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Pantanal é retratado em exposição com grandes nomes da fotografia

Saga do principal bioma do Estado, que envolve a planície alagável mais extensa do planeta, ganhou exposição em São Paulo com obras de Alexis Prappas e mais

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Duas semanas após o fiasco da COP26, a conferência do clima realizada na Escócia até 12 de novembro, o Pantanal, seus tipos humanos e a beleza resiliente da fauna e da flora da região da Serra do Amolar ganham destaque no circuito paulistano de artes visuais. 

Sob a curadoria de Roberto Bertani, a exposição “Pantanal e a Physis – Olhar o Presente para Ver o Futuro”, que começou em 25 de novembro e vai até 20 janeiro. 

Reúne obras de Alexis Prappas, Sebastião Salgado, Bia Doria e Victor Chahin com a proposta de mobilizar o público para a urgência da questão ambiental. 

Parte das vendas será destinada ao Instituto do Homem Pantaneiro (IHP).

A mostra está em cartaz na Galeria Roberto Camasmie, Rua Bela Cintra, 1.992, Jardins, São Paulo, de segunda a sexta-feira, das 9h30min às 18h30min, e aos sábados, das 10h30min às 14h, com entrada franca. 

Em um cenário com luzes, sons e outros elementos que simulam a atmosfera quente e úmida do Pantanal, os quatro artistas apresentam um conjunto de 20 trabalhos, entre fotografias e esculturas. 

Em que repercutem suas leituras e sentimentos sobre o Pantanal e, de modo mais específico, a Serra do Amolar, na região de Corumbá, onde se localiza o IHP.

QUATRO OLHARES

Na verdade, toda a iniciativa foi orquestrada por Roberto Camasmie e o coronel Angelo Rabelo, diretor-presidente do IHP. 

Pintor há mais de 40 anos, reconhecido por uma expressão ultrarrealista que não ignora certa sensibilidade kitsch, Camasmie esteve na Serra do Amolar e o que viu tocou o seu coração: uma natureza exuberante e potente, capaz de projetar beleza e força para se refazer mesmo diante de tanta devastação. 

Em seguida, o artista logo decidiu abrir a pauta de seu ateliê-galeria, localizado na esquina da Alameda Lorena com a Rua Bela Cintra, um ponto nobre da capital paulista, para outros criadores envolvidos com a causa.

“Tentei traçar um recorte que pudesse contemplar não só a especificidade da produção poética e artística de cada um." 

"Mas criar um diálogo entre esses quatro olhares sobre a questão do meio ambiente”, afirma o curador Roberto Bertani. 

“Todo o processo se deu a partir da leitura de como tem se dado essas questões de aquecimento global e de uma natureza que luta em seu processo de recuperação."

"Nós procuramos encontrar um termo, uma lógica para tentar trazer a essência do que é a natureza. Os artistas aqui elencados fazem um registro resultante dessa luta”.

PRAPPAS

Alexis Prappas celebra as boas companhias na mostra, “especialmente Sebastião Salgado”, e comenta a sua ligação com a temática. 

“Sempre tive admiração e respeito pelos homens e mulheres que vivem no Pantanal. Os lugares de difícil acesso e recursos limitados moldam a vida nestas regiões." 

"Em contrapartida, a beleza ímpar das paisagens e da vida animal exuberante são combustível para a criatividade e me inspiram a registrar cada vez mais as suas nuances." 

"Desde as coisas microscópicas e texturas abstratas às grandes paisagens panorâmicas”, afirma o consagrado fotógrafo.

Nascido em Sorocaba (SP) e estabelecido em Campo Grande desde a infância, Prappas, aos 47 anos de idade, tem uma trajetória de quase três décadas na criação de imagens para a grande imprensa e outros segmentos. 

Além de seus reconhecidos projetos autorais, que muitas vezes se voltam para o registro do Pantanal, bioma mais importante de Mato Grosso do Sul, que envolve a planície alagável de maior extensão no planeta – 624.320 quilômetros quadrados – no território de três países. 

Uma das marcas de seu trabalho é a sofisticação e o apuro visual no acabamento plástico das imagens.

