Economia

LOTERIAS

Resultado da Quina de ontem, concurso 6971, segunda-feira (09/03): veja o rateio

A Quina realiza seis sorteios semanais, de segunda-feira a sábado, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 6971 da Quina na noite desta segunda-feira, 9 de março de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 16,5 milhões.

Premiação

  • 5 acertos - Não houve ganhadores
  • 4 acertos - 61 apostas ganhadoras, (R$ 10.133,18)
  • 3 acertos - 4.574 apostas ganhadoras, (R$ 128,70)
  • 2 acertos - 112.266 apostas ganhadoras, (R$ 5,24)

Confira o resultado da Quina de ontem!

Os números da Quina 6971 são:

  • 27 - 56 - 64 - 65 - 73

O sorteio da Quina é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Quina 6975

Como a Quina seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 10 de março, a partir das 21 horas, pelo concurso 6975. O valor da premiação está estimado em R$ 18 milhões.

Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números.

Como apostar na Quina

A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda-feira a sábado, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O preço da aposta com 5 números é de R$ 2,50.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa.

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LOTERIAS

Resultado da Lotofácil de ontem, concurso 3631, segunda-feira (09/03): veja o rateio

A Lotofácil é uma das loterias mais populares no Brasil, com sorteios realizados seis vezes por semana, de segunda a sábado; veja números sorteados

10/03/2026 08h20

Confira o rateio da Lotofácil

Confira o rateio da Lotofácil Foto: Reprodução Agência Brasil

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 3631 da Lotofácil na noite desta segunda-feira, 9 de março de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 2 milhões.

Premiação

  • 15 acertos - 1 aposta ganhadora, (R$ 1.681.287,48)
  • 14 acertos - 265 apostas ganhadoras, (R$ 1.900,42)
  • 13 acertos - 8952 apostas ganhadoras, (R$ 35,00)
  • 12 acertos - 114672 apostas ganhadoras, (R$ 14,00)
  • 11 acertos - 598933 apostas ganhadoras, (R$ 7,00)

Confira o resultado da Lotofácil de ontem!

Os números da Lotofácil 3631 são:

  • 19 - 23 - 25 - 15 - 04 - 08 - 16 - 14 - 21 - 09 - 12 - 20 - 13 - 17 - 07

O sorteio da Lotofácil é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 3640

Como a Lotofácil tem seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 10 de março, a partir das 21 horas, pelo concurso 3640. O valor da premiação está estimado em R$ 2 milhões.

Como apostar na Lotofácil

Os sorteios da Lotofácil são realizados diariamente, às segundas, terças, quartas, quintas, sextas-feiras e sábados, sempre às 20h (horário de MS).

O apostador marca entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com 15 dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 3.268.760, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 211, ainda segundo a Caixa.

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Calote no campo

Agronegócio de MS tem disparada de pedidos de recuperação judicial

Pedidos saltaram 756% em três anos, pressionados por juros altos, queda de preços e aumento de custos e má gestão

10/03/2026 05h00

Recuperações judiciais dispararam no agro de Mato Grosso do Sul

Recuperações judiciais dispararam no agro de Mato Grosso do Sul Gerson Oliveira

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A inadimplência do agronegócio de Mato Grosso do Sul com os bancos e demais fornecedores disparou nos últimos três anos, com um crescimento exponencial no período, indicam os dados da Serasa Experian. No ano passado, foram 216 pedidos de recuperação judicial no setor, volume que é 118% superior ao de 2024 e 756% maior que os pedidos de recuperação judicial de 2023.

Para Frederico Poleto, diretor de ciência de dados Agro na Serasa Experian, são vários os fatores que influenciam na disparada dos pedidos de recuperação judicial. Entre os motivos estão o aumento da taxa Selic e também uma mudança de mercado que resultou em queda de preços.

Além disso, o real está mais valorizado e ainda há bastante instabilidade externa, como guerras em países produtores de petróleo e de fertilizantes, o que afeta os custos de produção e espreme ainda mais a margem do produtor rural.

