Esportes

Paris 2024

Atletas do Time Brasil para você ficar de olho nas Olimpíadas de Paris

Confira os favoritos e alguns destaques que vão brigar por medalhas nesta edição dos Jogos Olímpicos

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Nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021, os brasileiros conquistaram um número recorde de medalhas, ficando na 12ª posição na classificação geral.

Foram 21 pódios, sendo 7 deles com medalhas de ouro, 6 de prata e 8 de bronze.

Agora, o objetivo é superar o desempenho da edição anterior. Para isso, o Time Brasil conta com atletas já medalhistas, mas também espera ver novos rostinhos triunfando em Paris.

Separamos alguns dos destaques brasileiros na competição, confira:

Rebeca Andrade - Ginástica Artística

Nas redes sociais, Rebeca já celebrou a chegada em Paris. Foto: Reprodução/Instagram

Dona de duas medalhas olímpicas, conquistadas em Tóquio, Rebeca Andrade é a atual campeã mundial no salto, e chega a Paris como forte candidata a vários pódios, disputando as categorias por equipe, individual geral e dos demais aparelhos.

Rebeca tem como maiores destaques na carreira o solo e o salto, aparelhos que a colocam na briga pelo topo do pódio no individual geral, modalidade em que foi prata na edição passada. Já na categoria por equipes, busca uma conquista inédita.

As disputas da Ginástica Artística acontecem entre os dias 28 de julho e 5 de agosto.

Rayssa Leal - Skate Street 

Escreva a legenda aquiCom a medalha de prata, em 2021, Rayssa se tornou a brasileira mais jovem a conquistar uma medalha olímpica. Foto: Reprodução/Instagram

Depois de se tornar a atleta brasileira mais jovem a subir no pódio em uma Olimpíada, com a prata conquistada aos 13 anos de idade, em Tóquio, Rayssa chega a Paris ocupando o terceiro lugar do ranking mundial da modalidade, e tendo empilhado triunfos nestes últimos dois anos.

Entre 2022 e 2024, foram três ouros em Campeonatos Mundiais, sendo um no World Skate (WS) e dois no Street League Skateboarding (SLS), além de dois ouros nos X Games e um nos Jogos Pan-Americanos, realizados em Santiago, no Chile, no ano passado.

A competição feminina do skate street em Paris 2024 acontece no domingo, 28 de julho. As preliminares começam às 6h e a final tem início às 11h (horários de MS).

Alison dos Santos – Atletismo

Mais uma vez sendo um dos destaques do Time Brasil em Olimpíadas, Alison brigará por medalhas nos 400m com barreiras e no revezamento 4x400m.

Em junho, Alison dos Santos foi campeão (pela 3ª vez consecutiva) nos 400 metros com barreiras na Diamond League. Foto: Reprodução/Instagram

Carinhosamente apelidado como "Piu", o atleta foi bronze olímpico em Tóquio, campeão mundial em 2022, e nos últimos três anos conquistou quatro medalhas de ouro em etapas da Liga Diamante.

As provas de Alison Dos Santos serão disputadas entre os dias 5 e 10 de agosto, no Stade de France.

Beatriz Ferreira - Boxe

Brasileira foi prata nas Olimpíadas de Tóqui. Reprodução: Beatriz Ferreria/Instagram

Há quase dois anos sem perder uma luta, Beatriz Ferreira conquistou a prata na olimpíada passada e o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2023. 

Assim como em Tóquio, ela disputa a categoria peso-leve (-60kg), que terá a primeira fase preliminar disputada neste sábado (27), a partir das 11h. As oitavas, quartas, semifinais e a final estão marcadas para os dias 29 de julho, 31 de julho, 3 e 6 de agosto, respectivamente.

Filipe Toledo – surfe

Bicampeão mundial de surfe, Filipinho é uma das promessas de medalha de ouro em Paris. Depois de 14 anos competindo profissionalmente, no início de 2024 Toledo decidiu dedicar uns meses para cuidar da saúde mental e aproveitar a família. Agora, busca realizar o sonho da medalha olímpica.

Filipe Toledo está na terceira bateria do round de abertura, com o peruano Alonso Correa e o japonês Kanoa Igarashi, que eliminou Gabriel Medina na semifinal em Tóquio.

Gabriel Medina – surfe

Participando de sua segunda Olimpíada, já que participou da estreia do surfe como modalidade olímpica em 2020, o tricampeão mundial tem como missão conquistar uma colocação melhor do que a da edição anterior.

