Esportes

próxima fase

Argentina, França e Inglaterra jogam neste fim de semana de mata-mata

Líder do Grupo C, a Argentina encara a Austrália, às 15h (de MS), neste sábado.

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Após o término da fase de grupos da Copa do Mundo, Argentina, França e Inglaterra entram em campo já neste fim de semana, em confrontos válidos pelo mata-mata da competição. 

Líder do Grupo C, a Argentina encara a Austrália, às 15h (de MS), neste sábado. Após derrota na estreia contra a Arábia Saudita, por 2 a 1, os hermanos confirmaram a liderança do grupo com duas vitórias, contra Polônia e México, ambas pelo placar de 2 a 0. 

Por sua vez, os australianos chegaram à fase final após a surpreendente segunda colocação no Grupo D, superando Dinamarca e Tunísia. O confronto acontece no Ahmad Bin Ali Stadium. 

Vale destacar que os argentinos disputam a competição na mesma chave do Brasil e podem enfrentar a Seleção Canarinho em uma eventual disputa nas semifinais da competição. 

PARTIDAS DE DOMINGO

Atual campeã mundial e líder do Grupo C, a França entra em campo contra a Polônia, às 11h (de MS), neste domingo. Liderada por Mbappé, artilheiro da competição até o momento – com três gols –, a França carimbou a vaga nas oitavas de final em uma chave com Tunísia, Austrália e Dinamarca. 

Com muitas baixas e desfalques antes e durante a Copa do Mundo, os atuais campeões defendem o título contra a Polônia, no Al Thumama Stadium.

Campeã mundial em 1966, a Inglaterra encara o Senegal, também no domingo, às 15h (de MS).
Diferentemente da Argentina, a Inglaterra estreou no mundial com goleada, por 6 a 2, contra o Irã.

Posteriormente, os britânicos empataram com os Estados Unidos, sem gols, e encerraram a primeira fase com vitória contra o País de Gales, por 3 a 0. 

A vitória se confirmou com dois gols de Marcus Rashford e Phil Foden. É importante destacar que Rashford, assim como Mbappé, marcou três vezes no mundial e está entre os principais goleadores da competição, ao lado de Morata (Espanha), Valencia (Equador) e Gakpo (Holanda).

POSSIBILIDADES

Caso confirmem o favoritismo nas oitavas de final, Inglaterra e França duelam já na fase seguinte do mundial, ao passo que a Argentina joga contra Holanda ou Estados Unidos, também pelas quartas de final.

Primeiro colocado do Grupo G, o Brasil entra em campo nesta segunda-feira, contra a Coreia do Sul. Favorito no confronto, o Brasil encara Croácia ou Japão nas quartas de final. Caso vença, encara a Argentina em uma possível semifinal.

Saiba: Atual campeã mundial, a França entra em campo contra Polônia, às 11h (de MS), neste domingo. Se o favoritismo for confirmado, a França pode enfrentar a Inglaterra nas quartas de final. 

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nova política

Tifanny se pronuncia após regra que veta trans no vôlei: "Retrocesso"

A jogadora, de 41 anos, é a primeira transgênero a atuar na Superliga e afirmou que não desistirá de seguir jogando

16/08/2026 22h00

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde Foto: Divulgação / Osasco

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A oposta Tifanny, que defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde, manifestou-se, pela primeira vez, sobre a nova política de elegibilidade da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que restringe a participação nas competições entre mulheres a atletas designadas com o sexo biológico feminino ao nascer.

A jogadora, de 41 anos, a primeira transgênero a atuar na Superliga, considerou um "enorme retrocesso" e afirmou que não desistirá de seguir jogando.

"A CBV está tirando tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que eu venho exercendo todos esses anos. Mas isso não afeta só a mim. Afeta o meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim e o direito de todas as pessoas trans. É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e pela inclusão. Voltamos para a forma vexatória como se testavam as atletas nos anos 60 e 70", disse Tifanny, em pronunciamento compartilhado pela assessoria de imprensa do Osasco.

