Correio B

Reality show

Morador de MS disputa prêmio de melhor mecânico agrícola

Diego Mercory, de 36 anos, participa da primeira atração do gênero com mecânicos agrícolas produzida no Brasil, que vai ao ar a partir de hoje; Correio B acompanhou a pré-estreia do programa em Campinas (SP)

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Diego Mercory Amaral do Carmo, de 36 anos, disputa o prêmio de melhor mecânico agrícola do País no reality show “Master Mechanic Brasil”, realizado pela Massey Ferguson, empresa global exportadora de máquinas e equipamentos agrícolas.

Mercory mora em Naviraí, município localizado a 364 quilômetros de Campo Grande. Ele nasceu em 19 de junho de 1987, em Assis Chateaubriand, no Paraná. Veio para Mato Grosso do Sul em 1999 e, desde 2016, trabalha como mecânico agrícola em uma empresa concessionária da Massey Ferguson. 

O mecânico tem 18 anos de experiência na área. Atualmente, é acadêmico de Gestão Comercial em uma universidade particular. 

Imagens do evento de lançamento do programa, na terça-feira (31), em Campinas (SP)

O Correio do Estado compareceu ao evento de pré-estreia do reality show, na terça-feira (31), em Campinas (SP), onde foi exibido o primeiro episódio da temporada. A reportagem conversou com o participante sul-mato-grossense com exclusividade em solo paulista. 

Ao Correio do Estado, Mercory afirmou que se inscreveu para participar do reality na base da “brincadeira” e da “bagunça entre amigos” e que não imaginava ser escolhido entre vários candidatos. 

“Na verdade, começou como uma brincadeira, né? Como eu sou meio que o líder dos mecânicos, o que tem mais experiência, o meu gestor falou assim: ‘Diego, você que é o mais desenrolado, que fala pelos cotovelos, faz a inscrição para ver se anima o povo’. Então eu falei: ‘Rapaz, eu vou fazer a inscrição só para animar, que pelo menos a gente dá uma bagunçada um pouco’. E aí fiz a brincadeira, fiz um vídeo bem legal”, contou o participante. 

Mercory disse que a experiência de participar de um reality show foi indescritível, pelo fato de ser uma oportunidade gigantesca, mas ao mesmo tempo desgastante, por conta da correria das gravações.
“Para a gente que participou, foi desgastante, porque é muita correria. A gente não estava acostumado com aquela pressão, mas a experiência foi demais. O que a gente tem que deixar para poder fazer um negócio dessa magnitude acontecer é muito grande”, detalhou. 
Para Mercory, as principais dificuldades encontradas durante a gravação do reality foram a ansiedade e o nervosismo. 

“Eu nem sabia que sofria de ansiedade. Antes da gravação, eu estava muito ansioso. Quando cheguei, fiquei muito nervoso. Fiquei tão nervoso que achei que não ia dar conta de fazer as provas. As câmeras me atrapalharam um pouco, porque a gente está acostumado a fazer palhaçada perto de quem a gente conhece. Mas na frente da câmera é difícil, você fica com medo de errar e acaba errando sem querer”, relatou. 

O competidor sul-mato-grossense está confiante de que sua dupla será a campeã, e a expectativa para ganhar o prêmio é alta. “Estou bastante confiante, espero que o resultado seja bom para a minha dupla. Nós trabalhamos bem, nós fizemos certinho, e eu acho que o resultado vai ser bom. Espero que eu seja o ganhador”. 

A dupla vencedora será divulgada em 16 de novembro, no Canal Rural, no YouTube e no site do programa.

O REALITY SHOW

“Master Mechanic Brasil” é um reality show entre mecânicos agrícolas brasileiros. Inédito, o programa é o primeiro reality brasileiro focado exclusivamente no agronegócio. 

Imagens do evento de lançamento do programa, na terça-feira (31), em Campinas (SP)

O reality show tem seis competidores, organizados em três duplas: Diego Mercory (MS) e Edvaldo Ferreira (TO); Marlon Oliveira (MG) e Ernane Sebastião (PR); e Alan Veiga (SP) e Aurélio Xavier (MG). O processo de seleção contou com entrevista, vídeo de apresentação, prova de qualificação técnica e análise de desempenho de trabalho.