REGISTRO ESTÉTICO

O artista diz que não teme o eventual risco de excessos estéticos na hora de dar o toque final em seus trabalhos. 

Esse é um debate recorrente entre os praticantes da fotografia artística, que busca ir além do registro figurativo e propõe sentidos a partir da sensibilidade de quem está atrás da câmera. 

“Nunca me preocupei com a estetização, pois acredito que cada um tem sua linguagem e seu propósito na fotografia."

"Eu falo que ainda estou construindo isso e acho que é uma coisa que nunca para a evolução do olhar e o seu direto resultado nas minhas fotografias. A estética muda conforme nós adquirimos experiência”, afirma Prappas.

“Sempre há o risco de estetização da abordagem, mas é importante que você crie algum tipo de artifício que permita essa reflexão e essa desestetização daquilo que se está oferecendo”, afirma Roberto Bertani. 

“Com isso, o galerista convidou um cenógrafo, que é o Juan [Castiglione], que está elaborando uma intervenção no espaço expositivo, criando um clima muito próximo do que seria esse ambiente do espaço do Pantanal." 

"Além das obras, existe uma intervenção cenográfica simples, mas contundente, que estará disponível nos primeiros dias da exposição para trazer um pouco desse clima para São Paulo”.

PHYSIS

Sobre o termo que orienta o conceito e dá nome à exposição: “Procurei dentro da própria expressão o que poderia ser importante para uma abordagem um pouco diferente."

"E cheguei a physis, que significa fazer brotar, nascer, produzir, termo que é muito utilizado pelos filósofos gregos pré-socráticos, que entenderam que physis é o elemento primeiro da natureza”, diz o curador. 

“Ele é eterno, perene, a transformação, o fundo eterno, imortal, onde tudo nasce e tudo volta, aquilo que é invisível para o nosso olhar, a nossa percepção, mas que tem muito a ver com o processo que permanece vivo e que traz uma reflexão para um processo de resistência, luta e sobrevivência”.

Bertani aponta o trabalho de Alexis Prappas – quando mostra, por exemplo, “um processo de queimada acontecendo, de recuperação, de animais que se transpõem de um lado ao outro fugindo de um desastre” – como ilustração desse recorte. 

O fotógrafo anuncia como um de seus próximos projetos, além de mostras individuais no Brasil e no exterior, um livro com seus registros, para levar “estas belezas e dificuldades do Pantanal” para o maior número de pessoas. 

“Ele tem um trabalho bastante importante acompanhando esse período de queimadas na região do Amolar e traz aí algumas leituras bastante particulares”, diz o curador.

PROPOSTA COMUM

“São quatro percursos diferentes, porém paralelos, e a proposta comum de fazer com que a gente abra o nosso olhar para um assunto que é de todos nós”, segue Bertani. 

“Temos o Sebastião Salgado, internacionalmente conhecido, assim como a Bia Doria, com suas esculturas a partir de reaproveitamento de material que a natureza disponibilizou ou sobras resultantes de algum ataque a esse ambiente e que ela transforma e nos provoca com obras monumentais." 

"E o Victor Chahin, que também tem o registro das suas imersões no Pantanal sobre as figuras do ambiente, os elementos, os animais, a flora, a fauna”.

Do mesmo modo, coronel Rabelo vê nas iniciativas culturais mais uma chance de despertar a sensibilidade para a valorização da natureza e, “de maneira especial”, a Serra do Amolar. 

“Não só a fotografia de figuras como Sebastião Salgado e Alexis Prappas, mas também por meio do balé da Cia. de Dança do Pantanal, que nos privilegiou com a presença e um espetáculo que está sendo finalizado." 

"Assim, buscamos esse caminho como uma forma de aproximação e de educação”, afirma Rabelo. Um dos renomados fotógrafos do País, Salgado doou integralmente a renda a ser obtida com a venda de seus trabalhos.

Prappas, Doria e Chahin ficarão com uma parte menor da venda de suas obras, 50% vão para as ações do IHP e o restante será destinado a cobrir os custos de produção de “Pantanal e a Physis – Olhar o Presente para Ver o Futuro”. 

