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Show

Ney Matogrosso, um dos maiores artistas de MS, faz palestra-show na UFMS

Artista sul-mato-grossense participa de palestra-show no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande, marcando a abertura do evento que reúne música, literatura, cinema e formação artística entre os dias 26 e 28

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Um dos nomes mais marcantes da música brasileira, o cantor e performer Ney Matogrosso será uma das grandes atrações do Festival da Juventude 2026, que acontece entre os dias 26 e 28, no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande.

O artista participa da abertura do evento com uma palestra-show no Teatro Glauce Rocha, propondo um encontro direto entre sua trajetória artística e o público jovem.

Com atividades que incluem música, literatura, cinema, oficinas e debates, o festival busca colocar a juventude no centro da produção cultural, aproximando estudantes, jovens artistas e o público em geral de nomes consagrados e de novas vozes da arte brasileira.

Para a Reitoria da UFMS, sediar o festival reforça o papel da universidade pública como espaço de diálogo entre diferentes setores da sociedade.

A instituição destaca que a iniciativa amplia o acesso à cultura e fortalece a participação de estudantes da Educação Básica, jovens artistas e coletivos culturais, aproximando a universidade da comunidade.

Durante três dias, o campus vai se transformar em um ambiente de experimentação cultural, onde jovens deixam de ser apenas espectadores para se tornar autores, intérpretes e criadores.

ABERTURA

A presença de Ney Matogrosso marca um dos momentos mais aguardados da programação. No dia 26, o artista sobe ao palco do Teatro Glauce Rocha para uma apresentação em formato de palestra-show, em que vai compartilhar histórias de sua trajetória, reflexões sobre arte e canções que marcaram sua carreira.

Durante o encontro, a conversa será conduzida por dois jovens participantes do festival, criando um diálogo entre gerações e permitindo que estudantes e admiradores conheçam de perto as experiências de um artista que atravessa décadas da cultura brasileira.

No palco, a proposta é intimista. Vestido de preto e sem grandes adereços, Ney Matogrosso conduz a apresentação com a presença cênica que se tornou sua marca ao longo da carreira. Entre relatos e interpretações musicais, o público acompanha um percurso artístico marcado pela liberdade estética e pela força interpretativa.

Nascido em Mato Grosso do Sul (quando o Estado ainda fazia parte do antigo Mato Grosso), Ney Matogrosso construiu uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente, sendo considerado um dos intérpretes mais influentes da música brasileira.

Para a coordenadora-geral do festival, Andréa Freire, receber o artista tem um significado simbólico para o Estado.

Segundo ela, a participação de Ney Matogrosso representa a oportunidade de aproximar os jovens de uma trajetória que ajudou a redefinir a música e a performance no Brasil. “Ele foi um jovem brilhante, que abriu caminhos e continua inspirando gerações”, afirma.

NOVA GERAÇÃO

Além de Ney Matogrosso, a programação musical do festival também contará com o cantor e compositor Chico Chico, considerado uma das vozes mais interessantes da nova geração da música brasileira.

O artista apresentará o show “Let It Burn – Deixa Arder”, trabalho que explora diferentes influências sonoras e revela uma fase mais autoral e intensa de sua carreira.

No repertório, canções como “Tanto pra Dizer”, “Tempo de Louças” e a faixa-título “Let It Burn” conduzem o público por uma jornada musical que mistura elementos do blues, do folk, da milonga e da música popular brasileira.

O espetáculo também inclui releituras de clássicos que influenciaram a trajetória do artista, como “Vila do Sossego”, de Zé Ramalho, “Girl from the North Country”, de Bob Dylan, e “Four and Twenty”, de Stephen Stills.

Resultado de uma parceria com o produtor musical Pedro Fonseca e músicos que acompanham o artista, o show apresenta Chico Chico em uma fase de maturidade artística, combinando sonoridades contemporâneas e referências da tradição musical.

Chico ChicoChico Chico - Foto: Zabenzi 

PROGRAMAÇÃO

O Festival da Juventude propõe um espaço de formação e experimentação artística. A proposta central é incentivar jovens a desenvolverem sua expressão criativa por meio da literatura, do audiovisual e de diferentes linguagens culturais.

Entre as atividades previstas estão concursos literários, batalhas de rima e o desafio audiovisual 1 Minuto de Cinema Inspirado na Literatura, que premiará produções de jovens criadores.

Os textos vencedores dos concursos literários serão publicados em livro. As inscrições para essas atividades seguem abertas até este domingo.

A programação inclui ainda diversas oficinas formativas, com temas como escrita criativa, mediação de leitura, roteiro cinematográfico, criação de aplicativos, interpretação para cinema e TV e poesia slam.

