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Mulheres Imperfeitas e as pequenas grandes mentiras que se repetem

Adaptação do livro do mesmo nome, a série transforma um estudo delicado de amizade feminina em um thriller elegante.

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Há um prazer imediato em entrar no universo de The Imperfect Women, a série da Apple TV que caminha para a reta final na próxima semana. O elenco é forte (Kerry Washington, Kate Mara e Elisabeth Moss), o acabamento visual é sofisticado e a narrativa se ancora em um dos dispositivos mais eficazes do
suspense contemporâneo: uma morte, um grupo de mulheres e uma rede de segredos que começa a se desfazer.

É um tipo de história que o streaming aprendeu a fazer muito bem e que o público também aprendeu a decifrar. Talvez por isso a experiência seja dupla. De um lado, funciona. É envolvente, bem conduzida, sustentada por performances que dão peso emocional ao que poderia facilmente escorregar para o clichê. De outro, há uma familiaridade que, para quem devora o gênero, se aproxima da previsibilidade.

O “whodunit” (quem matou?) não me pareceu impossível de identificar, uma vez que os roteiros gostam mais de surpreender do que de construir possibilidades. Dito isso, o “porquê”, demora um pouco mais a ser revelado e é justamente aí que a série encontra sua camada mais interessante.

O ponto de partida vem diretamente do  livro de Araminta Hall, que constrói menos um mistério tradicional e mais uma investigação sobre memória, ressentimento e as fissuras das relações de longa duração. No romance, a morte é um gatilho, mas não o centro. O que importa é como cada personagem reescreve o passado para conseguir viver com ele.

Na adaptação da Apple TV, há um leve deslocamento. A série se aproxima mais do suspense clássico. Organiza melhor as pistas, estrutura o enigma, cria uma progressão mais clara. Isso torna tudo mais acessível, e também um pouco mais previsível. É o preço de transformar ambiguidade em narrativa audiovisual
contínua: o que no livro era dúvida, aqui precisa ganhar forma. Ainda assim, há algo que merece ser destacado.

Em um momento em que o true crime domina o interesse do público, The Imperfect Women aposta em uma história original, ficcional, construída a partir de personagens e não de casos reais.
E isso faz diferença.

Há mais liberdade, mais espaço para trabalhar nuances, mais possibilidade de errar sem o peso ético de reencenar tragédias reais. A recepção crítica tem caminhado nesse equilíbrio. Há elogios consistentes ao elenco e à atmosfera, à maneira como a série constrói tensão emocional antes mesmo de depender do mistério.

Mas também aparece, com frequência, a observação de que a narrativa não escapa completamente das convenções do gênero. Que entrega o suficiente para prender, mas raramente o
suficiente para desestabilizar.

E talvez essa seja a melhor forma de entendê-la. Como um suspense sólido, bem executado, que cumpre o que promete, mas que dificilmente vai surpreender quem já percorreu
esse caminho outras vezes.

A comparação com Big Little Lies é inevitável, e ajuda a esclarecer onde cada uma se posiciona. As duas partem de estruturas semelhantes: mulheres, segredos, uma morte que reorganiza tudo. Mas enquanto Big Little Lies constrói, ao longo do percurso, uma espécie de aliança emocional entre suas personagens, The
Imperfect Women permanece mais fragmentada.

Menos interessada em solidariedade, mais inclinada a explorar as zonas de atrito. Se a série da HBO ainda acreditava na possibilidade de uma verdade compartilhada, aqui o que se impõe é a coexistência de versões. E talvez seja justamente isso que sustenta o interesse até o final. Mesmo quando o “quem” se revela cedo, o “por quê” continua ecoando.

Não como um grande twist, mas como uma pergunta mais incômoda — sobre o que essas mulheres fizeram umas às outras, e sobre o que escolheram esquecer para seguir em frente. No fim, não é uma série que reinventa o gênero.

