Correio B

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Seleção de filmes e séries em plataformas digitais

O Via Streaming indica 3 produções por semana

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Disponível na HBO Max, a série de comédia “Barry” conta a história de um matador de aluguel que decide trocar de carreira e estudar teatro

Em sua quarta e última temporada, a série “Barry”, que foi lançada pela HBO em março de 2018, vem se mantendo como uma produção extremamente bem recebida, tanto pelo público quanto pela crítica especializada. Indicada ao Globo de Ouro de 2024 na categoria de “Melhor Série de Comédia”, a produção acumula estatuetas de diversas premiações, como o Emmy, o Critic’s Choice  Television Award, Writers Guild of America Award, Satellite Award e Peabody Award.

Sua última temporada foi lançada em abril de 2023 e encerra a trajetória do personagem criado, protagonizado, dirigido e escrito pelo cineasta e ator Bill Hader (“Saturday Night Live”).

 A série conta a história de Barry, um ex-fuzileiro naval que vive como um assassino de aluguel.

Apesar de ser muito bom no que faz, o protagonista está descontente com o trabalho, que agrava alguns de seus problemas psicológicos como a depressão.

Quando Barry precisa matar um ator em Los Angeles, ele acaba caindo de paraquedas em uma aula de atuação e é forçado a fazer uma cena de improviso.

Pela primeira vez em muito tempo, o personagem se sentiu vivo ao pisar no palco. Com isso, Barry acaba se apaixonando pelo teatro e decide deixar a sua vida de assassino para trás.

Porém, uma vez ligado ao crime, é difícil se desvencilhar dele quando quiser e sem pagar nada em troca.

O seu contratante Monroe Fuches (Stephen Root) e o chefe da máfia chechena, NoHo Hank (Anthony Carrigan), que encomendou a morte do ator, não ficam nada satisfeitos com a insólita transição profissional de Barry.

Em meio a tudo isso, o protagonista irá continuar frequentando as aulas de teatro e irá se afeiçoar a um grupo de colegas, em especial a Sally Reed (Sarah Goldberg), uma mulher bonita e aspirante a atriz por quem Barry acaba se apaixonando.

 

Nova série da Disney Plus irá contar a trajetória do criador da Balenciaga, um estilista espanhol que consegue se consolidar no mercado da alta costura parisiense

“Cristóbal Balenciaga” é a nova série da Star+

Apesar de estar envolvida em várias polêmicas, que vão desde vender produtos destruídos até campanhas publicitárias catastróficas, é inegável que a Balenciaga é uma das marcas de moda mais relevantes da atualidade.

Com uma história que vai desde a década de 1930, a marca soube se reinventar e incorporar o mercado das redes sociais – inclusive os seus influenciadores e celebridades fora da internet – para construir sua desejabilidade.

A nova série da Star+ irá contar sobre a história do fundador da marca e como tudo começou. A produção original chega na plataforma no dia 19 de janeiro com o título de “Cristóbal Balenciaga”.

A série irá recriar os passos do estilista espanhol Cristóbal Balenciaga (Alberto San Juan), que nasceu em Getaria, uma pequena vila de pescadores no norte da Espanha.

Com uma infância muito humilde, aprendeu a costurar para ajudar sua mãe, que era viúva e costurava para famílias ricas como forma de sustentar seus três filhos.

Desde novo, Cristóbal mostrava um enorme talento para a coisa, o que chamou a atenção da Marquesa de Casa Torres, uma mulher influente da região que passou a ser patrona de Cristóbal.

Conforme o tempo foi passando, o menino foi ficando cada vez melhor, sempre atento ao que se fazia em Paris (capital da moda na época) e em outros lugares – como Inglaterra, Japão e China.

Em 1937, Cristóbal parte para a França por conta da Guerra Civil espanhola e fecha os seus ateliês na região. Em Paris, o protagonista irá apresentar a sua primeira coleção de alta costura na capital da moda.

Porém, os designs que eram muito populares na Espanha não conseguem competir com a sofisticação de marcas como Chanel, Dior e Givenchy, tidas como referências em alta costura.

Ambicioso, Cristóbal irá fazer de tudo para consolidar o seu estilo e se tornar um dos estilistas mais importantes da história da moda.

 

Com crises extremas de sonambulismo, mulher de passado sombrio acorda ao lado de um cadáver e tem seus segredos relvados durante a investigação

“A Mulher na Parede” é a nova série da Paramount+

O caso das Lavanderias de Magdalene, na Irlanda, foi um grande escândalo que envolveu a Igreja Católica e Protestante no Século XX, mas que já vinha acontecendo há muito mais tempo.

A história envolve um grupo de instituições criadas para receberem “mulheres perdidas”, como eram chamadas as prostitutas, órfãs e mães solteiras.

Aparentemente, o objetivo dessas casas era reabilitar e reintegrar as mulheres à sociedade.

