cuidados.
Confira abaixo algumas dicas da Gerente Técnica da Petz, Mariana Pestelli para o Correio B+:

Reserve um espaço para o pet 

Os hamsters não devem ficar livres pela casa sem supervisão, pois eles podem andar atrás dos eletrodomésticos e roer os fios, móveis e provocar incidentes. “É importante providenciar um local seguro e aconchegante para o pet viver.

Também é necessário deixar o roedor longe das janelas para evitar que ele pegue sol forte ou correntes de vento”, afirma Mariana.  

A gerente técnica também lembra que a gaiola precisa ter um tamanho adequado para que o roedor possa comer, brincar, se exercitar e fazer as necessidades. As gaiolas com andares são uma boa alternativa, mas é preciso ter cuidado, pois as grades podem machucar o hamster. O ideal é forrar o andar com papelão ou cartolina.

Limpeza da gaiola  

A gaiola deve ser limpa uma vez por semana para garantir a saúde e o bem-estar do pet. Para fazer a higienização, transfira o pet para um local seguro e com alguns brinquedos. Depois, retire os brinquedos e o granulado de madeira.

Em seguida, lave toda a estrutura com água e detergente neutro. Por fim, espere a gaiola secar completamente. Também é importante manter o comedouro e o bebedouro limpos e cheios, pois o pet não irá comer além do necessário.  

Alimentação

O hamster precisa de uma alimentação de qualidade. Além da ração, é possível variar a dieta oferecendo pequenas porções de frutas e legumes. “O mercado também conta com uma variedade de petiscos próprios para hamsters e oferecer como recompensa é uma ótima opção. No entanto, é importante que o tamanho e a quantidade sejam adequados”, explica. 

Mastigadores

Os dentes dos hamsters crescem constantemente e os brinquedos ajudam a gastá-los. O objeto também é fundamental para aliviar o tédio e evitar que a gaiola seja roída. Entre as opções disponíveis de brinquedos estão os de madeira natural, de sisal, rolinhos de papelão e petiscos duros, que são materiais atóxicos e seguros. 

Cama

As opções mais adequadas de substratos e materiais para hamsters são aquelas que oferecem segurança e possibilitam comportamentos naturais, como escavar e construir ninhos. Entre as alternativas recomendadas estão a serragem de pinus ou álamo (desde que livre de pó), granulados de papel, papel toalha picado e forrações à base de celulose.

No caso das estruturas físicas, como casinhas, é importante priorizar materiais que garantam conforto e não representem riscos, como madeira, cerâmica ou tecidos macios, como a camurça, por exemplo.

Exercícios físicos

Hamsters possuem uma necessidade elevada de atividade física, já que, na natureza, podem percorrer até 10 km por noite em busca de alimento. Por isso, a presença de uma roda de exercício é fundamental para simular esse comportamento, contribuindo diretamente para a saúde física e mental do animal.

Esse acessório permite que o hamster gaste energia, evitando o sedentarismo, reduzindo o tédio e o estresse, além de ajudar na prevenção da obesidade, especialmente em ambientes confinados. 

“Apesar do tamanho pequeno, trata-se de um animal bastante ativo, que pode se exercitar por horas, assim, é importante oferecer uma gaiola espaçosa, que possibilite a movimentação, e complementar o ambiente com outros brinquedos que estimulem sua atividade e bem-estar”, explica Mariana. 

Esconderijo

Hamsters necessitam de esconderijos, como tubos, casinhas ou estruturas semelhantes, que funcionem como refúgio dentro do ambiente. Essa necessidade está diretamente relacionada ao seu instinto natural de sobrevivência, já que, na natureza, são presas e buscam locais escuros, fechados e protegidos para se sentirem seguros diante de possíveis ameaças.

Assim, a presença de tocas no habitat é fundamental para promover o bem-estar físico e mental do animal, contribuindo para a redução do estresse e proporcionando uma sensação de segurança.

Cinema Correio B+

Mulheres Imperfeitas e as pequenas grandes mentiras que se repetem

Adaptação do livro do mesmo nome, a série transforma um estudo delicado de amizade feminina em um thriller elegante.

11/04/2026 13h00

Mulheres Imperfeitas e as pequenas grandes mentiras que se repetem

Mulheres Imperfeitas e as pequenas grandes mentiras que se repetem Foto: Divulgação

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Há um prazer imediato em entrar no universo de The Imperfect Women, a série da Apple TV que caminha para a reta final na próxima semana. O elenco é forte (Kerry Washington, Kate Mara e Elisabeth Moss), o acabamento visual é sofisticado e a narrativa se ancora em um dos dispositivos mais eficazes do
suspense contemporâneo: uma morte, um grupo de mulheres e uma rede de segredos que começa a se desfazer.

É um tipo de história que o streaming aprendeu a fazer muito bem e que o público também aprendeu a decifrar. Talvez por isso a experiência seja dupla. De um lado, funciona. É envolvente, bem conduzida, sustentada por performances que dão peso emocional ao que poderia facilmente escorregar para o clichê. De outro, há uma familiaridade que, para quem devora o gênero, se aproxima da previsibilidade.

O “whodunit” (quem matou?) não me pareceu impossível de identificar, uma vez que os roteiros gostam mais de surpreender do que de construir possibilidades. Dito isso, o “porquê”, demora um pouco mais a ser revelado e é justamente aí que a série encontra sua camada mais interessante.

