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Pantone 2026: As cores e estilos que estarão em alta na arquitetura e design de interiores

As cores em alta para os próximos ciclos, segundo as principais agências de tendências e trendsetters globais, são um convite ao refúgio

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Em um mundo que se move em ciclos cada vez mais acelerados, a arquitetura e o design de interiores não apenas acompanham, mas, em muitos aspectos, ditam o ritmo da nossa relação com o espaço.

Longe de serem meros caprichos estéticos, as tendências que emergem no horizonte do morar refletem profundas transformações sociais, econômicas e, sobretudo, a busca incessante por bem-estar e autenticidade.

Para o leitor sul-mato-grossense, acostumado à luz intensa e à natureza exuberante de Campo Grande, entender essa bússola cromática e estilística é fundamental para projetar o futuro de seus lares e empreendimentos.

O refúgio da calma: a paleta terrosa e profunda

Se a última década foi marcada pela hegemonia dos tons de cinza e do minimalismo frio, o pêndulo agora balança em direção a uma paleta que evoca o acolhimento e a conexão com a terra. As cores em alta para os próximos ciclos, segundo as principais agências de tendências e trendsetters globais, são um convite ao refúgio.

A grande estrela é o que se convencionou chamar de "Future Dusk", um tom intrigante que flutua entre o azul profundo e o roxo melancólico. Essa cor, que remete ao crepúsculo e ao mistério, sinaliza uma busca por introspecção e por ambientes que permitam a desconexão do caos externo. No entanto, o calor da nossa região pede contrapontos.

É neste cenário de busca por serenidade que a Pantone lança sua bússola para 2026: o Cloud Dancer. Pela primeira vez, a autoridade global em cores elege um tom de branco, um "branco arejado e equilibrado", que se propõe a ser um sussurro de tranquilidade em um mundo ruidoso.

O Cloud Dancer, que evoca novos começos e a leveza das nuvens, não é apenas uma cor, mas um estado de espírito que se alinha perfeitamente com a tendência dos neutros aquecidos e do minimalismo acolhedor.

É aí que entram os neutros aquecidos: o terracota, o bege areia, o caramelo e os verdes suaves, quase acinzentados. Eles não são apenas cores de fundo; são a base que confere profundidade e uma sensação de permanência aos ambientes.

O verde, em particular, ressurge em sua vertente mais biofílica, como o esmeralda e o verde floresta, reforçando a tendência de trazer a natureza para dentro de casa, um conceito que ressoa profundamente com a cultura de Mato Grosso do Sul.

 

Estilos: a fusão do essencial com o aconchegante

No campo dos estilos, a rigidez cede lugar à fluidez e à personalização. Dois movimentos se destacam por sua capacidade de sintetizar a demanda contemporânea por funcionalidade e conforto: o Warm Minimalism e o Japandi.

O Warm Minimalism (Minimalismo Acolhedor) é a resposta à crítica de que o minimalismo tradicional era frio e impessoal. Ele mantém a premissa de "menos é mais", mas injeta calor através de texturas, materiais naturais e orgânicos. Pense em madeira clara, linho, lã e superfícies que convidam ao toque. A iluminação, antes puramente funcional, torna-se um elemento de design que cria sombras e realça a materialidade.

Já o Japandi, uma fusão elegante entre a estética escandinava (Hygge) e a filosofia japonesa (Wabi-Sabi), celebra a imperfeição, a simplicidade e a durabilidade. É um estilo que valoriza o artesanato, as linhas limpas e a ausência de excessos, mas com uma paleta de cores que abraça os tons terrosos e a luz natural. O Cloud Dancer, com sua neutralidade luminosa, serve como a tela perfeita para a aplicação desses estilos.

Em contrapartida, para aqueles que buscam uma expressão mais ousada, o Industrial Chic continua a ser uma força, especialmente em projetos urbanos e lofts. Ele se reinventa com a introdução de metais mais quentes (cobre e bronze) e a suavização das superfícies brutas (concreto e tijolo aparente) com tecidos macios e mobiliário de design orgânico.