Coronel Rabelo antecipa que a agenda de 2022 está em discussão, “privilegiando os artistas da terra e outros que estiveram no Pantanal e demonstraram sensibilidade e respeito pelo nosso trabalho”. 

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Gastronomia

Mesa Ao Vivo MS reúne chefs de diferentes regiões do Brasil com debates, aulas, receitas e mais

Evento promove encontros entre gastronomia, cultura e hospitalidade, com aulas-show, degustações, debates e receitas que valorizam ingredientes e tradições de Mato Grosso do Sul

11/08/2026 08h10

Programação reúne chefs de todo o País no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo

Programação reúne chefs de todo o País no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo Divulgação

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A programação do Mesa Ao Vivo MS propõe discutir, entre sexta-feira e sábado, a relação entre comida, território e memória.

Ingredientes como guariroba, cumbaru, baru, erva-mate, guavira, peixes do Pantanal, carne oreada, mel do Pantanal, queijo Nicola e linguiça de Maracaju aparecem em diferentes atividades, revelando a diversidade de produtos e preparos que ajudam a construir uma identidade gastronômica para Mato Grosso do Sul.

A agenda também abre espaço para temas contemporâneos, como presença digital de restaurantes, comunicação gastronômica, hospitalidade, sustentabilidade, cadeia produtiva e o papel das mulheres na preservação das tradições culinárias.

SEXTA-FEIRA

A programação começa às 10h, no Auditório Manoel de Barros, com a abertura oficial do evento. A solenidade contará com a participação da diretoria da revista, autoridades e apoiadores.

A partir das 11h, o público poderá acompanhar simultaneamente diferentes atividades.

Na Sala 1, das 11h às 11h45min, o chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó, de São Paulo, apresenta o tema “O sertão e o milho”, acompanhado da receita Dadinho de São João. O chef é conhecido por trabalhar a cozinha brasileira a partir de ingredientes e referências populares.

No mesmo horário, das 11h15min às 12h, a Sala 2 recebe Ricardo Cher, chef do Restaurante Armazém Arte e Bistrô, de Mato Grosso do Sul, com o tema “Cupim de leite com farofa de cumbaru”. 

Já no Auditório Germano Barros de Souza, das 11h15min às 12h, Mohamad Hindi, da Caiena Filmes e Mohindi Produções, de São Paulo, fala sobre “Do prato à tela: presença digital para bares e restaurantes”, abordando a relação cada vez mais próxima entre gastronomia, comunicação e plataformas digitais.

Às 12h15min, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Ivan Achcar, da HBA Hospitalidade Brasileira, para falar sobre “A casa cheia: a hospitalidade muito além do serviço”. A proposta é discutir como a experiência oferecida por um estabelecimento vai além do atendimento.

Enquanto isso, na Sala 1, das 12h15min às 13h, Cadu Evangelisti, do Broca, de São Paulo, apresenta “Cozinha sem fronteiras”, com as receitas de ceviche de jacaré e jacaré frito coreano.

Na Sala 2, das 12h30min às 13h15min, Juanita Battiani, do Restaurante Chef Juanitta, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Da língua ao rabo – sinfonia do Pantanal”, explorando diferentes possibilidades da cozinha regional.

A programação segue às 13h30min, quando Marcos Livi, do Grupo Bah, de São Paulo e São Francisco de Paula, do Rio Grande do Sul, ocupa a Sala 1 para apresentar “Entrevero de pinhão – a conexão do tropeiro, do gaúcho que chegou a Mato Grosso do Sul”.

Na Sala 2, das 13h45min às 14h30min, Indiara Múcio, chef executiva do Origens 67, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Territórios de Mato Grosso do Sul”, com um prato que reúne carne oreada de Aquidauana, risoto de erva-mate, creme de queijo Nicola, crocante de baru e glace de tamarindo.

Às 14h, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Mara Salles, do Tordesilhas, de São Paulo, para falar sobre “O ingrediente e o sabor – simples assim”.

