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Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z

Nova comédia de Mindy Kaling se torna um dos maiores sucessos da Disney ao transformar ansiedade profissional e amizade em entretenimento viciante

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Quando Inapropriados para o Trabalho estreou na Disney, a comparação com Friends pareceu inevitável. Um grupo de jovens adultos, vivendo em Manhattan, tentando equilibrar carreira, romances e a descoberta de quem realmente são.

A crítica americana, aliás, reagiu inicialmente com certo ceticismo, acusando a série de ser apenas uma versão atualizada e mais diversa da clássica sitcom dos anos 1990. O público, porém, viu algo diferente. E talvez tenha razão.

Criada por Mindy Kaling, Inapropriados para o Trabalho é, na verdade, a conclusão natural de uma trilogia informal iniciada por Eu Nunca... e continuada por A Vida Sexual das Universitárias: a tentativa de compreender como cada geração vive sua própria crise de identidade.

Se as protagonistas anteriores estavam descobrindo quem eram na adolescência e na universidade, agora chegou a vez da fase mais assustadora de todas: a entrada na vida adulta.

A série acompanha cinco jovens profissionais vivendo em Nova York, tentando equilibrar carreiras exigentes, relacionamentos instáveis e a permanente sensação de que todos os outros parecem saber exatamente o que estão fazendo.

AJ Pascarelli, interpretada por Ella Hunt, é uma jovem ambiciosa do mercado financeiro que rapidamente descobre que competência profissional não garante felicidade.

Abby, vivida por Avantika, tenta conciliar expectativas familiares, vida amorosa e ambições pessoais. Ao lado de Davis, Josh e Kel, elas formam um grupo que funciona menos como um conjunto de protagonistas e mais como uma família improvisada, construída a partir da amizade e da vulnerabilidade compartilhada.

É justamente nessa dinâmica que aparece a assinatura mais característica de Mindy Kaling. Como em The Mindy Project, Eu Nunca... e A Vida Sexual das Universitárias, suas personagens vivem permanentemente divididas entre quem acreditam ser, quem desejam ser e quem o mundo espera que elas sejam.

Seus romances são desastrosos, suas carreiras frequentemente decepcionantes e suas decisões, muitas vezes, profundamente questionáveis. Mas Kaling sempre compreendeu que a comédia nasce menos do sucesso do que da tentativa desesperada de parecer bem-sucedido.

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z - Divulgação

A recepção da crítica americana foi curiosa. Muitos críticos consideraram a série excessivamente familiar, apontando semelhanças com outras comédias de grupo ambientadas em Nova York.

Os elogios, no entanto, foram praticamente unânimes quando o assunto era a química do elenco e a habilidade de Kaling para criar personagens instantaneamente reconhecíveis e humanos.

O público, entretanto, respondeu de forma completamente diferente. Inapropriados para o Trabalho rapidamente se transformou em um dos maiores sucessos recentes da Disney, impulsionada principalmente pelas redes sociais e pela identificação de espectadores que talvez nunca tenham assistido a um episódio de Friends, mas reconhecem perfeitamente a ansiedade de viver em uma geração que exige sucesso profissional, realização amorosa e estabilidade emocional — tudo ao mesmo tempo.

Talvez seja cedo para afirmar que Inapropriados para o Trabalho será a Friends desta geração. Pouquíssimas séries conseguem sobreviver ao teste do tempo. Mas existe algo revelador no fato de que milhões de espectadores tenham escolhido acompanhar justamente uma história sobre jovens adultos que não fazem ideia do que estão fazendo.

No fim das contas, talvez essa sempre tenha sido a verdadeira fórmula de Friends. Nunca foi apenas sobre seis amigos vivendo em Nova York. Era sobre a reconfortante descoberta de que ninguém sabe realmente como se tornar adulto. E Inapropriados para o Trabalho entendeu isso perfeitamente.

