Correio B

PLATAFORMAS DIGITAIS

Seleção de filmes e séries em plataformas digitais, feita pelo "Via Streaming"

A dica desta semana é o filme "Oppenheimer", vencedor do Oscar 2024

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Grande vencedor do Oscar 2024, “Oppenheimer” é um filme sobre o “pai da bomba atômica” que explora os dilemas por trás da criação da arma com o maior poder de destruição já inventada pelo ser humano

Mesmo antes da cerimônia do Oscar de 2024, “Oppenheimer” já era um dos filmes mais comentados dos últimos tempos. Seja pela disputa de bilheteria com “Barbie”, pela história polêmica ou pelas inovações tecnológicas em que apostou, é certo que “Oppenheimer” deixou sua marca no cinema.

Porém, depois do Oscar, o filme se consagrou, também, como um grande sucesso para a Academia, tendo vencido 7 categorias dentre as 13 pelas quais foi indicado – incluindo Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator para Cillian Murphy, no papel do protagonista.

O décimo segundo filme do talentoso diretor Christopher Nolan está disponível na Amazon Prime, no YouTube e no Google Play Filmes

O filme possui quase três horas de duração e conta a história de J. Robert Oppenheimer, um físico muito influente nos anos 1930 e 1950, que trabalhou para o governo dos Estados Unidos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi responsável por encabeçar o Projeto Manhattan, um programa de pesquisa que resultou na criação das primeiras bombas atômicas que, em 1945, seriam lançadas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.

O poder de destruição dessas armas gerou consequências catastróficas para além da morte de milhares de pessoas. Os efeitos da radiação perduram até hoje, com muitos sobreviventes tendo desenvolvido câncer e mutações genéticas.

No longa, a história do físico é contada desde o início de seus estudos, na universidade, até depois da criação da bomba, nos anos 1950.

Com uma atuação brilhante de Cillian Murphy, o filme busca retratar a complexidade do cientista que está dividido entre suas obrigações patrióticas, além da sua vontade de ter seu nome lembrado, e as suas preocupações éticas com a criação de uma arma de tamanho poder destruidor.

“Oppenheimer” não é um filme para qualquer um, devido à duração (um tanto excessiva), diálogos densos e cenas fortes. Porém, merece ser conferido.

 

“Último Ato” é a nova série original da Apple TV, com estreia no dia 15 de março - Divulgação

Nova série da Apple TV foca na perseguição pelo assassinato de Abraham Lincoln para dar uma nova faceta a uma história já muito conhecida

Uma das figuras mais famosas e enigmáticas da história dos Estados Unidos, Abraham Lincoln foi o 16° presidente do país e, até hoje, é considerado um dos melhores e mais importantes.

Membro do partido republicano, a vitória de Lincoln desagradou os estados conservadores do Sul, que não gostavam das suas ideias – principalmente acerca da proibição do trabalho escravo.

A ameaça separatista dos sulistas iniciou o período de Guerra Civil nos Estados Unidos, que durou até 1865, com a vitória dos nortistas. No decorrer da guerra, em 1863, Lincoln propôs o fim do trabalho escravo no país, feito pelo qual é lembrado até hoje.

Apesar de considerado um grande político, o seu fim aconteceu de maneira trágica.

Em seu segundo mandado, Lincoln foi assassinado com um tiro na cabeça enquanto assistia uma peça no Teatro Ford, em Washington. A figura por trás do assassinato, o ator John Wilkes Booth, é o ponto de interesse da nova série original da Apple TV, “Último Ato”.

Com estreia marcada para o dia 15 de março, a produção irá focar nos eventos que aconteceram depois da morte do presidente, já que, mesmo com o teatro lotado, o assassino conseguiu fugir sem ser preso pelas autoridades.

O encarregado de encontrar e prender o assassino é Edwin Stanton (Tibias Menzies), secretário de guerra e amigo pessoal de Lincoln.

Conforme a perseguição vai se desenvolvendo, fica cada vez mais claro que Wilkes não agiu sozinho e que, na verdade, ele fazia parte de um grupo grande de pessoas que estavam tramando não só o assassinato do presidente, mas também de vários outros membros do gabinete presidencial.

Além de contar sobre esses 12 dias de caçada pelo assassinato do presidente, “Último Ato” sai da narrativa cronológica para retratar uma nova faceta de Lincoln, mais humano, como pai, amigo e marido.