Porém, elas funcionavam como uma verdadeira prisão de trabalho forçado e tortura.

Acredita-se que mais de dez mil mulheres tenham sido enviadas para essas instituições, sendo que 2124 foram mandadas para lá pelo próprio governo. Apenas 988 pessoas sobreviveram.

A nova série original da Paramount+, “A Mulher na Parede” tem como contexto o escândalo das Lavadeiras de Magdalene. Isso porque a sua protagonista, Lorna (Ruth Wilson), foi uma das mulheres vítimas do caso, tendo passado por lá na década de 1980.

Grávida, a personagem deu à luz na instituição católica e teve a sua filha roubada no mesmo dia do parto.

Os bebês eram colocados para adoção de forma ilegal, o que fez com que Lorna nunca tivesse conhecimento para onde a sua filha foi, o que se tornará um grande trauma na vida da protagonista.

Quando a série começa, Lorna acorda em sua casa e, ao seu lado, percebe que existe um cadáver.

Sem entender quem era aquela pessoa e o que aconteceu, a personagem decide esconder o cadáver dentro de uma parede de sua casa.

Como sofre de crises extremas de sonambulismo – onde, às vezes, apresenta um comportamento violento, Lorna não sabe se foi ela a responsável pelo crime. Eventualmente a polícia descobre o que aconteceu e começam as investigações sobre o caso. Seria Lorna realmente a assassina? Ou existem mais fatos para serem descobertos sobre o crime? “A Mulher na Parede” chega, com exclusividade, na Paramount+ no dia 20 de janeiro.

Diálogo

Petista que posa de vestal da moral e dos bons costumes vem colecionando... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (15)

15/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Margaret Thatcher - Política britânica

"Estar no poder é como ser uma dama. Se tiver que lembrar às pessoas quem você é, você não é”.

FELPUDA 

Petista que posa de vestal da moral e dos bons costumes vem colecionando revés na Justiça Eleitoral. Em vez  de apresentar propostas e mostrar ao eleitor o que pretende fazer na Câmara Federal, caso seja eleito, prefere se perder em intrigas e tentativas de desestabilizar adversários, segundo político que conhece bem os bastidores. A estratégia, pelo visto, tem sido mais de conversa do que de conteúdo. Detalhe: o dito-cujo, a cada eleição, tenta conquistar um mandato, mas nunca consegue. Como se vê, discurso inflamado nem sempre é suficiente para convencer o eleitor.

DiálogoFoto: Reprodução

Disponível gratuitamente para toda a população, a AEDO – Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos – feita em cartório pode ser consultada, via CPF do falecido, pelos responsáveis do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, diretamente na Central Nacional de Doadores de Órgãos. A iniciativa, que busca ajudar as pessoas que atualmente aguardam na fila por transplante de órgão, pode ser solicitada digitalmente em qualquer um dos Cartórios de Notas do Brasil. O interessado preenche um formulário diretamente no site www.aedo.org.br, que é recepcionado pelo cartório selecionado. Em seguida, o tabelião agenda uma sessão de videoconferência para identificar o interessado e coletar a sua manifestação de vontade. Por fim, o cidadão e o notário assinam digitalmente a AEDO, que fica disponível para consulta do Sistema Nacional de Transplantes. É possível ainda escolher qual órgão deseja doar –medula, intestino, rim, pulmão, fígado, córnea, coração ou todos. No Brasil, a maioria das pessoas na fila única nacional de transplantes aguarda a doação de um rim, seguido por fígado, coração, pulmão e pâncreas, Pela legislação vigente, quem autoriza a doação em caso de morte encefálica é a família, que precisava estar ciente da intenção da pessoa em doar seus órgãos e/ou tecidos. Com a AEDO esta manifestação de vontade fica registrada dentro de uma base de dados acessada pelos profissionais da Saúde, que terão em mãos a comprovação do desejo do falecido para apresentar à família no momento do óbito. A plataforma está acessível 24 horas por dia, 7 dias por semana, de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Diálogo Mônica, Marcela e Eduardo Riedel - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Dra Juliana Lusvarghi - Foto: Arquivo Pessoal

Termômetro

A sucessão da prefeita Adriane começa a entrar no radar político de Campo Grande com vistas a 2028, embora a movimentação mais efetiva deva ocorrer a partir de 2027. Ainda não se sabe  se os partidos que hoje integram o arco de alianças do governador Riedel estarão novamente do mesmo lado. Algumas figuras já andam assanhadas e ensaiam colocar o bloco na rua. A eleição deste ano poderá servir para medir força e espaço dos candidatos. 

