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FILHOS SAUDÁVEIS

Malformações no bebê: o que você
pode fazer para prevenir

Malformações no bebê: o que você
pode fazer para prevenir

BABYCENTER

12/04/2016 - 11h52
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A formação de um bebê dentro da barriga é um processo incrível, delicado e, infelizmente, sujeito a erros. Embora muitas das causas de erros ainda sejam desconhecidas, a ciência vem conseguindo descobrir cada vez mais fatores externos que podem provocá-los. 

E é aí que você faz a diferença, já que medidas bem simples de prevenção, que você pode fazer, conseguem aumentar as chances de o seu bebê se desenvolver de forma saudável. 

Talvez você já tenha ouvido falar de alguma malformação, como espinha bífida, lábio leporino, microcefalia e pé torto congênito. 

Algumas vezes a causa é genética ou desconhecida, mas na maioria dos casos há providências que você pode tomar e que diminuem muito o risco de o seu bebê nascer com esses problemas. 

Você pode começar com duas atitudes básicas: 

Tomar ácido fólico desde antes de engravidar, ou assim que descobrir que está grávida, e até o fim do primeiro trimestre. O ácido fólico ajuda prevenir a espinha bífida.

Nunca usar nenhum remédio durante a gravidez sem a permissão do médico. Medicamentos podem ser teratogênicos, ou seja, afetar o bebê dentro do útero, e só seu médico saberá avaliar os riscos.

Se você fuma ou usa drogas, principalmente cocaína e ecstasy, procure ajuda especializada. Profissionais estão acostumados e preparados para auxiliar quem busca ajuda, portanto não fique se sentindo julgada. 

Leia cada item abaixo para conhecer as maiores causas de malformação e como você pode preveni-las. Além de malformação ou má-formação, o erro na formação dos órgãos do bebê também pode ser chamado de defeito de nascença ou problema "congênito". 

Álcool na gravidez

O que você pode fazer: Não beber. E procurar ajuda se estiver com dificuldade de parar. 

Você sabia que cerca de um em cada cinco casos de deficiência mental no mundo é causado pelo consumo de álcool durante a gestação? Isso quer dizer que bebidas alcoólicas são um dos principais responsáveis por bebês nascidos com deficiências intelectuais e físicas, que não ocorreriam se as mães não tivessem bebido. 

Por mais que você ouça de amigos e conhecidos que um "copinho de cerveja" não vai fazer mal a ninguém, fique firme no não ao álcool.

Nenhum especialista nem pesquisa do mundo nunca indicou que exista uma dose segura de álcool que não possa causar efeitos colaterais na formação de órgãos e funções do bebê no útero.

Como gravidez não dura para sempre, exerça cautela total e evite que seu filho possa nascer com comprometimentos físicos e neurológicos, ou que possa apresentar dificuldades mais para frente na vida (como de visão ou de aprendizagem). 

Rubéola na gravidez

O que você pode fazer: Tomar vacina antes de engravidar; fazer exames de sangue no pré-natal para ver se é imune; evitar contato com quem estiver com a doença. 

A rubéola pode ser responsável por graves comprometimentos no bebê, como malformações cardíacas, deficiências visuais e auditivas, encefalite e microcefalia, principalmente se a mulher tiver a doença no primeiro trimestre da gravidez. 

É uma doença altamente contagiosa causada por um vírus contra o qual existe vacina. 

A questão é que a vacina precisa ser tomada antes da gestação, como parte dos preparativos para engravidar. 

Do contrário, quem nunca teve rubéola corre o risco de contrair a doença justamente grávida e acabar transmitindo para o bebê, levando a um quadro conhecido como síndrome da rubéola congênita. 

Catapora na gravidez

O que você pode fazer: Tomar a vacina antes de engravidar; fazer exame de sangue no começo do pré-natal para ver se é imune; incentivar as pessoas com quem você convive a se vacinarem. Também avise o médico rapidamente se tiver contato com alguém doente, para poder tomar uma injeção de imunoglobulina. 

A catapora é bastante perigosa para grávidas e bebês em formação ou recém-nascidos, mas existe vacina para preveni-la. 

Quem já teve catapora provavelmente não tem com o que se preocupar, porém quem não teve e não se vacinou antes da gravidez precisa tomar cuidado. 

A síndrome da varicela congênita, causada pela exposição ao vírus da catapora (Varicela zóster, da família do herpes), não só eleva o risco de abortos espontâneos como pode provocar malformações de membros, lesões na pele, problemas de visão, encefalite,microcefalia e danos neurológicos. 

