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CANAL 1 - FLÁVIO RICCO

Se Joga: ganhar da Record não deve ser a prioridade da Globo

Se Joga: ganhar da Record não deve ser a prioridade da Globo

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A estreia do “Se Joga”, pelo menos até aqui, não alterou em quase nada a audiência na Grande São Paulo.

Na faixa de confronto, a Record seguiu na liderança com o “Balanço Geral”, agora apresentado por Geraldo Luís e as presenças sempre marcantes de Fabíola Reipert e Renato Lombardi.

A simplicidade de um contra a tentativa da outra em impor o peso e importância do seu elenco.

A pergunta é: será este o caminho mais indicado?

Antes de se colocar à frente da concorrência no horário, a Globo precisa se preocupar apenas em ter um bom programa no ar, algo que vá ao encontro do telespectador do horário. Simples assim.

Treino é treino, jogo é jogo. O longo período de preparação não foi suficiente para o “Se Joga” se apresentar como um produto pronto e bem feito.

As correções agora terão que ser feitas em pleno voo e, de acordo com cada exibição, procurar chegar cada vez mais próximo daquilo que o público do horário deseja assistir.

Ganhar da Record, neste momento e no caso do “Se Joga”, não pode e nem deve ser o principal objetivo.

TV Tudo

Horário cheio

Em São Paulo, a Record está trabalhando para que o “Balanço Geral”, novamente apresentado por Geraldo Luís, possa ficar em primeiro lugar durante todo o seu horário de exibição. Isto só acontece no “A Hora da Venenosa”.

A ideia, inclusive, é investir mais nas reportagens do Geraldo.    

Chamada de embarque

Cerca de 100 brasileiros, contratados pela Netflix, seguiram viagem para a Inglaterra no começo desta semana.

Todos envolvidos com a produção do reality show “The Circle”. Devem ficar de dois a três meses em Manchester.

Voto vencido

A direção do SBT tentou evitar, de todas as maneiras, o lançamento do “Alarma TV”, anunciado como “revista popular”, mas que não passa de um telejornal de mau gosto, exibido com algum sucesso para o público hispânico dos Estados Unidos.

Prevaleceu a vontade do dono Silvio Santos. Porque comprou o programa, ele queria, porque queria, colocar no ar. E colocou.

Problema de sempre

Formatos apelativos como o “Alarma TV”, este com conteúdo extremamente inconveniente, num primeiro instante chegam a despertar a curiosidade de uma parte do público.

Mas são sempre desastrosos os seus resultados na parte comercial. E o SBT, diante dos tantos cortes que vem realizando, parece que não está no momento de rasgar dinheiro.

Foto: Paulo Belote / TV Globo

Primeiro capítulo

No primeiro episódio da segunda temporada da série “Filhos da Pátria”, do Bruno Mazzeo, que estreia terça-feira, na Globo, Maria Teresa (Fernanda Torres) é tomada por um profundo encantamento pelos militares gaúchos que chegam ao Rio de Janeiro, nas tropas de Getúlio Vargas.

Com Lucélia (Jessica Ellen, com ela na foto), a patroa terá alguns choques, já que as novas leis trabalhistas vão soar, para Maria Teresa, como uma afronta.

Arigatou

O canal BandSports, na segunda-feira, 7, em São Paulo, utilizando-se de um espaço dedicado a divulgação do Japão contemporâneo por meio da arte, cultura e tecnologia, vai anunciar oficialmente transmissão da Olimpíada do ano que vem.

Na ocasião já serão revelados alguns detalhes desta cobertura.

Interessante isso

Na Band, o BandSports, para alguns sempre foi colocado como “patinho feio”. Evitavam até passar perto.

Agora, com a Olimpíada, no Japão, confirmada pela frente, esses mesmos já começam a se comportar de outra maneira. Como é a vida.

Reencontro

Em “Salve-se Quem Puder”, próxima novela das sete da Globo, Leopoldo Pacheco fará um empresário bem-sucedido e controlador. Bem diferente do trabalho anterior, em “O Sétimo Guardião”.

O único ponto em comum é que ele irá contracenar com Flávia Alessandra. Formarão um casal.  

Foto: Instagram

Estreia

Bianca Saraiva, da TV Cidade de Fortaleza, será uma das apresentadoras do “Fala Brasil” na manhã deste sábado.

Iniciativa que vai ao encontro da nova proposta do jornalismo da Record em valorizar e oferecer oportunidade aos bons valores das praças.

No sacrifício 

Gripado, quase sem voz, em Grêmio e Flamengo, Galvão Bueno ainda se viu obrigado a gritar vários gols que o VAR anulou.

No fim, ainda pediu desculpas ao telespectador.  

