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Comportamento

Saiba quando a tecnologia é vilã ou aliada para o desenvolvimento das crianças

Presença de celulares e tablets cresce na rotina infantil e acende alerta para o sedentarismo, mas especialistas defendem uso consciente dos recursos digitais para estimular aprendizagem, criatividade e até atividade física

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Smartphones, tablets e computadores deixaram de ser elementos extraordinários na infância. Eles estão presentes no entretenimento, na comunicação, nas tarefas escolares e até nas brincadeiras. Para muitas crianças, o contato com a tecnologia começa cedo e passa a ocupar diferentes momentos do dia. O desafio, porém, não está apenas em saber quantas horas são gastas diante de uma tela, mas principalmente em entender o que esse tempo está substituindo.

Dados do Módulo de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ajudam a dimensionar a presença dos celulares entre crianças brasileiras. Em 2025, 55,2% das crianças de 10 a 13 anos tinham telefone celular próprio. O índice representa uma pequena redução em relação a 2024, quando a proporção era de 56,7%.

A queda de 1,5 ponto porcentual foi observada apenas nessa faixa etária. Entre os demais grupos pesquisados, a posse de celular aumentou. Os números mostram, portanto, que o aparelho permanece inserido de maneira significativa na rotina das crianças, tornando difícil pensar em uma infância completamente afastada dos recursos digitais.

Nesse cenário, a preocupação de especialistas se concentra menos em uma tentativa de eliminar a tecnologia e mais na relação estabelecida com ela.

Afinal, uma criança pode passar determinado período utilizando um tablet para criar uma história, resolver um problema ou aprender programação, enquanto outra pode permanecer pelo mesmo tempo consumindo vídeos de maneira passiva. O número de minutos é o mesmo, mas a experiência e seus possíveis efeitos são diferentes.

A questão também envolve o movimento. Uma em cada três crianças e adolescentes brasileiros entre 10 e 19 anos apresenta excesso de peso, segundo levantamento nacional realizado a partir de dados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na infância e na adolescência, o excesso de peso pode aumentar o risco de problemas de saúde ao longo da vida, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes e acidente vascular cerebral (AVC).

TELA VS. MOVIMENTO

Para Claudio Henrique Pereira Verão, mestre em Ciências do Movimento e coordenador do curso de Educação Física da Estácio, um dos principais pontos de atenção está justamente na substituição de atividades físicas por períodos prolongados diante de dispositivos eletrônicos.

Quando a criança passa mais tempo sentada utilizando celular, tablet, computador ou televisão, deixa de realizar parte das atividades que naturalmente envolvem gasto energético. Brincar de correr, andar de bicicleta, jogar bola, dançar, pular ou simplesmente explorar um espaço são experiências que colocam o corpo em ação e contribuem para o desenvolvimento físico.

Segundo o especialista, quanto mais tempo é destinado às telas e menos tempo é reservado ao movimento ao longo do dia, menor tende a ser o gasto energético. A situação pode ser agravada quando o uso do dispositivo é acompanhado pelo consumo frequente de alimentos de alta densidade calórica.

Outro cuidado importante é evitar a interpretação do índice de massa corporal (IMC) infantil da mesma maneira que ocorre com adultos.

Em crianças e adolescentes, o indicador precisa ser analisado levando em consideração idade, sexo e fase de desenvolvimento. Mais importante do que um número isolado é observar como os hábitos cotidianos estão estruturados.

Uma rotina em que longos períodos sedentários ocupam o espaço de brincadeiras e atividades físicas merece atenção porque o movimento não está relacionado apenas ao gasto de energia.

Na infância, mexer o corpo também significa experimentar diferentes possibilidades, desenvolver coordenação, equilíbrio, força, velocidade e consciência corporal.

Há ainda uma dimensão social que não pode ser ignorada. Para algumas famílias, manter a criança dentro de casa diante de uma tela pode parecer uma alternativa mais segura e viável do que permitir que ela brinque na rua ou em espaços externos.

Jornadas extensas de trabalho dos responsáveis, ausência de áreas adequadas para recreação e problemas relacionados à segurança urbana são fatores que interferem diretamente nas possibilidades de lazer.

