Economia

AMPLIAÇÃO

Prefeitura de Campo Grande registra recorde na arrecadação com ISS em julho

Imposto gerou receita de R$ 37 milhões para os cofres da Capital; mudança na lei pode ampliá-la ainda mais

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Mesmo com a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, a Prefeitura de Campo Grande registrou receita recorde com o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) no mês de julho. 

De acordo com a gestão do município, foram R$ 37 milhões no sétimo mês do ano contra R$ 27,976 milhões em julho do ano passado, ampliação de 32,25%.  

Conforme o demonstrativo da receita corrente líquida do município, o resultado de julho foi o melhor dos últimos 12 meses. Nos meses imediatamente anteriores, maio e junho, as receitas com o imposto foram menores que as registradas em 2019. 

Em maio deste ano a cidade recolheu R$ 22,681 milhões com o ISS, contra R$ 27,093 milhões em 2019. Já em junho de 2020, foram R$ 25,434 milhões, enquanto no mesmo mês do ano passado foram R$ 26,209 milhões.

De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Finanças e Planejamento (Sefin), Pedro Pedrossian Neto, a média angariada com o imposto foi menor durante os meses de pandemia. 

“Em julho tivemos arrecadação recorde de R$ 37 milhões, fora o dinheiro recuperado com o Refis; tivemos ações de fiscalização para coibir sonegação. A média antes da pandemia era de R$ 27 milhões, e durante a pandemia, R$ 25 milhões mensais”, explicou o secretário.

Refis

Entre as ações que ajudaram a prefeitura a ampliar receitas com o ISS está o Programa de Pagamento Incentivado (PPI), conhecido como Refis. O programa da Prefeitura de Campo Grande, que destina os recursos para investimentos na saúde, já recuperou R$ 70,74 milhões. O prazo para renegociar dívidas com o fisco municipal é até 15 de setembro.  

Nesta edição, de acordo com a gestão municipal, todos os recursos são aplicados em saúde com pagamento de folha salarial e despesas dos hospitais. “Na primeira fase [junho/julho] foram recuperados R$ 40 milhões. Na segunda etapa, R$ 25 milhões. A expectativa com a prorrogação é de outros R$ 10 milhões”, disse Pedrossian ao Correio do Estado.  

A primeira etapa do Refis 100% Saúde passou a valer no dia 1º de junho e foi até 3 de julho. Depois, projeto de lei complementar, de autoria dos vereadores, prorrogou o prazo até 5 de agosto. A nova chance foi aprovada pela Câmara no dia 11 de agosto e vai até 15 de setembro.

Podem ser negociados os débitos tributários ou não tributários vencidos, inscritos ou não na dívida ativa, ajuizados ou não, com exigibilidade suspensa ou não. 

As exceções são quanto ao IPTU 2020, infrações de trânsito, indenização devida ao município e débito de natureza contratual, contrapartida financeira, outorga onerosa, arrendamento ou alienação de imóvel.

Ampliação

Na quinta-feira da semana passada, o Senado aprovou o PLP 170/2020, que regula a transferência do recolhimento do ISS da cidade onde está sediada a empresa prestadora para o município onde efetivamente o serviço é prestado. 

Com a mudança, a Capital pode ampliar ainda mais suas receitas com o imposto. Os serviços que terão​ a arrecadação transferida para o destino são os de planos de saúde e médico-veterinários; de administração de fundos, consórcios, cartões de crédito e débito, carteiras de clientes e cheques pré-datados; e de arrendamento mercantil (leasing).  

Para o secretário municipal de Finanças, a mudança beneficia a cidade. 

“A mudança é muito positiva, porque a cobrança do imposto ficará no destino. Para nós é muito favorável principalmente [o imposto] referente ao cartão de crédito e o leasing. Ainda não sabemos qual será o impacto, mas se for sancionada a lei com certeza será positivo”, reiterou Pedrossian Neto.  

Segundo a Agência Senado, o projeto aprovado cria o Comitê Gestor das Obrigações Acessórias do Imposto sobre Serviços (CGOA), com o expresso objetivo de elaborar regras unificadas para a arrecadação, obrigatórias para todos os municípios e Distrito Federal.

