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PESQUISA

MS tem taxa de desemprego de 7,6%, a segunda menor do País

Pesquisa aponta que 107 mil pessoas estavam sem emprego no primeiro trimestre
15/05/2020 16:38 - Súzan Benites


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) referente ao primeiro trimestre de 2020. Conforme os dados o número de desempregados aumentou 15% na comparação com o trimestre passado. De janeiro a março deste ano 107 mil pessoas estavam desocupadas contra 93 mil nos últimos três meses de 2019.

Apesar do crescimento no número de desempregados, Mato Grosso do Sul tem a segunda menor taxa do País. A taxa de desocupação em MS, no 1º trimestre de 2020, foi de 7,6%, subindo 1,1 pontos percentuais em relação ao 4º trimestre de 2019 (6,5%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (9,5%), houve queda de 1,8 p.p.  Já no comparativo com outros estados, MS tem a 2ª menor taxa do país, atrás somente de Santa Catarina (5,7%).

A pesquisa aborda informações sobre o mercado de trabalho e características da população. O estudo aponta que no primeiro trimestre de 2020, Mato Grosso do sul tinha 2,1 milhões de pessoas de 14 anos ou mais de idade. Destas, 1,4 milhão estava na força de trabalho, sendo que 1,3 milhão estava ocupada e 107 mil estavam desocupadas. 

De janeiro a março de 2020, a taxa de desocupação foi de 12,2%, subindo 1,3 pontos percentuais em relação ao 4º trimestre de 2019 (11,0%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (12,7%), houve queda de 0,5 p.p. As maiores taxas foram observadas na Bahia (18,7%), Amapá (17,2%), Alagoas e Roraima (16,5%) e as menores em Santa Catarina (5,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Paraná (7,9%). 

PERFIL

 No primeiro trimestre de 2020, a taxa de desocupação foi estimada em 6% para os homens e 9,6% para as mulheres. Para as pessoas que se declararam brancas (6,6%) ficou abaixo da média geral; porém, a das pretas (9,5%) e a das pardas (8,2%) manteve-se acima.

A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade no Estado chegou a 19,4%, patamar abaixo da taxa média nacional (27,4%). Este comportamento foi verificado em todas as cinco Grandes Regiões, com destaque para o Nordeste, onde a estimativa foi de 34,1%.

INFORMALIDADE

A taxa de informalidade cresceu no Estado. No trimestre anterior, a taxa foi de 37,8% e nos primeiros três meses de 2020 ficou em 39,1% da população ocupada. No Brasil, a taxa foi de 39,9%. Entre as unidades da federação, o estado tem a 8º menor taxa de informalidade. As maiores taxas foram registradas no Pará (61,4%) e Maranhão (61,2%) e as menores em Santa Catarina (26,6%) e Distrito Federal (29,8%).

No País, o percentual da população ocupada trabalhando por conta própria era de 26,2%. Em Mato Grosso do Sul, são 320 mil trabalhando por conta própria. Este dado apresenta estabilidade em relação ao trimestre imediatamente anterior (6,7%) e aumento de 12,2% em relação ao mesmo trimestre de 2019, representando a 2º maior variação positiva do país. 

Dos trabalhadores por conta própria no estado, 72 mil possuem CNPJ e 247 mil não possuem CNPJ. Na categoria empreendedor, são 78 mil; sendo que, destes, 58 mil possuem CNPJ e 20 não possuem.

 Na categoria trabalhador familiar auxiliar, são 16 mil pessoas no Estado. Número que se manteve estável em comparação ao trimestre anterior e com o mesmo trimestre de 2019. O trabalhador familiar auxiliar é a pessoa que trabalhava sem receber pagamento, durante pelo menos uma hora na semana de referência, em ajuda a membro da unidade domiciliar que era conta própria, empregador ou empregado.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!