Mato Grosso do Sul tem a 7ª maior renda domiciliar por pessoa do Brasil, atingindo a média de R$ 1.514,31. Os dados constam em levantamento divulgado na sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do aumento de 5,23% em 2019, o Estado manteve a mesma posição em relação a 2018. Essa alta foi a menor da série histórica, que começa em 2013. Esta divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os novos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).
Em comparação com os anos anteriores, há: aumento de 5,23% em relação a 2018 (R$ 1.439), de 17,30% comparado a 2017 (R$ 1.291); 18,03% de aumento para 2016 (R$ 1.283); 45,05% de aumento em relação a 2015 (R$ 1.044) e 43,81% de diferença positiva em relação a 2014 (R$ 1.053).
As unidades da Federação com maior rendimento continuam sendo Distrito Federal (1º, com R$ 2.685,76) e São Paulo (2º, com R$ 1.945,73). Na outra ponta da tabela estão Maranhão (27º, com R$ 635,59) e Alagoas (26º, com R$ 730,86).
A renda nominal domiciliar per capita se diferencia da renda média real das pessoas ocupadas em alguns pontos, sendo a principal diferença o fato de que na primeira são somados os rendimentos de todas as fontes das pessoas do domicílio e o montante é dividido pelo número de moradores. Na segunda, é considerada a renda média das pessoas ocupadas (que tem rendimento). Ou seja, no primeiro caso os valores são menores, pois também se consideram as pessoas não ocupadas no cálculo (incluindo crianças e donos/donas de casa, por exemplo).