Em Tóquio, ficou em quarto lugar após perder para Kanoa Igarashi na semifinal e para Owen Wright na disputa pela medalha de bronze.  

Assim como Filipe Toledo, Medina também fez uma pausa, no fim de 2022, para cuidar da saúde mental. Depois  de uma lesão naquele mesmo ano, voltou a competir em  2023 e chega "novo" para o desafio olímpico, e otimista com o local da competição, já que  Teahupo'o, no Taiti, foi palco de duas etapas do circuito mundial vencidas pelo brasileiro.

Fazem parte da bateria de Medina o japonês Connor O’Leary e o soteropolitano Bryan Perez.  

Os brasileiros estarão nas ondas de Teahupo'o, no Taiti, entre os dias 27 e 30 de julho.

Filipe Toledo e Gabriel Medina. Foto: World Surf League.

Ana Patrícia e Duda – vôlei de praia

Brasileiras já fizeram o reconhecimento da quadra, que tem vista privilegiada da Torre Eifel. Foto: Reprodução/Instagram

Líderes do ranking mundial, Ana Patrícia e Duda são as favoritas a subir no pódio do vôlei de praia em Paris. 

A dupla foi campeã mundial em 2022 e ficou com o segundo lugar em 2023. Ainda no ano passado, conquistaram o ouro nos jogos Pan-Americanos, e cinco títulos em etapas do Circuito Mundial.

Ana Patrícia e Duda estreiam na competição no domingo, dia 28 de julho, às 10h (horário de MS).

Isaquias Queiroz – canoagem

Porta-bandeiras do Brasil na cerimônia de abertura, Isaquias Queiroz está no caminho para se tornar o brasileiro com mais medalhas na história das Olimpíadas. No Rio de Janeiro, em 2016, ele se tornou o primeiro brasileiro a conquistar três medalhas em uma única edição dos jogos, com duas pratas e um bronze. Em Tóquio, chegou ao ouro.

Agora, está a uma medalha de alcançar Torben Grael e Robert Scheidt, donos de cinco medalhas cada na vela. 

Isaías Queiroz competirá em duas categorias na canoagem de velocidade: C1 1000m e C2 500m.

As provas acontecem entre os dias 6 e 9 de agosto, no Estádio Náutico de Vaires-sur-Marne.

Martine Grael/Kahena Kunze – vela

Ouro nos Jogos Pan-Americanos do Chile, em 2023, e atuais bicampeãs olímpicas da vela na categoria 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze são as grandes favoritas ao ouro em Paris, que consagrará a hegemonia das brasileiras na modalidade. 

No ano passado, durante um evento teste realizado na marina de Marselha, na França, a dupla ficou com a prata.

As competições da Vela acontecem entre os dias 28 de julho e 8 de agosto.

Marcus D'Almeida - Tiro com Arco

Eleito o melhor arqueiro do mundo em 2023, e líder do ranking mundial do arco recurvo, Marcus Vinícius D'Almeida chega à sua terceira Olimpíada no auge, e com o sonho da medalha de ouro inédita para o Brasil. Ele já detém o melhor resultado individual brasileiro, com um nono lugar em Tóquio 2020. 

Além de disputar a modalidade Individual Masculino, Marcus D'Almeida estará junto com Ana Luiza Caetano na disputa de Duplas Mistas. Em 2022, eles conquistaram juntos um bronze inédito para o Brasil na Copa do Mundo de Tiro com Arco, realizada em Medellín, na Colômbia.

Marcus D'Almeida faz sua estreia na competição nesta quinta-feira (25), às 9h15, na rodada de classificaçãõ do individual masculino.

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A briga por medalhas continua

Além dos citados, equipes de vôlei feminino e masculino podem surpreender e conquistar medalha Olímpica. Assim como diversos outros atletas brasileiros, que estão na briga por um espacinho no pódio e podem surpreender.