As duplas competidoras testaram suas habilidades e técnicas de conhecimento em situações práticas no trator MF4410. O objetivo é destacar a importância de mecânicos qualificados para a eficiência das máquinas agrícolas e para a produtividade do campo, além de trazer a expertise dos profissionais e a sua contribuição para o sucesso da indústria agrícola. 

A gravação durou uma semana e ocorreu em setembro, na AGCO Company, localizada em Campinas (SP). Os jurados são Tiago Fadel, mecânico integrante da Fórmula 1 (F1), José Fernando Schlosser, professor titular do Departamento de Engenharia Rural e diretor do Núcleo de Ensaios de Máquinas Agrícolas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e Cezar Bronzati, do time de serviços da AGCO. 

O programa está estruturado em três episódios, de aproximadamente 22 minutos cada. O episódio 1 será exibido hoje (2), o episódio 2 em 9 de novembro e o terceiro episódio em 16 de novembro. O público pode assistir o reality show no canal do YouTube e no site do programa, às 20h (horário de Mato Grosso do Sul), nos dias de exibição mencionados acima. 

O programa também será exibido no Canal Rural, no dia seguinte ao lançamento de cada episódio, às 5h30min, com reprises às 13h e às 17h30mim.

Os prêmios são um troféu personalizado e exclusivo da “Master Mechanic”, uma viagem de turismo para a Argentina, com direito a acompanhante, e R$ 20 mil em dinheiro para a dupla, sendo R$ 10 mil para cada vencedor. A dupla vencedora será divulgada em 16 de novembro.
A realização é da Massey Ferguson, empresa global exportadora de máquinas e equipamentos agrícolas.

DUPLA MS/TO

Durante o reality, Diego Mercory (MS) fez dupla com Edvaldo Ferreira Costa, de 36 anos, residente de Palmas (Tocantis). Edvaldo nasceu em Nossa Senhora do Socorro (Sergipe) e tem 15 anos de experiência no setor. As duplas foram sorteadas, e não escolhidas. 

Os dois formaram uma ótima dupla: durante as gravações, Diego permaneceu com o tablet e Edvaldo com as técnicas no trator. Ambos se conheceram no programa, e a amizade não ficou restrita apenas às gravações. 

“Gente boa demais, é o cara que anima, brinca com todo mundo. É o palhação da gente, a graça dele contagia. Como profissional, ele é impressionante. Gostei demais de conhecê-lo”, afirmou Edvaldo, em entrevista exclusiva ao Correio do Estado. 

Os dois estão animados e confiantes de que vão ganhar o prêmio. “Nós gravamos três finais, e há chances de qualquer time ganhar, então isso dá confiança. Eu não sei o que foi avaliado na última prova. Estamos confiantes e vamos assistir o último episódio para saber quem vai ganhar”, completou o mecânico.

AGRO É POP

De acordo com a jornalista e apresentadora do programa, Millena Machado, o reality é destinado não apenas para amantes de mecânica, mas também para o público geral, como um programa de entretenimento e de lazer.

“É um projeto que está tão bem feito tecnicamente, e nós somos tão espontâneos, que você vê que ele [o programa] não é focado em técnica, é focado no lado humano, é justamente para valorizar o profissional da mecânica. Tudo tem a ver com o ser humano”, explicou. 

“Você consegue ver no primeiro episódio que ele está leve, dinâmico, feliz. É cada um na sua profissão, no seu meio, e a gente curtindo muito. Eu enxergo esse reality em veículos de grande massa, televisão aberta, televisão por assinatura, grandes assinaturas, muitas possibilidades para esse projeto”, completou.

TRAJETÓRIA PROFISSIONAL

Mecânico agrícola, Diego Mercory conta que a mecânica fez parte de sua infância e que se interessou em montar e desmontar peças desde pequeno. 

Ele iniciou sua trajetória profissional como auxiliar em uma usina de cana-de-açúcar e atualmente é especialista em máquinas agrícolas, com mais de 150 treinamentos na linha de tratores e outros maquinários. 