A chef, reconhecida pelo trabalho de valorização da cozinha brasileira, aborda a importância de compreender os produtos e permitir que seus sabores tenham protagonismo.

Para quem quiser combinar conhecimento e experiência sensorial, a Sala de Degustação terá, das 14h30min às 15h30min, uma aula de vinhos com Jonas Eduardo Nascimento, do Senac Campo Grande.

Com o tema “O mosaico gaúcho”, a atividade apresenta terroirs, castas e estilos que revelam a diversidade do principal polo vitivinícola brasileiro.

Na Sala 1, das 14h45min às 15h30min, Igor Yukio Suzukawa, do Aizomê, de São Paulo, apresenta “Pantanal e Japão: técnicas japonesas valorizando os sabores do Mato Grosso do Sul”, com a receita Pintado Yukke.

A atividade coloca em diálogo duas culturas gastronômicas distintas, mostrando como técnicas japonesas podem ser utilizadas para destacar ingredientes regionais.

Já na Sala 2, das 15h às 15h45min, Magda Moraes e Lídia Aguilar Leite, do Chef Pantanal Spices, apresentam “Carreteiro emperequitado, do quebra-torto pantaneiro à gastronomia de identidade”, com a receita Paçoca Pantaneira no Pilão.

A programação da tarde segue às 16h, na Sala 1, com Lucas Corazza, da Lucas Corazza Doçaria Autoral, de São Paulo. O confeiteiro apresenta “Memórias afetivas e novos produtos: como a nostalgia se renova”, acompanhado da receita Chocolate & Café.

Na Sala 2, às 16h15min, Paco Kawijian, chef do Restaurante Árabe Yallah, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Oriente Médio encontrando a África”, criando uma ponte entre diferentes tradições culinárias.

Às 17h15min, a Sala 1 recebe Jessica Trindade, do Chez Claude e Madame Olympe, do Rio de Janeiro, com o tema “A técnica a serviço do ingrediente”, dentro do projeto Encontro de Biomas. A receita apresentada será pintado do Pantanal, beurre blanc de cumbaru, texturas de palmito e tucupi.

No mesmo período, das 17h30min às 18h15min, a Sala 2 recebe Sandro Zini, do Restaurante Sabor, e Arildo Flores, churrasqueiro de tradição e açougueiro, para apresentar duas versões do surtum soleado/selado com guariroba, com creme ou vinagrete do ingrediente.

Na Sala de Degustação, das 17h30min às 18h30min, Jonas Eduardo Nascimento retorna para uma aula com degustação de cachaça. O tema será “Rota Bioceânica dos sabores: cachaça brasileira em diálogo com a América do Sul”.

Fechando o primeiro dia, das 17h30min às 18h30min, o Auditório Germano Barros de Souza promove um debate com Dany Thomaz, Rodrigo Oliveira, Rosa Moraes e Georges Schynder, sobre “Quem tem lugar à mesa? Do campo ao prato, a realidade crua da gastronomia brasileira”. 

SÁBADO

O segundo dia do Mesa Ao Vivo MS começa às 11h, na Sala 1, com Paulo Machado e Albertina Terena, que apresentam “Lambreado pantaneiro e hi-hi”.

Às 11h15min, a Sala 2 recebe Lucas Caslu e Nilton Shimada, da Perlage Buffet, para falar sobre “Sobá de Campo Grande”, prato que se tornou um dos símbolos da identidade gastronômica da Capital.

No Auditório Germano Barros de Souza, às 11h30min, Jefferson Rueda, da Casa do Porco, de São Paulo, apresenta “Cadeia alimentar, projetos, produção de porcos, prosa pinga e frita”. A atividade aborda a relação entre produção, consumo e gastronomia.

Ao meio-dia, a Sala 1 recebe Ian Baiocchi, do Grupo Iz, de Goiânia, para a apresentação “Galhos tortos. Águas pantaneiras”, com a receita de peixe na brasa, cajuzinho do cerrado, mole branco e óleo de pimenta.

Também às 12h15min, o Auditório Germano Barros de Souza recebe o encontro “Do conteúdo à mesa”, com as Mulheres da Fronteira.

