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Museu do Videogame retorna com edição comemorativa em Campo Grande

Edição especial de 15 anos reúne cerca de 500 consoles e promete uma viagem pela história dos videogames

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O ano de 2026 inicia com a edição comemorativa de 15 anos do Museu do Videogame Itinerante, que ocorre de 10 de janeiro a 1º de fevereiro, no Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande.

Com entrada totalmente gratuita, a maior exposição itinerante sobre a história dos videogames no Brasil marca o início de 2026 reunindo cerca de 500 consoles de todas as gerações, desde o primeiro videogame do mundo até os modelos mais atuais, em uma experiência interativa que mistura nostalgia, tecnologia e diversão.

Criado em Mato Grosso do Sul, em 2011, o Museu do Videogame Itinerante chega à capital sul-mato-grossense com uma edição especial que celebra sua trajetória e consolidação nacional.

Hoje, o projeto percorre o país inteiro, recebe cerca de 5 milhões de visitantes por ano e já passou por 19 estados brasileiros.

Exposição interativa resgata mais de cinco décadas da história dos games

Além da exposição histórica, o público poderá jogar em dezenas de consoles clássicos e atuais, participar de torneios, experimentar tecnologias imersivas e interagir com atrações que marcaram gerações.

Entre os destaques estão relíquias raras como:

  • Magnavox Odyssey (1972), o primeiro console do mundo
  • Atari Pong (1976), o primeiro console doméstico da Atari
  • Fairchild Channel F (1976), o primeiro console a usar cartuchos
  • Telejogo Philco-Ford (1977), o primeiro videogame fabricado no Brasil
  • Vectrex (1982), console com monitor próprio
  • Nintendo Virtual Boy (1995), pioneiro em jogos 3D
  • Microvision (1979), primeiro portátil com cartucho
  • R.O.B (1985), robô lançado com o Nintendo 8 bits

De acordo com o curador do museu, Cleidson Lima, a proposta é permitir que o visitante não apenas conheça a história dos videogames, mas também vivencie essa evolução jogando.

Do Atari ao PlayStation 5

Entre os consoles disponíveis para o público estão Atari 2600, Nintendinho, Master System, Mega Drive, Super Nintendo, Neo Geo, Nintendo 64, Game Cube, Dreamcast, Xbox, PlayStation 1 e 2, além das áreas dedicadas às novas gerações, com PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e simuladores de corrida com cockpits realistas.

Outro destaque é a área de realidade virtual com PlayStation VR2, que proporciona uma experiência imersiva de última geração.

A programação inclui ainda:

  • Palco Just Dance, com rankings e concursos de dança
  • Torneios de games clássicos e atuais
  • Máquinas de arcade
  • Controles gigantes
  • Concurso de cosplay, reunindo fãs de animes, mangás e videogames

O Museu do Videogame Itinerante é o primeiro do gênero no Brasil registrado pelo Ibram, Instituto Brasileiro de Museus.

Em sua trajetória, recebeu o prêmio de Museu Mais Criativo do Brasil pelo Ministério da Cultura, representou o país em um encontro mundial de museus em Paris e integrou a programação da London Games Festival, na Inglaterra.

Para mais informações sobre o projeto, basta seguir o Instagram @museudovideogameoficial.

Serviço

  • Edição comemorativa de 15 anos do Museu do Videogame Itinerante
  • Local: Shopping Bosque dos Ipês
  • Data: 10 de janeiro a 1° de fevereiro
  • Local: avenida Cônsul Assaf Trad, 4796, no bairro Novos Estados, em Campo Grande

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Saúde Correio B+

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de Casal

A especialista explica por que adultos precisam ter conversas difíceis

15/02/2026 15h00

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal Foto: Divulgação

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Prazer, su Vanessa Abdo!

Ao longo da vida, todos nós vamos acumulando nós. Alguns surgem nas relações afetivas, outros na forma como educamos nossos filhos, no casamento que muda com o tempo, no corpo que se transforma ou nas expectativas que pesam demais. Há também aqueles nós silenciosos, que se formam quando não conseguimos nomear o que sentimos. É sobre eles — e sobre o impacto que exercem na saúde mental — que esta coluna se propõe a falar.

Sou psicóloga há mais de duas décadas e dedico minha atuação a ajudar pessoas a desatar nós: no casamento, nas relações entre pais e filhos, na parentalidade real — distante dos modelos idealizados — e nos conflitos emocionais que atravessam as diferentes fases da vida. Esse trabalho acontece no consultório, nas salas de aula, nas palestras, na televisão e nos espaços de diálogo que venho construindo ao longo da minha trajetória profissional.

Tenho doutorado e mestrado em Psicologia Social pela PUC-SP, sou professora universitária e CEO do Mamis na Madrugada. Atuo como psicóloga do programa New Faces, do canal E! NOW Brasil, sou embaixadora da revista Pais&Filhos, do podcast Conexão das Mulheres e integro o Juntos Educação Parental. Também sou autora do livro infantil As aventuras de Neneta em seu balão encantado, projeto que traduz a importância do cuidado emocional desde a infância.

Antes de tudo, sou mulher, esposa há quase 20 anos, mãe da Laura, de 14 anos, e do Rafael, de 12. Acredito que a Psicologia não se faz distante da realidade: ela se constrói no encontro humano, na escuta qualificada e na responsabilidade com os vínculos que sustentam a vida cotidiana.