Além disso, há também fatores climáticos. “No agro, há fatores climáticos e de mercado que impactam de forma bem específica. A soja, por exemplo, teve os preços historicamente mais altos em 2020-2022, com custos baixos de grãos, fertilizantes, defensivos e operacionais”, explica Poleto.

“De 2022 a 2025, os preços caíram muito por uma oferta que aumentou muito mais rápido do que a demanda, e os custos subiram por guerras, fatores internacionais, câmbio, inflação, dentre outros. Então, por mais que a produtividade mantenha bons patamares, a margem ficou espremida, ainda mais para arrendatários e para quem precisa financiar os custos no mercado”, complementa.

Os números mostram essa disparada nos pedidos de recuperação judicial. Em 2023, foram apenas 25 pedidos em Mato Grosso do Sul. Em 2024, o total de empreendimentos do agronegócio à beira da falência que foram à Justiça para tentar se recuperar saltou para 99. No ano passado, esse número disparou para 216.

Gestão

Para Poleto, há também um fator relacionado à gestão que explica essa disparada nos pedidos de recuperação judicial no agro. No setor, é muito comum usar os recursos do período de bonança, como o compreendido entre 2020 e 2022, para comprar mais imóveis ou mais equipamentos, mas sem a mesma preocupação com o caixa.

“Então, os produtores que investiram muito em equipamentos e terras nos momentos de bonança, sem guardar um colchão para os momentos recentes, tiveram que rolar dívidas e se refinanciar ano após ano, até chegar o momento em que não é mais possível continuar, e a RJ acaba se tornando um caminho irremediável”, destaca Frederico Poleto.

A expansão do crédito agrícola da pandemia para cá também influencia no aumento da inadimplência, analisa o especialista.

“Há também efeitos relacionados às políticas dos bancos e aos subsídios governamentais, porque nos últimos anos houve um aumento nos financiamentos. Por mais que os bancos selecionem sempre os clientes de menor risco, na prática pessoas com um risco um pouco maior tiveram acesso ao crédito”, explica.

Segundo o analista de dados da Serasa, a tendência é que os indicadores de recuperação judicial caiam nos próximos anos.

“Agora segue o movimento contrário, em que os bancos precisam segurar os financiamentos até que a inadimplência e os indicadores de RJ arrefeçam. Esse ciclo de expansão e retração do crédito em relação a riscos baixos e altos é comum e acontece em todo o mercado de crédito”, afirma.

Mato Grosso do Sul

Pedidos de recuperação judicial do agronegócio

  • 2023: 25 
  • 2024: 99
  • 2025: 216

No Brasil

O número de pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro atingiu em 2025 o maior patamar da série histórica monitorada pela Serasa Experian, que iniciou o levantamento em 2021. Ao todo, foram registrados 1.990 requerimentos, considerando produtores rurais que atuam como pessoa física, produtores organizados como pessoa jurídica e também empresas ligadas à cadeia produtiva do setor.

O volume representa um crescimento de 56,4% em relação a 2024, quando haviam sido contabilizados 1.272 pedidos. Em 2023, as solicitações somavam 534, número que evidencia a forte escalada dos requerimentos nos últimos anos e indica um aumento consistente das dificuldades financeiras enfrentadas por agentes do setor.

Os dados fazem parte do indicador elaborado pela datatech de crédito da Serasa, que acompanha a evolução da situação financeira do agronegócio no País. 

Segundo o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, o cenário observado em 2025 manteve pressão significativa sobre a saúde financeira de produtores e empresários do agronegócio, principalmente entre aqueles com níveis mais elevados de endividamento.

Apesar do avanço das recuperações judiciais, o executivo destaca que esse instrumento deve ser utilizado apenas como último recurso para enfrentar problemas financeiros. Segundo ele, a renegociação de dívidas e o planejamento financeiro são alternativas consideradas mais adequadas para lidar com períodos de maior pressão sobre a atividade.

“Continuamos ressaltando que a renegociação de dívidas e o planejamento financeiro são as melhores estratégias, e a recuperação judicial deve ser o último recurso a ser utilizado”, completou Pimenta.

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