Participam Anne Bartira, Bruna Gasparini e Nadia Ayumi Arakaki, do Comer em CG; Daniele Flores, do Menu CG; e Andrea Schwarz, do Gastroidéias. A mediação será de Mariella Lazaretti, do Mundo Mesa.

Na Sala 2, das 12h30min às 13h15min, Sylvio Trujillo, chef do Bacuri Cozinha Regional, apresenta “Da fronteira onde o Brasil foi Paraguai”, com o Sashimi do Piloteiro, prato cultural dos barcos de pesca dos rios Miranda e Paraguai.

Às 13h30min, a Sala 1 recebe Camila Willig, docente e chef do Senac, com a apresentação “Travessia Bioceânica – sabores que conectam povos”.

Na Sala 2, das 13h45min às 14h30min, Marlon Libório e Maria das Graças de Oliveira apresentam “Cozinha de Dourados: das raízes quilombolas às fronteiras culturais”. Entre as receitas estão a empanada douradense com carne seca, batata-doce e erva-mate, em uma versão elevada com molho yuzu-ponzu, além do Caldo Pantaneiro.

Às 14h, o Auditório Germano Barros de Souza promove o debate “Existe hospitalidade à brasileira? Como é receber, acolher, servir num país de dimensões continentais”, com Rosa Moraes, Diogo Wendling e Ivan Achcar, sob mediação de Georges Schnyder.

No espaço de degustação, das 14h30min às 15h30min, Ana Cláudia Perroni Lima, da MS 3Corações, apresenta “Café com identidade – valorizando os sabores de Mato Grosso do Sul através da harmonização”.

A Sala 1 recebe, às 14h45min, Flávia Quaresma, chef consultora do Rio de Janeiro, com “Do tacho às fronteiras, dos produtores à mesa: um caminho feito de doces, encontros e memórias”.

A apresentação inclui duas receitas: doce de mamão tradicional com mel do Pantanal e sabayon de mate cocido e quenelle de queijo com doce de leite e renda de baru.

Na Sala 2, às 15h, Andressa Sandri e Reni Garcia apresentam “Toast do Cerrado: Memória, Hospitalidade e Panificação Artesanal do MS”.

Também às 15h, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Ivan Ralston, do Tuju, de São Paulo, com o tema “Um território chamado Tuju”.

Às 16h, a Sala 1 atravessa a fronteira para apresentar a Cocina Paraguaya Tradicional, com Teresita O’Hara e Arami O’Hara, da O’Hara Gastronomia/Escola/Cocina, do Paraguai. A atividade terá Cocido Quemado con Chipa Mestizo mais Vori Vori.

No mesmo horário, a Sala de Degustação recebe Hipólito Lima e Regina Nuruk, da Cervejaria Prosa, para a atividade “Chope de guavira com gelato – uma experiência pantaneira”.

Às 16h15min, o Auditório Germano Barros de Souza volta a destacar o protagonismo feminino com “Mulheres da Fronteira: Vozes que Alimentam o Pantanal”.

Participam Dona Domingas Torales, Maria Adelaide de Paula Noronha, Cristina da Rocha, Lídia Aguilar Leite, Tainá Elias Lopes, Kalymaracaya e Jadi Tamasiro, com mediação de Elis Regina Nogueira.

No mesmo horário, a Sala 2 recebe Bruna Lopes e Fábio Hasegawa, chefs do Território Ristorante, para apresentar “Duo de risotos Sul-Matogrossense”.

Um dos momentos de maior destaque do encerramento acontece das 17h às 18h30min, no Auditório Germano Barros de Souza, com a exibição do documentário “Mulheres da fronteira – Uma comitiva de sabores pelo Pantanal”, dirigido pelo chef Paulo Machado.

Enquanto o documentário é exibido, a programação segue em outros espaços. Às 17h15min, na Sala 1, Gabriel Pimentel, chef e consultor de gastronomia do Sebrae, apresenta o Folhado Sul-Mato-Grossense, preparado com massa folhada, linguiça de Maracaju, banana-da-terra, queijo Nicola e mel do Pantanal.