APRENDER AO BRINCAR

O movimento corporal costuma ser associado principalmente à saúde física, mas sua importância para a infância vai além. Brincadeiras e jogos podem contribuir com o desenvolvimento de capacidades utilizadas também em situações de aprendizagem.

Em uma brincadeira com regras, por exemplo, a criança precisa compreender o que deve fazer, esperar sua vez, acompanhar o comportamento dos outros participantes, tomar decisões e adaptar sua estratégia conforme a situação muda. Em uma atividade esportiva, precisa calcular distâncias, controlar a força dos movimentos e responder rapidamente aos estímulos do ambiente.

De acordo com Verão, essas experiências exigem planejamento, tomada de decisão e ajustes constantes. São processos relacionados às chamadas funções executivas, que envolvem capacidades como atenção, autocontrole e organização das ações.

É por isso que reduzir o tempo de movimento pode significar mais do que diminuir o gasto energético diário. A criança também pode perder oportunidades de vivenciar situações que trabalham habilidades cognitivas e sociais.

A maneira como as telas apresentam informações também entra nessa discussão. Muitos conteúdos digitais são construídos a partir de estímulos rápidos, mudanças constantes de imagens, sons, recompensas e possibilidades de interação imediata.

Isso não significa que esses recursos sejam necessariamente prejudiciais, mas o contato frequente com esse tipo de estímulo pode tornar atividades que exigem outro ritmo de atenção menos atraentes.

Ler um livro, ouvir uma história, escrever, desenhar, acompanhar uma explicação ou participar de uma conversa são experiências que podem exigir concentração durante períodos mais longos. Na infância, aprender a lidar com diferentes ritmos de atenção é parte importante do desenvolvimento.

Além disso, a convivência presencial oferece experiências que não são completamente substituídas pela comunicação mediada por telas.

Brincar com outras crianças, negociar regras, resolver conflitos, conversar com professores, participar de atividades coletivas e compartilhar uma leitura são formas de interação que também contribuem para a formação infantil.

TECNOLOGIA COMO ALIADA

Se a discussão terminasse na necessidade de reduzir o tempo de tela, a solução pareceria simples: basta desligar os dispositivos. Na prática, porém, a tecnologia já faz parte da vida das crianças e também pode cumprir funções importantes na educação.

Para Caíque Evangelista Fernandes Lopes, professor do curso de Engenharia de Software da Estácio, o principal ponto é mudar a posição ocupada pela criança em relação à tecnologia. Em vez de ser apenas consumidora de conteúdo, ela pode assumir o papel de criadora, investigadora e solucionadora de problemas.

Essa mudança altera completamente a experiência. Assistir passivamente a uma sequência de vídeos não exige necessariamente o mesmo nível de participação que produzir uma animação, criar uma história interativa, programar um jogo, pesquisar uma informação, editar uma música ou solucionar um desafio.

A tecnologia, nesse contexto, pode servir como instrumento para estimular criatividade, raciocínio lógico, comunicação e resolução de problemas. O dispositivo deixa de ser apenas uma janela para conteúdos produzidos por outras pessoas e passa a funcionar como uma ferramenta de criação.

Essa lógica também pode ser aplicada à atividade física. Jogos digitais que utilizam câmeras, sensores, realidade aumentada e outros recursos podem propor experiências que exigem que a criança caminhe, dance, faça determinados movimentos ou explore o espaço ao redor.

FERRAMENTAS EDUCATIVAS

Outro ponto de atenção está no crescimento de aplicativos, plataformas e jogos apresentados às famílias como ferramentas educativas. A simples presença de palavras como “educacional”, “infantil” ou “aprendizado” não garante que determinado conteúdo realmente favoreça o desenvolvimento.

Para avaliar uma experiência digital, Lopes propõe olhar para o que a criança efetivamente faz durante o uso.

Uma ferramenta pode prender a atenção durante muito tempo sem necessariamente proporcionar aprendizagem significativa.

Notificações constantes, reprodução automática e sistemas de recompensas são mecanismos que podem incentivar a permanência prolongada nas plataformas. Nesse caso, o objetivo principal pode acabar sendo manter o usuário conectado, e não necessariamente ajudá-lo a compreender ou produzir algo.

