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Roberto Carlos tem nova namorada, saiba quem cativou o coração do Rei

Roberto Carlos tem nova namorada, saiba quem cativou o coração do Rei

ego

04/05/2013 - 02h00
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O cantor Roberto Carlos, de 72 anos, tem um novo amor. A eleita é baiana, tem 36 anos e responde pelo nome de Luciana Sobreira. Ela é jornalista, trabalhou na Rede Bahia, em Salvador, foi diretora artística do Festiva de Verão, e atualmente atua como assessora de imprensa no Rio de Janeiro. Luciana vive em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste carioca.

Roberto e Luciana estariam juntos há quatro meses, e vêm tentando manter o romance em segredo.

A identidade de Luciana teria vindo à tona depois que ela foi ao show do cantor, em São Paulo, na quarta-feira, 1º, e teria gerado burburinho nos bastidores. Mas o romance teria começado antes, em dezembro, quando ela também esteve em um show do cantor, no Chevrolet Hall, no dia 8 de dezembro, em Recife. É deste dia a foto em que Luciana aparece abraçada com Roberto, no bastidores e que foi postada em uma rede social sua.

Para amigos, Luciana teria dito: “Não gosto de homens mais velhos, mas desta vez me rendi.” Outro ponto em destaque também são as agendas dos dois que, segundo ela, é praticamente incompatível. Por causa disso - e também por questões ligadas ao trabalho -, Luciana mudou-se para o Rio de Janeiro, e tem dito que está muito feliz.

Procurada pelo EGO, Luciana negou o romance. "Não procede, não sou eu. A gente se conhece, é amigo, mas não sou a namorada dele, não. Quem não queria ser a namorada do Rei, né?", disse ela rindo e se incluindo entre as interessadas.

Roberto nega namoro
A assessoria de Roberto Carlos também foi procurada para falar sobre o assunto, e se manifestou através de um comunicado assinado pelo Rei: "Conheço a Luciana sim. Ela trabalhou com a gente no meu Especial, na equipe do Césio Lima, que é nosso light designer, me pareceu competente, uma moça bonita, mas nós nunca namoramos. Não sei por que estão dizendo isso não. Também não sei por que estão dizendo que eu comprei um apartamento em Salvador. Isso não aconteceu. Eu não tenho apartamento lá.”

Música

Projeto "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais

Projeto sul-mato-grossense e coletivo, "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais em uma celebração da arte preta, LGBTQIA+ e periférica

21/05/2026 09h30

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo

Além de música, poesia e moda, projeto Afroafetos envolve artes plásticas, que ajudam a compôr a identidade visual do coletivo Foto: Manu Komiyama

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Entre sons que atravessam o soul, o pagodão baiano, o R&B e a MPB, existe um fio condutor que costura o primeiro álbum de Silveira Soul: o afeto. Não o afeto simplificado ou romantizado, mas aquele construído como resistência, acolhimento e reencontro de identidade.

Hoje, o cantor e compositor sul-mato-grossense lança oficialmente “Afroafetos”, trabalho que nasce da música, mas ultrapassa as fronteiras do som para se tornar manifesto artístico, político e coletivo.

Natural de Corumbá, no interior de Mato Grosso do Sul, Silveira canta desde os 13 anos, quando começou no coral da igreja.

Anos depois, a voz potente e a presença de palco o levaram aos principais festivais culturais do Estado, como Festival de Inverno de Bonito, Festival América do Sul, MS ao Vivo, Sesc Cultura e Som da Concha. Também abriu shows para artistas como Liniker, Majur, Iza, Dudu Nobre e Rico Dalasam. Agora, transforma toda essa trajetória em seu primeiro álbum autoral.

“Afroafetos” nasce como um espetáculo afrofuturista e multidisciplinar. O projeto reúne música, poesia, moda, dança, artes visuais e audiovisual para imaginar novas possibilidades de existência preta no Brasil. Em vez de narrativas centradas apenas na dor histórica, a obra aposta no protagonismo, na ancestralidade e na construção de futuros possíveis sem opressão racial.
“‘Afroafetos’ já se tornou um coletivo. Nós temos diversas linguagens artísticas envolvendo todo o ‘Afroafetos’. Tem artes plásticas, poesia dentro do álbum. Tem essa coisa de se juntar e agregar arte”, explicou Silveira.

O lançamento oficial acontece após uma audição especial realizada na Casa de Cultura de Campo Grande na sexta-feira, em uma noite marcada por emoção, espiritualidade e senso de comunidade.

O evento reuniu referências afro-brasileiras, banhos energéticos, símbolos ligados às religiões de matriz africana e uma atmosfera de celebração coletiva que refletia exatamente o espírito do projeto.