ESPN Brasil

Prestes a completar 20 anos de casa, Carlos Maluf foi anunciado quarta-feira como novo presidente da ESPN Brasil, posição ocupada por German Hartenstein até abril. Maluf responderá ao presidente da Disney Brasil (nome a ser definido) e também a Guillermo Tabanera, gerente-geral da Disney América Latina.

O cargo de vice-presidente de Jornalismo e Produção, que foi ocupado por João Palomino, não existe mais.

Bate – Rebate

Após Estados Unidos, Joanna de Assis está novamente em ação por aqui na cobertura esportiva do Grupo Globo...
...Ontem, entrando de São Paulo, ela bateu uma bola com Janaina Xavier no “SporTV News”.
Neste sábado, 17h, o Canal Brasil exibe três episódios da série “Malasartes” em sequência...
... Pedro Malasartes é uma figura tradicional do folclore português, com algumas menções ao universo mítico brasileiro.
O jornalismo da TV Gazeta foi reduzido ao mínimo necessário, no entanto, é justo reconhecer o esforço dos que ficaram...
... Dentro das possibilidades, com todas as limitações conhecidas, esse pessoal tem apresentado um trabalho que é até surpreendente.
“Música na Band” desta sexta-feira, 22h45, vai de Gaúcho da Fronteira.
“Desbravar”, projeto para TV paga que envolve um motorhome, vai reunir o diretor Marcos Pimenta e a atriz Francisca Queiroz...
... A estreia está prevista para o primeiro semestre de 2020...
...  Pimenta integrou a equipe da novela “Avenida Brasil”.    

·       O espetáculo “Pandora”, criação das atrizes Jaqueline Roversi e Jordana Korich, com direção de Leona Cavalli, estreia dia 18 de outubro na Sala Paschoal Carlos Magno do Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

Neste domingo, no “Jogo das 3 pistas” do “Programa Silvio Santos”, Itamar Oliveira contra Alessandra Scatena, dois velhos conhecidos do SBT.

C´est fini

Atual edição de “A Fazenda” vai no ar até a primeira semana de dezembro.

Aliás, prevalecendo esse novo modelo de trabalho da Record, no qual o contratado precisa voltar mais cedo ao ar, Marcos Mion terá que arrumar alguma outra coisa no primeiro semestre de 2020.    

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!

Moda Correio B+

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda Priestly e aquilo que o tempo nos ensinou

Quase vinte anos depois, O Diabo Veste Prada volta aos cinemas com seu segundo filme, com estreia marcada para 1º de maio, e eu não consigo enxergar essa continuação apenas como entretenimento.

15/03/2026 15h30

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinou

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinou Foto: Divulgação

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Eu lembro exatamente onde eu estava quando assisti O Diabo Veste Prada pela primeira vez. Estava na Asia iniciando a minha carreira internacional como modelo, descobrindo o mundo e principalmente a mim mesma, quando comecei a ouvir falar de um filme sobre moda que só pelo nome já causava curiosidade em assistir.

Depois que assisti, descobri que na verdade não era apenas um filme sobre moda, mas sim, um espelho ambicioso para quem queria ocupar espaços que pareciam inalcançáveis.

Quase vinte anos depois, ele volta aos cinemas com estreia marcada para 1º de maio. E eu não consigo enxergar essa continuação apenas como entretenimento, para mim, é quase um reencontro com a mulher que eu era e com tudo o que eu acreditava sobre sucesso.

Em 2006, a indústria da moda ainda tinha aura de império intocável. As redações eram templos, as editoras divindades. Miranda Priestly não era só uma personagem, ela era a representação máxima de poder feminino dentro de um sistema que exigia dureza para sobreviver, e nós admirávamos aquilo.

Hoje, revisitando essa história, percebo como romantizamos certas violências sutis: o excesso de cobrança, o orgulho pelo cansaçoe e a ideia de que suportar tudo fazia parte do crescimento, talvez por isso o retorno de Miranda seja tão simbólico. A moda mudou, e nós mudamos também.

O mundo editorial já não é o mesmo, a autoridade descentralizou, a influência mora nos algoritmos, a estética virou linguagem política. Falamos de diversidade, sustentabilidade, inclusão, ainda que nem sempre com a profundidade necessária.

E eu me pergunto: quem é Miranda nesse novo cenário? E, principalmente, quem somos nós?

Porque se antes Andy representava a jovem que precisava se adaptar para pertencer, hoje muitas de nós questionamos se vale a pena pertencer a qualquer custo.

Essa continuação, inspirada na sequência literária de Lauren Weisberger, traz de volta Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, mas, para mim, o que mais retorna não são os personagens, mas a conversa sobre ambição.

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinouCena de O Diabo Veste Prada 2 - Divulgação

Ambição feminina sempre foi um tema delicado. Ou éramos “boazinhas demais” ou “duras demais”. O filme original expôs essa tensão com elegância e ironia. Agora, quase duas décadas depois, temos maturidade para discutir o que antes apenas aceitávamos.

