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Felpuda

O governador Eduardo Riedel começou a "varrer" do caminho "entulhos de...Leia na coluna de hoje

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Fabrício Carpinejar - escritor brasileiro

"Por fora, já desistiu. Por dentro, sempre descobre alguma desculpa para recomeçar”.

 

FELPUDA

O governador Eduardo Riedel começou a “varrer” do caminho “entulhos de dúvidas” sobre seu posicionamento quanto à disputa da Presidência da República. A órgão de imprensa nacional disse em alto e bom som, para ecoar aqui, ali, lá e alhures, que votará no adversário de Lula. Essa sua manifestação a, praticamente, sete meses das eleições gerais serve também como recado para alguns setores descontentes, de que seu grupo está “afinado e uniformizado” como time da direita e que vai buscar a reeleição nesse campo. Com torcida e tudo.

 Jogada

Alguns parlamentares têm dito que nesse ano eleitoral vem ocorrendo “fenômeno político” até então impensado: um bolsonarista raiz fazendo dobradinha com a esquerda radical na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

Mais

Segundo eles, nos ataques do deputado João Henrique Catan (PL), da direita conservadora, ao governador Eduardo Riedel, o trio esquerdista de parlamentares entra em cena para ajudar “a bater”. Dizem que entre eles, a situação é “ele levanta bola, os outros chutam”.

Fabiana Caminha com os pais Luciana e Fábio, e com o irmão Lucas. Ela colou grau em Jornalismo e Comunição Social pela PUC de São Paulo.

Pingos nos is

A reunião do ex-governador Reinaldo Azambuja com o presidenciável Flávio Bolsonaro, no dia 4, não foi mero encontro para tomarem um cafezinho. Ainda mais com a presença do governador Eduardo Riedel, de Waldemar Costa Neto, presidente nacional do PL, e do senador Rogério Marinho. Afinal, como ensina a Terceira Lei de Newton, para toda ação há uma reação. Simples, assim...

0 x 0

Depois do encontro, Reinaldo Azambuja saiu “vitaminado” com respaldo do presidenciável e, entre outras coisas, declarou: “Ter o apoio do presidente Bolsonaro é muito bom, mas precisa ter resultado, ter votos e, portanto, só em julho sairá a definição dos candidatos do PL ao Senado Federal no Estado”. Foi um recado no estilo “quem ouvir, favor avisar”. Afirmou também que os nomes de Pollon e de Gianni Nogueira continuam no páreo, assim como os dele e do Capitão Contar.

Craque

O presidenciável Flávio Bolsonaro fez questão de deixar claro que a aliança é com Azambuja e Riedel. Disse que o governador faz “um trabalho excepcional em MS e que Azambuja é um craque que está aqui para reforçar o nosso time”. Na prática, isso significa que não existem outros interlocutores para conduzirem ou tentar influenciar o processo das articulações que serão sacramentadas até as convenções, em julho. Nos bastidores, há informação que aliança para uma das vagas não está descartada.