O Futuro é Tátil e Sustentável

A materialidade é, talvez, a maior revolução silenciosa. A busca por materiais sustentáveis, de origem local e com história não é mais uma opção, mas uma exigência do mercado consciente.

O uso de madeira de reflorestamento, bambu, e a valorização de técnicas artesanais regionais, como a cerâmica e o trançado, ganham destaque.

Em Mato Grosso do Sul, essa tendência se traduz na valorização da pedra natural local, da madeira de demolição e na integração de elementos que remetem ao bioma do Pantanal e do Cerrado.

O design de interiores, portanto, deixa de ser uma vitrine de consumo para se tornar um manifesto de valores — um espaço que não apenas se habita, mas que se sente e se vive em plena harmonia com o entorno.

Felpuda

Que rufem os tambores! O distinto eleitorado pode ir se preparando...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (06)

06/02/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Fernando Pessoa - escritor português

"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela”.

FELPUDA

Que rufem os tambores! O distinto eleitorado pode ir se preparando para assistir, de camarote, o show de vitimismo que deverá ser dado por certos políticos, tão logo venha à tona malfeitos neste ano eleitoral. “Perseguição” deverá ser a palavra mais ouvida, como se fosse antídoto à realidade e permitindo que posem vestidos de anjos celestiais. Aí, acredite quem quiser nas “lágrimas de crocodilo”. E não custa lembrar: cessarão caso o resultado nas urnas seja positivo. Caso contrário, virará “chororô”, mesmo. É cada uma...

DiálogoQue rufem os tambores! O distinto eleitorado pode ir se preparando para assistir, de camarote, o show de vitimismo que deverá ser dado por certos políticos, tão logo venha à tona malfeitos neste ano eleitoral. “Perseguição” deverá ser a palavra mais ouvida, como se fosse antídoto à realidade e permitindo que posem vestidos de anjos celestiais. Aí, acredite quem quiser nas “lágrimas de crocodilo”. E não custa lembrar: cessarão caso o resultado nas urnas seja positivo. Caso contrário, virará “chororô”, mesmo. É cada uma...

 Diferenciado

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) divulgou que a reforma tributária, em vigor a partir deste ano, prevê tratamento tributário diferenciado para pessoas físicas que exercem atividades econômicas em pequena escala, os chamados nanoempreendedores.

Mais

A proposta trabalha a inclusão social ao dar reconhecimento legal a atividades hoje informais, e também alcança motoristas e entregadores por aplicativo. A medida se aplica a pessoas físicas que atuam de forma individual e sem CNPJ, com receita anual de até R$ 40,5 mil.

DiálogoDra. Rachel Furquim Marson

 

DiálogoThaily Semensato

Expectativa

O resultado da reunião de Reinaldo Azambuja, presidente estadual do PL, com a cúpula do partido, poderá mudar os rumos da pré-campanha. A legenda tem compromisso com a reeleição do governador Riedel (PP) e trabalha para eleger dois senadores, com a possibilidade de abrir segunda vaga para partido aliado. Desse encontro deverá sair uma “palavra de ordem” para apagar os incêndios causados por rebeldes. A conferir.

Sufoco

Político observador que só, afirmou que, na realidade, os vereadores caíram numa espécie de armadilha que eles mesmo criaram. E que para dar satisfação à população que pressionava sobre a questão do IPTU e do lixo, decidiram aprovar um projeto com “dose de revanchismo”, porque a proposta da prefeita Adriane Lopes não passou por eles. Seria uma medida no estilo “matar dois coelhos com uma só cajadada”. Pois é...

Ficam

O deputado Londres Machado (PP) foi escolhido novamente pelo governador Eduardo Riedel como líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, enquanto Pedrossian Neto também volta a ser o vice. O decano parlamentar agradeceu a confiança e ressaltou o apoio que sempre teve dos colegas em votações de projetos importantes para Mato Grosso do Sul.