Não é só nostalgia.

Existe uma camada de nostalgia, claro, mas existe algo mais profundo: a oportunidade de revisitar nossos próprios parâmetros de sucesso.

Eu já não enxergo poder da mesma forma, já não confundo exaustão com excelência, já não romantizo ambientes que exigem que você diminua sua humanidade para caber neles. Talvez essa seja a grande beleza desse retorno. Miranda volta, mas o mundo não é mais o mesmo, e nós também não!

Se antes aprendemos que “não é apenas um suéter azul”, talvez agora estejamos prontas para entender que também não é apenas uma carreira, é sobre escolhas, limites e propósito.

Entre Costuras e CuLtura, sigo acreditando que moda nunca foi só sobre roupa, mas sempre foi sobre o que vestimos para enfrentar o mundo.

E talvez este novo capítulo nos convide justamente a despir aquilo que já não faz sentido carregar.

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinouGabriela Rosa - Divulgação

 

Correio B+

Reforma tributária: empresas enfrentam dificuldades em sua transição; especialista detalha gargalos

Falta de preparação em sistemas corporativos e instabilidades nos programas públicos responsáveis pela emissão das notas fiscais são principais desafios.

15/03/2026 15h00

Reforma tributária: empresas enfrentam dificuldades em sua transição; especialista detalha gargalos

Reforma tributária: empresas enfrentam dificuldades em sua transição; especialista detalha gargalos Foto: Divulgação

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O primeiro mês de transição da reforma tributária foi marcado por desafios técnicos e operacionais. Desde 1º de janeiro, as empresas precisam informar dados referentes aos novos tributos em documentos fiscais. Entretanto, ainda enfrentam o desafio de atualização de ERPs (softwares de gestão empresarial), além de instabilidades nos programas de emissão de notas.

“As dificuldades são, em grande parte, de ordem sistêmica. A nova regra exige que as empresas informem os novos impostos nos documentos fiscais eletrônicos, o que requer uma parametrização dos ERPs. A estimativa é que mais da metade das companhias de médio e grande porte não tenham conseguido concluir esse trabalho a tempo”, explica Thiago Leda, diretor tributário do Grupo IRKO.

Outra dificuldade, segundo o especialista, é a instabilidade dos sistemas emissores de documentos fiscais, principalmente nos sistemas de algumas prefeituras que não aderiram ao Sistema Nacional da NFS-e. Os programas apresentam problemas que vão da alteração ou desativação de códigos de serviços à lentidão e à falta de padronização das informações.

Diante desse cenário, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) suspenderam as penalidades por notas emitidas sem IBS e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) até 1º de abril – as multas previstas são de 1% do valor da transação. De acordo com o ato conjunto das entidades, o objetivo é garantir uma transição gradual e segura. A presença desses impostos nos documentos fiscais tem caráter informativo ao longo de 2026, sem exigência de recolhimento.

“A suspensão das multas é um alívio momentâneo, mas se não houver prorrogação, a partir de abril as empresas estarão sujeitas a penalidades se não estiverem em conformidade. É fundamental usar esse período para regularizar as parametrizações e evitar contingências fiscais”, orienta Leda.

De acordo com ele, as organizações lidam ainda com dificuldades adicionais em razão da falta de regulamentação de determinados pontos da reforma. Algumas atividades, por exemplo, passarão a exigir a emissão de nota fiscal com a nova legislação. No entanto, ainda faltam diretrizes sobre o momento exato em que isso será obrigatório para atividades como locação de imóveis, máquinas e equipamentos.

Adequação imediata

Os negócios que ainda não prepararam suas operações fiscais e tributárias para a nova legislação deverão fazê-lo o quanto antes para evitar sanções a partir de abril. O diretor do Grupo IRKO lembra que, a partir de 2027, a CBS, que substituirá PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), já começará a valer.

“Se a empresa não se adequar agora, além dos riscos de multas a partir de abril, ela poderá enfrentar problemas mais graves no ano que vem. Aquelas que não estiverem em dia com as novas diretrizes, com ERPs parametrizados e equipes preparadas, não conseguirão apurar e recolher o novo tributo corretamente”, destaca.

Já as micro, pequenas e médias empresas optantes pelo Simples Nacional têm até setembro para definir como recolherão os novos tributos a partir de 2027, podendo escolher continuar no regime unificado ou aderir ao modelo regular – com apuração separada de IBS e CBS.

“Essa deve ser uma decisão pensada estrategicamente, já que, a depender da cadeia logística em que a empresa está inserida, pode ser mais vantajoso fazer o recolhimento fora do Simples Nacional para gerar créditos para o cliente, o que pode aumentar a competitividade em alguns casos. Vale lembrar que não haverá nenhuma alteração da carga tributária”, detalha Leda.

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