Cinema Correio B+ - Especial

VMA 2026 reúne Madonna, Taylor Swift e uma nova voz do pop

Entre homenagens e estreias, a premiação celebrou quem criou suas imagens.

28/09/2026 09h00

VMA 2026 reúne Madonna, Taylor Swift e uma nova voz do pop

VMA 2026 reúne Madonna, Taylor Swift e uma nova voz do pop Foto: Divulgação

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Madonna abriu o VMA 2026 ao lado de Sabrina Carpenter e Charli xcx, 23 anos depois de sua última apresentação na premiação. Taylor Swift encerrou a noite recebendo o prêmio de vídeo do ano. Entre uma e outra, a cerimônia de domingo (27), em Los Angeles, encontrou tempo para lembrar Dolly Parton, George Michael e Nirvana, além de apresentar ao grande público uma cantora que talvez ainda não estivesse em seu radar: Sienna Spiro.

A volta de Madonna era o acontecimento mais aguardado. Desde “Like a Virgin”, na primeira edição do VMA, em 1984, ela entende o palco e o vídeo como lugares para contar histórias, criar imagens e provocar reações.

Sua abertura com Sabrina e Charli tornou visível uma influência que atravessa gerações. Madonna também foi a maior vencedora da edição: conquistou sete prêmios, entre eles artista do ano e melhor álbum por Confessions II. Três troféus foram anunciados durante a transmissão.

Taylor saiu com vídeo do ano por “The Fate of Ophelia” e melhor direção por “Opalite”. Recebeu ainda o primeiro Artist Director Honors, concedido por sua trajetória atrás das câmeras, e aproveitou o palco para estrear “Patient Zero”, seu novo videoclipe, com Dakota Johnson e Colin Farrell.

Se Madonna ajudou a estabelecer o videoclipe como um acontecimento cultural, Taylor conhece sua vida depois da estreia: cada detalhe se torna uma conversa com os fãs, que voltam às imagens em busca de novas interpretações.

Uma das homenagens mais emocionantes foi dedicada a Dolly Parton, morta em agosto. A apresentação começou com imagens da própria cantora interpretando “I Will Always Love You”. Kacey Musgraves entrou acompanhando os últimos versos e assumiu a canção que Dolly escreveu e gravou em 1974, décadas antes de ela ganhar outra vida na voz de Whitney Houston.

Mais tarde, ao receber o prêmio principal, Taylor também dedicou sua vitória a Dolly. A homenagem, assim, continuou presente até o fim da cerimônia.

O tributo a George Michael percorreu diferentes momentos de sua carreira. Sombr abriu com “Faith” e “Father Figure”, RAYE cantou “I Knew You Were Waiting (For Me)”, parceria original de Michael com Aretha Franklin, e Teddy Swims ficou com “Careless Whisper”.

A surpresa veio no encerramento: Adam Lambert apareceu para cantar “Freedom! ’90”. Em vez de confiar uma obra tão variada a uma única voz, o VMA reuniu artistas de estilos distintos para mostrar quantas portas George Michael abriu no pop.

O Nirvana recebeu o Video Vanguard das mãos de Chuck D, do Public Enemy. Dave Grohl, Krist Novoselic e Pat Smear subiram juntos ao palco, mas não tocaram. A ausência de uma apresentação musical deu outro peso à homenagem: as imagens e a lembrança de Kurt Cobain ocuparam o espaço que uma reunião da banda jamais poderia preencher.

Novoselic falou da autenticidade que, para ele, ainda aproxima o Nirvana de novas gerações e recordou Cobain como um artista único.

Em meio a tantos nomes consagrados, Sienna Spiro ganhou o prêmio de artista revelação. A britânica cantou “Great Expectation” sobre um enorme toca-discos, começando de maneira contida antes de deixar a apresentação crescer com o acompanhamento da banda.

O troféu lhe deu visibilidade; a performance mostrou por que valia a pena prestar atenção nela. Lisa, por sua vez, venceu a categoria pop e levou ao palco um número de grande escala.

