Esportes

CADETE

Brasileiro de Handebol reunirá 500 atletas em Campo Grande

Partidas serão disputadas no Ginásios da UFMS e Unigran, além do Guanandizão

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Competição que recentemente voltou ao calendário nacional do Handebol, o Campeonato Brasileiro de Seleções, da categoria cadete (15 a 16 anos) feminino e masculino, será sediado  em Campo Grande, no mês de junho.

A Capital receberá 13 seleções estaduais, que somam a participação de 500 atletas e dirigentes. 
Os jogos que se iniciam no dia 10 de junho, com as seleções femininas, e 16 de junho com as masculinas e serão disputados em três localidades em Campo Grande, sendo duas nos ginásios das universidades da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Unigran, além do palco principal, o Ginásio Guanandizão.

De acordo com a Federação de Handebol do Mato Grosso do Sul (FHMS) o Campeonato Brasileiro de Seleções Cadete voltou ao calendário do Handebol no ano passado, depois de um hiato de 20 anos sem a realização.

Em sua volta, em 2023, foi realizado na cidade de Campo Bom, no Rio Grande do Sul.
No ano passado a seleção de Mato Grosso do Sul terminou a competição na quinta colocação geral entre os estados participantes.

Ao Correio do Estado, a presidente da Federação de Handebol do Mato Grosso do Sul, Andréia Alburquerque, falou sobre a campanha da seleção do Estado no ano passado e informou sobre a montagem do elenco que disputará a competição em casa.

“Tivemos algumas dificuldades na montagem do elenco, mas para o ano de 2024 conseguimos montar um elenco com vários atletas de vários clubes para formar uma seleção forte, e buscar melhorar a nossa colocação, que obtivemos na edição anterior”, disse Andréia. 

Sobre a importância de sediar o Brasileiro Cadete, Andréia acredita que é uma oportunidade de crescer a modalidade em âmbito Estadual. 

“Buscamos evoluir a nossa modalidade em nosso Estado sediando o Brasileiro, estamos numa crescente em nosso esporte e através desta competição teremos uma visibilidade melhor e, com isso, todos nós amantes do handebol ganhamos com o evento”, informou.

O Campeonato Brasileiro de Seleções terá apoio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), Fundação Municipal de Esporte (Funesp), governo do Estado, UFMS e Confederação Brasileira de Handebol. 

FORMATO DE DISPUTA

As 13 seleções estaduais serão divididas em dois grupos, as quatro melhores de cada chave avançam às quartas de final e os dois últimos são eliminados.

Os times se enfrentam em turno único dentro do grupo, com vitória valendo dois pontos. Em caso de empate na classificação, o confronto direto, o saldo de gols e maior número de gols marcados entre as equipes envolvidas servirão como critérios de desempate, nesta ordem.

A partir das quartas de final, o líder do Grupo A enfrenta o quarto colocado do Grupo B e assim sucessivamente, os confrontos serão eliminatórios nesta fase, disputados em jogo único. 

Os vencedores de cada chaveamento avançam às semifinais e, posteriormente, as definições de medalhas, com a final e disputa do terceiro lugar.

SELEÇÃO DE MS

Nesta semana a Federação de Handebol publicou nas redes sociais a convocação oficial da seleção sul-mato-grossense feminina cadete, que vai representar o Estado na competição nacional.

Ao todo, 16 atletas da seleção feminina foram convocadas pela federação, com os técnicos Ednaldo da Silva e Laianny Vicentina Dias no comando.

Os atletas da seleção masculina devem ser convocados e anunciados pela federação em breve.

SAIBA - Jogadoras convocadas para a seleção de MS

  • Camilly Vargas Prado
  • Juliany Albuquerque Abade;
  • Emanuelle Venando Gomes;
  • Vitória Leone da Costa;
  • Medhely da Silva Patrocínio;
  • Beatriz Witórya Rodrigues Lopes;
  • Maria Fernanda Faccin da Silva;
  • Luanna Gomes dos Santos;
  • Beatriz Correa de Oliveira;
  • Anelise de Oliveira Pedroso;
  • Letícia Correa de Oliveira;
  • Isis Xavier Cabral;
  • Mariane Cansian de Carvalho;
  • Carla Camilly Nunes da Silva;
  • Natália Sorgatto Pozzi e;
  • Isabele Bastiani Rodrigues.

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Esportes

Quanto os clubes brasileiros movimentaram no mercado de transferências em 2026?

21/09/2026 13h42

Foto de ChatGPT/AI.

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O mercado da bola no Brasil fechou mais uma janela de transferências para os clubes.

Apesar de registrar um volume geral mais contido, alguns poucos clubes voltaram a investir pesado para reforçar os elencos.

Segundo os cálculos do levantamento do Estádio Total na plataforma Transfermarkt, os clubes gastaram cerca de 116 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 680 milhões.

Por outro lado, juntos, arrecadaram mais de 162 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 900 milhões com vendas.

Os números divergem de uma plataforma para outra, principalmente porque os critérios podem incluir ou não bônus e outros componentes financeiros.

Veja como os times gastaram e como faturaram na janela de transferências.

Os clubes que mais gastaram

Flamengo

A equipe carioca gastou cerca de 13 milhões de euros (R$ 77 milhões) com as contratações do atacante argentino Joaquín Freitas (ex-River) e do ponta equatoriano Anthony Valencia.