A proposta aprovada segue entendimento do STF definindo regras de transição que deem segurança jurídica aos municípios e permitam às prefeituras que perderão receita o ajuste gradual do caixa.

Na primeira etapa, em 2021, 33,5% do tributo será arrecadado na origem e 66,5% no destino; em 2022, ficará 15% na origem e 85% no destino; a partir de 2023, 100% do ISS ficará com o município onde está o usuário do serviço.

“A ideia é a redução progressiva, ano a ano, do valor atribuído ao município do local do estabelecimento prestador do serviço, que antes era o sujeito ativo do tributo, a fim de que possa se adaptar à perda”, explicou a relatora do projeto, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES).

Durante a sessão em que o projeto foi aprovado, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) afirmou que os municípios têm condições de cobrar e fiscalizar o ISS. 

“Não é possível que meia dúzia de municípios hoje arrecade todo esse recurso astronômico de ISS, em detrimento dos mais de 5 mil municípios brasileiros”, disse.

Entrevista

MS tem 1,3 milhão de inadimplentes; a dívida média é R$ 8.502

Em entrevista ao Correio do Estado, a especialista da Serasa faz alerta ao consumidor de que os acordos de renegociação de dívidas precisam caber no orçamento para evitar a reincidência

26/09/2026 08h30

Aline Vieira - Coordenadora de Marketing e especialista da Serasa em Educação Financeira

Aline Vieira - Coordenadora de Marketing e especialista da Serasa em Educação Financeira Foto: Divulgação/Serasa

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Mato Grosso do Sul chegou a 1,32 milhão de consumidores inadimplentes em agosto, alta de 0,94% em apenas um mês, segundo o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas da Serasa. O valor médio devido por consumidor em MS, de R$ 8.502, também chama atenção, acima da média nacional de R$ 7.049. 

Para a especialista em Educação Financeira da Serasa, Aline Vieira, o avanço da inadimplência é resultado da combinação entre inflação, juros elevados, perda de poder de compra e falta de planejamento. 

Em entrevista ao Correio do Estado, ela explica por que a renegociação, embora importante, não é suficiente para interromper o ciclo do endividamento e orienta o consumidor sobre como reorganizar as contas. Confira a entrevista. 

Mato Grosso do Sul já ultrapassou 1,3 milhão de inadimplentes. O que explica o crescimento da inadimplência no Estado?

O crescimento reflete o mesmo contexto econômico que pressiona o País, com alguns traços próprios do Estado. Segundo o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas da Serasa, em agosto de 2026, Mato Grosso do Sul somava 1.325.423 consumidores inadimplentes, alta de 0,94% em relação a julho. 

Esse avanço está ligado à combinação de inflação, que influencia no poder de compra, juros elevados, que encarecem o crédito, e uso do crédito para cobrir despesas do dia a dia.

Um dado que chama atenção é o valor médio das dívidas: em MS, cada inadimplente deve, em média, R$ 8.502, acima da média nacional, de R$ 7.049, caracterizando dívidas mais altas, que podem ser mais difíceis de quitar.

Por que a renegociação não está conseguindo resolver o problema e, em muitos casos, apenas têm transferido a dívida para a frente? O que os dados da Serasa mostram?

A negociação de dívidas é uma ferramenta fundamental, mas precisa vir acompanhada de uma reorganização do orçamento para que seja ainda mais sustentável.

Quando o consumidor negocia sem ajustar as causas que o levaram à inadimplência, o desequilíbrio entre renda e despesas permanece e a tendência é de que ele volte a atrasar. 

Os dados da Serasa mostram que a negociação segue crescendo de forma consistente, o que é positivo, mas também revelam uma inadimplência elevada e persistente, sinal de que muitos consumidores retornam à condição de devedores.

Por isso, a negociação deve ser vista como o primeiro passo, e não como solução isolada, porque sem planejamento financeiro o risco é apenas adiar a dívida.

Por que uma pessoa que acabou de renegociar pode voltar a ficar inadimplente pouco tempo depois? Quais os principais fatores da reincidência?