 

“As Garotas do Ônibus: Jornalistas de Campanha” estreia hoje, dia 14 de março com 2 episódios, sendo os demais lançados semanalmente às quintas-feiras - Divulgação

Nova série da Max conta sobre um grupo de jornalistas muito diferentes que precisa se unir na cobertura da campanha presidencial norte-americana

Em todos os países democráticos, as eleições presidenciais são um momento muito importante e muito tenso, principalmente com a crescente polarização política que se tem observado.

Além dos candidatos, um personagem bastante importante – e, por vezes, controverso – nessa corrida é a imprensa, cujo trabalho dos jornalistas é cobrir as campanhas presidenciais e, muitas vezes, desmentir informações falsas.

E, é justamente sobre esses profissionais, que trata a nova série original da Max, “As Garotas do Ônibus: Jornalistas de Campanha”, cuja estreia dos dois primeiros episódios está marcada para o dia 14 de março.

Os demais serão lançados em dupla, semanalmente às quintas-feiras, até o dia 9 de maio.

“As Garotas do Ônibus: Jornalistas de Campanha” gira em torno de um grupo de jornalistas que estão cobrindo a fase de primárias da campanha eleitoral pela presidência dos Estados Unidos.

A personagem principal é Sadie McCarthy (Melissa Benoist), que, mesmo trabalhando para uma grande publicação em Nova York há algum tempo, ainda possui uma postura idealista.

Quando a série começa, Sadie está em busca de redenção depois de ter virado chacota na rede de conservadores quando foi pega chorando depois de sua candidata progressista de preferência ter sido eliminada da disputa.

Além de Sadie, outras 3 mulheres formam o grupo de jornalistas de campanha do no qual a série foca.

Sendo cada uma delas um arquétipo completamente diferente do outro. Kimberly (Christina Elmore) trabalha para um jornal conservador e tenta conciliar a profissão com o casamento – que está na beira do divórcio.

Carla Gugino (Mike Flanagan) é uma profissional bastante consolidada e respeitada no meio, que fez muito sucesso por sempre ter os furos de reportagem antes de todos os concorrentes.

Por fim, Lola (Natasha Behnam) é uma influencer extrovertida que faz a cobertura das primárias pela sua rede social. Das três, ela é a que possui maior audiência.

diálogo

A corrida eleitoral finalmente entrou na pista. Tem candidato acelerando... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira, 10 de agosto de 2026

10/08/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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George Shaw - escritor irlandês

A democracia muitas vezes significa o poder nas mãos de uma maioria incompetente"

Felpuda

A corrida eleitoral finalmente entrou na pista. Tem candidato acelerando em carrão de luxo, cercado de estrutura e apoiadores, enquanto outros aparecem empurrando o velho carrinho de rolimã, apostando mais  na criatividade do que no motor. A bandeirada já foi dada  e ninguém quer perder pista logo na primeira curva. Mas, em eleição, potência nem sempre garante vitória. O que decide a prova é a resistência, a estratégia e, claro, o voto do eleitor. Afinal, muita gente larga na pole e acaba vendo o adversário cruzar a linha de chegada primeiro. Portanto... 

Diálogo

Briga de cerca

Quando o assunto é terra, o plenário da Assembleia de MS às vezes parece mais uma divisa de fazenda. José Teixeira e Zeca do PT voltaram a medir forças e hectares em mais um duelo verbal. Sobrou até proposta para dividir propriedades com indígenas.

Mais

Mais um desafio que ficou só no discurso. Entre 400 hectares de um lado e 200 hectares do outro, a plateia assistiu à troca de farpas. No fim, teve mais barulho de porteira do que mudança de cerca. Como disse um parlamentar, irônico que só: "Churumelas, churumelas..."

DiálogoMaria Helena Pimentel e tatiana santos Pereira Jucá - arquivo pessoal
DiálogoDra. Lívia Miranda - arquivo pessoa

Esquindô lê-lê!

Nos bastidores, começa a ganhar força o chamado "bloco dos comissionados", formado por servidores que poderão ser convocados para atuarem na campanha eleitoral. A expectativa é de que muitos deixem os gabinetes nas horas de folga para ajudar candidatos nas ruas. A questão delicada é separar trabalho público de atividade político-eleitoral, porque a fronteira não pode ser ignorada. Servidor comissionado tem função administrativa, não obrigação de virar cabo eleitoral. A conferir.