“É muito bom quando a gente encontra ouvidos e olhos atentos para nossa arte. Não importa se eu não tenho um grande público, o que importa para mim é ter pessoas observando o que a gente está fazendo com o ‘Afroafetos’, como a gente está se aquilombando, se reorganizando para fazer uma arte com essência”, declarou o artista durante a pré-estreia.

REENCONTRO DA IDENTIDADE

Com cinco músicas e duas poesias, “Afroafetos” foi gestado ao longo de pelo menos cinco anos. Algumas composições nasceram em parceria com amigas que hoje integram o coletivo artístico criado em torno do projeto. O processo de construção, segundo Silveira, também foi uma forma de reencontro consigo mesmo.

“É um álbum muito diverso. Quem ouvir vai entender que a gente passeia por muitas sonoridades. Tem pagodão baiano, black music, várias referências. Eu cresci ouvindo isso, então, tem essa pluralidade. É o que nós somos”, afirmou.

Ao mesmo tempo em que dialoga com o futuro imaginado pelo afrofuturismo, o álbum mantém conexão direta com a ancestralidade negra e com os afetos construídos em comunidade. Essa dualidade aparece tanto nas letras quanto na estética visual e sonora do trabalho.

“‘Afroafetos’ surge como um grito que pretende não só expor uma produção artística autoral, mas também contar uma história através da ancestralidade e dos afetos que cercam a vivência de um homem preto e gay no Brasil”, resumiu o cantor.

As músicas falam sobre amor, desejo, pertencimento, liberdade e identidade. Em uma das poesias apresentadas no evento de pré-lançamento, versos como “Ser afetada, afeminada, com fome de mundo” e “É tudo sobre o amor e o amor sabe dizer o nosso nome” sintetizam a proposta do projeto: transformar vulnerabilidade em potência.

PROJETO COLETIVO

Embora o álbum carregue o nome de Silveira Soul, o artista faz questão de enfatizar que o projeto pertence a muitas mãos. Durante a audição, ele citou uma a uma as pessoas envolvidas na construção de “Afroafetos”, reforçando o caráter coletivo da obra.

“‘Afroafetos’ não sou só eu. Esse álbum está carregando o meu nome, mas não sou só eu. Somos vários, e eu quero que isso se multiplique muito”, disse.

Entre os nomes envolvidos estão as poetas Maria Carol e Afroqueer, integrante do ColetivA De Trans Pra Frente, as artistas visuais Lua Maria e Erika Pedraza, a estilista Jéssica Rabelo e o produtor musical Ton Alves. O projeto ainda envolve audiovisual, figurino, artes plásticas e performances.

Para Silveira, essa construção coletiva também é uma forma de resistência cultural em Mato Grosso do Sul, estado historicamente marcado pela predominância do sertanejo na cena musical.

“Eu faço uma música popular, mas diferente do comum aqui. Existe barreira, mas acredito no meu público e na minha arte. Fazer isso aqui é, sim, resistência”, pontuou.

AFETO AFRO

A coordenadora do projeto, Jéssica Rabelo, define Afroafetos como um espaço de acolhimento e reconstrução afetiva entre pessoas pretas, LGBTQIA+ e periféricas.

“Nós, pessoas pretas, não fomos ensinadas a amar e a contemplar por meio do amor. E na Afroafetos a gente conseguiu amar. Amar por meio da verdade, da constância e até da raiva”, declarou, emocionada, durante o evento.
Segundo ela, o projeto funciona como um “novo quilombo”, onde arte, espiritualidade e afeto caminham juntos.

“Todas as vezes que a gente se encontra é uma grande oração. A gente ri, chora, dança e cria um universo paralelo quando chega a qualquer lugar dessa cidade”, afirmou.

A dimensão coletiva também impactou profundamente o produtor musical Ton Alves, responsável pelos arranjos do álbum. Ele conta que inicialmente se impressionou pela potência vocal de Silveira, mas que acabou sendo conquistado pelas pessoas e pela proposta do projeto.

“O Afroafetos me impactou de várias formas. Não só musicalmente, mas pelas pessoas. Engloba literatura, teatro, dança, artes plásticas, religião de matriz africana. Tudo entrou no caldeirão e formou o Afroafetos”, disse.
Ton também lembrou a apresentação de abertura para Liniker como um momento simbólico.

“A gente não tinha 1% do orçamento daquela artista e entregou 250%. Aquilo me fez entender que o Afroafetos é muito mais do que música”, afirmou.

ARTE DE MS

Ao falar sobre o conceito do álbum, Silveira destaca que o afrofuturismo presente na obra parte da realidade de Mato Grosso do Sul e das experiências negras periféricas locais.

