Correio B

DESTINOS B+

Uma experiência em uma das maiores biodiversidades do planeta, o PANTANAL

O Destinos B+ desta vez levará você para uma experiência única e exclusiva para uma das regiões mais importantes do planeta

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O Bioma PANTANAL a convite do Refúgio Ecológico Caiman. 

Esse foi o nome que o proprietário Roberto Klabin encontrou para melhor reunir as suas iniciativas em prol da conservação e do progresso da região.  

E nós vamos contar como foi...

A chegada. De cara momentos marcantes...

No momento em que você pega a estrada sabendo que a sua parada é o Pantanal, de fato começa a sentir uma certa ansiedade, confesso! No caminho, a gente vai contando as horas para chegar ao destino final. Na estrada paradas, fotos, vídeos, mais fotos e mais vídeos, é inevitável, a natureza se exibe pra você a todo instante.

Quando entramos no Refúgio, mais encantos, parece que a fauna e flora sabiam da nossa chegada. 

O sol também nos recepciona, na verdade tem um para cada convidado (risos). Para quem é da região, o calor não é nenhuma novidade!

A recepção além de calorosa, é também carinhosa e cheia de atenção, e vale observar as toalhas geladas que recebemos para passar no corpo logo na entrada, e o “pouso” em um dos ambientes da Caiman para um pequeno descanso (no ar condicionado, claro!) para algumas orientações, roteiros e planejamentos.

Logo após, a apresentação dos guias que nos acompanharão durante a semana por lá. Todos sempre prestativos e pontuais. Todos são biólogos e conhecem a região como a palma da mão, é impressionante.

Outra coisa que chama a atenção no lugar, é a organização entre todos os departamentos e o cumprimento dos horários sem atrasos ou cancelamentos, que podem sim ocorrer, mas somente se acontecer mudanças climáticas.

Próximos a nós o tempo todo, espécies de pássaros, capivaras e um quase “morador” bem próximo a sede, uma espécie de lagarto gigante, o teiú. Todos anfitriões...

Antes de sairmos para o primeiro avistamento das onças pintadas durante nossa passagem por lá, duas “paradas”...

Uma para um lanche delicioso com pães de queijos de bocaiuva, bolos, chá gelado e suco de guavira. 

A outra parada para conhecermos os quartos que ficaríamos hospedados. 

Eu e meus companheiros de aventuras, o fotógrafo e videomaker Silas Ismael e o paulistano também fotógrafo Alessandro Andreoli, nos instalamos na Casa Caiman, mas no Refúgio eles ainda possuem mais acomodações como a Villa Baiazinha e Villa Cordilheira.  

Os cheiros, aromas e gostos, fazem parte dessa experiência, porque eles são únicos e exclusivos do lugar e nos acompanham sempre!

As vivências inesquecíveis... Iniciativas para a preservação do Bioma.

Onçafari. Instituto Arara Azul...

O Onçafari teve início em agosto de 2011, quando o fundador e idealizador do Onçafari, o ex-piloto de fórmula 1, Mario Haberfeld, começou os trabalhos no Refúgio Ecológico Caiman (REC). 

O projeto foi criado para promover a conservação do meio ambiente e construir com o desenvolvimento socioeconômico das regiões em que está inserida por meio do ecoturismo e de estudos científicos. 

Eles trabalham pela preservação da biodiversidade em diversos biomas brasileiros, com ênfase em onças pintadas e lobos-guarás.

Este lindo projeto, nos permitiu durante uma semana conhecer esse trabalho incrível.

Fizemos vários avistamentos em dias e horários diferentes para conhecermos um pouco dessa grande família de felinos que nos hipnotizam assim que sabemos por rádio andando no meio do mato estilo safári com nossos guias aonde estão, na verdade a gente ainda nem avistou e já nos emocionamos. 

Essa preservação começou com a onça Esperança lá em 2011 que durante todo esse tempo manteve a perpetuação de sua espécie. 

O B+ conheceu a Ferinha, o Tupã, a Turi e o Magrão, e não tenho palavras para expressar tamanha beleza e perfeição desses animais. 

A onça Ferinha tem sido vista atualmente com seu filhote, neto da Fera, onças especiais e que foram reintroduzidas na natureza pelo projeto.  