O ponto de partida vem diretamente do  livro de Araminta Hall, que constrói menos um mistério tradicional e mais uma investigação sobre memória, ressentimento e as fissuras das relações de longa duração. No romance, a morte é um gatilho, mas não o centro. O que importa é como cada personagem reescreve o passado para conseguir viver com ele.

Na adaptação da Apple TV, há um leve deslocamento. A série se aproxima mais do suspense clássico. Organiza melhor as pistas, estrutura o enigma, cria uma progressão mais clara. Isso torna tudo mais acessível, e também um pouco mais previsível. É o preço de transformar ambiguidade em narrativa audiovisual
contínua: o que no livro era dúvida, aqui precisa ganhar forma. Ainda assim, há algo que merece ser destacado.

Em um momento em que o true crime domina o interesse do público, The Imperfect Women aposta em uma história original, ficcional, construída a partir de personagens e não de casos reais.
E isso faz diferença.

Há mais liberdade, mais espaço para trabalhar nuances, mais possibilidade de errar sem o peso ético de reencenar tragédias reais. A recepção crítica tem caminhado nesse equilíbrio. Há elogios consistentes ao elenco e à atmosfera, à maneira como a série constrói tensão emocional antes mesmo de depender do mistério.

Mas também aparece, com frequência, a observação de que a narrativa não escapa completamente das convenções do gênero. Que entrega o suficiente para prender, mas raramente o
suficiente para desestabilizar.

E talvez essa seja a melhor forma de entendê-la. Como um suspense sólido, bem executado, que cumpre o que promete, mas que dificilmente vai surpreender quem já percorreu
esse caminho outras vezes.

A comparação com Big Little Lies é inevitável, e ajuda a esclarecer onde cada uma se posiciona. As duas partem de estruturas semelhantes: mulheres, segredos, uma morte que reorganiza tudo. Mas enquanto Big Little Lies constrói, ao longo do percurso, uma espécie de aliança emocional entre suas personagens, The
Imperfect Women permanece mais fragmentada.

Menos interessada em solidariedade, mais inclinada a explorar as zonas de atrito. Se a série da HBO ainda acreditava na possibilidade de uma verdade compartilhada, aqui o que se impõe é a coexistência de versões. E talvez seja justamente isso que sustenta o interesse até o final. Mesmo quando o “quem” se revela cedo, o “por quê” continua ecoando.

Não como um grande twist, mas como uma pergunta mais incômoda — sobre o que essas mulheres fizeram umas às outras, e sobre o que escolheram esquecer para seguir em frente. No fim, não é uma série que reinventa o gênero.

Mas também não é pouco, hoje, encontrar um suspense que funcione, que tenha boas atuações e que ainda aposte em personagens, em vez de crimes reais, para construir sua tensão.

COMA BEM E SEJA SOLIDÁRIO

Costelão Fogo de Chão comemora 30 anos do Cotolengo sul-mato-grossense

Almoço é delicioso e cheio de propósito; valor do ingresso é R$ 50 antecipado e R$ 60 na hora (portaria)

11/04/2026 09h05

Cotolengo, localizado na rua Jamil Basmage, número 996, Mata do Jacinto, em Campo Grande

Cotolengo, localizado na rua Jamil Basmage, número 996, Mata do Jacinto, em Campo Grande Gerson Oliveira

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Cotolengo Sul-mato-grossense estará de portas abertas, neste fim de semana, para receber os campo-grandenses com um almoço delicioso e cheio de propósito.

9° Costelão Fogo de Chão, realizado pelo Cotolengo Sul-mato-grossense, ocorrerá às 11h deste domingo (12), na sede da instituição, localizada na rua Jamil Basmage, número 996, Mata do Jacinto, em Campo Grande. O evento também comemorará os 30 anos da instituição.

Missa, em celebração ao aniversário, será realizada momentos antes do almoço, às 9h, também na sede da instituição.

O valor do ingresso é R$ 50 antecipado e R$ 60 na hora (portaria). Pessoas com deficiência (PcD) e acompanhantes não pagam.

Interessados no evento devem entrar em contato com os números (67)99693-1080 ou (67)3358-4848.

A renda arrecadada será revertida para a manutenção dos serviços prestados pela instituição, que cuida de crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral grave, além de operar uma Residência Inclusiva e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) voltado a pessoas com deficiência.

COTOLENGO

A Instituição Cotolengo Sul-Matogrossense foi fundada em 20 de julho de 1996 pela Pequena Obra Divina Providência, congregação religiosa fundada por São Luís Orione.

A sede, de 31.361,70 m², está localizada na rua Jamil Basmage, 996, bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande (MS).

A equipe é composta por médico pediatra, enfermeira, atendentes, psicóloga, assistente social, fonoaudiólogas, fisioterapeutas, nutricionista clínica, pedagogas e terapeuta ocupacional.

A missão é acolher pessoas com necessidades especiais de qualquer idade, gênero, raça e religião. Geralmente, atende crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral grave e opera uma Residência Inclusiva e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) voltado à pessoas com deficiência.

O objetivo é a promoção humana, reabilitação e inclusão social.

Realiza atendimentos nas áreas de: Terapia Ocupacional, Pedagogia, Psicologia, Fisioterapia Motora, Fisioterapia Respiratória, Fonoaudiologia, Serviço Social, Nutrição, Médico e Enfermagem.

Para custear os atendimentos, a instituição promove eventos beneficentes (bazares e o Porco no Rolete) e recebe apoio de empresas privadas, governo de Mato Grosso do Sul, Prefeitura Municipal de Campo Grande e Receita Federal (por meio de repasses do Imposto de Renda direcionado à instituições sociais).

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