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Música

JS Orchestra leva flashbacks e rock dos anos 80 ao Veras Bar

Banda se apresenta neste sábado (29), a partir das 20h, com repertório marcado por clássicos que atravessam gerações

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A JS Orchestra sobe ao palco do Veras Bar neste sábado (29), às 20h, para uma apresentação que aposta em um repertório repleto de flashbacks, com destaque para o rock dos anos 1980.

No repertório da banda, sucessos que fizeram história ganham novas interpretações, em uma noite que transita pelo rock e por outros estilos que marcaram diferentes gerações. A proposta é revisitar músicas que permanecem vivas na memória do público, com arranjos próprios e uma formação que reúne músicos experientes da cena sul-mato-grossense.

Para Joaquim Seabra, o “Cebola”, vocalista e saxofonista da JS Orchestra, a ideia é justamente criar uma conexão com o público por meio de músicas que continuam atuais mesmo décadas depois.

“A gente gosta muito de tocar essas músicas que fizeram parte da vida das pessoas. Principalmente o rock dos anos 80, que tem uma energia muito própria. É um repertório que o público reconhece, canta junto e, ao mesmo tempo, a gente consegue colocar a nossa identidade”, destaca Joaquim Seabra.

Clássicos repaginados

A JS Orchestra é formada por Joaquim Seabra “Cebola” (vocal e sax), Maila Marcato (vocal), Jean Stringueta (guitarra e backing vocal), Roni Espíndola (baixo) e Diogo Zarate (bateria).

Com uma sonoridade marcada pela presença dos vocais, guitarra, baixo, bateria e saxofone, o grupo constrói um show pensado tanto para quem viveu os grandes hits das décadas de 70, 80 e 90 quanto para quem está descobrindo essas músicas agora.

SERVIÇO

JS Orchestra no Veras Bar
Data: 29 de agosto (sábado)
Horário: 20h
Local: Veras Bar — Av. Bom Pastor, 154 - Vila Vilas Boas
Reservas pelo telefone: (67) 99641-2759

Diálogo

Lula e Vander Loubet parecem dispostos a colocar em prática a velha máxima... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (28)

28/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Mahatma Gandhi - líder indiano

"Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição".

FELPUDA

Lula e Vander Loubet parecem dispostos a colocar em prática a velha máxima de que uma mão lava a outra. O petista~mor deverá vir ao MS na primeira quinzena de setembro, para pedir votos para Vander, candidato ao Senado, e Fábio Trad, ao governo. Em troca, atuam por aqui para garantir votos ao presidente. A estratégia é unir as campanhas, tornando a presença de Lula em reforço para os candidatos petistas. O problema é que política tem água, sabão e também escorregão. Assim, há o risco de os dois terminarem com as mãos ensaboadas e sem saber quem não conseguiu enxaguar quem.

Diálogo

Renovando

As eleições deste ano deverão provocar renovação significativa no Senado a partir de 2027, independentemente do resultado das urnas. Dos 54 senadores com mandatos em disputa, 13 não concorrem a nenhum cargo e outros nove disputam posições diferentes. 

Mais

Entre eles está Nelson Trad Filho, que abriu mão da reeleição para ser suplente de  Azambuja. No total, pelo menos 22 atuais ocupantes não deverão permanecer como titulares das cadeiras em disputa. Outros 32 senadores tentam  reeleição e dependem do resultado das urnas para continuar no cargo.

Diálogo Laurita Tognini e Dr. Marcelo Pedra Tognini - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoPatricia Pasquin - Foto: Arquivo Pessoal

"Puxadinho?"

Nos bastidores, crescem comentários de que a Câmara Municipal de Campo Grande estaria, aos poucos, se transformando em uma espécie de "puxadinho" do Paço Municipal. Alguns vereadores teriam mudado de rota e hoje estariam de "mil amores políticos" com a prefeita Adriane. Há quem afirme que algumas críticas ainda são feitas, apenas para evitar que a proximidade fique descarada. 

Reforço

O vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, tem ampliado a presença na região da Grande Dourados neste período de campanha. Ao lado de Riedel, ele participa da mobilização política e ajuda a fortalecer a presença do grupo no interior. Conhecedor da região, Barbosinha transita com facilidade entre prefeitos, vereadores e aliados. A agenda eleitoral ganhou, assim, um reforço de peso, justamente numa área considerada estratégica para o projeto de reeleição.

Avanço

No quarto levantamento do Instituto de Pesquisa Resultado (IPR), contratado pelo Correio do Estado, o deputado federal Vander Loubet (PT) aparece na terceira posição, com média de 8,99% na pesquisa para o Senado. Em março, ele tinha 6,95% e chegou a 9,25% em abril, antes de recuar para 7,84% em junho e voltar a subir na rodada de agosto. Soraya Thronicke(PSB) registra 8,10%, depois de oscilar entre 7,97%, 8,74% e 7,40% . Entre os demais, Beto do Movimento tem 3,06%, Roberto Oshiro, 2,04%, Daniel Junior, 1,66% e Luiz Lemes, 1,40%.