As atividades têm como objetivo estimular a criatividade e ampliar o repertório cultural dos participantes, transformando o festival em um espaço de aprendizado e produção artística. De acordo com a organização, as oficinas permanecem com inscrições abertas até o dia 20 no site oficial do evento.

>> Serviço 

Festival da Juventude 2026

Local: Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campo Grande.
Data: de 26 a 28 de março.
Abertura com Ney Matogrosso no Teatro Glauce Rocha.

Inscrições para concursos:  Até o dia 15 de março.
Inscrições para oficinas: até o dia 20 de março.

Mais informações: Site: https://festjuv.com.br/2026/.
Instagram: @festivaldajuventudems.

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Turismo

Projeto Corumbá a Pé usa QR codes para revelar a história de 17 edifícios históricos

Projeto Corumbá a Pé usa QR codes para revelar a história de 17 edifícios históricos e transforma um passeio pelo centro da cidade em uma experiência interativa de valorização do patrimônio cultural às margens do Rio Paraguai

01/07/2026 08h30

Silvio de Andrade

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Caminhar pelo centro e o Porto Geral de Corumbá é voltar a um passado de prosperidade econômico pós-guerra (do Paraguai), entre o fim do século 19 e meados do século 20. São grandes casarões construídos com influência arquitetônica europeia, misturas neoclássicas e coloniais e ornamentações de diversas origens.

Tombado pelo patrimônio histórico nacional, o conjunto reflete a importância continental da cidade como terceiro maior porto fluvial do Brasil.

A imponência desses bens culturais chama a atenção do visitante, qualificando Corumbá como uma cidade de aspecto urbanístico e paisagístico diferenciado em Mato Grosso do Sul, moldada pelos caminhos das águas do Rio Paraguai e platinas.

Elementos ornamentais, fachadas alinhadas ao passeio público e diferentes usos urbanos compõem a identidade visual do conjunto histórico, grande parte de frente para o rio e o Pantanal.

O corumbaense precisa incorporar essa joia cultural ao seu bairrismo como pertencimento e, assim, protegê-la e eternizá-la. Várias têm sido as iniciativas (ou tentativas) para que a cidade assuma um dos elementos mais preciosos de sua história de 247 anos, envolvendo, principalmente, os jovens e as crianças.

Ainda se depreda, abandona ou descaracteriza um imóvel histórico, ou pior, leva-se ao chão para construir algo que não compõe a paisagem.

Foto: Silvio de Andrade

Na palma da mão

Na semana passada, a prefeitura de Corumbá, com a participação do campus da Universidade Federal de MS (UFMS), lançou mais um projeto que chega como um novo despertar para atrair a família corumbaense, os turistas e os pesquisadores para a valorização do Centro Histórico (e entorno).

O Corumbá a Pé é um convite para a busca da identidade e referenciar uma bela e encantadora cidade, com seus paralelepípedos, palmeiras imperiais e samba no pé.

Com a ajuda da tecnologia para aproximar a população e o visitante, o passeio por essas edificações de grande expressividade se torna mais do que uma aula de patrimônio arquitetônico, num momento crucial em que o município está investindo R$ 21 milhões na restauração de cinco prédios.

Por meio da leitura de QR codes, a identificação e a história do imóvel vêm à palma da mão, enquanto se observa sua grandiosidade arquitetônica.

A iniciativa inovadora contempla 17 exemplares construídos a partir de 1876 (Casa Wanderley & Baís, na Rua Manoel Cavassa, orla portuária).

Suas fachadas receberam placas com QR codes e, ao apontar a câmera do celular, tem-se acesso a informações sobre a história, as características de construção e a importância cultural, tornando a experiência de conhecer o Centro Histórico mais interativa, acessível e educativa com conteúdo digital.

No Porto Geral, antiga Alfândega e, ao fundo, prédio da Casa Vasquez & Filhos
Foto: Silvio de Andrade
Foto: Silvio de Andrade

Além da Casa Wanderley & Baís, que abriga o Museu de História do Pantanal (Muhpan), foram incluídas na listagem outras construções do século 19, como o antigo presídio (hoje, Casa do Artesão), de 1875, a Catedral de Nossa Senhora da Candelária, de 1885, a Alfândega, sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Arquitetônico Nacional (Iphan), de 1896, e a Casa Comercial Vasquez & Filhos, sede do Memorial do Homem Pantaneiro, de 1898.

Fortalecer a identidade

Também figuram o Instituto Luiz de Albuquerque (ILA), o Moinho Mato-Grossense (hoje, Moinho Cultural Sul-Americano), a antiga sede da prefeitura, a Casa Marinho, o Hotel Galileo, o Mercadão Municipal, o Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, a Escola Municipal Cyriano Félix de Toledo, inaugurada em 1947 pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra, a Praça da República, local da retomada de Corumbá na Guerra do Paraguai, o Museu Casa do Dr. Gabi, a Casa e Museu Art Izu e o Centro de Convenções do Pantanal.