 Aniversariantes

Dra. Maria Auxiliadora Budib,
Eduardo de Melo Spengler,
Adriana Paula Cândido,
Sérgio Silva Muritiba,
Alessandra Patrícia Pandolfo Simon,
Ademir Garcia dos Reis,
Benilo Allegretti,
Leida Aguero Reis,
Pedro Paulo Feronato,
Rodiney de Pinho Barbosa,
Valdeir de Oliveira,
Bento Lebre dos Santos,
Donizete Ribeiro de Magalhaes,
Maria Alves de Almeida,
Sandra Maria Silveria Denadai,
Antonio Silvio de Souza,
Benedicto Moreira,
Maria Aparecida de Oliveira,
Katia Tavares,
Joao Reston Elias,
Edyna Araújo de Almeida,
João Adecio Alves,
Jaime Selle,
Christiane Buainain Gonçalves,
Dr. André Augusto Wanderley Tobaru,
Dr. Redel Furtado Neres,
Dra. Leonir Wiechert Nogueira Barros,
José Narciso Escobar,
Marcos Antonio Soares,
Andréa Saab Baroli,
Nailo Garces da Costa,
Marcilio Gianerini Freire,
José Luiz Saad Coppola,
Débora Rondon,
Elizabete Alves da Silva,
James Rudy Silveira,
Lidio Moraes,
Denise Tibal Vasconcelos Dias,
Andressa Rafaela de Souza,
Sérgio Roberto Mendes,
Oscar Quiroga,
Elida Brito de Alencar,
Joana Inês Bitencourt,
Júlio Sérgio Vargas Fernandes,
José Carlos Tavares do Couto Filho,
Dr. Marcos Tadeu Winche Andrade,
Deodato Dortas Rodrigues Neto,
Fabrizia Ferreira Machado,
Júlio Cesar Carvalho,
Ivandro Correia Silveira,
Dayanny Bento Silva,
Kelly Cristina Garcia,
Angela Maria Ranconi,
Fernanda Marques Yafusso,
Milton Martinho,
Fernando Lamers,
Antônio João Grande de Melo,
Marcelino Rodrigues de Souza,
João de Freitas Pinto,
Walderez e Silva de Farias,
Washington Luiz Castro Júnior,
Bernadete Abrão,
Ivan Mendonça Arruda,
Juailson Canhete da Costa,
Maria de Almeida Metello de Assis,
Cláudio Nakazato,
Emerson Tiogo da Silva,
Magda Guimarães Falcão Alves Zamboni Freitas,
Rener Cruvinel Borges,
Kenya Silveira Lopes,
Mara Gimenez Pereira da Silva,
Karla Lorena Griesbach Nantes,
Ruth Corrêa de Lima Carvalho,
Francisco de Paula Ribeiro Júnior,
Ana Keller dos Santos Aleyne,
Kelly Haruko Kaneki,
Edmar José Panassolo,
Carlos Alberto Garcete de Almeida,
Luiz Carlos Mandu da Silva,
Marcelo Cesar de Oliveira,
Hosana Gonçalves Moraes,
José Massayoshi Simabucuro,
Roberta Soto Maggioni,
João Paulo Tomás,
Ana Paula Seles Paco dos Santos,
Ozair Kerr,
Jorge Alberto Pizzaro de Menezes,
Márcia Tateishi Yamauchi,
Valéria Alves de Assis,
Dênis Peixoto Ferrão Filho,
Thaís Iguma,
Emerson Pereira de Miranda,
Vânia Mara Basílio Garabini,
Diones Figueiredo Franklin Canela,
Tamara Guimarães da Costa,
Edinete Lira Torres Castello,
Jean Cleiton Santi,
Márcio Reis Cordeiro,
Carlito de Oliveira Boza,
Ademar Gonçalves Machado,
Fabia Elaine de Carvalho Lopes,
Giselly Pitinari Cordeiro,
Marisol Marim Alves de Oliveira,
Guiomar Nunes de Souza,
Maria Luiza Businaro,
Patricia Lantieri Correa de Barros,
Christiane Barnard Pereira Utima,
Zilma Marques de Bernardo Castro e Silva. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

EDUCAÇÃO MUSICAL

Oficina de técnica vocal apresenta canto coral a jovens da Fundação Barbosa Rodrigues

Encontro promoveu vivência prática e destacou impactos do desenvolvimento cognitivo, social e emocional de crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos

30/04/2026 10h00

Divulgação

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A Fundação Barbosa Rodrigues realizou, no sábado, uma oficina de técnica vocal voltada para o público infantojuvenil. A atividade reuniu crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos em uma imersão prática no universo do canto coral, com foco não apenas na voz, mas também no desenvolvimento global dos participantes.

Ministrada pela professora Ana Lúcia Gaborim, docente de Regência, Canto Coral, Fisiologia e Técnica Vocal da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a oficina teve como principal objetivo apresentar, de forma acessível e dinâmica, como funciona um ensaio de coro.