Nesta coluna, vamos conversar sobre paternidade responsável, maternidade e seus desafios, climatério e menopausa, ninho vazio, terapia de casal e relações familiares em transformação. A proposta não é oferecer respostas prontas, mas ampliar o olhar, provocar reflexões e abrir espaço para conversas mais conscientes sobre saúde mental, escolhas e afetos.

Desatar nós não é eliminar conflitos, mas aprender a lidar com eles com mais consciência, diálogo e cuidado. Que este espaço seja um convite permanente à reflexão.

Terapia de Casal: adultos precisam ter conversas difíceis

Muitos casais chegam à terapia dizendo que “o problema é a comunicação”. Em parte, isso é verdade. Mas, na maioria das vezes, o que falta não é conversa — é coragem. Coragem para sustentar diálogos difíceis, para falar do que incomoda sem atacar, para escutar sem se defender e para assumir responsabilidades emocionais. Relacionamentos adultos exigem maturidade emocional, e isso inclui enfrentar desconfortos.

Conversas difíceis são aquelas que tocam em expectativas frustradas, ressentimentos acumulados, mudanças de desejo, divisão de tarefas, sexualidade, dinheiro, educação dos filhos ou a sensação silenciosa de solidão a dois. Muitos casais evitam esses temas acreditando que o silêncio preserva a relação. O que ele faz, na verdade, é criar distância, ruído e interpretações equivocadas.

Na terapia de casal, frequentemente aparece a infantilização do vínculo: adultos esperando que o outro adivinhe o que sentem, testando limites, punindo com afastamento ou ironia, em vez de nomear necessidades. Relações maduras não se constroem com jogos emocionais, mas com diálogo claro, mesmo quando ele é desconfortável.

Ter conversas difíceis não significa brigar o tempo todo, nem transformar o relacionamento em um tribunal. Significa compreender que conflitos fazem parte da vida a dois e que evitá-los não os elimina — apenas os empurra para debaixo do tapete, onde ganham força. O casal que conversa amadurece; o que evita, adoece.

A terapia oferece um espaço seguro para que essas conversas aconteçam com mediação, escuta e responsabilidade. Não é um lugar para apontar culpados, mas para compreender dinâmicas, revisar acordos e resgatar o diálogo adulto. Muitas vezes, o amor ainda existe, mas está soterrado por mágoas não ditas.

Relacionamentos não fracassam porque as pessoas falam demais, mas porque falam de menos — ou falam tarde demais. Ter conversas difíceis é um ato de cuidado, não de ruptura. É escolher crescer junto, mesmo quando isso exige atravessar desconfortos.

Amar, na vida adulta, também é aprender a conversar.

@vanessaabdo7

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Dra. Vanessa Abdo Psicóloga | Colunista do Jornal Correio do Estado - Divulgação

 

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Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Com cuidados simples é possível aumentar a vida útil das peças para que os pequenos possam se divertir por mais tempo

15/02/2026 13h30

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração Foto: Divulgação

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O Carnaval é um dos momentos mais aguardados do ano, marcado por alegria, cores vibrantes e muita criatividade. Nos bloquinhos, festas e desfiles, as fantasias ganham destaque e permitem que adultos e crianças entrem no clima da folia com estilo e imaginação.

Para que essas peças mantenham o brilho, a durabilidade e possam ser reutilizadas em outros momentos festivos, a especialista têxtil da 5àsec, maior rede de lavanderias do Brasil, Marinês Cassiano, compartilha dicas valiosas de conservação.

Busque cuidados especiais conforme o tecido de cada peça

As fantasias infantis são criativas e muitas vezes contam com fibras leves, pedrarias, aplicações, bordados e lantejoulas. Por isso, não é indicado colocá-las diretamente na máquina de lavar, pois isso pode comprometer o tecido e os detalhes. Já as opções feitas com materiais escolares, como EVA e papel crepom, não são laváveis e a reutilização depende apenas da forma de uso.

Caso suje, procure limpar o quanto antes

Nas comemorações, é comum que as fantasias entrem em contato com alimentos, bebidas, espumas, maquiagens infantis e até tintas. Para evitar manchas permanentes, a recomendação é remover o excesso com um guardanapo ou pano branco seco e limpo. Produtos caseiros devem ser evitados, pois podem danificar as fibras e dificultar a higienização posterior.

Armazene as fantasias de forma separada das demais roupas

Como as fantasias não fazem parte do uso cotidiano, é essencial guardá-las separadamente em gavetas ou sacos de TNT. Isso ajuda a preservar a forma e evita amassados ou danos. Modelos com penas devem ser armazenados em caixas abertas, garantindo que os detalhes se mantenham intactos.

Guarde as peças sempre limpas

Após o uso, é fundamental higienizar corretamente antes de guardar. Resíduos como suor e restos de maquiagem, alimentos, tintas ou canetinhas podem causar manchas persistentes ou até amarelamento do tecido. Para prevenir mofos, recomenda-se retirar as fantasias do armário a cada três meses e deixá-las arejar na sombra.

Se alguma peça apresentar sinais de mofo ou amarelado, Marinês reforça que o ideal é lavá-la com cuidado, sempre seguindo as orientações da etiqueta. Para manchas antigas, a recomendação é recorrer a uma lavanderia especializada, como a 5àsec, que oferece serviços de remoção, revitalização de cores e tratamentos que prolongam a durabilidade dos tecidos.

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