Como por exemplo Ana Marcela Cunha, que representa o Brasil na maratona aquática; as judocas Mayra Aguiar e Rafaela Silva; o skatista Augusto Akio, que competirá na modalidade skate park; os boxeadores Wanderlei Pereira e Bárbara dos Santos; as ginastas Flávia Saraiva e Jade Barbosa; e Ana Sátila, da canoagem slalom, que fez uma campanha histórica na Olimpíada de Tóquio,

Com informações de Olympics

Futebol

Futebol de cegos: Brasil vai à final da Copa América contra Colômbia

Em São Paulo, seleção masculina derrota Costa Rica pelas semifinais

10/09/2026 20h00

Taba Benedicto

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Maior vencedor da Copa América de futebol de cegos entre os homens, o Brasil vai em busca do sétimo título. Nesta quinta-feira (10), a seleção verde e amarela derrotou a Costa Rica por 2 a 0 no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, pelas semifinais da competição.

Os brasileiros não encontraram dificuldades e abriram vantagem sobre os costarriquenhos antes da metade da primeira etapa - cada tempo tem 20 minutos de duração. Aos seis, Maicon conduziu a bola após cobrança de falta, arrastou a marcação de três adversários e chutou rasteiro para abrir o placar. Aos 12, Nonato recebeu na área e bateu forte, no alto, sem chances para o goleiro Rony Madrigal.

No segundo tempo, o técnico Cesinha aproveitou para rodar o elenco. Mesmo assim, a equipe da casa manteve o jogo sob controle e até criou algumas chances, parando em boas defesas do goleiro costarriquenho.

Em 11 edições, o Brasil sempre foi à final, com seis conquistas e quatro vices. O último na edição de 2022, quando perderam nos pênaltis para a anfitriã Argentina.

Os Murciélagos (morcegos, na tradução do espanhol, apelido da seleção argentina), aliás, ficaram fora da decisão continental pela primeira vez. Mais cedo nesta quinta, os hermanos, atuais campeões mundiais e vice paralímpicos foram superados pela Colômbia por 1 a 0 nas penalidades, após empate sem gols com bola rolando.

A final diante dos colombianos será neste sábado (12), às 17h30 (horário de Brasília). O canal da Federação Internacional de Esportes para Cegos (Ibsa) no YouTube transmite a partida ao vivo.

Esta será a segunda final do Brasil neste ciclo da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Em julho, os brasileiros conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Parasul-Americanos, em Valledupar (Colômbia), superando os argentinos na decisão.

Apesar da queda nas semifinais, a Costa Rica se garantiu no Campeonato Mundial do ano que vem, assim como Argentina e Colômbia. O Brasil, como país-sede, já tinha vaga assegurada. Pentacampeã paralímpica, a seleção verde e amarela é também cinco vezes campeã do mundo, sendo a maior vencedora nos dois principais eventos da modalidade.

Decisão

Brasília vai receber a primeira final única da Copa do Brasil

Estádio sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio

10/09/2026 13h45

Foto: Divulgação

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O Mané Garrincha, em Brasília, será o palco da primeira final única da Copa do Brasil, marcada para o dia 6 de dezembro. A CBF vai anunciar nesta quinta-feira, 10, após o sorteio do mando das semifinais.

Palmeiras, Vasco, Atlético Mineiro e Grêmio seguem na disputa e se enfrentam pelas semifinais no início de novembro.

O Mané Garrincha sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio em uma edição com semifinalistas de São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Em agosto, o governo do Distrito Federal enviou um ofício à CBF em oferecendo o Mané Garrincha como sede da final. No documento, o governo exaltou as "condições estruturais, logísticas e institucionais" do estádio, "plenamente compatíveis com a dimensão esportiva, econômica e simbólica da principal competição eliminatória do futebol brasileiro".

Como não recebe regularmente partidas da Série A do Brasileirão, o estádio não conta com a tecnologia do sistema de impedimento semiautomático, o que demandará algum tempo para a instalação. Precisará, então, passar pelas adequações necessárias de infraestrutura para que os equipamentos funcionem, além da realização de testes.

A opção por Brasília tem sido bastante utilizada pela CBF para os jogos da Supercopa, confronto entre os campeões da Série A e da Copa do Brasil, principalmente pelo fator neutralidade. Das sete edições do confronto desde a retomada do formato, em 2020, quatro foram disputadas no Mané Garrincha.

Disputada desde 1989, a Copa do Brasil terá pela primeira vez uma final realizada em jogo único, repetindo o modelo adotado pela Uefa com a Champions League, e pela Conmebol com Libertadores e Sul-Americana.

O torneio com a maior premiação do País vai render R$ 78 milhões só ao campeão só pela vitória na final e R$ 34 milhões ao vice.

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