A proposta surgiu como uma forma de aproximação com o público jovem, permitindo que crianças e adolescentes experimentem a atividade antes de assumir um compromisso contínuo.

“Hoje em dia, muitas pessoas têm receio de iniciar uma atividade sem saber exatamente como ela funciona. A oficina permite essa experimentação, especialmente importante para crianças e adolescentes, que precisam se sentir motivados e seguros antes de se comprometer”, explica a professora.

A ideia da oficina ganhou força após a visita da professora húngara Lilla Gabor à Fundação, no dia 2, o que impulsionou a realização da atividade como um evento pontual capaz de mobilizar novos participantes.

Com duração de aproximadamente uma hora e meia, a oficina reuniu tanto alunos da própria Fundação quanto participantes da comunidade, alguns já com experiência musical e outros iniciantes. Segundo Ana Lúcia, a diversidade do grupo contribuiu para uma troca enriquecedora e para a construção de um ambiente acolhedor e inclusivo.

ENSINO LÚDICO

A metodologia aplicada durante o encontro priorizou o aspecto lúdico e interativo. A oficina começou com exercícios rítmicos que envolviam o corpo, como palmas, gestos e percussão corporal. Além de estimular a coordenação motora, essas atividades também funcionaram como uma forma de integração entre os participantes.

“Para a criança, o jogo é um elemento fundamental. Quando ela aprende brincando, o processo se torna mais prazeroso e eficaz”, destaca Gaborim.

Ana Lúcia Gaborim ministrou a oficina - Foto: Divulgação

Na sequência, foram realizados exercícios de postura e respiração, considerados essenciais para o canto. A professora enfatiza que a respiração é a base da técnica vocal e que o alinhamento corporal influencia diretamente na qualidade do som produzido.

Outro momento importante da oficina foi a prática de vocalizes, exercícios que vão além do aquecimento vocal.

Segundo a docente, essas atividades contribuem para o desenvolvimento da afinação, da expressividade e da consciência vocal, preparando os participantes para um canto mais organizado e esteticamente apurado.

A parte prática foi concluída com o ensino de uma canção em formato de cânone, composição do músico carioca Maurício Durão.

Nesse tipo de estrutura, todos cantam a mesma melodia, mas em entradas diferentes, criando uma sobreposição de vozes que resulta em harmonia. A atividade permitiu aos participantes compreender, na prática, a dinâmica do canto coral.

“A beleza do coro está justamente na combinação de diferentes vozes que, mesmo executando partes distintas, se harmonizam. Isso amplia a percepção musical e o senso de coletividade”, explica.

DESENVOLVIMENTO

A oficina evidenciou o papel do canto coral como ferramenta de desenvolvimento integral. De acordo com a professora, a prática envolve aspectos cognitivos, emocionais, sociais e motores, contribuindo para a formação de indivíduos mais confiantes e comunicativos.

Durante a atividade, foi possível observar mudanças significativas no comportamento dos participantes.

Crianças, que inicialmente demonstravam timidez, passaram a se expressar com mais segurança ao longo do encontro.

“Percebi que muitos chegaram retraídos, com o corpo tenso e a voz contida. Aos poucos, foram se soltando, ganhando confiança e se envolvendo com as atividades. Isso se reflete diretamente na qualidade vocal e na postura”, relata.

Além dos benefícios técnicos e musicais, a oficina também reforçou o potencial do canto coral como instrumento de transformação social. A prática contribui para o fortalecimento da autoestima, da comunicação e das relações interpessoais, além de ampliar o repertório cultural dos participantes.

“Quando a criança participa de um coral, ela não está apenas aprendendo música. Ela está desenvolvendo habilidades sociais, aprendendo a trabalhar em grupo, perdendo a timidez e se expressando melhor”, ressalta Ana Lúcia.

