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Nada sós: "Outra Vida"

Série estreia na Netflix para trazer mais peso à ficção científica na plataforma

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A Humanidade só conhece uma pequena parcela da região fora do planeta Terra. Como conseqüência disso, muitos filmes e séries fizeram sucesso tentando preencher essa lacuna de informações sobre outros planetas, em especial quando se considera a possibilidade de vida extraterrestre. Algumas produções como “ET - O Extraterreste”, “Alien - o Oitavo Passageiro” e “Star Wars” são ícones desse gênero que, desde a década de 1980, vem ganhando cada vez mais popularidade. Agora é a Netflix que pega uma carona no tema para lançar “Outra Vida”, produção original com estreia marcada para o dia 25 de julho.

O enredo da série gira em torno de um artefato extraterrestre que pousa na Terra. Para investigar as origens de tal objeto, é montada uma equipe de astronautas liderada por Niko Breckinridge (Katee Sackhoff). Enquanto ela e seus colegas estão no espaço, seu marido coordena as investigações em solo terrestre. Com o decorrer das missões, ambos os grupos descobrem que a vida na Terra pode estar em risco. Dessa forma, a tarefa de Niko, que era inicialmente de reconhecimento, corre sérios riscos de se tornar uma missão suicida. Para evitar que a Terra entre em uma guerra e corra sérios riscos de extinção, o planeta depende das habilidades de Niko e sua equipe, mesmo que isso custe a vida de toda a tripulação.

“Outra Vida” entra no catálogo da Netflix para reforçar a presença das produções de ficção científica originais na plataforma, junto de “The OA”, “Black Mirror” e o “remake” de “Perdidos no Espaço”. Além de mexer com a curiosidade evidente sobre o assunto de vida extraterrestre, a série também aposta na experiência que o elenco tem com o tema. A protagonista, Katee Sackhoff, também estrelou “Battlestar Gallactica”, série do mesmo gênero que rendeu quatro temporadas entre 2004 e 2010. Somados todos esses fatores, a nova série de dez episódios tem tudo para ganhar destaque dentre as produções mais populares de um gênero tão aclamado pela audiência.

CAMPO GRANDE

Bazar tem camisa autografada por Neymar e 10 mil itens com 90% de desconto

Há peças de marcas famosas e luxuosas, como Calvin Klein, Guess, Michael Kors, Zara, Farm, Carter's, John John, GAP e Santa Lolla

14/04/2026 11h45

Malas também estarão à venda

Malas também estarão à venda Reprodução/Instagram @bazarvip_beneficente

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Bazar Vip ocorrerá neste sábado (18), das 13h às 17h, no Clube Estoril, localizado na rua Silvina Tomé Veríssimo, número 20, Jardim Autonomista, em Campo Grande.

Serão 10 mil itens à venda, com 90% de desconto:

  • Roupas
  • Casacos
  • Sapatos para todas as idades
  • Bolsas
  • Acessórios
  • Óculos
  • Cremes
  • Malas
  • Smartwatches
  • Brinquedos
  • Itens de decoração
  • Entre outros artigos

Os itens são femininos e masculinos, para crianças, adultos e idosos. Há peças de marcas famosas e luxuosas – Calvin Klein, Guess, Michael Kors, Zara, Farm, Carter’s, John John, GAP, Santa Lolla, entre outras.

Além disso, uma camisa do Santos FC, autografada pelo Neymar, também será leiloada no evento. As formas de pagamento aceitas são dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito

O bazar é beneficente e o dinheiro arrecadado será destinado a instituição social Casa da União Lar de Santana.

Portanto, este fim de semana é a oportunidade para comprar roupa de marca, bonita, barata e a preços acessíveis.

Além disso, é possível garantir peças luxuosas de marca famosa pagando pouco e ainda sendo solidário.

Veja algumas peças que estarão disponíveis:

Malas também estarão à vendaCamisa autografada por Neymar
Malas também estarão à venda
Malas também estarão à venda
Malas também estarão à venda
Malas também estarão à venda

SERVIÇO

  • Data: 18 de abril de 2026 (sábado)
  • Horário: das 13h às 18h
  • Local: Clube Estoril - Rua Silvina Tomé Veríssimo, 20 - Jardim Autonomista
  • Entrada: gratuita
  • Pagamento: dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito

Odontofobia

Ansiedade e fobias impedem consultas regulares ao dentista e podem agravar problemas

Ansiedade e fobias impedem consultas regulares no dentista e contribuem para agravamento de problemas bucais, mas técnicas de sedação ajudam a tornar o atendimento mais seguro e confortável

14/04/2026 09h00

A odontofobia é um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e classificado na CID-10 como uma fobia específica

A odontofobia é um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e classificado na CID-10 como uma fobia específica Freepik

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O som do motor, o cheiro característico do consultório e a lembrança de experiências desconfortáveis ainda são gatilhos suficientes para afastar milhões de pessoas do dentista.

Para muitos, o que começa como um receio pontual evolui para quadros mais complexos de ansiedade odontológica e, em casos extremos, para a chamada odontofobia – um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e indicado na Classificação Internacional de Doenças da 10ª edição (CID-10) como uma fobia específica.