Cadeiras

Se for reeleito, o governador Riedel poderá entrar na disputa por uma das vagas ao Senado em 2030. A cadeira que estará em jogo será a da senadora Tereza Cristina, com o final do seu mandato. Ela, por sua vez, também poderá entrar na disputa pelo Governo de MS. Assim, as eleições deste ano já produzem reflexos sobre a montagem do cenário de 2030. Como na política ninguém costuma olhar apenas para a próxima curva...

Responsa

Está nas mãos dos irmãos Fábio e Marcos Trad, hoje em partidos de esquerda, parte importante da responsabilidade de ampliar o espaço político da família nestas eleições. Fábio disputa o Governo, enquanto Marcos busca uma vaga na Câmara dos Deputados. O senador Nelson Trad Filho, por sua vez, desistiu do confronto direto e agora integra uma chapa majoritária como suplente. Se os dois irmãos não obtiverem sucesso nas urnas, o legado político da família poderá sofrer um forte revés. A eleição, portanto, servirá para medir a força do sobrenome.

ANIVERSARIANTES 

  • Leni Fernandes, 
  • Déo José Rimoli Filho,
  • Neiba Ota,
  • Marcus Vinicius Saucedo Perez, 
  • Dalila Felix Damian Miragaia, 
  • Adirson Moreno Peixoto,
  • Gete Ottano da Rosa,
  • Francisca Cosma de LIma Cordeiro,
  • João Yossimitu Chimabuco,
  • José Pereira de Viveiros,
  • Oilson Rizzo,
  • Paulo Cesar Coelho,
  • Rodrigo Seabra Gomes,
  • Josefina Antonia Toledo da Silva,
  • Julianne de Souza Espindola,
  • Cleusa Araujo Clark,
  • Yassuo Noguchi,
  • Silvia Kozima,
  • Gilza Nuria Marroni,  
  • Paulo Sergio França,
  • Jurandir Calixto da Cruz,
  • Osny Duarte Ribeiro,
  • Carlos Hamilton Pereira,
  • Dr. José Rizkallah, 
  • Dr. Jorge Eduardo Rodrigues,
  • Mauro Antônio Zaionc, 
  • Eliane Del Greco Michelazzo,
  • Roberto Pinheiro de Lima,  
  • Wilson Marques Barbosa,     
  • Ana Cecília Mascarenhas Moreira,
  • Vanir Pato dos Santos,
  • Ricardo Ferreira,
  • Sueli Higa, 
  • Orlando Costa Marques Leite,
  • Rochelle Costa,
  • Vanildo Neves Barbosa,
  • Raimundo Nonato Teixeira,
  • Lecir Regenold Martins, 
  • João Pereira Guimarães Neto,
  • Gislene Maria de Macedo,
  • Maurilio Nicomedes da Cunha,
  • Neuza Maria Trindade Benites,
  • Luiza Miyahira,
  • Eliane Novaes Guimarães,
  • Hélio Arthur Bacha,
  • Alex Addor,
  • Nelson Buianain Filho, 
  • Arides Gonçalves Gattis,
  • Dr. Victor Hugo Andrade de Oliveira,
  • Cleber José Ferreira Aguilar,
  • João Nunes,
  • Ramão Barbosa de Souza,
  • Josias dos Santos Rosa,
  • Cleiton Alves Rodrigues,
  • Roberto de Paula Almeida, 
  • Vera Brum,
  • Dr. Aristóteles Ferreira,
  • Maria Cristina Andrade Lopes,
  • Wilson Gomes,
  • Anibal do Nascimento Reis,
  • Maria Antonieta Assunção,
  • Silvio Bezerra Silva,
  • Edison Nepomuceno,
  • Rosiane Nogueira Escobar,
  • Hilda Silveira Gomes,
  • Marisa Mendes Gonçalves,
  • Orcílio Pereira de Queiroz,
  • Dácio Barbosa,
  • Antônio Cotrim Júnior,
  • Dra. Jussara Toshie Hokama, 
  • Elsi Abussafi dos Santos,
  • Márcio César Gonzaga,
  • Pedro Sorrilha Nantes,
  • Sérgio Adalberto Oliskovicz,
  • Hudson Oliveira,
  • Maria de Lurdes Teófilo Tavora,
  • Pedro Paulo Batista,
  • Carmem Fonseca,
  • Soraia Aparecida Chrun Silva,
  • Cristina Xavier da Silva,
  • Emanuel Kilkner Xavier Correa,
  • Altair Carvalho de Oliveira,
  • César Glauco dos Santos Braga,
  • Hans Edgar Bacahenheimer Aguilera,
  • João Edson Vitti,
  • Arnaldo Oscar Drews,
  • João Sguissardi da Rosa,
  • Milton dos Santos de Souza,
  • Roseli Douxera Aquino,
  • José Carlos Oliveira Junior,
  • Manoel Afonso, 
  • Janete Bellini D´Oliveira,
  • Plinio de Arruda Junior,
  • José Carlos Sena,
  • Zito Manuel da Silva,
  • Fabiano Battiston,
  • Oscar Aparecido Santana,
  • Waldelino Pereira Fernandes,
  • Alexandre Rodrigues Favilla,   
  • Nailor Holsback Pereira,          
  • Ayrton Assunção Matos Júnior,     
  • Cassiano Zambam Biglia,
  • Jair de Almeida Serra Neto,
  • Laralice da Rocha Aidar,
  • Jucyliana Cristine Arantes,
  • Mozart Stefani, 
  • Taís Gouvêa Assunção, 
  • Lourdes Peres Benaduce,
  • Roberta Moreschi,
  • Samanta Viki Ramos,
  • Marlene Meneses de Almeida.

