Economia

LEVANTAMENTO

Com começo de ano fraco, setor de serviços tem segundo aumento consecutivo em março

Volume de serviços avançou 7,9% em março e registrou o quarto maior índice da série histórica

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A Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta terça-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), apontou que após o começo de 2023 ter sido fraco para o setor de serviços, Mato Grosso do Sul apresentou o segundo aumento consecutivo no ano.

O levantamento também mostrou que, com o aumento de 7,9% no volume de serviços em relação ao mês anterior, o Estado alcançou o quarto melhor índice já registrado na série histórica, que começou em 2013. O segundo maior para o mês de março. 

Ainda de acordo com o IBGE, se comparado ao mesmo período no ano passado, houve uma alta de 9,1% no volume de serviços. A variação acumulada no ano ficou em 0,6% e o acumulado em doze meses foi de 1,9%

A alta vinha sendo sentida desde fevereiro, quando a pesquisa registrou um volume de serviços de 3,8% quando comparado com o mês anterior. Por outro lado, se o índice registrado for comparado com fevereiro de 2022, haverá uma queda  de -0,3%.

Em relação ao acumulado entre janeiro e fevereiro deste ano, houve uma queda de -3,5% e, à época, o acumulado de 12 meses foi de 1,0%. 

Já em janeiro, quando o levantamento mostrou que 2023 tinha começado fraco para o setor de serviços em MS, o IBGE apontou uma queda de -2,0% se comparado a dezembro de 2022. 

Se a comparação for feita com o mês de janeiro do ano interior, a queda aumenta para -6,4% no volume de serviços. No mês, a variação acumulada em 12 meses, em janeiro, era de 1,9%. 

Em janeiro, Mato Grosso do Sul foi um dos únicos estados brasileiros a registrar um índice negativo, com -6,4%. O segundo foi o Acre, com um volume de serviços de -2,0%. 

CENÁRIO NACIONAL 

Em relação aos índices nacionais, dos 26 estados mais o Distrito Federal, 24 mostraram expansão no volume de serviços em março se comparado a fevereiro, quando o índice positivo apareceu em 20 estados. 

De acordo com a pesquisa, os índices positivos vieram de São Paulo (1,8%), Rio de Janeiro (2,8%), Minas Gerais (3,2%), Santa Catarina (5,9% e Rio Grande do Sul (2,8%). Por outro lado, as quedas foram registradas em Pernambuco (-2,38%), Mato Grosso (-1,9%) e Amapá (-1,7%). 

Contudo, se os números forem comparados com março de 2022, apenas o Distrito Federal teve queda no setor analisado, registrando -0,6%. 

O acumulado do primeiro trimestre de 2023 foi observado nos 26 estados e também no Distrito Federal. Os maiores impactos positivos vieram de São Paulo (3,3%), Rio de Janeiro (8,0%), Minas Gerais (8,9%), Paraná (11,1%) e Rio Grande do Sul (8,1%).

TURISMO 

Em fevereiro deste ano, o setor de turismo teve variação de 0,1% se comparado ao mesmo mês do ano anterior. A pesquisa ainda mostrou que o segmento está 1,4% acima do patamar pré-pandemia e 5,9% abaixo do ponto mais alto da série. 

As variações positivas foram registradas em Minas Gerais (2,2%), São Paulo (0,4%), Paraná (2,6%) e Bahia (1,8%). Já as quedas foram no Rio de Janeiro (-3,3%), Rio Grande do Sul (-5,5%) e Distrito Federal (-3,6%). 

TRANSPORTE

Ainda na pesquisa de março, o transporte de cargas apresentou um volume positivo de 4,7%, acumulando ganhos de 7,7% nos dois últimos meses após a perda de -2,7% registrada em janeiro. 

Por sua vez, o transporte de passageiros assistiu a uma queda de 3,3% na passagem de fevereiro para março, após avanço de 2,4%. O segmento encontra- se 1% acima do nível pré-pandemia. 