Vasco

O Vasco da Gama também apostou em reforços argentinos: pagou 6,45 milhões de euros por Alan Sescano (Argentinos Juniors) e 6,05 milhões de euros por Santiago Sosa (Racing).

Somadas a outras contratações, como a de Facundo Colidio (3,90 milhões de euros) e Breno Duarte (2 milhões de euros), as despesas ultrapassam os 19,90 milhões de euros (R$ 118 milhões).

Cruzeiro

O Cruzeiro também investiu alto: desembolsou 10,5 milhões de euros por Gabriel Pec, do LA Galaxy, 5,25 milhões de euros por Gabriel Rojas, do Racing, e 4,4 milhões de euros pelo jovem Zé Lucas.

Fotos: Gustavo Martins/ Cruzeiro

O time celeste ainda pagou 3,7 milhões de euros por Luís Sinisterra, além de reforçar o elenco com uma série de empréstimos gratuitos, casos de Luciano Rodríguez, Wesley e Matías Viña.

Ao todo, o Cruzeiro gastou quase 24 milhões de euros (R$ 140 milhões) na janela do meio do ano de 2026.

Bahia

O Bahia também apareceu entre os clubes que mais investiram, pagando 9 milhões de euros por Alejo Veliz, ex-Tottenham, e 1,5 milhão de euros pelo zagueiro Marco Moreno, do Eibar.

Quem lucrou com vendas?

Palmeiras

O Palmeiras segue como destaque: recebeu 37,4 milhões de euros do Manchester City por Allan, 4 milhões de euros do Sporting por Kaique Pereira e 2,6 milhões de euros do Necaxa por Chaves.

Ao todo, o Palmeiras lucrou mais de 44 milhões de euros, um faturamento na faixa dos R$ 261 milhões para o clube paulistano.

Grêmio

O Grêmio também aproveitou para fazer caixa: vendeu Viery à Fiorentina por 15 milhões de euros e Gabriel Mec ao Porto por 11 milhões de euros.

Com a venda de André Henrique e possíveis valores adicionais previstos em metas por Viery, o faturamento do Grêmio pode passar dos R$ 180 milhões.

Botafogo

Em momento financeiro complicado, o Botafogo negociou o zagueiro Barboza com o Palmeiras por 3,5 milhões de euros e recebeu 3 milhões de euros pelo volante Newton.

Fluminense

O Fluminense fechou uma venda de peso ao negociar Facundo Bernal com o Betis por 10,5 milhões de euros, enquanto trouxe Thiago Silva e Hulk sem custos.

A aposta na base como tendência

Apesar de uma janela menos movimentada, o mercado brasileiro pode ganhar força nas próximas temporadas com a formação e valorização de novos jogadores.

Para os clubes, dar espaço a esses atletas pode ser uma alternativa diante de um cenário de maiores restrições para gastar em contratações, enquanto uma boa sequência de jogos também pode aumentar seu valor para futuras negociações.

A tendência é que esse movimento ganhe ainda mais força com a evolução de jogadores que já começam a se destacar no Brasileirão, como os 18 nomes apontados pelo Estádio Total como potenciais protagonistas da nova geração.

Nomes como Zé Lucas (18 anos, comprado pelo Cruzeiro) e Kauã Prates (18 anos, vendido pelo Cruzeiro ao Dortmund por 7 milhões de euros) ilustram bem esse movimento: mesmo muito jovens, já despertam interesse de clubes europeus e movimentam valores relevantes no mercado.

Esse cenário reforça uma mudança de comportamento que já vinha se desenhando nas últimas temporadas.

Com o custo de reposição no mercado internacional cada vez mais alto, os clubes brasileiros encontraram nas categorias de base uma forma inteligente de manter a competitividade sem comprometer o caixa, apostando que a valorização desses jovens vai continuar rendendo bons negócios nas próximas janelas.

O boom dos empréstimos entre clubes brasileiros

Além do uso da base, outro destaque da janela foi o volume de negociações feitas por empréstimo diretamente entre clubes do futebol brasileiro, sem envolver dinheiro.

O caso mais curioso é o do RB Bragantino com o Atlético Mineiro: o Massa Bruta emprestou o centroavante uruguaio Thiago Borbas para o Galo, que devolveu a gentileza cedendo o volante Patrick por empréstimo ao clube paulista.

O Bahia emprestou o lateral-esquerdo Iago ao São Paulo, enquanto o Fluminense cedeu o meia Lima ao Santos, que, por sua vez, emprestou o zagueiro Zé Ivaldo ao Clube do Remo.

O Cruzeiro liberou o goleiro Matheus Cunha para o Internacional, o Goiás emprestou o lateral Diego Caito ao Grêmio e o São Paulo cedeu o volante Felipe Negrucci ao Athletic Club.

Em quase todos os casos, são jogadores com pouco espaço no time principal, mas que os próprios clubes acreditam ter valor de mercado e preferem ver ganhando ritmo de jogo em outro time nacional a deixá-los no banco de reservas.

Esse tipo de negociação virou uma alternativa cada vez mais comum diante do cenário de contas apertadas: em vez de vender ou comprar, os clubes trocam jogadores entre si por empréstimo, sem custo, apostando que o próprio mercado interno vai revalorizar esses atletas.

Um time cede o jogador que não está jogando, o outro ganha um reforço de graça, e todo mundo sai satisfeito até a próxima janela.
 

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

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