Para a professora, iniciativas como essa são fundamentais para democratizar o ensino da música e proporcionar oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens.

“Eu acredito que toda criança deveria ter a oportunidade de cantar. O impacto na formação pessoal é enorme. A música transforma, integra e desenvolve em múltiplos aspectos”, conclui.

CUIDADOS

A docente também chama atenção para equívocos comuns entre iniciantes, como a crença de que é possível aprender a cantar rapidamente ou sem orientação adequada.

“Existe uma ideia equivocada de que o desenvolvimento vocal ocorre de forma imediata. O processo exige prática, orientação e cuidado, especialmente com o aquecimento vocal e o uso correto do corpo”, afirma.

Outro ponto destacado pela professora é o risco de imitar vozes de cantores profissionais, prática que pode levar a esforço vocal inadequado e até a problemas nas pregas vocais. Para Gaborim, o ideal é desenvolver uma identidade vocal própria, respeitando os limites individuais.

LITERATURA

Feira Literária de Bonito celebra 10 anos com edição comemorativa e revisita trajetória do evento

Lançamento da edição deste ano da Feira Literária de Bonito ocorre na segunda-feira com o tema "Literatura: histórias de nossas memórias", que revisita a trajetória do evento

30/04/2026 08h30

Praça da Liberdade, em Bonito, onde a Flib deve ocorrer de 7 a 12 de julho

Praça da Liberdade, em Bonito, onde a Flib deve ocorrer de 7 a 12 de julho Luana Chadid

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A Feira Literária de Bonito (Flib) chega à 10ª edição consolidada como um dos principais eventos culturais do Estado e já tem data marcada para dar início às comemorações.

O lançamento oficial da programação acontece na segunda-feira, em Bonito, antecipando autores convidados, atividades formativas e parte da agenda cultural que deve movimentar a cidade entre os dias 7 e 12 de julho.

Realizada desde 2015, a Flib construiu ao longo dos anos uma trajetória marcada pela diversidade de vozes, pela valorização de escritores locais e nacionais e pela forte participação da comunidade escolar. A feira se consolidou como um projeto educacional e cultural que conecta leitores, autores e artistas em um ambiente de troca e formação.

Com o tema “Literatura: histórias de nossas memórias”, a proposta da edição deste ano é revisitar trajetórias, reafirmar identidades e destacar o papel da palavra como ferramenta de resistência e construção social.

O conceito também orienta o 4º concurso de redação, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, voltado a estudantes da rede pública de Bonito.

CRESCIMENTO

Em 2025, a feira registrou recorde de público, reunindo mais de três mil crianças ao longo de cinco dias de programação na Praça da Liberdade, além de escritores, editoras e livreiros. Ao longo das edições, o evento também se firmou como vitrine do mercado editorial e importante estímulo à economia criativa do livro.

Desde sua criação, a participação ativa das escolas tem sido um dos pilares da feira. Professores e estudantes ajudam a construir o evento, transformando a Flib em uma experiência pedagógica que vai além da sala de aula.

A curadoria temática, adotada desde a primeira edição, também contribuiu para a consolidação do evento. Ao longo dos anos, temas como “O Delírio da Palavra”, “Substantiva Feminina”, “Literatura e Natureza” e “Travessias” nortearam debates, encontros e apresentações, sempre conectando literatura a questões contemporâneas.

HOMENAGENS

A 10ª edição também será marcada por homenagens a duas figuras importantes da literatura. A escritora Lygia Fagundes Telles, um dos maiores nomes da literatura brasileira, será celebrada por sua contribuição à cultura nacional.

Também será homenageado o escritor e editor douradense Luciano Serafim, que teve participação marcante na história da feira e faleceu em 2025.

AUTORES CONFIRMADOS

A programação reunirá escritores de diferentes regiões do Brasil. Entre os nomes já confirmados estão Sergio Vaz, Mariana Salomão Carrara, Daniel Munduruku, Oscar Nakasato, Ana Martins Marques, Kaio Ramos, Jucélia Silva, Jusley Sousa, Jade Ribeiro, Miguela Moura e Leonardo Piana.