Mas também não é pouco, hoje, encontrar um suspense que funcione, que tenha boas atuações e que ainda aposte em personagens, em vez de crimes reais, para construir sua tensão.

carinho extra

Pele de pet; dias chuvosos cobram rotina de cuidados extras

Tutores precisam estar alertas à secagem adequada dos pelos, além da atenção redobrada nos passeios e muito mais para manter a saúde dos animais domésticos em dia

20/10/2026 09h32

Há sinais quase inconfundíveis para os tutores e os responsáveis estarem de olho quando levarem seus animais domésticos para passear na chuva, pois o passeio é importante, mas a segurança deve vir em primeiro lugar

Há sinais quase inconfundíveis para os tutores e os responsáveis estarem de olho quando levarem seus animais domésticos para passear na chuva, pois o passeio é importante, mas a segurança deve vir em primeiro lugar Reprodução/Magnific

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Enquanto Campo Grande já registrou mais que o dobro do volume de chuva esperado para outubro e com o último domingo do mês prometendo ser chuvoso, esse período mais úmido do ano traz um alerta para os donos de pets sobre os cuidados necessários com os animais domésticos, que vão desde uma higiene adequada até atenção quanto ao comportamento dos bichinhos, que costumam ficar mais dentro de casa nos dias de intempéries climáticas. 

Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec-MS), as chuvas expressivas ficaram acima da média climatológica na maior parte de Mato Grosso do Sul, com destaque para os volumes registrados na Cidade Morena.

“Em Campo Grande, por exemplo, todas as estações de monitoramento registraram acumulados expressivos que superaram a média histórica mensal de 150,6 mm já nos primeiros 15 dias do mês: no Córrego Anhanduizinho foram observados 272,8 mm (81% acima do esperado), no Jardim Panamá, 238,2 mm (58%), na UPA Aparecida Gonçalves Saraiva, 235,0 mm (56%), e na estação Inmet/Embrapa, 221,6 mm (47%)”. 

Como esclarece a médica-veterinária da Special Dog Company Kelly Carreiro, esses cenários de maior umidade exigem um cuidado redobrado dos tutores em manter a pele e a pelagem dos animais secas, além da devida atenção aos ambientes, observando possíveis alterações na saúde para que o bem-estar de cães e gatos seja mantido também nos dias chuvosos. 

No calendário, a atual estação é a primavera, que começou às 20h05min do dia 22 de setembro e terminará às 17h50min do dia 21 de dezembro em Mato Grosso do Sul, estação caracterizada pela floração das plantas, mas também pelo aumento da umidade e o retorno das chuvas, sendo a transição entre o inverno (seco) e o verão (chuvoso). 

“Chuva e umidade não significam que o pet necessariamente desenvolverá algum problema de saúde. No entanto, quando a pele e a pelagem permanecem molhadas por períodos prolongados, principalmente em animais que já apresentam sensibilidade cutânea ou alguma predisposição, alguns cuidados precisam ser reforçados”, destaca a médica-veterinária. 

Pele dos pets

Segundo a especialista, nesses períodos caracterizados por chuvas consecutivas, a saúde da pele dos animais domésticos é justamente o ponto que exige maior atenção dos tutores e das tutoras de caninos e felinos.
Isso porque períodos de umidade prolongada tendem a favorecer a proliferação de microrganismos que contribuem para uma série de alterações dermatológicas, que podem apresentar piora em animais que já têm alguma predisposição. 

Em regiões de dobras, como próximo das orelhas, nas patas e no espaço entre os dedos, essas alterações dermatológicas tendem a ter maior incidência. Para aqueles animais que têm pelos longos e/ou densos, a atenção precisa ser redobrada, já que se torna mais difícil tirar a umidade da pele. 

Conforme a veterinária Kelly Carreiro, a atenção dos responsáveis precisa se estender inclusive para o cuidado cotidiano, com a higienização de caminhas, cobertores e tapetes, que, necessariamente, precisam estar completamente secos antes do uso.