Esses animais são adaptados a natureza e os avistamentos são cercados de cuidados porque não podemos chegar perto dos animais ou descer do carro, eles são selvagens e não podemos invadir o espaço deles... É um respeito mútuo, admirável...

Outro momento que nos encantou e seduziu...

O encontro com o trabalho do Instituto Arara Azul, que envolve pesquisa, manejo e conservação da espécie. Um trabalho de campo árduo e diário, mas que vendo tantos resultados positivos faz querer seguir em frente todos os dias. 

Ele foi criado em 03 de setembro de 2003. 

O Instituto é uma sociedade civil de direito privado, para fins não econômicos, com autonomia administrativa e financeira, com sede e foro na cidade de Campo Grande, MS, com prazo de duração indeterminado e abrangência nacional.

Tantos prêmios recebidos e menções honrosas merecedoras...  

A gente vê isso quando acompanha os biólogos na manutenção do trabalho no meio do Pantanal, nele, amor e dedicação que nasceu com a bióloga Neiva Guedes lá em 1990. 

Ela é inspiração, referência e excelência no trabalho que desenvolve, a tivemos o privilégio de presenciar tudo isso...

 

No Pantanal pedimos permissão para entrar na casa de tantas espécies de fauna e flora. 

No passeio de canoa, jacarés, pássaros e o pôr do sol que nos faz chorar, não acreditamos na força da natureza. 

No passeio a cavalo, continuamos com essa mesma sensação, nos anestesiamos com tamanho cuidado e carinho que o Refúgio faz questão de nos explicar não só com palavras, mas com atitudes...

Acordamos e dormimos sendo presenteados todos os dias.

Em todas as experiências que vivemos, o cuidado com todos que visitam a região.

A cada saída muita água para hidratar, repelente, óculos para proteção dos olhos e lanches nas paradas que realizamos para contemplações e explicações sempre importantes. 

Uma verdadeira aula no meio do Pantanal.

 

No Refúgio também conhecemos a agrofloresta, mais um trabalho que está sendo realizado por lá, assim como a meliponicultura, a criação de abelhas nativas do Brasil. 

São abelhas que já existiam no país antes que a Apis fosse introduzida, e tem como característica a presença de um ferrão atrofiado, o qual elas não utilizam para sua defesa, realizado por Camila Klabin. 

Neste dia, fomos recebidos por biólogos e também por um suco de erva cidreira geladinho e frutas frescas colhidas do pé, tudo fruto de todo esse trabalho.

Outro destaque de nossa experiência foi a gastronomia impecável do lugar.

Do café da manhã ao jantar, o destaque para as mãos do chef Felipe Feiteiro e da confeiteira Patricia Lescano juntamente com suas equipes. 

A maioria dos insumos vem da agrofloresta também. Sucos, pães, doces e pratos inesquecíveis como o suco de guavira, a salada de umbigo de bananeira e o cural de bocaiuva.  

 

Esse refúgio ecológico pode receber famílias, crianças, casais e quem quiser comtemplar momentos inesquecíveis no Pantanal do MS. No refúgio, o contato com a vida selvagem com consciência ambiental, e isso é de fato muito importante. 

A Caiman tem raízes pantaneiras e também, já foi fazenda de criação de gado, e atualmente, a estância desenvolve a pecuária extensiva de gado de corte, integrada à natureza em campos de pastagem naturais e artificiais.

Antes de irmos embora, um típico churrasco pantaneiro, com música ao vivo e uma mesa linda decorada com delícias locais. Eu até arrisquei um arrasta pé com o Silas Ismael, como não? Tudo feito com carinho, cuidado e um sorriso no rosto para nos recepcionar. A sensação é de estarmos em casa. É acolhedor!

A nossa experiência será para sempre inesquecível. Não serão somente fotos e vídeos, mas sim o aprendizado, o respeito, as emoções e sensações que vivemos durantes tantos dias. 

Fica impresso na gente e tudo muda, não dá para explicar...

É uma relação que jamais terminará... A gente voltou e o Pantanal veio junto...

E estamos ansiosos, aguardamos o próximo Destino B+... Até a próxima!  

