Economia

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Dois apostadores de Mato Grosso do Sul ganham R$ 38,1 mil na Mega-Sena

Apostas ficaram a uma dezena de fazer a sena e sortudos levaram o prêmio da quina; Confira se você foi o ganhador

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Dois apostadores de Mato Grosso do Sul acertaram cinco dezenas da Mega-Sena e ganharam o prêmio de R$ R$ 38.114,61, cada. Eles ficaram a um número de fazer a sena, que não teve acertadores e acumulou em R$ 41 milhões para o próximo sorteio.

As apostas de Mato Grosso do Sul que faturaram a quina da Mega-Sena foram feitas em Campo Grande e Corumbá. Em ambas, os apostadores fizeram um jogo simples, de seis dezenas, no valor de R$ 6, sendo uma presencial em lotérica e outra no canal digital.

O sorteio do concurso 2960 foi na noite dessa quinta-feira (16). Os números sorteados foram: 03 - 13 - 15 - 16 - 46 - 47.

Em todo o Brasil, foram 46 apostas ganhadoras da quina, enquanto outros 3.175 apostadores fizeram a quadra e vão levar R$ 910,23 cada.

Os números da Mega-Sena 2960 são:

  • 03 - 13 - 15 - 16 - 46 - 47

O sorteio foi transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pôde ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Mega-Sena 2961

Como a Mega Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no sábado, 17 de janeiro, a partir das 20 horas, pelo concurso 2965. O valor da premiação está estimado em R$ 41 milhões.

Para participar dos sorteios da Mega-Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 5,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 6 dentre as 60 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de 4 a 6 números.

Como jogar na Mega-Sena

A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.

Para realizar o sonho de ser milionário, você deve marcar de 6 a 20 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 e 12 concursos consecutivos (Teimosinha).

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Economia

Veja as regiões onde o combustível está mais barato em Campo Grande

O Procon-MS realizou o levantamento nas sete regiões da Capital, em pelo menos cinco postos de gasolina em cada uma

16/01/2026 16h15

Arquivo / Agência Brasil

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A Secretaria-Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) fez um levantamento e localizou 35 postos de gasolina onde é mais barato abastecer o carro em Campo Grande.

O diferencial aplicado nesta pesquisa está no cálculo que aponta as regiões em que o consumidor pode ter economia no momento de abastecer o veículo.

A pesquisa leva em conta o abastecimento de 50 litros de combustível, sendo aplicado o menor valor registrado entre os postos monitorados em uma mesma área administrativa da Capital.

Valores da gasolina

Nas regiões do Imbirussu e Bandeira, as maiores variações foram identificadas. Respectivamente, elas ocorreram no pagamento no crédito da gasolina comum (10,94%) e do diesel S10 comum (9,58%).

O consumidor que procura economia deve ir a postos de combustíveis localizados nas regiões do Lagoa e do Segredo, onde as aquisições à vista tiveram percentuais de 0,67% e 1,70% aplicados ao diesel S500 comum.

Na região do Imbirussu, para quem optar pela gasolina comum no crédito, a economia pode chegar a até R$ 32. Confira outras localidades:

  • R$ 25 no Bandeira;
  • R$ 22 no Prosa;
  • R$ 21 no Anhanduizinho;
  • R$ 20 no Lagoa e no Segredo;
  • R$ 1,50 no Centro.

Etanol

A economia no crédito, para quem optar pelo etanol, varia conforme a região. Confira:

  • R$ 15,50 no Lagoa;
  • R$ 15 no Segredo;
  • R$ 13 no Bandeira;
  • R$ 12 no Centro e no Imbirussu;
  • R$ 11 no Anhanduizinho;
  • R$ 6 no Prosa.

A superintendente do Procon Mato Grosso do Sul, Patrícia Mara da Silva, destaca que essa variação pode ser utilizada para avaliar em que parte do trajeto cotidiano dos consumidores é mais vantajoso abastecer.

  • “Ainda que os preços estejam suscetíveis a oscilações, temos aqui uma importante ferramenta para nortear os campo-grandenses”, afirma.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 12 e 13 de janeiro de 2026.

Cinco produtos são listados no levantamento, assim como três formas de pagamento. Cada uma das sete regiões administrativas teve cinco postos de combustíveis pesquisados.

Somente o GNV (Gás Natural Veicular) tem mantido, nos últimos seis meses, estabilidade no preço do metro cúbico, com média de R$ 4,62.