Mercory exerce a função de coordenador de mecânico agrícola na Tratornan, concessionária da Massey Ferguson em Mato Grosso do Sul. Na prática, acompanha técnicos no campo, mas também põe a “mão na massa”. “A diferença é que a gente usa uma camisa mais limpinha, mas tirando isso aí, na hora que vestimos o jaleco, voltamos às raízes”, ressaltou. 

A importância do mecânico agrícola para a economia de Mato Grosso do Sul é gerar empregos, aumentar os lucros e garantir a comida na mesa dos sul-mato-grossenses, pois, se não fosse o maquinário agrícola, a colheita e o plantio de alimentos não seriam tão ágeis. 

“É fundamental ter mão de obra qualificada, comprometida com com o cliente do agro. O produtor que tem uma máquina que fica parando, que fica incomodando ele, não produz, e se ele não produz, não roda a nossa economia. Ele fazendo o serviço dele, o cliente aceitando a gente lá na fazenda, fazendo uma preventiva ou uma corretiva, acho que traz muito lucro, porque quanto menor o tempo da máquina parada, mais lucro o produtor tem no fim”, explicou Mercory.

SAÚDE E BELEZA

Médicos explicam os efeitos do inverno na saúde capilar e alertam para cuidados

Banhos quentes, mudanças na rotina e menor frequência de lavagem podem aumentar a percepção de queda, mas especialistas alertam para sinais que exigem investigação

16/09/2026 08h30

Sensação de maior queda capilar no inverno é causada por hábitos adquiridos durante a estação

Sensação de maior queda capilar no inverno é causada por hábitos adquiridos durante a estação Pexels

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Com a queda das temperaturas, é comum que homens e mulheres percebam uma quantidade maior de fios de cabelo no ralo do banheiro, na escova ou sobre as roupas. A impressão de que o inverno provoca uma queda capilar mais intensa, porém, não corresponde necessariamente ao que acontece com o ciclo dos fios.

Segundo especialistas, não existe uma regra que determine que a queda de cabelo aumente no frio para todas as pessoas. Na realidade, estudos dermatológicos apontam que o fenômeno pode ser mais intenso durante o verão.

Uma das hipóteses para essa variação está relacionada à exposição solar. O ciclo dos cabelos sofre influência de diferentes fatores e pode apresentar alterações sazonais em algumas pessoas.

A maior exposição do couro cabeludo à radiação solar durante os meses quentes é apontada como uma possível explicação para uma queda mais acentuada nessa época do ano, embora o mecanismo ainda envolva diferentes fatores.

Se o inverno não necessariamente faz os cabelos caírem mais, por que a queda parece tão evidente durante os meses frios? Um dos motivos está nos hábitos adotados durante a estação.

Com as temperaturas mais baixas, muitas pessoas diminuem a frequência de lavagem dos cabelos. Dessa forma, os fios que já se desprenderam naturalmente permanecem entre os cabelos até o próximo banho.

A queda, portanto, pode parecer maior quando os cabelos finalmente são lavados. Isso acontece porque uma pessoa pode perder, naturalmente, cerca de 100 fios por dia. Se a lavagem ocorre com menor frequência, uma quantidade maior de fios se acumula e é eliminada de uma só vez durante o banho.

CICLO DOS FIOS

De acordo com o dermatologista dr. Hudson Dutra, as mudanças sazonais podem interferir no ciclo capilar de algumas pessoas, mas não são suficientes para provocar, por si só, uma rarefação acentuada dos cabelos.

“Estamos falando de um tipo de queda capilar chamado eflúvio telógeno, que, por definição, não é capaz de causar rarefação importante no couro cabeludo ou falhas pontuais. Caso isso aconteça, outros diagnósticos devem ser investigados”, explica o médico.

O eflúvio telógeno é caracterizado pelo aumento temporário da quantidade de fios que entram na fase de queda. O quadro pode aparecer após diferentes tipos de alterações no organismo e, em muitos casos, apresenta evolução transitória.

A observação do comportamento dos fios ao longo dos meses é importante justamente porque nem toda queda significa calvície. A quantidade de cabelo encontrada no banho ou na escova, isoladamente, não é o suficiente para determinar a causa do problema.