Dias chuvosos

Os dias chuvosos tendem a alterar também a rotina dos animais, que passam a ver os passeios se tornarem cada vez menos frequentes ou até mais curtos, o que, por sua vez, pode gerar uma redução dos estímulos mentais e físicos, principalmente os cães, que precisam compensar essa menor atividade fora de casa.
Para os gatos, também há cuidados para preservar a necessidade de exploração e descanso da espécie. 

Entretanto, para além de associar diretamente os dias chuvosos ao aparecimento de doenças, a auxiliar veterinária, tutora e pet sitter Bianca Bianchi ressalta a importância de considerar o que é melhor para o bem-estar do animal, já que não há um manual de instrução que pode ser aplicado a todos os pets. 

“Sou da opinião que todos os cachorros precisam de passeio na rotina, mas quando recebo os pets para hospedar, eu tento seguir a rotina que o pet já tem em casa. A maioria passeia pelo menos uma vez ao dia, mas já recebi também pets que não passeiam, o tutor autorizou levar para passear e o animal simplesmente não se adaptou, ficou assustado, tentou fugir da coleira, então, temos que respeitar a rotina do animal”, diz.

Bianca explica que, nos dias mais chuvosos, se um pet já tem o hábito de passear, ela prefere adaptar o horário para um momento com menos chuva, ou ainda, esperar que toda a precipitação passe, em vez de simplesmente abrir mão do passeio. A profissional ainda dá dicas sobre o que fazer quando não é possível tirar o bichinho de dentro de casa. 

“Gosto de atividades que cansam o pet mentalmente e fisicamente, então, além de jogar bolinhas para eles buscarem, dar os brinquedos recheados com petiscos, gosto também de brincar de cabo de guerra, com cordas, geralmente, e dar itens de diferentes texturas e cores para eles roerem.

Para os gatos, as brincadeiras são mais ou menos as mesmas, esconder os petiscos ou a ração embaixo de tapetes ou dentro de objetos, caixas e brinquedos que eles tenham que rolar para soltar os grãos. Eles só não curtem muito o cabo de guerra, que os cães amam, e eu tento explorar a ‘gatificação’ da casa, então, usar as rampas e prateleiras que tem”, cita Bianca Bianchi.

Ela ainda lembra dos cuidados necessários reservados para quando o responsável e o animal retornam para o domicílio, mais do que o uso de itens específicos, como capas de chuva para cachorros, por exemplo, que aparecem com o intuito de proteger o pet em dias de chuva, mas que na prática não se fazem necessários.

“O que cães precisam, ao retornar do passeio, serem secos com toalhas e/ou secadores. A capa de chuva ajuda bastante a não ficarem tão molhados, mas seu uso não dispensa a secagem no retorno, além disso, tem que respeitar a vontade do animal, tem pet que não se acostuma com roupa ou capa, daí não adianta. Eu uso quando [o pet] já está acostumado a usar, o tutor manda junto e, quando está uma chuva mais fraca, já que com ela muito forte nem compensa, eu nem saio de casa com eles, espero diminuir”, explica. 

Fique atento

Especialistas frisam que os donos precisam estar atentos até mesmo à própria frequência dos banhos, já que realizar essa limpeza diariamente pode inclusive prejudicar a saúde do pet, por danificar a oleosidade natural que alguns desses animais têm, deixando alguns cães mais suscetíveis a ressecamento, descamação e demais alergias.

Ainda assim, é necessário seguir a recomendação do médico-veterinário, que normalmente foca os fins medicinais para estabelecer uma rotina de higiene adequada. 

Entre os riscos que a exposição às chuvas podem trazer para os pets, destaca-se, por exemplo, os casos de otite, que podem ser identificados quando o animal começa a apresentar o hábito de balançar a cabeça mais frequentemente, indicando sinais de inflamação no ouvido. 

Além disso, a doença manifesta sinais como: vermelhidão, calor ou inchaço na orelha; secreção amarelada ou escura e excesso de cera; choramingo excessivo ou sinal de dor ao toque ou ainda cheiro forte no ouvido e a manutenção da cabeça inclinada para um dos lados. 