A agenda inclui ainda oficinas para mediadores de leitura, com Luciana Gerbovic e Bianca Resende, além de atividades voltadas a editores de livros infantis, conduzidas por Eva Vilma. Também estão previstos encontros temáticos sobre literatura feminina sul-mato-grossense, com Adrianna Alberti, e literatura indígena infantil, com Miguela Moura.

Outro destaque é a sessão “Dedo de Prosa”, que deve reunir cerca de 40 autores ao longo dos cinco dias de evento em conversas com coletivos literários, clubes de leitura e intelectuais negros.

INTEGRAÇÃO

Um dos traços marcantes da Flib é a integração entre diferentes linguagens artísticas. Além de mesas literárias e lançamentos de livros, a programação inclui contação de histórias, teatro de mamulengo, espetáculos musicais e atividades voltadas ao público infantil.

Entre as atrações confirmadas está o cantor Jorge Vercillo, que se apresenta gratuitamente durante o evento.

A Praça da Liberdade, principal palco da Flib, transforma-se durante o evento em um espaço de convivência cultural, reunindo moradores e visitantes em atividades que se estendem do dia à noite.

DEMOCRATIZAÇÃO

Desde sua criação, a Flib tem como objetivo fomentar a bibliodiversidade e democratizar o acesso ao livro e à leitura. O Pavilhão das Letras, por exemplo, garante o contato direto do público com editoras e livrarias, além da distribuição gratuita de livros.

Em nove edições, a feira já reuniu 261 autores, sendo 186 sul-mato-grossenses e 75 de outros estados. Mais do que números, esses dados refletem a construção de uma identidade literária regional e o fortalecimento do diálogo com o cenário nacional.

Para o organizador Carlos Porto, chegar à 10ª edição é resultado de um esforço coletivo. “A Flib completa 10 edições consolidando um trabalho relevante de formação de leitores e de valorização da literatura. Chegar a esse marco é resultado de uma construção coletiva, que envolve autores, educadores, parceiros e a comunidade”, afirma.

A curadora Maria Adélia Menegazzo destaca o papel da literatura como espaço de conexão. “Celebrar 10 edições da Flib é reconhecer a potência da literatura como linguagem que conecta histórias, memórias e identidades. Ao ampliar a presença de autores e fortalecer a formação de leitores, a feira reafirma seu compromisso com a pluralidade”, avalia.

BONITO

Conhecida internacionalmente por suas belezas naturais, Bonito também se consolida como território fértil para a cultura. A Flib contribui para ampliar essa identidade, mostrando que a cidade vai além do turismo ecológico e se afirma também como referência literária.

Durante o evento, a cidade se transforma em um grande palco cultural, onde literatura, arte e educação se encontram. Para a população local, a feira é uma celebração coletiva. Para os escritores, uma oportunidade de diálogo e visibilidade. E para os leitores, especialmente os mais jovens, um convite à descoberta.

CALENDÁRIO OFICIAL

Desde a publicação do Decreto Estadual nº 6.457, em agosto de 2025, a feira passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos de Mato Grosso do Sul, reforçando sua importância no cenário cultural e educacional.

A edição deste ano conta com apoio de autoridades públicas e instituições, incluindo a Prefeitura de Bonito, o Ministério da Cultura, o Governo do Estado, além de parlamentares como Vander Loubet, Camila Jara e Soraya Thronicke.

>> Serviço

Lançamento da 10ª Feira Literária de Bonito (Flib)

Data: segunda-feira.
Horário: às 19h.
Local: Restaurante Espaço Jack.
Endereço: Rua Coronel Nelson Felício dos Santos, nº 865, Bairro Alvorada, Bonito.
Realização da Flib 2026: de 7 a 12 de julho, na Praça da Liberdade, em Bonito.

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