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Equilíbrio Fiscal

Prefeitura de Campo Grande tem dívidas com empresas que somam R$ 54,8 milhões

Entre os credores da lista, destacam-se débitos com a Solurb, de mais de R$ 7 milhões e Águas Guariroba, de R$ 4 milhões. Os passivos fazem parte do Plano de Equilíbrio Fiscal e devem passar por leilão como alternativa de quitação

16/01/2026 15h45

Prefeitura de Campo Grande

Prefeitura de Campo Grande FOTO: Marcelo Victor/Correio do Estado

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A Prefeitura Municipal de Campo Grande aderiu ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF) com passivos que totalizam R$ 54.883.275,45 em dívidas. Este valor deve ser negociado através de leilões de pagamentos com prazos em 2026 e 2027. 

Os maiores débitos constatados na lista são com a Solurb, de mais de R$ 7 milhões; com a Construtora Rial LTDA, de mais de R$ 4,4 milhões; a distribuidora Águas Guariroba, de R$ 4 milhões, além de débitos com agências de publicidade e assessoria, construtoras, agência de turismo, estrutura para eventos, serviços de chaveiro e mais de R$ 159 mil de dívidas com o Pet Shop Amor em Pet LTDA. 

Na modalidade de leilão, a Prefeitura convoca os fornecedores, que podem oferecer os melhores descontos no valor que têm a receber. Quanto maior o desconto, mais prioridade o credor tem em receber. 

Os leilões deverão ser realizados em duas etapas, divididos conforme as listas de passivos: 

  • Passivo 1, no valor de R$ 3.435.114,90, até o dia 30 de julho de 2026;
  • Passivo 2, no valor de R$ 51.448.160,55, até o dia 30 de junho de 2027. 

O Plano foi aderido pelo Município em outubro de 2025 e assinado em 10 de novembro do mesmo ano. O pedido de adesão foi apresentado em agosto e assinado pela Secretaria do Tesouro Nacional e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. 

Com a anuência do Plano, a Prefeitura ficou apta a contratar crédito vindo da União, com parcelas de R$ 156,09 milhões, para bancar obras. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Prefeitura para saber quais os planos da prefeita Adriane Lopes para a quitação dos débitos e qual o planejamento para os leilões previstos. O espaço segue aberto para a resposta do órgão. 

Veja a lista completa das empresas credoras a partir da página 13 do documento clicando aqui.

Situação econômico-financeira

No pedido apresentado à União, os indicadores econômico-financeiros de Campo Grande indicaram uma redução no ritmo de contratações e liberações de recursos de operações de créditos que poderiam causar endividamento. 

Segundo os dados, a dívida consolidada do Município no segundo semestre de 2025 foi de R$ 845.122.995,99, sendo composta por 61,8% de empréstimos e financiamentos internos; 35,1% de empréstimos e financiamentos externos; e 3,1% de demais dívidas, como contribuições previdenciárias, sociais e do Fundo de Garantia Trabalhista (FGTS). 

No período de 2023 e 2024, houve uma queda brusca no índice de Liquidez Relativa, justificado pelo “aumento das obrigações financeiras maiores do que o crescimento da Receita Corrente Líquida” da cidade. 

No entanto, também houve redução da relação entre Despesa de Pessoal com a Receita Líquida, correspondendo a 53,84% em 2024. Atrelado a essa diminuição, a Prefeitura se comprometeu a manter em controle a referida despesa, já que seu crescimento “restringe a margem de manobra do poder público no enfrentamento de restrições financeiras atuais e futuras”. 

Adesão

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP) esteve em Brasília para a assinatura do PEF no dia 9 de dezembro, juntamente com a ministra Simone Tebet e de equipes técnicas da União e do Município.

Ao entrar no Plano, Campo Grande garante o aval da União para contratar operações de crédito, algo que vinha sendo discutido desde o início da gestão por causa da necessidade de reorganizar as contas públicas. Com isso, fica liberada a contratação de R$ 544 milhões junto à Caixa Econômica Federal, valor já aprovado em carta-consulta.

Segundo a Prefeitura, o dinheiro será usado em obras de pavimentação e drenagem em 33 bairros da Capital, áreas que há anos aguardam por melhorias básicas de infraestrutura.

Ainda em dezembro do ano passado, a Câmara Municipal aprovou dois projetos que autorizam a contratação da primeira parte do crédito: R$ 156 milhões, que devem ir para asfaltamento e outras obras urbanas.


 

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