A reincidência costuma acontecer quando a causa da inadimplência não foi resolvida. Os principais fatores são: fechar um acordo com parcelas que não cabem no orçamento, o que leva a uma nova dívida; a ausência de uma reserva de emergência, que faz qualquer imprevisto, como uma despesa médica ou a perda de renda, desestabilizar as contas; e a manutenção dos hábitos que geraram a dívida, como o uso do crédito para despesas do dia a dia. 

Ou seja, sem planejamento, a negociação resolve o passado, mas não impede que uma nova dívida se forme. Por isso, a orientação é para que o acordo seja realista e acompanhado de um reequilíbrio das contas.

O crescimento da inadimplência em MS está mais relacionado à queda do poder de compra, ao crédito, aos juros ou à falta de planejamento financeiro? Qual pesa mais?

Esses fatores atuam de forma combinada. A queda do poder de compra, provocada pela inflação, é o ponto de partida: a renda passa a render menos para as mesmas despesas.

Os juros elevados agravam o quadro, ao encarecer o crédito e as parcelas, e a falta de planejamento financeiro é o que transforma esse aperto em inadimplência, quando o consumidor recorre ao crédito para cobrir o dia a dia sem dimensionar o impacto no orçamento. 

Em Mato Grosso do Sul, o valor médio das dívidas acima da média nacional sugere que o peso do crédito com juros altos pode contribuir de forma relevante. Mais do que eleger um único culpado, o cenário mostra que é a soma desses fatores que pressiona as famílias.

Os consumidores estão contraindo novas dívidas para pagar dívidas antigas? Esse comportamento tem aumentado no Estado?

Não temos dados que revelem esse cenário, mas o que se observa é que, quando a renda não cobre as despesas, cresce a tendência de recorrer a um novo crédito para tapar um buraco existente, o que pode iniciar um ciclo perigoso: a dívida nova se soma à antiga, muitas vezes com juros altos, e o problema aumenta em vez de diminuir. 

O sinal de alerta é justamente esse: contratar crédito para pagar outra dívida raramente resolve e costuma agravar. A orientação é, em vez disso, para buscar a negociação da dívida original em condições que caibam no orçamento.

Quais tipos de dívida mais preocupam em MS? O peso dos bancos e dos cartões indica maior dependência do crédito para o dia a dia?

Sim, os bancos e os cartões de crédito concentram a maior parte das dívidas e são o principal ponto de atenção. Segundo o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas da Serasa, em MS, o segmento de bancos e cartões responde por 28% das dívidas, seguido pelas contas de consumo ou utilities, como água e luz, com 18,6%, e pelas financeiras, com 18,1%. 

Esse peso do cartão realmente sugere maior dependência do crédito no dia a dia, já que ele é cada vez mais usado para despesas correntes.

É uma preocupação, já que, quando não pago integralmente, o cartão tem um dos juros mais altos do mercado, o que faz a dívida crescer rapidamente.

Já o peso das contas básicas indica comprometimento da renda com o essencial, sinal de aperto no orçamento.

Para quem está com várias dívidas, por onde começar? Quitar a de maior valor, a de juros mais altos ou negociar todas ao mesmo tempo?

A prioridade deve ser a dívida com os juros mais altos, e não necessariamente a de maior valor. Isso porque as dívidas de juros elevados, como as do cartão de crédito e do cheque especial, crescem mais rápido e são as que mais pesam no orçamento ao longo do tempo.

O primeiro passo é listar todas as dívidas, com valores, juros e prazos, para ter clareza do quadro. A partir daí, o ideal é negociar priorizando as mais caras, sem deixar de manter as demais sob controle.

Negociar tudo ao mesmo tempo pode ser viável, mas apenas se a soma das parcelas couber no orçamento. Caso contrário, o risco é de fechar acordos que não serão cumpridos. 

Como saber se uma renegociação cabe no orçamento? Existe um porcentual da renda que a Serasa recomenda não comprometer com parcelas?