ATENÇÃO AO BANHO

Embora o frio não seja necessariamente responsável pelo aumento da queda, alguns hábitos comuns durante o inverno podem prejudicar o couro cabeludo. Um dos principais é o banho excessivamente quente.

Quando a água está muito quente, pode ocorrer remoção da oleosidade natural que ajuda a proteger a pele e os fios. A consequência pode ser um couro cabeludo mais ressecado e irritado. Em algumas pessoas, o hábito também pode agravar quadros de dermatite seborreica.

“O banho quente não provoca calvície, mas pode comprometer a saúde da microbiota do couro cabeludo. Quando a barreira natural da pele é agredida, surgem condições que favorecem inflamação, coceira, ressecamento ou aumento da oleosidade. Por isso, recomendamos banhos com água morna. Isso, porém, não interfere diretamente na queda de cabelo”, orienta o dr. Hudson Dutra.

O inverno também costuma alterar outros hábitos relacionados aos cabelos. O uso mais frequente do secador em temperaturas elevadas, por exemplo, pode contribuir para o ressecamento dos fios.

Outro comportamento que merece atenção é dormir com o couro cabeludo ainda úmido, especialmente quando os cabelos são lavados à noite.

A menor frequência de lavagem também pode favorecer o acúmulo de oleosidade, resíduos e células no couro cabeludo. Por isso, a recomendação é manter uma rotina de higiene compatível com as características de cada cabelo, sem reduzir excessivamente as lavagens apenas por causa do frio.

QUANDO FICAR ALERTA?

A perda diária de fios faz parte do funcionamento natural do organismo. O problema aparece quando a queda se torna persistente, muito intensa ou passa a ser acompanhada por outros sinais.

Alterações como perda de peso, febre e dores nas articulações, por exemplo, podem indicar que a queda está relacionada a alguma condição de saúde que precisa ser investigada. Entre as possíveis causas estão desde deficiências nutricionais até doenças autoimunes.

A deficiência de vitamina D pode estar relacionada a alterações capilares, enquanto doenças mais complexas, como o lúpus sistêmico, também podem apresentar manifestações nos cabelos. Por isso, não é recomendável tentar identificar a causa apenas pela quantidade de fios perdidos.

A avaliação dermatológica pode determinar se existe uma alteração no ciclo capilar e, quando necessário, indicar exames complementares para investigar possíveis causas.

QUEDA OU CALVÍCIE?

Outra dúvida frequente é como diferenciar uma queda temporária de um quadro de calvície. De maneira geral, o comportamento dos fios ao longo do tempo ajuda nessa identificação.

Em situações como eflúvio telógeno, alterações nutricionais, mudanças importantes de peso ou outros fatores transitórios, a queda pode começar de maneira gradual, apresentar piora ao longo de dois ou três meses e depois melhorar lentamente nas semanas seguintes.

Já a alopecia androgenética, conhecida popularmente como calvície, costuma provocar redução progressiva da densidade dos fios. Nesse caso, o couro cabeludo passa a ficar mais visível conforme os cabelos se tornam mais finos e menos numerosos.

“É importante observar a evolução do quadro nos últimos meses e realizar uma avaliação dermatológica cuidadosa, uma vez que o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética, mais conhecida como calvície, frequentemente coexistem”, explica o dr. Hudson Dutra.

Uma queda súbita e intensa, portanto, pode apontar para um processo diferente daquele observado na calvície. Por outro lado, perceber que os cabelos estão ficando progressivamente mais finos ou que determinadas áreas do couro cabeludo estão mais aparentes merece avaliação profissional.

TRATAMENTOS

Identificar a origem da queda é fundamental para escolher o tratamento. Atualmente, existem diferentes possibilidades terapêuticas, que podem envolver medicamentos, terapias físicas, protocolos clínicos individualizados e mudanças de hábitos.

Em situações mais avançadas, nas quais existe perda significativa dos folículos, o transplante capilar também pode ser considerado. O procedimento, entretanto, não é indicado indistintamente para qualquer pessoa que apresente queda.