Buraqueira

Com média de 675 buracos tapados por dia em julho, a prefeitura comemora um salto que chegou a impressionantes 1.200 remendos em apenas 24 horas. Fazendo as contas, isso significa cerca  
de 50 buracos recuperados por hora, ou praticamente um tapa-buraco a cada 1 minuto e 12 segundos, sem pausa para o cafezinho. O reforço das equipes elevou a produção. Agora, promessa é ampliar as frentes de trabalho.

Fiscal

A partir deste domingo, a Justiça Eleitoral colocará em campo, o aplicativo Pardal Móvel para receber denúncias de propaganda irregular. A ferramenta permitirá que qualquer eleitor encaminhe fotos, vídeos, áudios e outras provas diretamente aos TREs, com identidade protegida por sigilo. A intenção é acelerar a fiscalização durante a campanha. Em ano eleitoral, além de pedir voto, candidatos terão de tomar cuidado com quem está do outro lado da tela. Afinal, o celular também virou fiscal das urnas.

Aniversariantes

  • Mayra nemir neves, 
  • Maren Jessica Costa Jeha,
  • Antônio Picchioni Pereira,
  • Regina nunes saad,
  • Eline toniasso, 
  • Nazira furquim, 
  • Adriano Magalhães,
  • Algemiro Claro alvares,
  • Dair Jair savaris,
  • Dalci Moreira Lorentz,
  • Edileusa Lino de oliveira,
  • Wilson Yukishigue nakase,
  • José antonio gaitan guzman,
  • Nei Lourenço de freitas Costa,
  • Analice de toledo Barros Buainain,
  • Ademir Ximenes Machado,
  • Diego Luiz sorgatto,
  • Lourenço Pereira de souza,
  • José ferreira filho,
  • Rafaela terencio, 
  • Fábio Luiz Bertoni,
  • Roseli da Cruz Loubet, 
  • Tereza Cristina Pinto teixeira,
  • Mariza olegário Caminha,  
  • Fauze Bomussa,
  • Angelo Baldassini neto,
  • Humberto oliveira Bueno,
  • Ludmila Lopes Belline Monteiro,
  • Josiane arce Vieira,
  • Maria rizete ferreira Costa Bezerra, 
  • Jaciro alkiris,
  • Mariana Medeiros Mendes,
  • Aluízio Borges,
  • Alessandro de almeida silva,
  • Lourenço filisbino Paula,
  • Maria aparecida da silva rodrigues,
  • Afonso Leite figueiredo,
  • Adelurde nogueira,
  • Osvaldo Pegaz,
  • Lourenço antunes Maciel,
  • Cristiane de souza,
  • João Batista rodrigues,
  • Amanda almeida farias,
  • Fábio Henrique da silva,
  • Jacy da Costa nantes,
  • Sérgio Luiz Collebri,
  • Heloisa Helena Wanderley Maciel, 
  • Wilian Zavala Bastos,
  • Gesiane de Cássia damasceno Pereira,
  • Luana Pinelli almeida,
  • José Maria franco tôrres,
  • Dmitri erik Palermo,
  • Ana Cristina neves,
  • Orialis sanches de albuquerque,
  • Teresa Cardoso da silva,
  • Jaciara Jacob,
  • Affonso sette Lima,
  • Maria Helena almeida,
  • Lourdes Maria fernandes,
  • Mário sérgio Lopes,
  • Fernanda teixeira,
  • Lúcia Helena nunes,
  • Maria Cláudia oliveira,
  • José Henrique Mendes,
  • Carolina farias,
  • Maria Henriqueta Lima,
  • Cleonice flôres,
  • Alex de oliveira Camargo,
  • Dr.Marcelo dos santos souza, 
  • Laurita anache,  
  • Katleen de oliveira Camargo,
  • Dair Barbosa,
  • Vilmar José de Lima acosta,
  • Roberto Carlos de Jesus,
  • Florentina duarte Correa,
  • Eurico souza Lopes,
  • Pedro Paulo antunes,
  • Hidina Vitor nascimento silva,
  • Marcos antônio davi dos santos,
  • Suzi da Cunha Honório,
  • Paulo roberto da Costa nogueira filho,
  • Katia rubia tinoco,
  • Willian Castelo Branco,
  • Germano Zampieri neto,
  • Fermino otta,
  • Simara rosa de freitas,
  • José Mendes narchesi,
  • Hilda Carvalho,
  • Edson alves tenório,
  • Paulo antônio da silva,
  • Márcia Moreira dourado Pancini,
  • Valéria Pereira Martins de araújo Katayama, 
  • Andreia silva dos santos,
  • Eduardo Casali Moretto,
  • Elizabete eurico de sena,
  • José raimundo Pereira,
  • Waldir José amado,
  • Ana Maria fernandes,
  • Mário edson Monteiro damião,
  • André floriano de Queiroz,
  • Manoel Cação,
  • Andréia rodrigues dos santos,
  • Carlos nogarotto,
  • Ana Cristina Matsunaka dos santos, 
  • Fernando Martins Cavalcanti,
  • Humberto Kawahata Barreto,
  • Paulo roberto achucarro,
  • Nestor Catelan,
  • Aparecida tereza da silva Cândia