Saúde Correio B+

Confira os alertas e impactos do uso excessivo de telas na infância

Especialista explica que exposição precoce e prolongada pode estar associada a atrasos no desenvolvimento, sintomas semelhantes ao autismo e prejuízos cognitivos

28/02/2026 15h00

Confira os alertas para impactos do uso excessivo de telas na infância

Confira os alertas para impactos do uso excessivo de telas na infância Foto: Divulgação

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A presença de dispositivos conectados à internet está intimamente presente na rotina das famílias, seja via televisores, computadores, tablets e, sobretudo, smartphones, que passaram a integrar o cotidiano de crianças e adolescentes em idades cada vez mais precoces.

Embora ofereçam recursos educacionais e de comunicação, os aparelhos também trazem riscos quando utilizados de forma excessiva.

O uso prolongado de telas, especialmente associado a conteúdos altamente estimulantes e redes sociais, pode contribuir para alterações no sono, dificuldades de atenção, quadros de hiperatividade, isolamento social, ansiedade e depressão infantil. Em situações mais graves, há registros de sintomas que se assemelham a transtornos do espectro autista.

De acordo com Luana Gomez, psiquiatra infantil do Hospital HSANP, a exposição antes dos dois anos de idade é particularmente preocupante.

“É comum observarmos crianças bem pequenas em contato frequente com telas, o que não é recomendado. Trata-se de um período crítico para o desenvolvimento linguístico, cognitivo e emocional. A superexposição pode comprometer habilidades essenciais e gerar impactos a curto e longo prazo”, afirma.

De acordo com o guia sobre usos de dispositivos digitais para crianças e adolescentes divulgado pela OMS, é recomendado que uma criança com menos de 12 anos não tenha um aparelho celular ou tablet próprio, para que seja evitado o uso em excesso nas fases mais importantes do desenvolvimento cognitivo.

“A dopamina que é liberada pelas telas, principalmente em vídeos que proporcionam um grande estímulo em um curto tempo, pode causar um ciclo de dependência pelos aparelhos, a ponto de a condição ter sido considerada até como uma ‘demência digital’, devido a possível deterioração causada no sistema cognitivo destas crianças e adolescentes” complementa a psiquiatra.

As orientações gerais do guia recomendam que crianças de 2 a 5 anos não ultrapassem uma hora por dia em tempo de tela; até duas horas para a faixa etária entre 6 e 10 anos e por fim, três horas para o grupo entre 11 e 17 anos, todos com supervisão necessária feita pelos responsáveis, para que estas crianças e adolescentes possam ter uma vida social saudável e ativa fora das telas.

Para a psiquiatra do Hospital HSANP, a solução não está na proibição absoluta, mas no uso equilibrado e consciente. “A proibição total do uso de telas não é a solução, e sim, um uso que não seja excessivo, algo que também vale para os adultos. A tecnologia é parte integrante da vida contemporânea e o desafio é estabelecer limites claros e incentivar outras formas de interação e aprendizagem. Quando necessário, a avaliação especializada é fundamental para evitar que prejuízos emocionais e cognitivos se prolonguem ao longo da vida”, finaliza Luana Gomez, psiquiatra infantil do Hospital HSANP. 

Correio B

Morre Dennis Carvalho, diretor de 'Vale Tudo' e 'Dancin Days', aos 78 anos

A informação foi confirmada pelo Hospital Copa Star, em Copacabana, no Rio de Janeiro

28/02/2026 13h22

Reprodução Redes Sociais

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Morreu neste sábado, 28, aos 78 anos, o ator e diretor Dennis Carvalho, conhecido por sucessos da TV brasileira, como Vale Tudo e Dancin Days. A informação foi confirmada pelo Hospital Copa Star, em Copacabana, no Rio de Janeiro, ao Estadão. A causa da morte não foi divulgada.

"O Hospital Copa Star confirma com pesar o falecimento de Dennis de Carvalho neste sábado e se solidariza com a família, amigos e fãs por essa irreparável perda. O hospital também informa que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes", disse o Copa Star em nota.

O artista teve grande contribuição à história da televisão. Como ator, participou de produções como Roque Santeiro, Locomotivas e Malu Mulher.
 

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