Apresentado por Snoop Dogg, o VMA passou boa parte da noite olhando para os artistas que marcaram sua história. Fez sentido: a própria premiação cresceu graças ao poder das imagens de Madonna, George Michael e Nirvana. Mas a presença de Sienna lembrou que celebrar esse passado só tem graça se ainda houver espaço para alguém subir ao palco e começar sua própria história.

diálogo

Otimista que só, observador do cenário político tem dito em rodinhas... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (28)

28/09/2026 00h01

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François Guizot - político francês

"Nada é tão nocivo para os povos do que se darem por satisfeitos com meras palavras e aparências”.

Felpuda

Otimista que só, observador do cenário político tem dito em rodinhas de conversa que, a continuar no atual ritmo, o governador Eduardo Riedel vai nocautear os seus adversários “ainda no primeiro round”, numa referência ao primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro. Complementando seu palpite, o “futurólogo” ainda tem afirmado: “E de lambuja, a direita de Mato Grosso do Sul ainda vai ter duas cadeiras no Senado para chamar de suas”. É esperar para ver...

Sem culpa

A senadora Soraya Thronicke, que era de direita e se “converteu” à esquerda, declarou que não se arrependeu de ter votado em Jair Bolsonaro para presidente da República. Mas hoje está de mãos dadas com o presidente Lula, “atirando” na família Bolsonaro.

Mais

Ela sabe que é rejeitada pelos bolsonaristas e, por isso, sua reeleição corre risco. Sem contar que alguns líderes da esquerda não apoiam sua candidatura. Para justificar a mudança, ela afirma: “Eu posso até mudar de calçada, mas não mudarei de rumo”. Então, tá!...

Scheila Canto com seu filho Pedro Canto Cruz
Taynara Rayssa Martinez

"Pobrinhos"

Os candidatos, com conta bancária recheada que só, procuram sensibilizar o eleitor afirmando que eram pobres e com muita luta venceram na vida. Um diz que foi engraxate, vendia picolé, mas, se for verificar atentamente o histórico familiar, não tem nadica de nada de pobre. Os pais eram abastados. Já outros saíram fácil, fácil e “milagrosamente” da pobreza para se tornarem ricos. É cada uma!

No foco

O PP tomou decisão pela neutralidade na corrida presidencial, mas o governador Eduardo Riedel, que é do partido, contrariou a orientação partidária e entrou de corpo e alma na reta final da campanha de Flávio Bolsonaro. Riedel se uniu ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para gravar vídeo com Flávio. A ideia é mostrar que há união de forças.

Desafio

As urnas vão atestar se ainda funciona a velha e manjada estratégia de aparecer em vídeos e fotografias ao lado dos principais candidatos à majoritária, pedindo apoio ao eleitorado na propaganda eleitoral de rádio, TV e redes sociais. A maioria deles deixou o corpo a corpo de lado em troca do minuto de glória ao lado de nomes de peso da política. Afinal, por que gastar sola de sapato se dá para pegar carona na foto? Neste caso, o voto é o senhor da razão. Literalmente.