Uma pergunta ajuda a diferenciar essas situações: o que a criança aprende fazendo aquela atividade que não aprenderia simplesmente assistindo a um vídeo?

A resposta pode indicar se existe participação ativa. Uma ferramenta que apresenta um problema para ser solucionado, permite testar hipóteses, criar diferentes possibilidades e observar resultados tende a envolver a criança de maneira diferente de uma plataforma baseada exclusivamente em consumo contínuo de conteúdo.

Isso também muda a forma como adultos podem acompanhar o uso da tecnologia. Em vez de perguntar somente quanto tempo a criança ficou no celular, pode ser mais útil conversar sobre o que ela fez, o que descobriu, o que criou e o que aprendeu.

127 anos

Bisneto do fundador da cidade, Jozé Antônio Pereira esclarece fatos sobre a história da Capital

Por meio de seu bisneto, Jozé Antônio Pereira (com z mesmo) esclarece fatos sobre a história de Campo Grande e de sua vida

26/08/2026 09h30

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda Foto: Marcelo Victor/Arquivo Correio do Estado

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Antes que comecem a pipocar as manchetes dizendo dos 127 anos de “fundação”, lembro aos mais desavisados que serão 127 anos de emancipação político-administrativa de Campo Grande, pois de fundação já passaram os 154 anos no dia 21 de junho deste ano.

Orgulhoso de ver hoje a Campo Grande fundada por meus bisavô e avô, continuo zeloso em ver contada a sua história sem erros.

Campo Grande, 127 anos de emancipação político-administrativa. 

Hoje vou fazer diferente! Vou deixar que meu “bisa” conte a história da fundação! Conta aí, “bisa”!

“Bom dia! Fundei um arraial, quando aqui cheguei no dia 21 de junho de 1872, em companhia do meu filho Antônio Luiz e os camaradas João e Manoel Ribeira, além de Luiz Pinto, contratado pra nos guiar nestes sertões da província de Mato Grosso. 

Vim de Monte Alegre (MG), onde residi por muitos anos, até minha vinda para o sertão...
Nasci em 1825, na cidade de Barbacena (MG) e casei-me com Maria Carolina de Oliveira, em São João Del-Rey (MG), com a qual tive oito filhos.

Meu nome verdadeiro é Jozé (com z mesmo) , embora os historiadores teimem em me chamar de José. Não se dão ao trabalho de pesquisar nem mesmo no cartório, onde tem minha assinatura como juiz de paz, nos primeiros livros de casamentos.

Tanto fizeram que acabei virando José... só não gosto quando insistem, ao festejar o 26 de agosto, como sendo aniversário da ‘fundação’, ignorando que a data marca apenas a elevação da paróquia à condição de município, ocorrido na citada data, no ano de 1899, portanto, 27 anos depois da fundação.

Mas o que importa hoje é festejar a emancipação da paroquia a categoria de Vila. 

Olhando aqui de cima, não consigo ver qualquer vestígio da pequena Vila que fundei. Cobriram seu chão moreno, ergueram edifícios, poluíram os córregos que nos serviram água e alimentos, e transformaram tudo em uma grande cidade, com ruas e avenidas que não permitem mais o trafego dos meus carros de bois.

Ficou bonita, grande, acolhe o primeiro milhão de habitantes, tem lindas avenidas e parques, tem asfalto, jardins, belos shoppings, bares, teatros, cinemas, gente chegando, ficando, somando, gostando e tornando-se filhos adotivos da cidade.

Me homenagearam com bustos, obeliscos, prédio, rua com o meu nome, e até um museu com a minha história construíram na sede da fazenda bálsamo, herdada por minha neta Carlinda Pereira Contar, cujo local está a merecer reparos. E foi graças a lembrança de um jovem vereador (Carlos Henrique Santos Pereira) que tornei-me cidadão (mais de 100 anos depois) da cidade que fundei.

Mas isso não importa, vale mais o que fizeram os que nela se sacrificaram, lutaram e venceram, tornando Campo Grande a linda Capital desse novo Estado.