Na Sala 2, às 17h30min, Dedê Cesco, chef do Buffet Dedê Cesco, apresenta “Mato Grosso do Céu”, encerrando a sequência de aulas práticas do evento.

Diálogo

A pouco para acontecer mais uma eleição, a de 2024 ainda continua... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (11)

11/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Davi Roballo - Escritor brasileiro

"Quem quiser encontrar o sentido da vida,deve preparar-se para nunca o encontrar, pois ele tem mil faces e muda constantemente”.

FELPUDA 

A pouco para acontecer mais uma eleição, a de 2024 ainda continua produzindo capítulos nos tribunais. O Ministério Público Eleitoral recorreu da decisão que rejeitou ações sobre suposta compra de votos em Naviraí, investigada pela Polícia Federal na Operação Integridade. A Justiça entendeu que as provas não foram suficientes, mas o MPE quer que o TRE-MS reavalie o caso. A democracia agradece o direito ao recurso. O eleitor, porém, espera que respostas cheguem logo. Afinal, calendários eleitoral e judicial nem sempre caminham na mesma velocidade. Assim sendo...

Congresso

Nesta quarta-feira (12), às 18h30min, acontecerá a cerimônia de abertura do V Congresso Estadual de Direito das Famílias e Sucessões do IBDFAM/MS. “Entre o Presente e o Futuro”.

Mais

Ana Maria Medeiros Navarro Santos é quem preside o Instituto Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões/Mato Grosso do Sul. A cerimônia será realizada no auditório do Bioparque Pantanal.

DiálogoFoto: Divulgação

No último dia 5, a desembargadora Ana Carolina Ali Garcia recebeu a outorga do título de associada honorária da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso do Sul (Aprems).  A entrega foi feita  pelo presidente da entidade, Adriano Arrias de Lima. Prestigiaram a solenidade o governador Eduardo Riedel; o vice-governador Barbosinha; o ex-governador Reinaldo Azambuja; o presidente do TJMS, Dorival Renato Pavan;  a presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB-MS, Beatriz SampaioSanches Rahim, entre outras autoridades. 

DiálogoZaninha Palhano - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Ana Palotta  e Filipe Tavares - Foto: André Ligeiro

Transparência

A Câmara de Campo Grande resolveu lembrar à Prefeitura que transparência não deveria depender de senha, filtro ou boa vontade. Ao derrubar o veto do Executivo, os vereadores garantiram acesso mais simples aos salários dos agentes públicos. A alegação de invasão de competência acabou derrotada pelo placar de 17 votos. Afinal, recurso público não combina com labirinto digital. Agora, resta saber se a transparência será praticada por todos. O cidadão agradece.

Cabo de guerra

A Assembleia Legislativa de MS retomou os trabalhos com ampla maioria favorável ao governador Eduardo Riedel. Dos 24 deputados estaduais, 21 integram a base de apoio ao Executivo, enquanto três parlamentares fazem oposição. A expectativa é de debates mais intensos sobre os principais projetos do governo, mas maioria governista tende a garantir aprovação das matérias de interesse do governo. O novo período legislativo promete embates políticos, especialmente em ano eleitoral.

Afeto

O mutirão “Meu Pai Tem Nome”, promovido pela Defensoria Pública de MS, transformou histórias de afeto em direitos reconhecidos. Neste ano, foram realizados 167 atendimentos em diferentes regiões do Estado, incluindo reconhecimentos de paternidade biológica e socioafetiva. A iniciativa fortalece a identidade, amplia direitos e reforça que família também se constrói pelo cuidado. Um gesto jurídico que traduz sentimentos antigos em cidadania.