**Colaborou Tatyane Gameiro**

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Moda Correio B+

Entre Costuras & Cultura: As redes sociais estão deixando todo mundo igual?

Nunca tivemos tanto acesso à informação e, paradoxalmente, nunca parecemos tão semelhantes.

09/08/2026 15h00

Entre Costuras & Cultura: As redes sociais estão deixando todo mundo igual?

Entre Costuras & Cultura: As redes sociais estão deixando todo mundo igual? Foto: Divulgação

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Basta abrir o Instagram ou o TikTok para perceber um fenômeno curioso: pessoas que vivem em cidades, países e culturas completamente diferentes parecem vestir exatamente as mesmas roupas. A mesma calça, o mesmo tênis, a mesma bolsa, a mesma paleta de cores e até a mesma forma de posar para uma foto.

Nunca tivemos tanto acesso à informação e, paradoxalmente, nunca parecemos tão parecidos.

Os algoritmos têm um papel importante nesse processo. Eles entendem aquilo que chama nossa atenção e passam a entregar, repetidamente, versões muito semelhantes do mesmo conteúdo.

Aos poucos, deixamos de descobrir referências diversas e passamos a consumir uma estética padronizada, que acaba sendo reproduzida por milhões de pessoas ao redor do mundo.

Não há nada de errado em buscar inspiração. A moda sempre foi construída a partir de influências. O problema surge quando a inspiração substitui a identidade.

É comum encontrar pessoas que compram roupas porque “todo mundo está usando”, sem se perguntar se aquela peça realmente conversa com sua personalidade, seu estilo de vida ou seus valores. O guarda-roupa fica cheio, mas a sensação de não ter o que vestir continua.

É justamente nesse ponto que a consultoria de imagem faz diferença.

Ao contrário do que muitos imaginam, ela não existe para criar um estilo novo, muito menos para transformar alguém em uma cópia de uma tendência. Seu papel é ajudar cada pessoa a reconhecer quem é, compreender a mensagem que deseja transmitir e traduzir isso por meio da imagem.

Quando conhecemos nosso estilo, fazer escolhas fica mais simples. Compramos com mais consciência, consumimos menos por impulso e construímos um guarda-roupa que faz sentido para a nossa rotina e para a nossa essência.

Ser autêntico também significa respeitar aquilo que faz parte da sua história. A cultura em que você cresceu, sua profissão, seus objetivos, seu momento de vida e até suas preferências pessoais contam uma história que nenhuma tendência consegue reproduzir.

Provavelmente o maior luxo dos nossos tempos não seja vestir o que está em alta, mas ter clareza suficiente para escolher aquilo que realmente nos representa.

Porque tendências passam. Algoritmos mudam. Mas uma imagem construída com autenticidade permanece.

A seguir, 5 dicas para manter sua autenticidade em tempos de algoritmos

1. Inspire-se, mas não copie

Salvar referências é ótimo. Antes de comprar ou reproduzir um look, pergunte-se: eu realmente usaria isso ou estou apenas seguindo uma tendência?

2. Conheça o seu estilo

Seu estilo deve refletir sua personalidade, rotina, objetivos e valores. Quando você sabe quem é, as escolhas se tornam mais conscientes e naturais.

3. Faça compras com intenção

Antes de adquirir uma peça, pense se ela combina com o que você já possui e se faz sentido para sua vida. Um guarda-roupa coerente vale mais do que um armário cheio de tendências passageiras.

4. Valorize o que faz você único

Sua história, profissão, cultura, biotipo e preferências são parte da sua identidade. A moda deve evidenciar essas características, e não escondê-las atrás de uma estética padronizada.

5. Busque orientação profissional

A consultoria de imagem não existe para dizer o que você deve vestir, mas para ajudá-lo a descobrir como traduzir sua essência por meio da imagem. Quando a aparência comunica quem você realmente é, vestir-se deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma forma autêntica de expressão.

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