ANIVERSARIANTES 

  • Dr. Carlos Stephanini,
  • Dra Fabiana Orondjian Verardo,
  • Gaetano Ganci, 
  • Kátia Regina Marques Florencio,
  • Ricardo de Souza Carrelo, 
  • Dr. Décio Teixeira, 
  • Jesuíno da Silva Neto (Barbosinha),
  • Manoel Alves de Arruda Filho,
  • João Fremiot Lopes,
  • Marlene Prado Severo dos Santos,
  • Antônio Segato,
  • Onofre Rodrigues de Santana,
  • Julio Souichi Shimabuco,
  • Rivaldo Correa de Carvalho,
  • Jussara Silveira Pael Andrekowisk, 
  • Ligia Recalde, 
  • Laudelina Valdez,
  • Odelar João Oliveira Ferreira,
  • Augusto Nogueira de Mattos,
  • Erondina dos Santos Holsback,
  • Felisbino de Souza,
  • Dra. Ana Helena de Sampaio 
  • Mattos Castelo Branco,
  • Cleusa  Fialho Canale, 
  • Dra. Cristiane Müller Dantas, 
  • Sandra Regina Bonini Renosto,
  • Reynaldo Santomo Filho,
  • José Antônio Moreira,
  • Aline Saddi Chaves, 
  • Ademar Chagas da Cruz,
  • Paulo Catanante Júnior,
  • Edimar Jacinto Fernandes,
  • Celso José Costa Preza,
  • Andre Igor Aguirre Rocha,
  • Jackelyne Gutierres de Almeida,
  • Carlos Alberto Fagundes,
  • Nahara Tatiana Serejo de Carvalho,
  • Paulo Sérgio Leite Arruda,
  • Hermes Córdoba,
  • Neide Maria de Souza,
  • Valdinei Pereira Avelino,
  • Carlos Gomes Leite da Silva,
  • Alexandre Borges dos Santos,
  • Aroldo Calixto,
  • Egidio Francisco Lewandowski,
  • José Menezes de Lima,
  • Bruno de Macedo Barbato,
  • Vera Lúcia Faria da Costa,
  • Alfredo Lemos Abdala,
  • Valdinei Lopes,
  • Paulo Rodrigues dos Santos,
  • José Aparecido da Silva,
  • Elizeu dos Santos,
  • Paulo César de Souza Bexiga,
  • Antônio de Pádua Diogo,
  • Maria Elisa de Almeida,
  • Carolina Menezes Gomes,
  • Humberto Carlos da Silva,
  • Antônio Éder Chagas Coene Leite,
  • Márcia Maria Couto Lima,
  • Geraldo Mafeta Reis, 
  • Lenice Flôres de Arruda,
  • Mário Sérgio Nunes Braga,
  • Roberval de Souza,
  • Sebastião Alves Vieira,
  • Otto Roberto Mendonça de Alencar,
  • Elizaneth Inacia de Araújo,
  • Nádia Ferreira,
  • Sandra Mara Oselane,
  • Dr. Eduardo Seiko Okama, 
  • Noêmia Araújo da Rocha,
  • Wilma Barbosa Lima,
  • Mário Luiz Ferreira,
  • Vivianne Bueno,
  • Anesa Nereti,
  • Euzébio Arguelho de Queiroz,
  • Mário Edson Cardoso Mendonça,
  • Emerson Marcos Carrilho Almoas,
  • Marlyse Badeca da Costa,
  • Neivã Alves Garcia,
  • Rosângela de Oliveira Fernandes,
  • Marco Antonio Rocha,
  • Noemi Fernandes de Campos,
  • Joilson Alves do Amaral,
  • Anésio Mérito Ferreira,
  • Roberto Albertini,
  • Abigail Moreira,
  • Roberto Pereira de Arantes,
  • Edson José da Silva,
  • Márcio Ramos Gimenez,
  • Darci Agostinho Boff,
  • Patrícia Marques,
  • Wagner de Mattos Olmedo, 
  • Cristian Perondi,
  • Karina Foizer, 
  • Claudio Amantini,
  • Desimara Guilhen,
  • Leonice Oliveira Hirakawa,
  • Guilherme João Zanella,
  • Alberto Ferreira Cação, 
  • Ieda Maria Aiko Shirado,
  • Cristiano Zortea,
  • Jocimar Tadioto,
  • Diorande Garcia Leal,
  • Cilene Regina Muller Muchon,
  • Elis Regina Cardeal Nogueira,
  • Martinho Gasparetto, 
  • Marcos Marcelo Trad, 
  • Luiz Eduardo de Paulo Congro,
  • Antonio Marcos Testa,
  • José Gustavo da Costa Marques,
  • Marisa Alves Dalaqua.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Comportamento