A Fundação de Desenvolvimento Urbano e Patrimônio Histórico (Fuphan), ao lançar o Corumbá a Pé, aposta na ferramenta e no acesso fácil à história patrimonial para aproximar moradores, estudantes e visitantes da memória urbana corumbaense e promover sua valorização e proteção.

Arquiteta Lauzie Xavier, diretora-presidente da Fuphan
Foto: Silvio de Andrade

Para a diretora-presidente da fundação, Lauzie Michelle Mohamed Xavier Salazar, despertar a comunidade para sua própria história é vital para esse pertencimento.

“A iniciativa integra ações de educação patrimonial voltadas à valorização da memória urbana, ao fortalecimento da identidade cultural da população e à promoção do turismo cultural em Corumbá”, ressalta Lauzie, que é arquiteta e neta da escultora Izulina Xavier (ícone da cultura pantaneira, falecida em 2022) e trabalhou em vários projetos de restauração no conjunto tombado em 1993.

Numa segunda fase, o projeto, que tem o apoio do escritório técnico do Iphan, ampliará o catálogo dos imóveis históricos para 40, contando também com a participação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado (CAU).

A plataforma de acesso às informações (inclui mapa da área tombada) foi desenvolvida pelos alunos do campus da UFMS que integram o trabalho de extensão Materialidade e Espacialidade das fachadas Históricas de Corumbá-MS.

Acesse o site em https://lapan-arq.github.io/Casario-do-Porto-de-Corumba/.

Diálogo

Velhos fantasmas da política sul-mato-grossense voltaram a assombrar... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (1)

01/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Umberto Eco - escritor italiano

"Nem todas as verdades são para todos os ouvidos, nem todas as mentiras podem ser reconhecidas como tais”.

FELPUDA

Velhos fantasmas da política sul-mato-grossense voltaram a assombrar o noticiário e algumas pré candidaturas. Há quem garanta que eles chegarão até a campanha, mas poucos se arriscam a apostar em sucesso nas urnas. Nos bastidores, a avaliação é que certas figuras já entraram nos acréscimos da vida pública sem perceber. A propaganda pode até ser bonita, mas o problema costuma aparecer na hora da apuração. E aí não serão só as correntes fantasmagóricas rangendo, mas também os dentes, seguido de copioso choro. É só esperar para ver.

Diálogo

No tipo

Parece que, enfim, alguém avisou que festa junina não é concurso de caricaturas. Neste ano, alguns deputados trocaram o tradicional figurino de “caipira de novela” por roupas sociais, chapéus discretos e rostos livres das inevitáveis pintinhas pretas.

Mais

A imagem ficou mais próxima do homem do campo e bem distante da fantasia que durante décadas confundiu tradição com estereótipo. Um pequeno avanço e sem remendos. Vale lembrar que  a maioria dos parlamentares é do agronegócio. Uma no cravo, outra na ferradura, pois...

DiálogoAmérico Calheiros e Sylvia Cesco - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Laura Alcântara - Foto Arquivo Pessoal

Radiografia

Depois de tantos anos ouvindo que o caixa está sempre no vermelho, a Justiça resolveu conferir os números de perto. Ao discutir ações sobre a retomada dos serviços e a contratualização do SUS, ficou definido que haverá uma perícia nas contas da Santa Casa. As partes terão 15 dias para definir o período e o alcance da análise. A expectativa é descobrir qual é a real situação financeira do hospital. Afinal, transparência também  pode ser um bom remédio.

Maratona

Vereador de Campo Grande comemorou, todo animado, que a revitalização de uma praça na periferia deu “mais um passo” com a homologação da licitação e os R$ 279 mil garantidos. Só esqueceu de avisar que ainda falta percorrer boa maratona burocrática. Agora vêm a formalização do contrato, a emissão da ordem de serviço e só então o início das obras. Em política, inaugurar expectativa costuma ser bem mais rápido do que isso acontecer com a praça.

Devagar

O Congresso entrou na contagem regressiva antes do recesso, mas a fila de pendências continua de fazer inveja a repartição pública. Entre elas estão a LDO de 2027, bilhões em créditos para o governo, 95 vetos presidenciais acumulados desde 2022 e até a PEC que acaba com a escala 6x1. Tudo indica que boa parte desse pacote ficará para o segundo semestre. E, como ele já será dominado pelo calendário eleitoral, votar assuntos espinhosos pode acabar virando prioridade... para depois.