“Quando a queda de cabelo se torna excessiva ou persistente, é fundamental buscar a avaliação de um médico para identificar a causa e definir o tratamento mais adequado. Em casos selecionados, o transplante capilar pode ser uma alternativa eficaz e segura para restaurar a densidade dos fios, desde que haja indicação clínica e expectativas alinhadas com os resultados do procedimento”, explica o cirurgião referência em transplante capilar dr. Thiago Bianco Leal.

A avaliação individual é necessária porque diferentes tipos de alopecia podem apresentar sintomas semelhantes.

Além disso, como o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética podem ocorrer simultaneamente, isso torna a investigação importante para que o tratamento não seja direcionado apenas a um dos problemas.

Diálogo

Tem promessa de candidato que já deveria estar tombada pelo patrimônio... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (16)

16/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Euclides da Cunha - Escritor brasileiro

"Estamos condenados à civilização. Ou progredimos ou desaparecemos".

FELPUDA

Tem promessa de candidato que já deveria estar tombada pelo patrimônio histórico. De tanto passar eleição, eleição e mais eleição, algumas ganharam poeira, teias de aranha e até aquele cheirinho de coisa guardada no fundo do armário. São os mesmos problemas, as mesmas soluções milagrosas e, depois da posse, o mesmo velho esquecimento. E há ainda alguns candidatos, que disputam vagas nos Legislativos, prometendo que "vão executar" obras e até fazer chover. No fim, a única obra que muitos realmente executam é a promessa. E essa, infelizmente, nunca sai do papel.

Diálogo

Com bolsa

Nesta quinta-feira (17), serão encerradas as inscrições do curso de formação e atualização para Cuidadores de Pessoas Idosas, do Programa UFMS 60+, que oferece vagas tanto para a comunidade universitária como para os demais interessados. 

Mais

A formação será realizada na UFMS de Campo Grande, Aquidauana, Coxim, Chapadão do Sul, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Três Lagoas e do Pantanal. Os participantes devidamente matriculados e regulares no curso receberão bolsa de até R$ 300.

DiálogoRoberto Cunha e Lorena - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Zulma Marques Alvares e Algemiro Claro Alvares,  comemorando hoje 66 anos de casamento Bodas de Ébano - Foto: Arquivo Pessoal

Espaço 

A corrida pelo Governo também revela procura por espaço político fora dos grupos tradicionais. Alguns candidatos chegam à disputa depois de passagens pelo Legislativo; outros, vindos da iniciativa privada, educação ou administração municipal. A maioria já experimentou outras eleições e conhece, portanto, o peso de uma campanha majoritária. Mas disputar a eleição é uma coisa; administrar a máquina pública é outra.

A escolher

Dos oito nomes colocados na disputa pelo Governo de MS, Eduardo Riedel (PP) é o único com experiência no Executivo.  Delcídio do Amaral (PRD) foi senador; Fábio Trad (PT), deputado federal; e João Henrique Catan (PL) exerce  mandato na Assembleia. Renato Gomes (DC) tem formação em Economia e Finanças  pela FGV. Daniel Lemes (PCO) é professor e candidato indígena. Lucien Rezende (PSOL) já ocupou  secretaria municipal em Ribas do Rio Pardo. Jefferson Bezerra (Agir) é jornalista. 

Mudança

Depois de seis mandatos como deputado federal, o petista Vander Loubet decidiu disputar uma vaga no Senado. Sua trajetória política está diretamente ligada à história do seu partido em MS. Durante governos petistas, manteve forte presença nas articulações políticas do Estado. Também participou da administração Eduardo Riedel. Naquela fase, nomes ligados a Vander chegaram a ocupar secretarias e outros cargos. O relacionamento político, porém, terminou em rompimento. 