Aniversariantes

  • Dra. Magali Martins Trivellato,
  • Luiz Ricardo de Oliveira Debortoli,
  • Christiano Lima Metello,
  • Dr. Gustavo Mendes Medeiros,
  • Diego Correia,
  • Francisco Lopes da Silva,
  • Dimas Gonçalo de Faria,
  • Jalmir Amorim Dutra,
  • Marco Antonio Homem
  • de Carvalho,
  • Pe. Ricardo Carlos,
  • Antonio Tomaz de Lima,
  • Cláudio Cézar Machado,
  • Marivalde dos Santos,
  • Vicente Mota de Souza Lima,
  • Amelia Barbosa Nogueira,
  • Yolanda Barreto Flud,
  • Zilda Nunes de Castro,
  • Karolina Curado Coppola Zanotto,
  • Luiz Carlos Franco,
  • Paulo Rogério de Carvalho Silva,
  • Antonio Alberto de Bortoli,
  • Glaucy da Silva Carmo,
  • José Espíndola de Barros,
  • Artemis Cesco Fieschi,
  • Dr. Marcos Alves Chaves,
  • Dra. Lilian Gonçalves,
  • Nelly Rieskstins Villarinho Bonfim,
  • Urbano Paulo Santi,
  • Flávio Neves Costa,
  • André Alves Ferreira,
  • Maria Flavia Decco,
  • Marcelo Moraes Salles,
  • Paulo Henrique Aguiar Nery,
  • Vagner Pinheiro da Conceição,
  • Ozená Alves Almeida,
  • Tays Kaida Vieira,
  • João Borges dos Santos,
  • Ilza de Rezende Chagas,
  • Luiz Carlos Capucci,
  • Nelson Coleto Amador de Souza,
  • Vilson Corrêa,
  • Luiz Roberto Holf de Araujo,
  • Fernando de Paula Lousada,
  • Dante Martins de Oliveira,
  • Aleide Figueiredo Serra,
  • Patrícia Akemi Tsuge Ikeziri,
  • Amaury Neiva de Carvalho e Silva,
  • Clóvis Glienke,
  • Hamilton Carvalho de Moura,
  • Claudio Marques Costa Junior,
  • Hélio Machado Borges,
  • João Simemuta da Costa Fonseca,
  • Cleber Jackson Toledo,
  • Fabiano Barth,
  • Maria Cristina Ataíde,
  • Argemiro Ângelo Corrêa Rezende,
  • Leandro Gianny Gonçalves
  • dos Santos,
  • Cinthia Emmanuelle Silva Arantes,
  • José Márcio de Araújo,
  • Edson de Almeida,
  • José Carlos Araújo Lemos,
  • Célia Aparecida Bartles Carvalho,
  • Maria Francisca Menezes Farias
  • Araújo,
  • Joise Maira Bearari Ramos,
  • Kasla Garcia Gomes Tiago de Souza,
  • Getúlio José da Costa,
  • Eduardo Bogalho Pettengill,
  • José Carlos Pesuto,
  • Maria Carmen Martinez Santos,
  • Polyanne Cruz Soares Silva,
  • Ayrton José Motta Nunes,
  • Roberto Torres Filho,
  • Vanessa Escobar Machado,
  • Adriana Eliza Barbosa Pinheiro,
  • Delvio Fagundes Cordeiro,
  • Leda Ribeiro Mendes Martins,
  • Antonio Gilmar Vieira,
  • Elidia Cruciol,
  • José Carlos de Souza Teixeira,
  • Fernando Marques,
  • Nelson Luiz de Carvalho,
  • Vladmir Tavares de Lima,
  • Hilda Maria Menezes,
  • Katia Mendes de Souza,
  • Vivianne Marques,
  • Beatriz Franco de Souza,
  • Waleska Nascimento Flôres,
  • Luis Henrique Ribeiro,
  • Mara Barbosa de Almeida,
  • Dr. Sideni Soncini Pimentel,
  • Laura Fernandes Mendes,
  • Alício Alvares de Oliveira,
  • Ernani Vicente de Souza,
  • Eurídice Maria Araújo,
  • Carla de Almeida Lopes,
  • Ednéia Maria de Medeiros,
  • Joaquim da Silva Nogueira,
  • Antonio João da Silva,
  • Maria Lúcia Mendes de Lima,
  • Claudete Rosa Pereira,
  • Francisco Carlos de Andrade,
  • Lorena Miranda de Souza,
  • Glaucia Conrado Teixeira,
  • João Carlos Martins Pinheiro,
  • Tatiane Santos Vieira,
  • Mário Sérgio Marques,
  • Roberto Campos da Costa,
  • Ana Lúcia Mendes Barbosa,
  • Maurenn Pereira de Oliveira.