Após terminar o passeio em dia chuvoso, é importante remover sujeiras e impurezas que ficam nas patas dos pets, optando por produtos recomendados por profissionais, o que envolve, por exemplo, sabonete neutro e produtos apropriados que não agridem a pele dos animais domésticos. 

Há a opção de shampoos e condicionadores veterinários, além de lenços umedecidos e toalhas semelhantes àquelas que são usadas em bebês, desde que tenham uma formulação segura.

Também existe o banho a seco, que não é a maneira mais efetiva e profunda para limpar seu pet, mas aparece como um ótimo aliado para aqueles dias mais frios (ou sem muito tempo) em que você quer dar uma limpeza básica e rápida para deixar o pet cheiroso e ligeiramente limpo.

Bianca faz questão de ressaltar que deixa esses momentos para quando o tempo permite, evitando sair de casa com os bichinhos caso as intempéries climáticas estejam muito severas, não sendo seguro, por exemplo, passear durante tempestades com raios.

“Não passeio durante tempestade de raios ou com vento muito forte, por uma questão de segurança do pet e minha também. O passeio é importante, mas a segurança vem em primeiro lugar”.

Por fim, a pet sitter Bianca Bianchi comenta que há sinais quase inconfundíveis para os tutores e os responsáveis estarem de olho quando levarem seus animais domésticos para passear na chuva.

Segundo a profissional, esses amigos de quatro patas costumam deixar bem claro qualquer mínimo sinal de desconforto.

“Pets que gostam de água costumam se divertir na chuva, então, têm uma expressão claramente feliz, seguem o passeio cheirando, fazendo xixi e caminhando normalmente. Quando o animal começa a tremer, abaixa as orelhas e encolhe o rabo é um sinal de que é hora de encerrar o passeio e voltar para casa, para onde é seco e quentinho”, brinca ela.

Entrevista

Em entrevista ao Correio do Estado, a Dra. Márcia Chaves, veterinária clínica da CastraVet, em Campo Grande, afirma que há sim um risco caso as patas dos animais fiquem em contato com a água de enxurrada, poças e produtos de limpeza das ruas. 

"O risco existe e não deve ser subestimado. A água de enxurradas e alagamentos pode carregar urina de animais, fezes, lixo, óleo, produtos químicos e outros contaminantes. Um dos principais cuidados é com a leptospirose, já que a bactéria pode estar presente em água ou solo contaminados pela urina de animais infectados", comenta.

Ela lembra ainda que alguns produtos presentes nas ruas podem causar irritação ou até lesões nas almofadinhas das patas, e o ideal - em caso de contato com essa água de enxurrada ou área potencialmente contaminada - é lavar as patas com água corrente limpa e um produto de higiene adequado para animais, enxaguando bem e secando principalmente entre os dedos.

Médica veterinária clínica do centro que fica na Rua Paissandu, 1074, na Capital do Mato Grosso do Sul (antigo Núcleo de Castração São Francisco de Assis), a Dra. Márcia lembra que não se deve usar produtos de limpeza como água sanitária ou desinfetantes diretamente nas patas dos animais domésticos. 

"E existe uma preocupação adicional: depois do passeio, muitos cães naturalmente lambem as patas. Então aquilo que ficou aderido à pele pode acabar sendo ingerido. Uma regra simples é: as patas também precisam de higiene depois de um passeio em condições de risco", completa. 

E os pugs?

Sobre as populares raças braquicefálicas, como é o caso dos bulldog, shih-tzu e do popular pug, que costumam apresentar maiores dificuldades respiratórias, a veterinária clínica reforça que esses já possuem características anatômicas que podem dificultar a passagem do ar. Justamente por isso, nos dias frios e principalmente quando há muita umidade, é necessário observar mais atentamente a respiração desses animais.

"É importante evitar exercícios muito intensos ou passeios prolongados em condições climáticas desfavoráveis. Cães idosos, filhotes e aqueles que já apresentam algum problema respiratório precisam de atenção ainda maior". 

Segundo a médica, o tutor precisa estar atentos a sinais como: 

  • respiração mais difícil que o habitual, 
  • aumento dos ruídos respiratórios, 
  • tosse, 
  • cansaço excessivo ou 
  • intolerância ao exercício.