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NACIONAL

TCU arquiva processo das transmissoras que questionava R$ 20 bi diluídos na tarifa de energia

Decisão da Corte evita revisão de R$ 20 bilhões já embutidos na conta de luz e mantém critério de cálculo contestado, apesar de críticas técnicas e atraso de uma década na análise.

06/05/2026 21h00

Se tal critério fosse contrariado pelo TCU, havia risco de reaver valores já desembolsados pelos consumidores

Se tal critério fosse contrariado pelo TCU, havia risco de reaver valores já desembolsados pelos consumidores Agência Senado

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O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou nesta quarta-feira, 6, o processo que questionava cerca de R$ 20 bilhões diluídos na tarifa de energia elétrica dos consumidores, a título de remuneração pelo custo do capital próprio de empresas de transmissão. Com isso, não haverá revisão do critério de cálculo utilizado para estimar esse valor.

Se tal critério fosse contrariado pelo TCU, havia risco de reaver valores já desembolsados pelos consumidores. No total, a discussão envolve pagamentos de R$ 62,2 bilhões, a valores de junho de 2017, às concessionárias de transmissão com ativos que entraram em operação antes de 31 de maio de 2000.

Mais de 70% disso já foi quitado e o restante da quitação está previsto para os próximos ciclos tarifários, até 2028. A indenização é referente aos investimentos não amortizados. Ou seja, o direito da concessionária de receber o valor investido, porém não recuperado com a receita auferida no empreendimento no prazo contratual.

O cálculo desse repasse teve como base uma portaria de 2016 do Ministério de Minas e Energia (MME). Do volume de R$ 62,2 bilhões, cerca de R$ 20 bilhões foram relativos à remuneração pelo custo do capital próprio (o "ke"). É precisamente esse critério que foi contrariado pela área técnica do TCU e, no limite, poderia ser derrubado.

O encaminhamento sugerido pela unidade técnica foi tornar irregular a utilização do "ke" para o pagamento. O relator, ex-ministro Aroldo Cedraz, apresentou no início de 2026 convergência nesse ponto e adiantou entendimento no sentido de anular os atos decorrentes da portaria do MME. O ministro Benjamin Zymler votou contrariamente, atestando a legalidade do normativo.

Por fim, o ministro Bruno Dantas já havia indicado voto parecido com Zymler, mais especificamente no sentido de arquivar os autos do processo e não manifestar avaliação de mérito sobre a legalidade da portaria. Foi o que ocorreu na tarde de hoje.

Dantas declarou "desconforto" com o fato apenas agora, após cerca de 10 anos desde o ato normativo. "O longo curso processual permitiu que os consumidores já arcassem com mais de 80% das indenizações, calculadas em R$ 62 bilhões (jun/2017), sem que houvesse uma apreciação tempestiva desta Corte. Restam apenas cerca de R$ 11 bilhões, a serem diluídos nos próximos ciclos tarifários", afirmou o ministro.

O "ke" é a remuneração exigida por quem aporta recursos próprios e assume o risco do negócio, sendo uma taxa de retorno mínima almejada na aplicação de recursos. A unidade técnica da Corte de Contas considerou indevido o uso dessa "remuneração do risco" como índice de atualização dos valores devidos porque, segundo essa avaliação, o correto seria a aplicação de outro critério - o chamado "WACC" (custo médio ponderado de capital).

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de hoje, concurso 843, quarta-feira (06/05)

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

06/05/2026 20h22

Confira o resultado da Super Sete

Confira o resultado da Super Sete Foto: Super Sete

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 843 da Super Sete na noite desta quarta-feira, 6 de maio de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 200 mil.

Confira o resultado da Super Sete de hoje!

Os números da Super Sete 843 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 8
  • Coluna 2: 2
  • Coluna 3: 4
  • Coluna 4: 1
  • Coluna 5: 7
  • Coluna 6: 9
  • Coluna 7: 2

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 844

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na sexta-feira, 8 de maio, a partir das 20 horas, pelo concurso 844. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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