ANIVERSARIANTES 

  • Dr. Luiz Tadeu Barbosa Silva, 
  • Marco Aurélio Barros Faracco,
  • Dr. José Antônio Freire Palhano, 
  • Michael Mendes,
  • Takao Hishie Nobu,
  • Thay Pires Cardoso,
  • Marco César de Souza Alcântara,
  • Aldeniza Aguiar Lopes,
  • Leonardo Cardoso,
  • Manoel de Sousa Arruda,
  • Maria da Glória Vieira Lorenzzetti,
  • Artemison Monteiro de Barros,    
  • José Alves Ribeiro Neto,
  • Dra. Cristina Mougenot de Barros, 
  • Maria Auxiliadora Curado Siufi, 
  • Raíssa dos Reis,
  • Dra. Maria Lygia Ferreira de Freitas, 
  • Geraldo Fernandes Martins,
  • Manoel Guimarães,
  • Leida Maria Quadros,
  • Franciele Domingues Nantes,
  • Vinícios Kaue Chermont Azambuja,
  • Olmar Oselane Junior,
  • Renata Cox de Moura Leite, 
  • Dr. Itamar Ferrúcio Borges, 
  • Ademar Barros,
  • Paulo Fernandes Dalastra,
  • Miguel Ferreira,
  • José dos Santos Gomes Prata,
  • Edi Barbosa,
  • Neide Ocampos,
  • Rosália Corrêa Alvarenga,
  • Francisco Granero,
  • Márcia Huergo Bauermeister,
  • Ione Camparin,
  • Wilson Reis Falcao,        
  • Eder Penteado,
  • Kelen Stella Schneider,
  • Julian Carlos Pereira da Silva,
  • Dr. Murillo da Costa,
  • Valdir Marini,
  • Jane Alves Clemente da Fonseca,
  • Dalva Kury Marques,
  • Bruno Ito Gorski,
  • Airton Gomes,
  • Jacy Farias,
  • Antônio Carlos (Caio) Moreira Turquetto, 
  • Marly da Silva Almeida,
  • Jane Alves Duarte,
  • Eloi Panachuki,
  • Nelson José Garcia,
  • Pedro Luis Rocha,
  • Loureiro Pereira de Queiroz,
  • Domingos José Borges dos Santos,
  • Elza Espíndola de Camargo, 
  • Rodrigo dos Santos Vieira,
  • Vadenir Nunes dos Santos,
  • Dr. Ricardo Dutra Aydos,
  • Tibúrcio Ramirez, 
  • Cleusa Franco,
  • João Batista Lacrimanti,
  • Rodrigo Cesar Marconi, 
  • Lausane Cristina Vicente 
  • dos Santos,
  • José Wilson Kleinschimitt,
  • Milton Baís Barboza,
  • Fernando Gabriel Lopes,
  • Gilberto Macarios,
  • Ana Maria Zahran Tavares, 
  • Cirley Benites Farias,
  • Luis Fernando Giolo,
  • Oscar Raul Dias Haack,
  • Robson Aparecido Barreto Fernandes,
  • Andrea da Silva Pedra,    
  • Suzana Dirce Gomes da Rocha,
  • Gilberto Oliveira Guanaes, 
  • Andréia Teresinha Schafer,
  • José Flávio Camargo de Mendonça,
  • Ângela Aparecida Nesso Calado 
  • da Silva,
  • Alciney Marins Leal Monteiro,    
  • Zilmar Cavalcante de Araújo,
  • Antônio Roosevelt Neves Feitosa,
  • Lucélia de Fatima Cardoso 
  • da Rocha,
  • Cleber Paulino de Castro,
  • Cleonice Maria de Carvalho,
  • Josilene Gonçales Ramires,
  • Cristhiane Aparecida Garcia Batistela,
  • Murilo Rolim Neto,
  • Juliana Caires Vargas Capobianco,
  • Valmei Roque Callegaro,
  • Rodrigo Bucker Ruiz,
  • Patricia Mazaro,
  • Jackson Farah Leiva,
  • Verônica Villalba,
  • Azet Fernandes Rasslan,
  • Hélio Shigueru Yabunaka,
  • Joyce Minami,
  • Dora Maria Haidamus Monteiro,
  • Jocelyn Salomão Filho,
  • Éder Muniz dos Santos,
  • Vanderlei Barros de Almeida Júnior,
  • Fernando Fernandes,
  • Marlene Shigueko Hamasaki Ferreira,
  • Sônia Cristina Crivelli,
  • Juliana Rondon,
  • Leila Dada.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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