“É muito louco imaginar onde nossos objetos e acessórios já chegaram. Estarmos onde jamais imaginamos estar. O resgate vem muito disso: acreditar novamente no nosso potencial e reencontrar nosso valor”, afirma.

A ideia de territorialidade aparece como um elemento central do projeto. Em meio a uma realidade cultural frequentemente dominada por referências externas, o artista defende a valorização da produção preta local.

“Aqui a gente é devorado todos os dias por culturas e artes que não são as nossas. Então, quando a gente faz música, moda ou arte, a gente quer fazer o melhor possível. Isso é o mínimo. O máximo ainda está por vir”, pontuou.

Essa valorização também passa pela construção de referências positivas e pelo incentivo à criação artística dentro das próprias comunidades.

“A gente quer fazer arte, viver de arte, consumir arte, mas também criar. E para isso a gente precisa de incentivo”, reforçou o cantor.

Produzido de forma independente, “Afroafetos” foi viabilizado com financiamento do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (Fmic), ligado à Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande.

Segundo Silveira, o apoio foi fundamental para que o projeto alcançasse a dimensão desejada. “Foi um investimento crucial para que a grandiosidade desse projeto acontecesse”, destacou.

Além do álbum, o coletivo prepara um documentário e uma série de vídeos mostrando os bastidores do processo criativo. A intenção é de revelar o cotidiano da construção artística para além do palco. “Muitas vezes as pessoas só veem o show, mas existe muita coisa acontecendo no dia a dia que faz parte desse processo”, disse o cantor.

A expectativa agora é de que o trabalho reverbere para além das fronteiras de Mato Grosso do Sul. “É o melhor trabalho da minha vida até aqui. A gente não fez só música, despertou outros talentos também. E agora vamos deixar isso reverberar pelo mundo”, declarou.

O álbum “Afroafetos”, de Silveira Soul, está disponível nas plataformas digitais a partir hoje.

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Diálogo

Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (21)

21/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Eleanor Roosevelt - diplomata americana

"As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o caráter é construído”.

FELPUDA 

Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá segundo turno nas eleições de 2026. Entre outras coisas, a aposta maior é num eventual “racha” da direita e projeções que são, digamos, um tanto quanto “estratosféricas” e carregadas de muito otimismo. Aliás, na declaração de um petista da cúpula nacional, o entendimento é que as redes sociais estariam sendo usadas pelos adversários de maneira metódica para divulgação de “preconceitos” contra Lula, que pensa em disputar a reeleição.  Se depender dessa galera, a “fatura estaria liquidada”. Sei não...

Outro rumo

A vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira poderá tentar conquistar uma das cadeiras na Assembleia Legislativa de MS.  Ela vinha tentando se viabilizar como pré-candidata ao Senado.

Mais

Isso, fiando-se numa manifestação do ex-presidente Bolsonaro de que poderia ser o nome para a disputa. Diante da indefinição, chegou a anunciar que poderia mudar de partido. Mas acabou recuando.

DiálogoFoto: Divulgação

No próximo dia 25, o Insted realizará a cerimônia que marcará sua transformação institucional, passando a ser Centro Universitário, proporcionando a oferta de bolsas de estudo, atendimentos gratuitos à população, projetos de extensão e novas oportunidades acadêmicas em Mato Grosso do Sul. A expectativa da Instituição é ampliar significativamente os programas de bolsas acadêmicas vinculadas à pesquisa, extensão universitária e monitoria, com percentuais que podem variar entre 40% e 100%, dependendo dos critérios de participação e dedicação dos estudantes. “Teremos experiência acadêmica com mais qualidade e com mais entrega à sociedade, sem deixar de lado as metodologias ativas e protagonismo dos nossos acadêmicos”, afirmou Neca Bumlai, reitora do Centro Universitário.

DiálogoDione Anache - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDra. Eduarda Dias - Arquivo Pessoal 

“Tinta”

A moção de apoio em favor da vereadora Eliane Feitosa Tel, como era de se esperar, “levou tinta” na Assembleia de MS, sendo rejeitada por 12 votos a três, o que gerou descontentamento da trinca de parlamentares petistas, um deles protagonizando cena de incitação à violência e vociferando como se estivesse em uma briga de rua. No caso, foi o deputado José Orcírio.

À altura

O deputado Coronel David teve que responder à altura a “solicitação” do petista para que o colega do parlamento estadual desse “aviso” ao deputado federal Rodolfo Nogueira que ele iria apanhar. A moção de apoio foi apresentada por Gleice Jane à vereadora responsável por ato considerado uma agressão a Rodolfo, durante evento em Mundo Novo. Davi  disse que não poderia aprovar uma moção a quem teria praticado tal ato e que pessoas de ideologias diferentes têm é que debater no campo de ideias. Nada como viver num Estado sem problemas, né?...

