Taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,2% no trimestre encerrado em novembro, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O indicador tem registrado, sucessivamente, as menores taxas da série histórica desde o trimestre encerrado em junho de 2025.
Conforme o Instituto, a população desocupada atingiu o menor contingente da série histórica (5,6 milhões), recuando 7,2% no trimestre (menos 441 mil pessoas) e caindo 14,9% no ano (menos 988 mil pessoas).
Em igual período de 2024, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,1%. No trimestre móvel até outubro, a taxa de desocupação estava em 5,4%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.574,00 no trimestre encerrado em novembro. O resultado representa alta de 4,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 363,7 bilhões no trimestre encerrado em novembro, alta de 5,8% ante igual período do ano passado.
Do outro lado, crescendo nas duas comparações: 0,6% (601 mil pessoas) no trimestre e 1,1% (mais 1,1 milhão) no ano, a população ocupada (103,0 milhões) foi recorde da série histórica.
"O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi a 59,0%, recorde da série histórica, variando 0,2 p.p. no trimestre (58,8%) e ficando estável no ano (58,8%)", cita o IBGE em nota.