ANIVERSARIANTES 

  • Dra. Viviane Almeida Nogueira Orro,
  • Edil Afonso Albuquerque, 
  • Livia Vollkopf,
  • Johnny Guerra Gai, 
  • Regina Helena de Souza Campos Martins, 
  • Humberto Rezende Pereira Filho,
  • Dr. Amantino Soares Rocha,
  • Marcus Vinicius Romero Nobre Leal,
  • Eliza Maria Albuquerque Palhares,
  • Maria de Fátima Targino Viegas,
  • Vera Lucia de Brito Martins,
  • Edy Assis de Barros Amaral,
  • Jamilson Name,
  • Safira Ribeiro da Rocha,
  • Afif Queder,
  • Reinaldo da Rosa Silveira,
  • Mabel Regina Menezes Kaczan,
  • Maria Aparecida Ortiz,
  • Nivia de Paula Moraes Oliveira,
  • Jaime Batalha Filho,
  • Alessandra Fortes Rodigheri, 
  • Eduardo Alcântara, 
  • Moema Borges de Oliveira Lima, 
  • Tânia Maria Nóbrega, 
  • Maria Aparecida Gil Alvarenga Flor, 
  • Wilson Cabral Tavares,
  • Gabriela Dória,
  • Juber Nantes Coelho Junior,
  • Pedro Alves de Oliveira, 
  • Pe. Wilson Gualberto dos Santos, 
  • Tereza Nunes da Silva, 
  • Cândida Maria Corrêa Pereira Prates,
  • Fabrina Antônia Almeida 
  • de Macedo Coelho,
  • Rhaiza Rejane Neme de Matos,
  • Elisabete Aparecida Nogueira Queiroz Campos,
  • Nilton Luciano dos Santos Junior,
  • Robson Borges Batalha,
  • Maria Tamae Yamakawa Takamura,
  • Daniela Domingos Alves,
  • Marco Antonio Guimarães Falcão, 
  • Baltazar Soares da Silva,
  • Adélia Garcia Rocha,
  • Dra. Georgiana Silva Nascimento Zahran, 
  • Maria Aparecida Martins de Souza,
  • Dr. Paulo Roberto Santos Azambuja Gomes Rea Junior,
  • Dr. João Siqueira,
  • Maria Gichek Salimon,
  • Antônio de Castro,
  • Adalberto Silva de Oliveira,
  • Carlos Augusto Georges,
  • Edison Lorenzetti,
  • Aida Fonseca Vieira,
  • Aparecida Marcílio Gamba, 
  • Cristiane Soares,
  • Maria de Fátima Costa Torres,
  • Clarindo Santos de Rezende,
  • Francisco Assis Borges,
  • Elias Londres,
  • Maria Salete Nascimento,
  • Dr. Clébio Pereira Vasconcellos, 
  • Kelly Cristina Silva Nakasone,
  • Meire Carolina Santos,
  • Janice Nascimento,
  • Dr. Roosevelt Louback de Carvalho,
  • Dr. Renate Vogl Hargesheimer, 
  • Ivo Meireles Bueno,
  • Dr. Carlos Roberto Moreira, 
  • Jaime dos Santos,
  • Antônio Sérgio Ribeiro Arruda,
  • Rosemeire Aparecida Dolce,
  • Silmo César Paulon,
  • Luiza Vieira Conde,
  • Maria Lúcia Ferreira,
  • Valtedon Martins de Novaes,
  • Márcia Brandão de Lima,
  • Maria Aparecida Bica,
  • Luciene Margot de Araújo Silva Teles,
  • Pedro de Souza Pinto Neto,
  • Walquiria Carvalho Capusso,
  • Luiz Hidenoi Moroto,
  • Cristina Barbosa dos Santos,
  • Elza Coelho da Silva,
  • Ana Rosa Pedrosa Vera Martins,
  • Davi da Silva Cavalcanti,
  • Caio Vinicius Trindade,
  • Dr. Miguel Duailibi Neto, 
  • Edson Luiz Coelho das Neves,
  • Marcos Luiz de Oliveira João,
  • Luiz Roberto Silveira Maia,
  • Horácia Doxinha Rafael Tamasato, 
  • Paola Gianotto Braga,
  • Josilene Paulon Tosta Canteiro,
  • Kátia Katsumi Arakaki,
  • Keila de Lima Arar,
  • Juliana Maria Bruno,
  • Guilherme Rohwedder Neto,
  • Leila Abrão,
  • Ronaldo Silveira Cobianchi, 
  • Paulo Pereira de Alcântara,
  • Maria Regina de Castello Branco,
  • Guilherme Jiro Tsuge,
  • Michel Cordeiro Yamada,
  • Rafael Kenny Kiatake,
  • Lúcia Taniguchi Takeuti,
  • Vantuir Antonio Grasseli.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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