"Se houver dificuldade respiratória importante, língua ou mucosas arroxeadas, fraqueza ou desmaio, é uma emergência veterinária. E vale lembrar: não devemos esperar o cachorro 'pedir para parar' quando ele já está com dificuldade para respirar. A prevenção é muito mais segura", complementa a Dra. Márcia Chaves. 

A Dra. Márcia Chaves ainda indica que nem todo comportamento destrutivo ou excesso de latidos, que muitas vezes os donos costumam associar a falta de passeios, significa necessariamente ansiedade. Em outras palavras, para além de "gastar energia" ou só fazer as necessidades, os passeios são verdadeiras oportunidades de explorar cheiros, encontrar estímulos diferentes, observar o ambiente e, como bem cita a profissional, exercer os comportamentos naturais. 

"Quando essas oportunidades desaparecem durante vários dias, alguns cães podem ficar frustrados, entediados ou mais inquietos. Isso pode aparecer como destruição de objetos, vocalização excessiva, dificuldade para relaxar ou busca constante pela atenção do tutor", afirma. 

Após alguns dias sem os costumeiros passeios, os primeiros sinais podem ser bastante sutis, como uma maior agitação do animal que procura alguma coisa para fazer o tempo todo, quando o pet começa a insistir mais pela atenção ou até demonstra dificuldade para descansar.

A médica pontua que as alternativas dentro de casa são necessárias também, como o procurar petiscos, brinquedos recheáveis, atividades de olfato e pequenos treinamentos, porque uma coisa é importante: "o cachorro também precisa cansar a cabeça, não apenas o corpo", cita. Porém, há também riscos nas brincadeiras dentro de casa e é importante estar atento ao tipo de atividade e também o modelo do piso, para evitar que o pet escorregue e se machuque.

"Fazer o cachorro correr em alta velocidade, dar arrancadas, frear bruscamente ou mudar de direção repetidamente em um piso liso pode provocar escorregões. E uma escorregada pode causar distensões musculares, torções e outras lesões ortopédicas. Também é importante melhorar a aderência do ambiente. Tapetes antiderrapantes e passadeiras podem ajudar bastante, principalmente nos locais onde o cão costuma correr ou levantar. Manter as unhas adequadamente aparadas também ajuda na estabilidade", cita. 

Em complemento, a Dra. Márica Chaves destaca que uma das alternativas que acabam fortalecidas pelo instinto de proteção, as botinhas antiderrapantes, também podem ser uma opção para aproveitar aquele passeio em chuvas mais amenas, mas que também é preciso ter cuidado. 

"As botinhas antiderrapantes podem ser úteis, principalmente em determinadas situações, mas precisam ter tamanho adequado, não apertar e permitir que o animal caminhe naturalmente. Elas não substituem um ambiente seguro. E em superfícies molhadas ou rampas, a principal recomendação é simples: diminuir a velocidade e evitar que o cão corra", diz. 

Ela termina reforçando que quando o tempo não permite um passeio convencional, não é necessário escolher entre deixar o animal parado ou colocá-lo para correr dentro de casa, sendo possível oferecer atividades que estimulem o corpo, a mente e os sentidos de maneira segura.

"Cuidar de um animal não é apenas oferecer comida, água e abrigo. É também permitir que ele seja aquilo que ele é: um animal, com necessidades de movimento, exploração, interação e comportamento", conclui. 

 

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Diálogo

O governador reeleito Eduardo Riedel, os senadores eleitos Reinaldo... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (20)

20/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Arthur Schopenhauer - Filósofo alemão

"Talento é quando um atirador atinge o alvo que os outros não conseguem. Gênio é quando um atirador atinge o alvo que os outros não veem".