E se hoje eu pudesse pedir mais alguma coisa aos que nela vivem, gostaria que zelassem por sua limpeza, que valorizassem a história da cidade, que cuidassem para torná-la ainda mais linda, e que seus administradores atentassem para a importância que

Campo Grande tem no contexto nacional, como cidade pujante, rica e ordeira, inspirando-se na dedicação, honestidade e respeito daqueles que no passado ajudaram-me a construir essa urbe , incluindo-se aí os brasileiros de todos os rincões e estrangeiros que tanto se dedicaram ao seu progresso.

Obrigado a todos que, ao longo destes 154 anos, desde o dia em que aqui finquei o primeiro rancho, participaram e participam de minha história, ampliando e colorindo meu sonho de desbravador ou aventureiro, como queiram chamar-me”.
Jozé Antônio Pereira*.

Anexo cópia da Resolução nº 225, de 26 de agosto de 1899, que eleva Campo Grande a categoria de Vila.
Parabéns, Campo Grande!!!

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha CarlindaFoto: Divulgação

* Por meu bisneto Eddson C. Contar. 
 

Diálogo

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (26)

26/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Leandro Karnal - Escritor brasileiro

"Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas”.

FELPUDA

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de andar com os olhos bem abertos. Adversários da esquerda já estão batendo às portas da Justiça Eleitoral para denunciar propagandas dos desafetos. Entre as reclamações estão até painéis com dimensões consideradas fora do padrão. A disputa parece ter ganho um novo instrumento: a fita métrica eleitoral. Pelo jeito, tem gente procurando milímetro por milímetro “irregularidade monumental”. E na eleição, até o tamanho do painel pode virar munição para uma boa briga jurídica.

Diálogo

Romaria

O escritório político de Reinaldo Azambuja tem recebido uma sucessão de lideranças interessadas em reafirmar apoio à candidatura ao Senado. Prefeitos e outras figuras políticas vêm passando pelo local em demonstrações públicas de alinhamento com o projeto eleitoral.

Mais

A movimentação revela uma campanha que procura consolidar apoios antes da reta decisiva. Azambuja, experiente na política, evita adotar o discurso de vitória antecipada. Sabe que alianças e pesquisas ajudam, mas é o último voto depositado na urna que efetivamente define o resultado.

Diálogo Luciene Orsi Abdul Ahad e Jorge Abdul Ahad - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoIzabella Andrade - Foto: Arquivo Pessoal

Poço

Em MS, tem candidato a deputado disputando eleição como se o orçamento público fosse um poço sem fundo. Na falta de propostas realmente novas, aparecem promessas para todos os gostos. O problema é que boa parte delas depende de recursos, convênios e liberações que não acontecem simplesmente porque o candidato prometeu. Há projetos que exigem longa peregrinação pelos gabinetes. Portanto...

Cobrança

O deputado estadual Pedro Caravina colocou na pauta um problema ambiental que vem preocupando, há muito tempo, municípios da região do Rio Pardo: a proliferação de macrófitas aquáticas. A cobrança é por explicações sobre a abertura das comportas da Usina Mimoso e o deslocamento da vegetação para áreas de Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Caravina quer saber quais critérios técnicos foram utilizados para a operação e se os impactos ambientais estão sendo considerados. 

Aqui, não!

Moradores e comerciantes do Bairro Amambaí lotaram audiência pública promovida pela Câmara Municipal  de Campo Grande, para discutir a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua na região. A proposta prevê a mudança para o antigo prédio da Secretaria de Assistência Social. Durante a audiência, moradores protestaram e manifestaram preocupação com a segurança e os possíveis impactos.