Colaborou com Tatyane Gameiro

crônica

Cidade Afeto

14/09/2026 15h05

Arquivo

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Ao aceitar o convite  de Henrique Medeiros, presidente da Academia de Letras de Campo Grande e da amiga   e acadêmica Theresa Hilcar para uma palestra, a memória revirou.  Não imaginava que viveria tantas emoções em dois dias. Momentos diferentes de minha vida vieram à tona. 

Marcia, minha esposa,  e eu percorremos o que foi possível da cidade, a qual estou ligado desde os anos 1970-1980, quando reunido com autores de minha geração atravessávamos o País   fazendo palestras a estudantes e professores em escolas, pátios, quadras, porões, calçadas, praças, estações ferroviárias, resistindo a um regime que tentava nos calar.

Para mim, esta ida, agora, semanas atrás, me trouxe Berlim, onde morei nos anos 1980. Acabara de me separar de  Bia, minha esposa, e ela mudara para o Mato Grosso com meus filhos. Comunicávamo-nos por telefone. Eu fazia a ligação para Daniel e André, à noite nos orelhões berlinenses. Era muitíssimo mais barato. Havia os fusos, porém os meninos me aguardavam ansiosos para transmitir tudo da  cidade deles, tão verde. Enquanto eu estava enregelado, ele ardiam de calor, e riam, não entendiam a diferença. Eu dizia: “estou com um pouquinho de neve na mão”, e eles queriam saber: “Qual  é o gosto da neve”. Berlim era gelada e gelado e Campo Grande, ardia. 

Eu acompanhava as escolas deles, dos jogos de futebol nos terrenos vagos em torno da casa na Rua da Paz, dos passeios.  Contavam dos campeonatos de futebol de salão no colégio. Estavam felizes, a cidade os acolheu. Eu me adaptava a Berlim,  eles a Campo Grande. Havia afeto. Lembro-me rindo de um “castigo” para alunos  rebeldes.  Eram trancados na biblioteca. Daniel e André faziam arrelia para serem  fechados e ali ficavam lendo. Eu sabia da Rua da Paz, onde tinham morado,  jogando futebol nas ruas de terra. Hoje avenidas asfaltadas, em bairro de classe média alta, a casa em que os meninos moravam, desapareceu.

Circulei por uma cidade dominada por um verde exacerbado que me atordoava, eu lembrando o romance “Não Verás País Nenhum”, hoje um clássico da questão ambiental. Assim  circulei em torno do cerrado conservado, milhares de árvores  me envolvendo e ouvia, sim, uvia,  todo aquele verde me  agradecendo pela imensa reserva do Cerrado.  Apego à natureza. 

Aquela época lá atrás foi a  do muro de Berlim com seus belvederes  (observatórios)  aos quais  subíamos do lado de cá, dito democrático, para  observar os “comunistas” do “lado de lá”. Como se fossem animais de zoológico. Loucuras da Guerra Fria.

Na semana passada, em   acordo entre a Academia Brasileira e a de Campo Grande  falei por duas horas para uma sala lotada. Ou seja, as academias estão  se   abrindo,  multiplicando encontros pelo País inteiro.
Terminados os autógrafos  fomos levados para o Território Ristorante, do filho de Theresa Hilcar , Diogo Wendling ,que ficara aberto para nos receber. Lá estavam os chefs e cozinheiros, fora de seus horários, em homenagem à literatura. Os matogrossenses tem ideia do tesouro raro que tem?  Calculam o valor de uma cozinha superior aos mais medalhados de São Paulo, Rio, Nova York? Diogo na cozinha se  pauta pela inovação  sem esquecer o regional.  É um olhar contemporâneo à gastronomia italiana. Marcia e eu hesitamos entre o Torteille di Ossobuco e o Entrecôte di Angus ala Grigia. Decidimos pelo Risoto Pantaneiro que leva carne seca, banana-da-terra, parmesão e pangrattato.  Disputando palmo a palmo com os parisienses “L’Atelier” ou o “Le Perocope”, ”Le Meurice”ou o “JulesVerne”Comida é afeto. Falar é formar leitores  Campo Grande, cidade afeto.

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