Esse medo não é apenas psicológico: ele se manifesta fisicamente. Taquicardia, sudorese, tremores, sensação de pânico, vontade de chorar e pensamentos acelerados estão entre os sintomas relatados por pacientes.

Diante desse cenário, não é incomum que consultas sejam adiadas por meses ou até anos – mesmo quando há dor ou necessidade evidente de tratamento.

Os números reforçam a dimensão do problema. Um levantamento da Oral Health Foundation, no Reino Unido, aponta que 36% das pessoas evitam o dentista por medo. 

No Brasil, dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO) indicam que cerca de 15% da população apresenta ansiedade odontológica, enquanto aproximadamente 2% sofre com odontofobia.

Na prática, isso significa que uma parcela significativa da população mantém distância dos consultórios, o que impacta diretamente a saúde bucal.

MEDO QUE PARALISA

Na rotina clínica, o cirurgião-dentista Oscar Peixoto Ennes observa esse comportamento com frequência. Segundo ele, mesmo com os avanços tecnológicos e técnicas modernas menos invasivas, o medo ainda é um dos principais fatores que afastam pacientes.

“Muitos evitam o tratamento por receio da dor, ansiedade ou insegurança em relação aos procedimentos. Isso pode estar ligado ao desconhecimento sobre o que será feito, ao medo do pós-operatório e até ao perfil mais ansioso da sociedade atual”, explica.

O problema é que adiar consultas pode transformar situações simples em quadros mais complexos. Doenças como cáries e inflamações gengivais têm origem bacteriana e podem evoluir rapidamente quando não tratadas.

O resultado são intervenções mais longas, invasivas e, muitas vezes, mais desconfortáveis, o que acaba reforçando o ciclo de medo.

A recomendação dos especialistas é de que quanto mais cedo o problema for identificado, mais simples tende a ser o tratamento. Consultas regulares não apenas previnem complicações, como também ajudam o paciente a criar uma relação mais tranquila com o ambiente odontológico.

SEDAÇÃO COMO ALTERNATIVA

A odontofobia é um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e classificado na CID-10 como uma fobia específica A sedação ambulatorial é uma técnica que permite que os procedimentos sejam realizados com mais conforto, reduzindo significativamente o estresse durante o atendimento - Foto: Freeik

Diante desse cenário, a sedação ambulatorial tem ganhado espaço como uma solução eficaz para pacientes que apresentam medo ou ansiedade. A técnica permite que os procedimentos sejam realizados com mais conforto, reduzindo significativamente o estresse durante o atendimento.

Em Campo Grande, por exemplo, esse tipo de serviço é oferecido por iniciativas como a Servan Anestesiologia, por meio do Serviço de Anestesia e Sedação (SAS), que leva a sedação médica para dentro de clínicas e consultórios odontológicos.

O diferencial está no acompanhamento integral de um médico anestesiologista durante todo o procedimento.

Com monitorização contínua e protocolos específicos, a sedação é indicada especialmente para intervenções de baixa e média complexidade, além de casos em que o paciente apresenta ansiedade intensa ou dificuldade de permanecer por longos períodos na cadeira odontológica.

Na prática, os resultados são perceptíveis desde o início do atendimento. “Quando é oferecido um atendimento com sedação, o paciente que chega cheio de restrições rapidamente relaxa e se torna mais receptivo”, relata o dentista.

Além de proporcionar conforto ao paciente, a presença de um anestesiologista também traz mais segurança para a equipe odontológica. Isso porque o profissional está preparado para monitorar sinais vitais e agir rapidamente em caso de qualquer problema.

“Isso traz muito conforto para o paciente, que se sente mais seguro, e também para nós, pela tranquilidade de contar com um especialista preparado para qualquer intercorrência”, afirma. Segundo o dentista, pacientes que passam por procedimentos com sedação tendem a apresentar uma recuperação mais tranquila, já que não vivenciaram altos níveis de estresse durante a intervenção.

Os benefícios se estendem ainda ao pós-operatório. “Ao final da cirurgia, o paciente está mais tranquilo, não passou por estresse durante o procedimento e, com isso, tudo transcorre melhor. A satisfação é maior e a recuperação também tende a ser diferente”, destaca Oscar.

Mais do que facilitar procedimentos específicos, a sedação tem desempenhado um papel importante na reaproximação de pacientes com o consultório odontológico. Para muitos, a possibilidade de realizar tratamentos sem sofrimento é o primeiro passo para retomar o cuidado com a saúde bucal.

Esse movimento é fundamental, especialmente diante de um cenário em que o medo ainda representa uma barreira significativa.

Ao reduzir a ansiedade e tornar a experiência mais positiva, a sedação contribui para quebrar o ciclo de adiamento e negligência.

Especialistas reforçam que cuidar da saúde bucal vai muito além da estética. Problemas não tratados podem afetar a mastigação, a fala e até a saúde geral, já que infecções bucais podem se espalhar para outras partes do corpo.

Nesse contexto, iniciativas que tornam o atendimento mais acessível e confortável ganham relevância. A sedação, aliada a uma abordagem humanizada e ao avanço das técnicas odontológicas, surge como uma ferramenta importante para transformar a relação dos pacientes com o dentista.

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