Economia

SERVIDORES ESTADUAIS

Décimo terceiro será depositado no dia 1º de dezembro e pagamento do mês de novembro, antecipado

Data foi escolhida pelos próprios servidores e anunciada nesta manhã (12) pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB)

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O décimo terceiro dos 79.918 servidores estaduais, ativos e inativos, será pago em uma única parcela no dia 1º de dezembro, conforme anúncio do governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB). A data foi escolhida pelos próprios beneficiários, através de consulta pública.

Com a decisão o pagamento de R$ 514 milhões da folha do mês de novembro será adiantado e depositado no dia 27. De acordo com Azambuja, seria difícil planejar duas folhas de pagamento para o mesmo dia.

Os R$ 473 milhões do 13º salário será no dia 1º de dezembro e no dia 4 de janeiro de 2021, R$ 524 milhões da folha de pagamento do mês de dezembro.

Na consulta, os servidores poderiam escolher entre o dia 1 e o dia 20. Foram 10.171 votos no total, 4.521 escolheram o primeiro dia do próximo mês, e outros 5.650 em datas alternadas. “Para mim não foi novidade, se eu tivesse votado também teria escolhido dia 1º”, afirmou Azambuja.

Ao todo, serão R$ 1 bilhão e 511 milhões depositados aos servidores em um intervalo de 37 dias.

“O servidor vai saber em qual dia vai ter recursos e o comércio vai saber quando propiciar as promoções. Previsibilidade é tudo para nós, vai ajudar para os consumidores e para o comércio”, declarou o governador, em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (12).

Economia do Estado

Segundo Azambuja, o ajuste fiscal permitiu que Mato Grosso do Sul melhorasse a classificação na capacidade fiscal dos estados brasileiros. Em 2015, MS estava com a letra D, já em 2019 subiu para C. Estados que estão com essas classificações, C ou D, são impedidos de pedir empréstimos para bancos internacionais e nacionais.

Para os próximos anos, o governador acredita que alcançará a letra A ou B.

“Mato Grosso do Sul muda de patamar sendo letra B ou A. Dessa forma a gente fica qualificado a buscar avanços, seremos um estado que tem crédito, que vai poder buscar financiamentos internacionais e nacionais, como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS) e o Banco do Brasil”, apontou.

PIB_ “Esse ano não devemos ter crescimento, por causa da pandemia, mas deverá ficar equilibrado, não vamos fechar com ele negativo. Se mantermos o PIB estabilizado neste ano já é um ganho enorme para o ano que vem, conseguirmos fazer voltar a crescer. Se não houver outro contratempo igual foi o da pandemia”, garantiu Azambuja.

O governador prometeu ainda investimentos de R$ 2 bilhões em 2021, nos 79 municípios, com recursos próprios em obras, "vão gerar melhorias e contratações", concluiu.

Transferência de Renda

Benefícios sociais movimentam mais de R$ 870 milhões em seis meses no Estado

Bolsa Família e Mais Social injetam cerca de R$ 145 milhões por mês na economia de Mato Grosso do Sul

12/06/2026 08h00

Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Os programas de transferência de renda seguem como um dos principais motores da economia de Mato Grosso do Sul. Somente nos seis primeiros meses do ano, os repasses do Bolsa Família e do programa estadual Mais Social devem movimentar mais de R$ 870 milhões no Estado, reforçando o consumo das famílias de baixa renda e servindo como instrumento de combate à pobreza e à insegurança alimentar.

Pelas projeções, o Bolsa Família deverá fechar junho com um desembolso próximo de R$ 127 milhões, mantendo o patamar registrado nos meses anteriores.

Somado aos cerca de R$ 18 milhões mensais destinados pelo programa Mais Social, o volume de recursos colocados em circulação chega a aproximadamente R$ 145 milhões por mês, totalizando mais de R$ 870 milhões no primeiro semestre.

Os números revelam que, apesar da recuperação econômica e do mercado de trabalho aquecido, a política de assistência social continua desempenhando papel relevante na sustentação da renda de milhares de famílias sul-mato-grossenses.

Conforme especialistas entrevistados pelo Correio do Estado, os recursos provenientes dos benefícios sociais são fundamentais para manter a economia aquecida, uma vez que garantem a circulação de dinheiro no comércio local.

No entanto, eles ponderam que esses programas também podem, em determinados contextos, dificultar a inserção dos beneficiários no mercado de trabalho formal.

Para o economista Eduardo Matos, os benefícios sociais têm duas vertentes de atuação: a primeira é a função social, voltada à inclusão econômica das famílias; e a segunda é o impacto econômico direto, já que os recursos financeiros são integralmente convertidos em consumo.