FELPUDA 

O governador reeleito Eduardo Riedel, os senadores eleitos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, e o deputado estadual Coronel David não descansaram no último final de semana na corrida eleitoral. O grupo percorreu bases pedindo votos para Flávio Bolsonaro. Com agendas lotadas e reuniões com lideranças, prefeitos e vereadores, o recado foi único e direto: consolidar o palanque bolsonarista no Estado. Todos têm como missão eleger o presidenciável e mostrar força política nesta reta final, levando a mensagem de continuidade e alinhamento com Mato Grosso do Sul.

Folga

Tereza Cristina Coorêa da Costa Dias, Nelson Trad Filho e Soraya Thronick, os três senadores de Mato Grosso do Sul, deixaram as diferenças políticas de lado e se uniram na votação a favor do fim da escala 6x1. 

Em falta

Têm postos de saúde da Capital em que enfermeiras e médicos estão comprando até aparelho para medir pressão, porque a situação é caótica. Alguns médicos estão pedindo desculpas aos pacientes pela falta de remédios nos postos.  Pode?

DiálogoFoto: Imagem criada por IA Divulgação Arpen

Desde a entrada em vigor da Lei Federal nº 14.382/22, que passou a permitir a alteração de prenome sem a necessidade de processo judicial, 173 alterações já foram realizadas, desde julho de 2022, diretamente nos Cartórios de Registro Civil de Campo Grande. Mato Grosso do Sul contabilizou 573 alterações. Antes da lei,  a alteração do prenome dependia de procedimento judicial e da apresentação de uma justificativa. Com a nova legislação, pessoas maiores de 18 anos passaram a poder realizar a mudança diretamente em cartórios,  assim como também foram facilitadas as alterações de sobrenomes. Hoje é permitida a inclusão de sobrenomes familiares a qualquer tempo, mediante comprovação do vínculo, assim como a inclusão ou exclusão de sobrenome em razão de casamento ou divórcio. Filhos também podem acrescentar sobrenomes  em decorrência da alteração do sobrenome dos pais. As informações são da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). O Sudeste lidera as mudanças de nome no País, com 14,5 mil alterações desde a entrada em vigor da nova legislação.

DiálogoMiriane Marins - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoTete Conde - Foto: Divulgação

Vitrine

A CPI do Buraco vai colocar a Câmara Municipal da Capital em vitrine máxima. Se na CPI do Ônibus deu para "empurrar com a barriga", segundo os mais diferentes segmentos da população,  agora não. Buraco na porta de casa incomoda dez entre dez moradores. É voto e paciência que estão em jogo e acredita-se que nenhuma das excelências vai querer bater de frente com o distinto eleitorado. Vereador que tentar blindar ou fazer gracinha vai ser cobrado sem dó. 

Cadeira

A reunião do TRE-MS desta terça-feira (20), às 18h30min,  poderá mexer no tabuleiro da Assembleia Legislativa de MS. A retotalização dos votos, por decisão do TSE, indica que haveria  alteração das cadeiras  e a ordem dos suplentes. No centro da conta está Jerson Domingos, que teve mais de 18 mil votos anulados após a cassação do registro. Na política, até voto contado pode virar voto perdido. E cadeira parlamentar, como se sabe, não vem com garantia estendida.

Lado

Fábio Trad, ex-candidato do PT ao governo, gravou vídeo indignado com a suposta oferta de futuras emendas pelos senadores eleitos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar a municípios onde Flávio Bolsonaro for mais votado. Denuncia a suspeita de compra de votos, mas parece não ouvir o seu próprio líder, Lula, anunciar benefícios e renegociações em plena reta final eleitoral. Na política, a indignação também tem lado. E, pelo visto, certas promessas só incomodam quando vêm do adversário. Dá licença!