SAÚDE

Mofo em ambientes úmidos desencadeia alergias, agrava doenças respiratórias e pode liberar toxinas

Além de danos materiais, o mofo em ambientes úmidos e mal ventilados desencadeia alergias, agrava doenças respiratórias e pode liberar toxinas

05/02/2026 10h00

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratórias

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratórias Reprodução

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O mofo não é apenas uma questão estética ou um incômodo passageiro. Trata-se de um sinal de alerta para a saúde do ambiente construído e, consequentemente, de seus ocupantes.

Sua proliferação silenciosa em paredes, armários, tetos e móveis é um problema de saúde pública muitas vezes negligenciado, especialmente em regiões de clima quente e úmido ou durante o inverno, quando a ventilação natural é reduzida.

Este fungo microscópico, visível em manchas esverdeadas, escuras ou aveludadas, é um bioagressor com potencial para causar desde reações alérgicas leves até condições respiratórias graves e complexas.

A relação entre o mofo e a saúde humana é direta e mediada por mecanismos bem documentados. Os fungos se reproduzem por meio da liberação de milhões de esporos minúsculos no ar, partículas invisíveis a olho nu que são inaladas com facilidade.

Além dos esporos, as colônias de mofo produzem e liberam no ambiente alérgenos potentes, irritantes químicos voláteis (MVOCs) e, em certas condições e para algumas espécies, micotoxinas – substâncias potencialmente tóxicas cujos efeitos a longo prazo são alvo de contínua pesquisa científica.

Para uma parcela significativa da população, a exposição a esses agentes desencadeia reações alérgicas. Essas reações podem ser imediatas, com sintomas que mimetizam uma rinite alérgica intensa: congestão nasal, espirros em salva, coriza aquosa, coceira e vermelhidão nos olhos.

O contato direto com superfícies mofadas pode provocar dermatite de contato, com erupções cutâneas e coceira localizada. Para os milhões de brasileiros que convivem com a asma, a presença do mofo é particularmente perigosa.

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratóriasEsporos podem estar presentes antes mesmo do mofo ser visível - Foto: Reprodução

Em indivíduos asmáticos alérgicos aos fungos, a inalação dos esporos pode funcionar como um gatilho poderoso para crises severas, com broncoespasmo, tosse e profunda falta de ar, muitas vezes exigindo intervenção médica de urgência.

DANOS À SAÚDE

No entanto, os efeitos não se restringem a pessoas com alergias diagnosticadas. A exposição ao mofo também pode irritar as mucosas de indivíduos sem qualquer predisposição alérgica.

Olhos lacrimejantes, garganta arranhando, tosse seca e sensação de pressão no peito são queixas comuns em ambientes contaminados, sintomas que melhoram sensivelmente ao se deixar o local. Este é um efeito puramente irritativo, mas não menos impactante na qualidade de vida e no bem-estar diário.