Análise

Na bolsa de apostas políticas, há quem diga que o deputado estadual João Henrique Catan (Novo) poderá ultrapassar o petista Fábio Trad na corrida para o governo do estado. Embora ambos estejam muito aquém de Eduardo Riedel, primeiro colocado nas pesquisas divulgadas até agora, o perfil do eleitorado de MS poderá contribuir muito para isso. Nos bastidores, a análise é que a população é conservadora e já demonstrou que não “engole” o PT. Sendo assim...

ANIVERSARIANTES 

Maria Elisabete (Bete) Jeronimo Dias;
Dr. Thiago Alonso Domingos;
Paloma Ujacow Martins Rodrigues;
José Alberto D´Lamônica Guimarães;
Rafael de Cristo;
Eloisa Jorge Caiado;
Daniela Marques Caramalac;
Derci de Souza Moraes;
Elizete Miranda Granze;
Lidia Almada;
Tailini Xavier;
João Batista Pereira;
Cecilio Toledo Filho;
Eduardo Silva Rocha;
Antônio de Oliveira Valadão;
Severino Leandro da Silva;
Edson Zandonadi;
Domingos Henrique Medeiros Rostey;
Gilcinei Clovis de Oliveira;
Manoel Rezende;
Deusamar Rangel da Silva;
Artur Monteiro de Barros;
José Carlos Pettengill;
Miguel Pontes Pimentel;
Adir Gaffuri;
Eduardo dos Anjos dos Santos;
Silvia Martinez;
Walter Ferraz Pinto Pacheco;
Marcos Castilho Lopes;
José Ney Mendonça Silva;
Celso de Souza Martins;
Celia Gonçalves Ferreira;
Tecilio Toledo Filho;
Alina Munhoz;
Cibele Araújo Almeida;
Sérgio Teruya;
Iara Rosana Baseggio;
Solange de Fátima Duarte Vaz da Silva;
Adão de Arruda Sales;
Juarez Augusto de Carvalho;
Eveline Muller Azevedo;
José Hindo;
Aparecido Kavano dos Santos;
Dra. Karine Casartelli Falkenburg;
Dra. Lázara Sulzer;
Ibrahim Miranda Cortada Filho;
Auzeneide Maria da Silva;
Alice da Silva Moreira;
Maria Auxiliadora Meira;
Ana Cristina Rocha Negrão;
Sônia Assis de Oliveira Souza;
Elisa Guerrieri da Silva;
Hermes dos Santos Mourão;
Rosilange Ferreira Golveia;
Maria llka Guerreiro;
Luiz Seiji Tada;
Carlos Henrique Botura;
Lúcia Daniel dos Santos;
Teobaldo Velasques;
Marcelo Batistela Damasceno;
Elizeu Ferreira D’ Anunciação;
Shirlei Paz Pereira;
Dorisney Lima de Oliveira;
Júlio Cezar Ribeiro;
José Rogério Cotrim de Medeiros;
Élio dos Santos Mourão;
Dr. Marcilio Vargas Peixoto;
Dr. Rodrigo de Mello Scalla;
Solange Aguni;
Fernando Cremonesi Ferreira;
Daltro José Ferreira;
João Pantaleão Filho;
Luiz Gomes Cabral;
Edilsom José da Silva;
Wagner Chilavier Oliveira;
Felipe Laburu;
Francisco Juarez de Souza;
Carine Andréia Previatti Alves;
Gilberto Domingos;
Venâncio Josiel dos Santos;
Irma Foscaches Medina;
Edilson Morais de Araujo;
Maria Silvia Moreira dos Santos;
Luiz Henrique Augusto Costa;
Paulo Ricardo Junqueira;
Luciana de Morais Cândido;
Agner Cristina Maldonado Silva;
Key Fabiano Souza Pereira;
Vânia Meire Moreira;
Celso Massayuki Arakaki;
Sirley Cândida de Almeida Kowalski;
Ednéia Aparecida Santos Lisboa;
Patricia Zanatta Aranha Coneglian;
Luiz Carlos Silva;
José Evaristo de Freitas Pereira;
Lisandra Moreira Martins;
Heraldo Medeiros de Oliveira;
Marcelo Nogueira da Silva;
Ivan Figueiredo Chaves;
Daniel Florentin de Novaes;
José Garcez da Costa;
Laércio Araújo Souza Neto;
Astolfo Lopes Cançado Júnior;
Luiz Eduardo Lopes;
Neusa Maria Faria da Silva;
Luis Henrique de Sousa Rodrigues;
Edgar Martins Veloso;
Fernanda Lanteri de Almeida;
Luísa Mendonça Nunes.

Colaborou Tatyane Gameiro

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