ANIVERSARIANTES 

  • Dra. Mariana Medina de Almeida, 
  • Matusalém Sotolani, 
  • Dionéia Bambil Dias Rigo, 
  • Filipe Fernandes Reinoso,
  • Sandra Alves, 
  • Ana Leda Barbosa, 
  • Albertino Antonio Gomes,
  • Adão Cabral Mansano,
  • Jacintho Honório Silva Filho,
  • Dr. Lauro Bulaty, 
  • Grimaldo Macario da Cunha,
  • Mario Roberto de Souza,
  • Oswaldo Pio Andrighetto,
  • Nelson da Silva Freitas,
  • Kátia Mello Cesar Corazza,
  • Olimpio Massal Katayama,
  • Hélio Mandetta Sobrinho,
  • Ana Marta Zafalon Beraldo,
  • José Josino de Andrade Neto,
  • Athayde Nery de Freitas Júnior,
  • Alexandra Barbosa dos Santos Golin,
  • Maria Santana de Mello, 
  • Dra. Nerzita Martins de Carvalho Sayd, 
  • Jorge Nehme Scaff,
  • Amanda Corrêa Basmage, 
  • Allan Ribeiro de Oliveira,
  • João Dorival de Souza Nogueira,
  • Heloisa Bruna Grubits, 
  • Edileia Mora Caceres,
  • Sebastião Pereira Martins,
  • Keyla Venturini,
  • Kelly Venturini,
  • José Oliveira Brandão Filho,
  • Marcia Medeiros,
  • Wilmar Monteiro,
  • Eloah Maria do Rosário de Andrade,
  • Jatyr Mastriani de Godoy,
  • Ewerton Márcio dos Santos Leite (Márcio Krika),
  • Rafaela Lopes Faleiros,
  • Walkiria Neves, 
  • Abel Nunes Proença,
  • Ana Lidiane Oliveira,
  • Odete Nunes Coinete,
  • Sandra Maria Assis Daros, 
  • Lorena Posser,
  • Jacqueline de Almeida Martins Locatelli, 
  • João Nogueira de Menezes,
  • Fabiana Ferreira Machado,
  • Renato Monteiro Diniz Junqueira,
  • Tiago Martins Pithan,
  • Maria Silene Nabhan,
  • Naomi Kurle de Avilés,
  • Darcy Gomes Garrido,
  • Nelson Aquena,
  • Romario de Souza Brandão, 
  • Dulce Alves Campos, 
  • Valda Bessa Costa,
  • Maria Bruna de Abreu,
  • Emília Barcellos,
  • Tecla Mello de Campos,
  • Marcelo Salimon,
  • Gotardo Malagoli,
  • Pedro José de Vasconcelos Souza,
  • Adilson Valério Herradon,
  • Emília Thal,
  • Michelle Marques Tabox Garcia de Oliveira, 
  • Ataíde Batista Neto,
  • Paulo Nantes Abuchaim,
  • Ariane Candado Barradas,
  • Raimundo Nasion de Aguiar,
  • Shirlei Borralho,
  • Marisa Aleixo,
  • Nely Alencar Lima,
  • Enir Canhete,
  • Gilmar Elias Batista,
  • Graciela Amaral,
  • Celina Pontes de Siqueira,
  • Elika Ferreira Gonçalves,
  • Ana Cristina Michels Barbosa,
  • Glicemari Martins Roggia,
  • João Cláudio Ventura Chaves,
  • Nivaldo Isidoro Oliveira,
  • Suely Maria Roaman de Arruda,
  • Marcella Ribeiro Filizzola,
  • Sérgio Luiz Paschoal Alves Corrêa,
  • George Tsuge,
  • Francisco Hilton de Souza Alves,
  • Antonio Yukishigue Tanaka,
  • Carlos Henrique Moreira,
  • Dirceu da Silva,
  • Gilberto Carlos Ferreira,
  • Marco Antonio Machado,
  • Jorge Luiz Carrara,
  • Maria Paula Gonçalves,
  • Augusto Corrêa da Costa Fiaes,
  • Jesus Teodoro de Freitas,
  • Jefferson  dos Santos Rodrigues de Amorim,
  • Simone Alves Dias Prandini Anderson da Silva,
  • Edson Roberto Roque,
  • João Antonio da Costa,
  • Michelle Guimarães Arantes,
  • Keila Lucena, 
  • Maria Luiza Bordon Trelha,
  • Ana Priscila Pires Moreira Recalde,
  • Thadeu Trindade Gonçalves Nantes.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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