"Não vou me calar e vou tomar todas as medidas possíveis para que a minha luta pelo direito à visibilidade, à inclusão e à prática do esporte não tenha sido em vão", emendou a oposta, que atua no vôlei feminino desde 2017 e foi campeã da Superliga em 2025, sendo a primeira trans a conquistar o principal torneio do país na modalidade.

O pronunciamento foi feito após a estreia do Osasco no Campeonato Paulista da modalidade, na noite do último sábado (15), em casa, no Ginásio José Liberatti, contra o Pinheiros.

Apesar dos 19 pontos de Tifanny, muito festejada pela torcida osasquense, as visitantes levaram a melhor e venceram por 3 sets a 2, com parciais de 25/21, 25/16, 21/25, 23/25 e 15/11, após pouco mais de duas horas de partida.

A participação da oposta no jogo, mesmo depois de a nova política da CBV ser anunciada, ocorreu após a Federação Paulista de Volleyball (FPV) informar que o Estadual seguiria o regulamento em vigor desde o início do torneio. Segundo a entidade, "eventuais medidas" serão tomadas "para as próximas competições [...] após análise e manifestação das áreas jurídica e de saúde".

O novo critério de elegibilidade foi anunciado pela CBV na última sexta-feira (14). Segundo a entidade, a meta é estar em conformidade com regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). De acordo com a confederação, as atletas deverão atender a critérios estabelecidos pela nova política, que incluem a apresentação de resultado negativo para o gene SRY.

Antes, mulheres trans podiam atuar desde que os níveis de testosterona sérica estivessem abaixo de determinado limite. A nova determinação é válida já para as edições deste ano da Superliga (nas duas principais divisões) e da Supercopa, além da Copa Brasil e do Circuito Brasileiro de vôlei de praia de 2027.

Masters 1000

João Fonseca estreia com vitória e agora enfrenta o 129º em Cincinnati

Fonseca já igualou a campanha do ano passado em Cincinnati, quando foi eliminado na terceira rodada pelo francês Terence Atmane

16/08/2026 15h30

João Fonseca

João Fonseca Julien Crosnier / Federação Francesa de Tenis (FFT)

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João Fonseca estreou com vitória em sua segunda participação no Masters 1000 de Cincinnati. Neste domingo, o tenista de 19 anos venceu Botic van de Zandschulp, da Holanda, por 2 a 0, parciais de 6/4 e 7/6 (7/2). Na próxima rodada, o brasileiro, 26º do ranking, tem um confronto teoricamente mais tranquilo e enfrenta o australiano Christopher O'Connell, apenas o 129º do mundo e que veio do qualifying.

Com a segunda vitória seguida em sua terceira partida contra Van De Zandschulp, número 59 do ranking, Fonseca já igualou a campanha do ano passado em Cincinnati, quando foi eliminado na terceira rodada pelo francês Terence Atmane, que ocupava a modesta 136ª colocação no ranking.

Nesta temporada, como cabeça de chave, o brasileiro folgou na primeira rodada e sofreu contra Van De Zandschulp a primeira quebra da partida, no terceiro game, mas conseguiu confirmar o break point na sequência e empatou em 2 a 2. O confronto ficou equilibrado, com os tenistas confirmando seus serviços até o 10º game, quando Fonseca conseguiu a quebra e fechou em 6/4.

No segundo set, o brasileiro conseguiu abrir uma vantagem de 4 a 1, mas permitiu a reação do adversário, que venceu três games seguidos e desperdiçou um break point no nono game. Os tenistas foram confirmando seus saques e a definição do set foi para o tie break. Fonseca começou o desempate com agressividade e logo abriu 4 a 0, depois só precisou administrar a vantagem para fechar em 7/2 e 2 a 0 em 1h47.

O'Connell chegou à terceira rodada passando pelo norueguês Cásper Ruud neste domingo no Masters 1000 de Cincinnati. O ex-vice-líder do ranking e atual 17º abandonou a partida com problema físico quando o placar marcava 7/5 e 2/1 para o adversário. Será a primeira partida entre Fonseca e O'Connell, que tem 32 anos.

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