O consumidor deve, antes de fechar o acordo, mapear a renda e as despesas essenciais, como moradia, alimentação e transporte, e verificar quanto sobra de fato para o pagamento de dívidas. A parcela da negociação precisa caber nesse espaço sem comprometer o essencial. 

Uma referência de organização financeira bastante usada é destinar até cerca de 30% da renda ao pagamento de dívidas e parcelas, mantendo o restante para as despesas do dia a dia e para uma reserva.

Mais do que um número fixo, o importante é que a parcela seja realista e sustentável até o fim do contrato, já que um acordo não cumprido leva o nome de volta à negativação. 

Em que momento trocar várias dívidas por um único empréstimo faz sentido e quando isso pode agravar o endividamento?

Faz sentido quando a nova operação realmente reduz o custo total da dívida, trocando uma dívida cara por uma mais barata. Reunir vários débitos de juros altos, como cartão e cheque especial, em um único empréstimo de juros menores, como o consignado, pode diminuir o peso das parcelas e facilitar o controle. 

Mas essa estratégia agrava a situação quando o novo crédito tem custo semelhante ou maior, quando o prazo se estende tanto que o valor final pago fica muito alto, ou quando o consumidor, ao “limpar” o cartão, volta a usá-lo e acumula uma nova dívida sobre a antiga. A regra é comparar o custo total das operações, e não apenas o valor da parcela, e não voltar a se endividar depois. 

Quanto tempo, em média, leva para reorganizar a vida financeira após uma renegociação? Quais comportamentos são determinantes para não voltar à inadimplência?

O tempo varia conforme o tamanho da dívida, a renda e a disciplina de cada consumidor, então, não há um prazo único.

O que determina o sucesso não é o tempo em si, mas os comportamentos adotados ao longo do processo: manter todas as parcelas do acordo em dia, ajustar o orçamento para não repetir o desequilíbrio anterior, evitar assumir novas dívidas antes de quitar as atuais e, aos poucos, construir uma reserva de emergência para lidar com imprevistos sem recorrer ao crédito. 

Acompanhar o Serasa Score, que é atualizado em tempo real, ajuda o consumidor a visualizar sua evolução e a manter o foco. É a mudança de hábitos, mais do que o prazo, que garante não voltar à inadimplência.

Se pudesse dar três orientações práticas ao consumidor de MS que está inadimplente e não sabe por onde começar, quais seriam?

Em primeiro lugar, organize e conheça suas dívidas: liste tudo o que deve, para quem, com quais juros e prazos e consulte seu CPF para ter o quadro completo, inclusive pelo Serasa Limpa Nome, que reúne as pendências em um só lugar. 

Na sequência, negocie de forma realista, priorizando as dívidas mais caras e escolhendo um acordo cujas parcelas caibam no orçamento, para conseguir cumpri-lo até o fim.

Por fim, reorganize o orçamento, separando as despesas essenciais, evitando novas dívidas enquanto quita as atuais e começando a formar uma reserva de emergência, ainda que pequena. O passo mais importante é o primeiro: enfrentar a dívida em vez de adiá-la, sabendo que sair da inadimplência é possível.

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Aline Vieira

Com mais de 10 anos de experiência no mercado de comunicação, Aline atua na criação de estratégias de comunicação da Serasa. Além disso, é especialista em Educação Financeira pela empresa, onde trabalha há mais de três anos.

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de hoje, concurso 903, sexta-feira (25/09): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

26/09/2026 08h22

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 903 da Super Sete na noite desta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 9 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 1 aposta ganhadora (R$ 68.192,86)
  • 5 acertos - 78 apostas ganhadoras (R$ 1.248,95)
  • 4 acertos - 1.367 apostas ganhadoras (R$ 71,26)
  • 3 acertos - 12.193 apostas ganhadoras (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 903 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 9
  • Coluna 2: 2
  • Coluna 3: 4
  • Coluna 4: 7
  • Coluna 5: 5
  • Coluna 6: 5
  • Coluna 7: 2

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 904

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 28 de setembro, a partir das 20 horas, pelo concurso 904. O valor da premiação está estimado em R$ 9,3 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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