Saiba quando a tecnologia é vilã ou aliada para o desenvolvimento das crianças

Presença de celulares e tablets cresce na rotina infantil e acende alerta para o sedentarismo, mas especialistas defendem uso consciente dos recursos digitais para estimular aprendizagem, criatividade e até atividade física

27/08/2026 08h30

Para além de apenas consumir o conteúdo digital, é interessante estimular que as crianças utilizem a tecnologia para desenvolver a criatividade

Para além de apenas consumir o conteúdo digital, é interessante estimular que as crianças utilizem a tecnologia para desenvolver a criatividade Foto: Pexels

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Smartphones, tablets e computadores deixaram de ser elementos extraordinários na infância. Eles estão presentes no entretenimento, na comunicação, nas tarefas escolares e até nas brincadeiras. Para muitas crianças, o contato com a tecnologia começa cedo e passa a ocupar diferentes momentos do dia. O desafio, porém, não está apenas em saber quantas horas são gastas diante de uma tela, mas principalmente em entender o que esse tempo está substituindo.

Dados do Módulo de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ajudam a dimensionar a presença dos celulares entre crianças brasileiras. Em 2025, 55,2% das crianças de 10 a 13 anos tinham telefone celular próprio. O índice representa uma pequena redução em relação a 2024, quando a proporção era de 56,7%.

A queda de 1,5 ponto porcentual foi observada apenas nessa faixa etária. Entre os demais grupos pesquisados, a posse de celular aumentou. Os números mostram, portanto, que o aparelho permanece inserido de maneira significativa na rotina das crianças, tornando difícil pensar em uma infância completamente afastada dos recursos digitais.

Nesse cenário, a preocupação de especialistas se concentra menos em uma tentativa de eliminar a tecnologia e mais na relação estabelecida com ela.

Afinal, uma criança pode passar determinado período utilizando um tablet para criar uma história, resolver um problema ou aprender programação, enquanto outra pode permanecer pelo mesmo tempo consumindo vídeos de maneira passiva. O número de minutos é o mesmo, mas a experiência e seus possíveis efeitos são diferentes.

A questão também envolve o movimento. Uma em cada três crianças e adolescentes brasileiros entre 10 e 19 anos apresenta excesso de peso, segundo levantamento nacional realizado a partir de dados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na infância e na adolescência, o excesso de peso pode aumentar o risco de problemas de saúde ao longo da vida, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes e acidente vascular cerebral (AVC).

TELA VS. MOVIMENTO

Para Claudio Henrique Pereira Verão, mestre em Ciências do Movimento e coordenador do curso de Educação Física da Estácio, um dos principais pontos de atenção está justamente na substituição de atividades físicas por períodos prolongados diante de dispositivos eletrônicos.

Quando a criança passa mais tempo sentada utilizando celular, tablet, computador ou televisão, deixa de realizar parte das atividades que naturalmente envolvem gasto energético. Brincar de correr, andar de bicicleta, jogar bola, dançar, pular ou simplesmente explorar um espaço são experiências que colocam o corpo em ação e contribuem para o desenvolvimento físico.

Segundo o especialista, quanto mais tempo é destinado às telas e menos tempo é reservado ao movimento ao longo do dia, menor tende a ser o gasto energético. A situação pode ser agravada quando o uso do dispositivo é acompanhado pelo consumo frequente de alimentos de alta densidade calórica.

Outro cuidado importante é evitar a interpretação do índice de massa corporal (IMC) infantil da mesma maneira que ocorre com adultos.

Em crianças e adolescentes, o indicador precisa ser analisado levando em consideração idade, sexo e fase de desenvolvimento. Mais importante do que um número isolado é observar como os hábitos cotidianos estão estruturados.

Uma rotina em que longos períodos sedentários ocupam o espaço de brincadeiras e atividades físicas merece atenção porque o movimento não está relacionado apenas ao gasto de energia.

Na infância, mexer o corpo também significa experimentar diferentes possibilidades, desenvolver coordenação, equilíbrio, força, velocidade e consciência corporal.

Há ainda uma dimensão social que não pode ser ignorada. Para algumas famílias, manter a criança dentro de casa diante de uma tela pode parecer uma alternativa mais segura e viável do que permitir que ela brinque na rua ou em espaços externos.

Jornadas extensas de trabalho dos responsáveis, ausência de áreas adequadas para recreação e problemas relacionados à segurança urbana são fatores que interferem diretamente nas possibilidades de lazer.