ANIVERSARIANTES 

  • Carlos Alberto Peratelli,
  • Dr. Luiz Antônio Saab,
  • Dra. Isabella Miotello Ferrão, 
  • Dr. Oclécio Assunção Júnior, 
  • Yuri Andreis Boeira, 
  • Antônio Benjamim Correa da Costa,
  • Clóvis Martins,
  • Edgar Andrade D´Avila,
  • Eloina Yanez Brites,
  • Moezis José dos Santos,
  • Jorge Ono,
  • Inêz Geralda de Magalhães Madureira,
  • Marli Gauto Viliagra,
  • Edson Sanches,
  • Christian Maluf Victório,
  • Aroldo José de Lima,
  • Gilberto Veiga de Souza,
  • Tauana Montier Onça Bortolini, 
  • Tatiana Decarli,
  • José Roberto Tedeschi,
  • Dra. Rejane Alves de Arruda,
  • Aloysio Moreira Salles,
  • Caetano Rottilli, 
  • Thiago Rieger Silverio dos Santos,
  • Afonso Basso,
  • Dr. Hélinton Moura Lutz, 
  • Francisco Carlos Brasil Leite,  
  • Suely Aparecida Morilla Alves,
  • Eduardo Ferreira dos Santos,
  • Maria de Fátima Vieira Andrade,
  • Seiki Miiji, 
  • Antônio Cavalcante, 
  • Hélvio Rodrigo Gonçalves,
  • Alexandre Morais Cantero, 
  • Ricardo Aparecido da Silva,
  • Silvia Regina da Silva,
  • Laura Menzio,
  • Sérgio Retumba Carneiro Monteiro,
  • Moacir da Silva Queiroz,
  • Janethe Leite Cardoso,
  • Maria de Fátima de Souza,
  • Genésio Rodrigues Corrêa,
  • Aristides Brun,
  • Dinalva Garcia Lemos de Morais Mourão, 
  • Karla Marchitto Jacob Farias, 
  • Sônia Virgínia Moreira,
  • Pedro Franco Neto,
  • Vera Lúcia Nogueira,
  • Alcides Landfelt da Silva,
  • Sueli Alves Braga,
  • Altevir Soares de Alencar,
  • Sônia Maria Avelino Duarte,
  • Luiz Ferreira de Alencastro, 
  • Elizabeth Kioko Kohatsu,
  • Lutiane Machado Romero,
  • Dr. Benjamin Ramos, 
  • Maria de Fátima Camparin,
  • Sirley de Albuquerque,
  • Ricardo Luiz Silveira,
  • Luiza Francisca Oliveira,
  • Wilson de Paula Souza,
  • Bruno Vieira Antunes,
  • Clóvis Trindade Rocha,
  • João Tadeu Gonçalves,
  • Maria Luiza Pereira Franco,
  • Francisca da Silva Tôrres, 
  • Eliane Yamazato,
  • Danilo Mandetta Júnior, 
  • Dr. Agliberto Marcondes Rezende,
  • Kleber Pinheiro da Silva,
  • Ramão Gilberto Valiente,
  • Mauricio Vieira Gama,
  • Edson Andrade da Vila,
  • Victor Scarpellini,
  • Luiz Braz de Oliveira,
  • Francisco Muniz Soares,
  • Francisco Silva de Freitas,
  • Julio Cesar Gonçalves da Silva,
  • Adelaide Fernandes,
  • Eva Maria Barbosa,
  • Evelin Flávia Alves da Silva, 
  • Zeferina de Souza Montenegro 
  • de Camargo,
  • Alberto Magno Ribeiro Vargas,
  • Michelly de Souza Andrino,  
  • Neuri Paulo Gasparetto,
  • Ligia Toma,
  • Anna Cristina Barros Toledo Giurizatto,
  • Paulo Ricardo de Oliveira Reghin,
  • Luiz Yasunaka,
  • Glória Segrillo Faker,
  • Gustavo Rodrigues Nacasato,
  • Dr. Marcelo Oliveira dos Santos,
  • Márcio Rômulo dos Santos Saldanha, 
  • Valéria Martins dos Santos,
  • Ariane Marques de Araújo,
  • Elaine Maria dos Santos,
  • Arlindo Murilo Muniz,
  • Camila Morena Kudo da Silva,
  • Ana Paula Gaspar Melim,
  • Daniel Martins Ferreira Neto,
  • Armando de Oliveira, 
  • Regina Célia Goya,
  • Ana Cristina Castilho Sanchez,
  • Roberto Lorenzoni Neto,
  • Carlos Cesar Girardi Ferreira,
  • Norma Aquino Castro,
  • Arildo Loper.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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