Citomegalovírus na gravidez

O que você pode fazer: Exame de sangue no começo da gravidez para ver se já teve contato com o vírus. Se não teve, o risco é maior. Manter boas condições de higiene e, se não tiver anticorpos, fazer sexo seguro (com camisinha) e evitar sexo oral. 

O citomegalovírus (CMV), também da família do herpes, é um vírus supercomum no corpo de grande parte das pessoas, porém pode ser prejudicial ao bebê se contraído durante a gestação.

O risco para grávidas é maior quando ela nunca teve nem foi exposta ao vírus. Não existe vacina. 

A maioria dos bebês infectados na gestação por CMV nasce bem, mas fica suscetível a problemas mais para a frente, sendo o mais comum deles perda auditiva. 

Alguns bebês, no entanto, acabam adoecendo gravemente, dentro ou já fora do útero, com complicações que variam de limitação no crescimento, tamanho reduzido da cabeça (microcefalia), fígado e baço aumentados a anormalidades no sistema nervoso. 

Herpes

O que você pode fazer: Se já sabe que tem herpes, comunicar ao médico e monitorar as feridas, principalmente perto do parto. Fazer exame de sangue no começo do pré-natal para saber se tem o vírus. Seu parceiro também deve fazer o exame; se ele tiver herpes, vocês precisarão de cuidados extras na vida sexual. 

As infecções mais conhecidas por vírus herpes são herpes labial e herpes genital. Dos dois tipos, herpes genital é o que representa maior risco para o bebê, especialmente se a mãe contrair a infecção pela primeira vez já grávida e apresentar crises ativas. 

Lesões genitais de herpes não monitoradas podem contaminar o bebê, levando a comprometimento da visão e da audição, microcefalia, alterações no sistema nervoso e até aborto espontâneo. 

Lesões de herpes labial também não podem ser ignoradas na gravidez e sempre precisam ser comunicadas ao médico. Os especialistas recomendam que se evite sexo oral quando há suspeita de crises de herpes labial, para evitar contágio à área genital. 

Sífilis

O que você pode fazer: Fazer exames ao longo do pré-natal para saber se tem a bactéria, e seguir o tratamento se tiver. Fazer sexo seguro, com camisinha (o parceiro também deve ser testado para sífilis). 

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, muitas vezes silenciosa, perigosa na gravidez. Fazer o exame para detectar a presença da bactéria da sífilis logo no início do pré-natal é fundamental. 

Sífilis tem tratamento, que é seguro mesmo para grávidas e pode prevenir complicações sérias no desenvolvimento do bebê. 

A sífilis congênita, passada da mãe para o bebê, muitas vezes leva a abortos espontâneos, partos prematuros e bebês que vivem poucas horas depois de nascer. Nos bebês que sobrevivem, pode ainda levar a comprometimentos na audição, visão e intelecto. 

Bebês que pegam sífilis na barriga da mãe podem ainda ter microcefalia e outras lesões cerebrais. 
 

Toxoplasmose

O que você pode fazer: Fazer exame de sangue para ver se já teve contato com a doença. Se não teve, lavar muito bem as frutas, legumes e verduras e evitar carne malpassada. 

Toxoplasmose costuma ser associada à convivência com gatos, mas a verdade é que a fonte mais comum de transmissão da doença, altamente perigosa para bebês em formação, é a ingestão de alimentos contaminados por um parasita. 

Quem não teve exame positivo para toxoplasmose, portanto não tem anticorpos para passar para o bebê, deve evitar o consumo de carnes cruas ou malpassadas e de frutas e hortaliças mal lavadas. 

Contrair toxoplasmose justamente na gravidez, em especial no início, pode causar complicações graves no desenvolvimento do bebê, como microcefalia, hidrocefalia (excesso de líquido no cérebro) e problemas de visão ou audição, além de aumentar o risco de abortos espontâneos. 

Vírus zika

O que você pode fazer: Proteger-se contra mosquitos, eliminando qualquer acúmulo de água na sua casa, usando repelentes e vestindo mangas e calças compridas, meia e sapato em áreas com presença do Aedes aegypti. Fazer sexo seguro, com camisinha.

A zika é uma doença que está associada a malformações no bebê. O problema mais comum é a microcefalia, mas também podem aparecer outras complicações, principalmente de visão ou audição. 

Ainda não há vacina contra a zika, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e também por via sexual.

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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