Aniversariantes

  • Mônica Morais Dias Riedel,
  • Denner de Barros Mascarenhas Barbosa,
  • Simone Ramos Flores Bonatto,
  • Milton Insuela Pereira Júnior,
  • Aparecida de Almeida,
  • Antônio Carlos Albergueti Garcia,
  • Adélia Leico Shimabucuro,
  • Edson Kassar,
  • Elzi Terezinha Garcia Corrêa,
  • Dr. Francisco Gerardo de Sousa,
  • Vilma Marilda de Oliveira,
  • Marlene de Fátima Nazário Botelho,
  • Wilson Baruki,
  • Emerson de Jesus,
  • Luana Ribeiro Rodrigues,
  • Wellyngton Pereira Borges,
  • Silvia Regina da Silva Roberto,
  • Carlos Alfredo Lanteri,
  • Giulia Menezes de Mendonça,
  • Luiz Vieira de Albuquerque,
  • Bianca Ujacow Martins Fachin,
  • Carmem Batista Medina,
  • Mara Elisa Navacchi Caseiro,
  • Michele Ferzeli,
  • Venceslada Bogarim Lopez,
  • Antônio Andréa Rodighero,
  • João Gabriel Merlin,
  • Jackeline Antunes Malavazi,
  • Oscar Mohr,
  • Haroldo Vilhalva,
  • Maria Madalena da Silva,
  • Dr. Jonh Kleber Vendramini Duran,
  • Rilton Silva Durães,
  • Fernanda Charbel Sontag,
  • Leopoldina Jornada Freitas,
  • Eraldo Jorge Leite,
  • Gil de Carvalho,
  • Whelton Borges,
  • Carlos Alberto Pereira,
  • César Augusto de Medeiros Baréa,
  • Sandra Rafaela Davanço,
  • Renata Esteves Moraes,
  • Ilvo Dalbosco,
  • Wilson Marques,
  • Edson Paulino Alves,
  • Dr. Marcos Rogério Covre,
  • Adriana Talgatti,
  • Renilda Epifania de Brito,
  • Paulo Afonso Teixeira Machado,
  • Silvestre Castilho Lopes,
  • Eduardo Mongelle de Araujo,
  • Raquel Mongelle de Araujo,
  • Leni Coelho de Almeida,
  • Wenceslau Rivarola,
  • Tereza Cristina Fragelli,
  • Dr. Sanur Bomor Maro,
  • Alexandre Pequim,
  • Marcela Roman Armôa,
  • Roberto Carlos Marsura,
  • Venceslau Brás de Souza Álvares,
  • Jorge Luiz dos Santos,
  • Maria Paula Simões,
  • Bruno Passos Dantas,
  • Maria Neimar Amaro Motta,
  • Joel Ferreira da Cunha,
  • Paulo Washington Seminate Sboggio,
  • Elísia Farias Ferreira da Silva,
  • Margareth Rezek,
  • Osvaldo José Portolese,
  • Renato Karol Dias de Souza,
  • José Carlos Dias Neto.,
  • Rosa Gomes da Silva,
  • Lincoln Buermeister,
  • Dr. Pedro Altamir Pereira,
  • Eunice Nakasone Ferreira,
  • Valdir Isidoro de Souza,
  • Antônio Carlos Videira,
  • Deomedes de Rezende,
  • Jurandir Rocha,
  • Weruska do Couto Gonçalves,
  • Gislaine Rocha e Silva,
  • Sônia Maria Martinez Penitente,
  • Armando Gomes Santana,
  • Luiz Eduardo Brandão da Cruz,
  • Surama Fuad Abdulahad,
  • Cleide de Fátima de Campos Baird,
  • Dra. Margareth Keisy Ramos Belmonte Pessini,
  • Luis Manoel Moreira,
  • Alex Augusto Derzi Resende,
  • Ana Carolina Teixeira Bentivóglio,
  • Rodrigo Sperancin Lopes,
  • Bruna Santos Assad,
  • Pietra Andrea Grion,
  • João Marcelo da Cunha,
  • Camilo de Medeiros Guimarães,
  • Ralph Gren de Oliveira,
  • Carlos Alberto da Silva Penteado,
  • Cinthia Giselle Gonçalves,
  • Evelyn da Cunha Graeff,
  • Paulo Illas Tognini Alves,
  • João Pedro Murano Borges,
  • Sérgio Dressler Buss,
  • Roseli Peripoli Pereira,
  • Carlos Eduardo Lotfi da Costa,
  • João Kiataki Sobrinho,
  • Carmem Cristina Ivantes Lucca,
  • Marcelo Bacchi Corrêa da Costa,
  • Regina Célia Marchori,
  • Suzana de Paula Bottarro.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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