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Consumidor já sente no bolso as vantagens do dólar mais barato

Consumidor já sente no bolso as vantagens do dólar mais barato

G1

12/10/2010 - 23h00
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Comprar televisão, computador e telefone celular – os chamados bens duráveis – está mais barato no Brasil graças à queda do dólar.

Entre janeiro e setembro deste ano, o dólar acumula queda de 2,93%. Neste período, os aparelhos de videogame, por exemplo, ficaram 9,67% mais baratos, segundo uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), feita com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

Ainda de acordo com a pesquisa da FGV, tiveram reduções maiores que a desvalorização do dólar no período os televisores (-8,23%), os celulares (-5,19%) e os aparelhos de som (-3,97%). No mesmo período analisado, a inflação pelo IPC acumula alta de 3,82%.

“Isso (a queda de preços) é visível em produtos que têm importação maior, como celulares, laptops, tevês de alta tecnologia, videogames. Estes itens de fato estão ficando mais baratos”, explica André Braz, economista da FGV.

O país está crescendo, a taxa de juros é interessante, passou a ser credor do Fundo Monetário, tem toda uma condição que favorece a valorização do real"André Braz, economista da FGVEle destaca, porém, que não é só o câmbio que influencia o preço de um produto. O mercado é regido pela lei da oferta e da procura. É isso que justifica, por exemplo, o fato de o pãozinho francês, o macarrão e bolachas estarem mais caros - ainda que sejam produtos que levam em sua composição o trigo, que é, em grande parte, importado.

A seca em importantes regiões agrícolas, no entanto, reduziu a oferta do cereal no mercado, pressionando para cima o valor desses produtos. “Parte deste aumento poderia ter sido ainda maior se não fosse a valorização do real”, lembra o economista da FGV.

“A apreciação do real está contribuindo para evitar um avanço da inflação”, diz a economista Ariadne Vitoriano. Braz, da FGV, diz que o câmbio não representa um problema para a inflação em 2010, nem em 2011. “No caso da inflação, não há possibilidade de haver pressão por conta de câmbio.”

Influências
Quando o dólar se desvaloriza, a queda nos preços nem sempre é sentida de maneira tão automática também por outro motivo: o estoque. “Demora para acontecer o repasse porque tem estoques que foram feitos com o preço antigo”, diz Braz.

Embora o governo venha tomando medidas para evitar a valorização do real frente o dólar, o economista acredita que a tendência seja a moeda americana manter-se no patamar de R$ 1,70 ou até um pouco abaixo. “O país está crescendo, a taxa de juros é interessante, passou a ser credor do Fundo Monetário, tem toda uma condição que favorece a valorização do real.”

Se esta cotação se confirmar num período mais longo, a tendência, na opinião de Braz, é o consumidor assistir a preços cada vez mais baixos.

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Dólar fecha praticamente estável em dia de baixo volume de negócios Para FMI, disputas cambiais ameaçam economia global Câmbio já influencia preços no atacado, aponta FGV Preço do pão francês acumula dez meses de alta, diz Fecomercio Reajuste de preços dos brinquedos está abaixo da inflação, diz FGV Mantega anuncia alta do IOF de estrangeiros para renda fixa A economista Ariadne lembra que a queda do dólar é sentida primeiramente nos preços ao atacado. “O varejista pode escolher se ele vai repassar isso para o consumidor ou não. Em caso de incerteza se a queda vai se manter, ele pode escolher não repassar”, diz.

Viagens
Outro segmento também favorecido pela queda do dólar é o de viagens internacionais, lembra o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Roberto Vertamatti. “Quem quiser hoje viajar para os Estados Unidos tem dificuldade [em encontrar passagens, devido à alta demanda]. O preço está altamente atraente”, diz. “É mais barato que viajar para o Nordeste, por exemplo.”

Não recomendo nenhuma intervenção heterodoxa no dólar. Nossa economia vem estruturada. (...) Mexer na moeda vai desequilibrar nossa economia"Roberto Vertamatti, vice-presidente de Finanças da AnefacO lado negativo da queda do dólar é o fato de tornar os produtos brasileiros menos competitivos no exterior. Cerca de 15% do Produto Interno Bruto (PIB) do país vêm das exportações, segundo André Braz.

No caso de máquinas e equipamentos, está mais fácil importar do que produzir aqui dentro. Vertamatti teme que isso possa provocar a substituição da produção local pela importação. “O Brasil está transferindo a mão de obra lá para fora.”

O economista explica que além do cenário interno neste momento favorecer a depreciação do dólar, há ainda uma componente internacional. A moeda americana está desvalorizada no mundo, em comparação com várias outras moedas. “Isso preocupa porque este desequilíbrio pode prejudicar os países em desenvolvimento, em especial o Brasil. A China não deixa sua moeda flutuar e isso desequilibra o sistema no mundo inteiro.”

Intervenções
Para tentar diminuir a entrada de dólares no Brasil e, assim, frear a valorização do real, o governo tem anunciado uma série de medidas. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), por exemplo, subiu de 2% para 4% para investimentos estrangeiros em renda fixa. Na quarta-feira (6), o Tesouro ganhou permissão para comprar mais dólares no mercado. Na quinta-feira (7), uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) criou um mecanismo para impedir que os estrangeiros migrem da renda variável para a renda fixa, como forma de fugir da nova taxação do IOF.

Para Vertamatti, todas essas medidas funcionam como “paliativos”. O Brasil, na análise do executivo, precisa lidar com questões mais estruturais. “O que o Brasil precisa fazer – e isso é a médio e longo prazo – é baixar os juros, que são um dos mais altos do mundo. Tem que mexer no gasto público que está muito alto, precisa fazer as reformas Fiscal e Previdenciária”, avalia.
“Não recomendo nenhuma intervenção heterodoxa no dólar. Nossa economia vem estruturada. (...) Mexer na moeda vai desequilibrar nossa economia”, conclui Vertamatti.

LOTERIAS

Resultado da Dia de Sorte de hoje, concurso 1268, segunda-feira (10/08)

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso.

10/08/2026 20h18

Confira o resultado do Dia de Sorte

Confira o resultado do Dia de Sorte divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1268 da Dia de Sorte na noite desta segunda-feira, 10 de agosto de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 650 mil.

Confira o resultado da Dia de Sorte de hoje!

Os números da Dia de Sorte 1268 são:

  • 12 - 22 - 28 - 23 - 08 - 26 - 19
  • Mês da sorte: 10 - Outubro

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1269

Como a Dia de Sorte tem seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 11 de agosto, a partir das 20 horas, pelo concurso 1269. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 19h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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LOTERIAS

Resultado da Dupla-Sena de hoje, concurso 2994, segunda-feira (10/08)

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso.

10/08/2026 20h15

Confira o resultado da Dupla-Sena

Confira o resultado da Dupla-Sena Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2994 da Dupla Sena na noite desta segunda-feira, 10 de agosto de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 900 mil.

Confira o resultado da Dupla-Sena de hoje!

Os números da Dupla Sena 2994 são:

Primeiro sorteio: 17 - 50 - 38 - 05 - 22 - 36

Segundo sorteio: 49 - 46 - 14 - 01 - 32 - 21

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Dupla Sena 2995

Como a Dupla Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 12 de agosto, a partir das 21 horas, pelo concurso 2995. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Dupla Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Como jogar na Dupla-Sena

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais: às segundas, quartas e sextas, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer.

Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com seis dezenas e preço de R$ 2,50, a probabilidade de acertar 6 números e ganhar o prêmio milionário é de 1 em 15.890.700 segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 3.174, ainda segundo a Caixa.

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