“Pelo ponto de vista econômico, a injeção de recursos financeiros na camada mais baixa da economia significa consumo, e o consumo, por sua vez, movimenta o comércio, tanto de bens quanto de serviços, o que impulsiona a economia local”.

O especialista em Gestão de Pessoas Carlos Ornellas apresenta um contraponto a essa conclusão ao citar um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o levantamento, a ampliação dos benefícios do Bolsa Família nos últimos anos tem contribuído para a redução da busca por emprego entre grupos mais vulneráveis da população, como mulheres, jovens e trabalhadores com menor escolaridade.

“Com o aumento expressivo no valor médio do benefício, que praticamente triplicou em relação ao patamar pré-pandemia, observou-se um efeito direto e relevante na queda da participação laboral”.

PROGRAMAS

Ao longo dos cinco primeiros meses deste ano, o Bolsa Família apresentou pequenas oscilações tanto no número de beneficiários quanto no valor investido.

Em janeiro, foram atendidas 181.197 famílias, com investimento próximo de R$ 130 milhões. Em fevereiro, o programa contemplou 181.621 famílias, com aporte superior a R$ 128,3 milhões. 

Já em março registrou redução para 178.775 famílias e R$ 124,3 milhões em repasses, enquanto abril manteve cerca de 179,1 mil famílias beneficiadas e investimento de R$ 124,1 milhões. Em maio, houve nova expansão, alcançando 184.860 famílias e recursos superiores a R$ 128,5 milhões.

Considerando a estimativa de aproximadamente R$ 127 milhões para junho, o programa federal deverá acumular cerca de R$ 762 milhões distribuídos apenas neste primeiro semestre em MS.

Paralelamente, o programa estadual Mais Social atende, em média, 40 mil pessoas com benefício mensal de R$ 450, injetando cerca de R$ 18 milhões por mês na economia local.

Em seis meses, isso representa outros R$ 108 milhões, elevando o montante conjunto para mais de R$ 870 milhões.

Além da transferência direta de renda, o Bolsa Família mantém benefícios complementares voltados à proteção da infância e da maternidade. Mais de 110 mil crianças de até 6 anos recebem adicional de R$ 150 mensais por meio do Benefício Primeira Infância, enquanto milhares de gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes de 7 a 18 anos recebem complementos de R$ 50.

Campo Grande concentra o maior número de famílias beneficiadas, com 47,5 mil cadastros ativos em maio.

Em seguida aparecem Dourados, Corumbá, Ponta Porã e Três Lagoas. Já Paranhos permanece como o município com maior valor médio pago por família, acima de R$ 800 mensais.

SUPERAÇÃO

Apesar da expressiva movimentação financeira, indicadores recentes apontam que parte dos beneficiários vem conseguindo superar a situação de vulnerabilidade.

Desde 2023, cerca de 27,6 mil sul-mato-grossenses devolveram voluntariamente o cartão do Mais Social após melhoria das condições econômicas e independência do benefício.

O governo estadual também aposta em incentivos para romper o ciclo da pobreza. Beneficiárias que passam a frequentar o ensino regular ou a Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem adicional de R$ 300 por mês.

Já estudantes de baixa renda matriculados em cursos técnicos ou de graduação podem ser contemplados pelo MS Supera, que concede bolsa mensal de R$ 1.621.

Os reflexos dessas políticas aparecem nos indicadores sociais. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de pessoas vivendo em extrema pobreza em MS caiu de 2,7% para 1,6% em apenas dois anos, uma redução de 40,74%, colocando o Estado entre os três menores índices do País.

No mesmo período, aproximadamente 34 mil famílias deixaram a condição de insegurança alimentar. Informações do Cadastro Único também mostram que, entre março de 2024 e março deste ano, 44.604 pessoas saíram da situação de pobreza em Mato Grosso do Sul.

LOTERIAS

Resultado da Dia de Sorte de hoje, concurso 1224, quinta-feira (11/06)

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

11/06/2026 20h15

Confira o resultado do Dia de Sorte

Confira o resultado do Dia de Sorte divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1224 da Dia de Sorte na noite desta quinta-feira, 11 de junho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 200 mil.

Confira o resultado da Dia de Sorte de hoje!

Os números da Dia de Sorte 1224 são:

  •  28 - 07 - 02 - 16 - 22 - 27 - 15 
  • Mês da sorte: 06 - Junho

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1225

Como a Dia de Sorte tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no sábado, 13 de junho, a partir das 21 horas, pelo concurso 1225. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 20h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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