ANIVERSARIANTES

  • Dr. Carlos Eduardo Contar, 
  • Mário Sérgio de Azevedo,
  • Karina Abussafi de Lima,
  • Carlos Alfredo Mantero Brasil, Thiérry de Carvalho Faracco,
  • Atílio Espinosa de Figueiredo,
  • Sebastião Pereira Filho,
  • Dirci Francisca Martins,
  • Geraldo Balan,
  • João Joresnilton Dinis,
  • Glei Marcio Silva Candido,
  • Sidnei de Moura Mansour,
  • Eliza Maria da Silva,
  • Ricardo Chemzarian, 
  • Amélia Martins de Souza e Silva,
  • Leonor Maria Coelho de Paula,
  • Rodrigo Barros Corrêa, 
  • Ronaldo José Rosa,
  • Evandro César de Oliveira,
  • Luis de Barros Rodrigues Leite,
  • Rosana Midon de Moraes, 
  • Ricardo Barbosa,
  • Carlos Eduardo Lopes,
  • Maria do Carmo Nunes Rondon, 
  • Dr. Oswaldo Lopes Junior,
  • Dr. Luiz Fernando da Fonseca Sismeiro, 
  • Paulo Cezar Soares de Lima,
  • Gal Paulo Roberto Ferreira Vianna,
  • Gabriel Murano Garcia,
  • Marcos Guilherme Zchwarzbach,
  • Abrão Armoa Zacarias,
  • Vivian Puxian,
  • Sylvia Marielle Rezende Brito,
  • Maria Venância de Oliveira Medeiros,
  • João Marques da Silva,
  • Maria de Lourdes Corrêa Barbosa,
  • Ailto Martello,
  • José Pompeu Filho,
  • Domingos Giovani Salví,
  • Jailson Pereira de Souza,
  • Carmen Lúcia da Rocha,
  • Edna Alves Mota,
  • Everardo Espíndola Freire,
  • Helen de Miranda Granzoti,
  • Celito Espíndola, 
  • Luiz Augusto de Oliveira,
  • João Alberto Rigon,
  • Andressa de Carvalho Zeviani,
  • Dr. Hugo Arantes Campos,
  • Bruno de Souza Salomão,
  • Rita Cristovão Santa Rosa,
  • Sônia Maria de Souza Mendes, 
  • Nívea Maria Cardoso,
  • Humberto Amaro Cordeiro,
  • Ana Lúcia Azevedo Corrêa,
  • Edson Yassuhiro Sakai,
  • Alberto Luiz Leite da Silva,
  • Alba Feitosa Beltrão,
  • Dr. Luiz Carlos Batista Pinto,
  • Helciane Franco Marinho Silva, 
  • Licio Carlos da Silva,
  • Adjair Vieira Barbosa,
  • Maria de Lourdes Barbosa 
  • de Oliveira,
  • Luis Eduardo Costa,
  • Margareth do Carmo Nascimento Furtado,
  • Rodrigo Massuo Sacuno, 
  • Carlos Alberto Catalani, 
  • Meire Saldanha Lemos,
  • Marisa de Quadros e Quadros,
  • Roberto Rabelati, 
  • Osvaldo Alves Pinto,
  • Alcindo João Reis,
  • Valter Lang,
  • Maria Lúcia Alves Ribeiro,
  • Ronny Stward Matheussi Portuguez,
  • Kamila Ribeiro Souza,
  • Nanao Yamamoto,
  • Carla Rosa Andrade Ferreira Brandão,
  • Elias Ferreira Gomes,
  • João Antonio Ferreira Borges,
  • Raquel Anet Silva Corrêa 
  • Lemos de Faria,
  • Dr. Nilo Peçanha Coelho, 
  • Teobaldo Alves de Medeiros,
  • Vitor Hugo Dantas Zanchet,
  • Olídia de Amorim Rosa, 
  • Dr. Hiroshi Sakihama, 
  • Marcelo Battilani Calvano,
  • Angela Rosseti Chamorro,
  • Rodrigo Ponce de Almeida Insfran,
  • Nilton Cesar Corbalan Gusman,
  • Paulo Cesar Maffei,
  • Antonio Carlos Moti de Almeida,
  • Ana Paula Tavares Simões,
  • Marisvaldo Zeuli,
  • Mário Esqueda Junior,
  • Francisco Lima de Sousa Júnior,
  • Luzia Haruko Hirata,
  • Josmeire Zancanelli de Oliveira,
  • Hyali Bacelar Barros,
  • Glaisse Andrezza da Silva Spiguel de Paula,
  • Margarida Gomes Ortiz,
  • Luís Marcelo Benites Giummarresi,
  • Luiz Carlos Dobes.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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