O perfil de risco é ainda mais grave para grupos populacionais vulneráveis. Bebês e crianças, cujos sistemas respiratório e imunológico estão em desenvolvimento, são mais suscetíveis.

Idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido (por doenças ou tratamentos médicos) não só têm maior risco de desenvolver infecções fúngicas oportunistas nos pulmões (como a pneumonia fúngica), como também podem apresentar reações mais intensas aos alérgenos.

A exposição crônica em ambientes mofados também tem sido associada, em estudos clínicos, a uma piora no controle de doenças respiratórias pré-existentes, como a bronquite crônica e a doença pulmonar obstrutiva crônica.

Além das doenças claramente alérgicas ou irritativas, a ciência investiga a relação entre a exposição prolongada a ambientes com mofo e outros sintomas sistêmicos, muitas vezes chamados de síndrome do edifício doente.

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratóriasFoto: Reprodução

Pacientes relatam cansaço inexplicável e persistente, dores de cabeça frequentes, dificuldades de concentração, lapsos de memória e dores musculares e articulares difusas.

Embora a causalidade direta seja complexa de estabelecer e esses sintomas não sejam específicos, a melhora após a remoção do foco de mofo e a mudança para um ambiente saudável é um indicativo forte da influência do ambiente na saúde geral.

A possibilidade de exposição a micotoxinas, embora menos comum em ambientes domésticos típicos, levanta questões sobre potenciais efeitos neurológicos e imunológicos que demandam cautela e mais pesquisas.

COMO EVITAR

O combate eficaz ao mofo, portanto, transcende a simples limpeza superficial. É uma estratégia de saúde preventiva. O ciclo vicioso que permite seu surgimento é conhecido: umidade excessiva + matéria orgânica (papel, madeira, gesso, tecido, poeira) + falta de ventilação + temperaturas amenas.

A primeira e mais crucial linha de defesa é o controle da umidade. Em regiões litorâneas ou no período chuvoso, o uso de desumidificadores elétricos de ambiente, principalmente em cômodos menores como quartos e banheiros, é uma medida transformadora, mantendo a umidade relativa do ar idealmente abaixo de 60%.

A ventilação cruzada é uma arma poderosa e gratuita: abrir janelas e portas em lados opostos da casa, mesmo por períodos curtos em dias frios ou nublados, permite a troca de ar úmido interno por ar mais seco externo, dissipando os esporos em suspensão.

É essencial ventilar armários e guarda-roupas periodicamente, evitando o acúmulo de umidade no interior dos móveis, onde roupas e calçados podem se tornar focos de proliferação.

A manutenção predial é outra frente crítica. Infiltrações em telhados, janelas, paredes externas e em banheiros são a principal fonte de umidade crônica e devem ser reparadas imediatamente.

Presença de mofo nos ambientes pode causar alergias e crises respiratóriasManter ambientes limpos é essencial para prevenir e combater o mofo - Foto: Reprodução

No dia a dia, hábitos simples fazem grande diferença: usar exaustores no banheiro durante e após o banho, e na cozinha durante o cozinhar; jamais guardar roupas, toalhas ou calçados que não estejam completamente secos; e evitar encostar móveis diretamente na parede, mantendo uma distância de pelo menos 5 cm para permitir a circulação de ar.

Quando o mofo já se instalou, a limpeza deve ser feita com cuidado. Para pequenas áreas (até 1 metro quadrado), uma solução de água sanitária diluída em água (1 parte de água sanitária para 10 de água) aplicada com luvas, máscara e boa ventilação pode ser eficaz. 

No entanto, para infestações extensas ou em casos em que há moradores com graves problemas de saúde, a contratação de uma empresa especializada em remediação de mofo é a atitude mais segura.

Esses profissionais utilizam equipamentos de proteção, técnicas de contenção para evitar a dispersão dos esporos durante a remoção e equipamentos profissionais de secagem e desinfecção, tratando a causa raiz e não apenas o sintoma visível.

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