APRENDER AO BRINCAR

O movimento corporal costuma ser associado principalmente à saúde física, mas sua importância para a infância vai além. Brincadeiras e jogos podem contribuir com o desenvolvimento de capacidades utilizadas também em situações de aprendizagem.

Em uma brincadeira com regras, por exemplo, a criança precisa compreender o que deve fazer, esperar sua vez, acompanhar o comportamento dos outros participantes, tomar decisões e adaptar sua estratégia conforme a situação muda. Em uma atividade esportiva, precisa calcular distâncias, controlar a força dos movimentos e responder rapidamente aos estímulos do ambiente.

De acordo com Verão, essas experiências exigem planejamento, tomada de decisão e ajustes constantes. São processos relacionados às chamadas funções executivas, que envolvem capacidades como atenção, autocontrole e organização das ações.

É por isso que reduzir o tempo de movimento pode significar mais do que diminuir o gasto energético diário. A criança também pode perder oportunidades de vivenciar situações que trabalham habilidades cognitivas e sociais.

A maneira como as telas apresentam informações também entra nessa discussão. Muitos conteúdos digitais são construídos a partir de estímulos rápidos, mudanças constantes de imagens, sons, recompensas e possibilidades de interação imediata.

Isso não significa que esses recursos sejam necessariamente prejudiciais, mas o contato frequente com esse tipo de estímulo pode tornar atividades que exigem outro ritmo de atenção menos atraentes.

Ler um livro, ouvir uma história, escrever, desenhar, acompanhar uma explicação ou participar de uma conversa são experiências que podem exigir concentração durante períodos mais longos. Na infância, aprender a lidar com diferentes ritmos de atenção é parte importante do desenvolvimento.

Além disso, a convivência presencial oferece experiências que não são completamente substituídas pela comunicação mediada por telas.

Brincar com outras crianças, negociar regras, resolver conflitos, conversar com professores, participar de atividades coletivas e compartilhar uma leitura são formas de interação que também contribuem para a formação infantil.

TECNOLOGIA COMO ALIADA

Se a discussão terminasse na necessidade de reduzir o tempo de tela, a solução pareceria simples: basta desligar os dispositivos. Na prática, porém, a tecnologia já faz parte da vida das crianças e também pode cumprir funções importantes na educação.

Para Caíque Evangelista Fernandes Lopes, professor do curso de Engenharia de Software da Estácio, o principal ponto é mudar a posição ocupada pela criança em relação à tecnologia. Em vez de ser apenas consumidora de conteúdo, ela pode assumir o papel de criadora, investigadora e solucionadora de problemas.

Essa mudança altera completamente a experiência. Assistir passivamente a uma sequência de vídeos não exige necessariamente o mesmo nível de participação que produzir uma animação, criar uma história interativa, programar um jogo, pesquisar uma informação, editar uma música ou solucionar um desafio.

A tecnologia, nesse contexto, pode servir como instrumento para estimular criatividade, raciocínio lógico, comunicação e resolução de problemas. O dispositivo deixa de ser apenas uma janela para conteúdos produzidos por outras pessoas e passa a funcionar como uma ferramenta de criação.

Essa lógica também pode ser aplicada à atividade física. Jogos digitais que utilizam câmeras, sensores, realidade aumentada e outros recursos podem propor experiências que exigem que a criança caminhe, dance, faça determinados movimentos ou explore o espaço ao redor.

FERRAMENTAS EDUCATIVAS

Outro ponto de atenção está no crescimento de aplicativos, plataformas e jogos apresentados às famílias como ferramentas educativas. A simples presença de palavras como “educacional”, “infantil” ou “aprendizado” não garante que determinado conteúdo realmente favoreça o desenvolvimento.

Para avaliar uma experiência digital, Lopes propõe olhar para o que a criança efetivamente faz durante o uso.

Uma ferramenta pode prender a atenção durante muito tempo sem necessariamente proporcionar aprendizagem significativa.

Notificações constantes, reprodução automática e sistemas de recompensas são mecanismos que podem incentivar a permanência prolongada nas plataformas. Nesse caso, o objetivo principal pode acabar sendo manter o usuário conectado, e não necessariamente ajudá-lo a compreender ou produzir algo.

Uma pergunta ajuda a diferenciar essas situações: o que a criança aprende fazendo aquela atividade que não aprenderia simplesmente assistindo a um vídeo?

A resposta pode indicar se existe participação ativa. Uma ferramenta que apresenta um problema para ser solucionado, permite testar hipóteses, criar diferentes possibilidades e observar resultados tende a envolver a criança de maneira diferente de uma plataforma baseada exclusivamente em consumo contínuo de conteúdo.

Isso também muda a forma como adultos podem acompanhar o uso da tecnologia. Em vez de perguntar somente quanto tempo a criança ficou no celular, pode ser mais útil conversar sobre o que ela fez, o que descobriu, o que criou e o que aprendeu.

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