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Dagoberto pode deixar São Paulo de graça

Dagoberto pode deixar São Paulo de graça

terra

19/04/2011 - 15h10
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Adaptado por Paulo César Carpegiani à função de principal atacante no esquema do São Paulo, com liberdade para se movimentar por todo o setor ofensivo, Dagoberto se firmou como líder de gols e assistências da equipe em 2011. Apesar do ótimo desempenho, o jogador ainda não foi procurado pela diretoria para estender seu vínculo com o clube, que termina em 18 de abril de 2012 - em novembro deste ano, ele já estará livre para assinar um pré-contrato com outro time.

Questionado sobre a chance de "imitar" o zagueiro Miranda, que já tem acerto com o Atlético de Madrid (ESP) e vai deixar o São Paulo no meio do ano sem compensação financeira ao clube tricolor, Dagoberto não descartou a possibilidade.

"Acho que você tem que cumprir seu contrato. Eu assinei por cinco anos, então o mínimo que eu tenho que fazer é ficar por cinco anos. Depois disso, a vida segue para cada um", desconversou.

O atacante já teve propostas para deixar a equipe do Morumbi mais de uma vez durante seu contrato, mas o clube nunca chegou a um acordo para liberá-lo. "Vamos esperar, que o futuro ainda vai dizer muita coisa" afirmou o jogador, que não sabe se conseguiu conquistar a todos no São Paulo em seus quatro anos no clube: "É difícil falar. Mas conquistar, eu já conquistei a minha mulher", brincou.

Apesar da nova função em campo estar rendendo ótimas atuações no ano, Dagoberto não vê problemas em atuar ao lado de um centroavante mais tradicional - no caso, Luís Fabiano, que fará sua estreia na partida de volta contra o Goiás, no Morumbi, pela Copa do Brasil. "Sempre joguei me movimentando, saindo da área, e ainda jogo assim no esquema de hoje. Até prefiro jogar com uma referência", minimizou.

Desligamento

Às vésperas da final, Operário anuncia desligamento do técnico Paulo Massaro

Em nota, o clube não especifica se ele pediu o desligamento ou se foi demitido pela diretoria

31/03/2026 09h20

O técnico Paulo Massaro, foi desligado do comando do Operário com apenas uma derrota

O técnico Paulo Massaro, foi desligado do comando do Operário com apenas uma derrota Reprodução/Instagram

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Na tarde da última segunda-feira (30), o Operário surpreendeu a todos e anunciou o desligamento do técnico Paulo Massaro e sua comissão técnica, à dois dias da final do estadual. 

O desligamento do técnico aconteceu por meio de uma nota emitida via Instagram, dois dias após o time ter perdido sua invencibilidade na temporada, com a goleada sofrida diante do Vila Nova-GO por 6 a 0. 

“O clube agradece ao profissional pelos serviços prestados, dedicação e profissionalismo durante o período em que esteve à frente da equipe, desejando sucesso na continuidade de sua carreira”, disse o clube em nota. 

Paulo Massaro deixa o comando técnico do Operário após 16 jogos, sendo 9 vitórias, 6 empates e apenas uma derrota, somando um aproveitamento de 68%. Além de conseguir a classificação para a terceira fase da Copa do Brasil, ele levou o Operário à final do estadual, onde o clube tem a vantagem depois de vencer na ida por 3 a 1. 

Por enquanto o Operário ainda não anunciou um novo comandante e na final contra o Bataguassu quinta-feira (2), quem comanda a equipe é o interino Evandro de Lima.

Correio do Estado entrou em contato com a assessoria do treinador para obter mais informações, mas até o momento da publicação desta matéria não obteve retorno. 

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Convênio com a UFMS

Plano do governo para resgatar futebol de MS passa por reforma do Morenão

Atualmente, times da Campo Grande não têm estádio para mandar jogos contra times de grandes torcidas

30/03/2026 21h06

Morenão não recebe jogos desde 2022 e atualmente está tomado pelo mato

Morenão não recebe jogos desde 2022 e atualmente está tomado pelo mato Gerson Oliveira

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O governo de Mato Grosso do Sul deve dar hoje mais um grande passo para colocar o futebol do Estado no cenário nacional até 2030. Para que este plano seja possível, a administração estadual vai assumir o Estádio Morenão, o maior de Campo Grande, que pertence à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

A ideia do governo do Estado é reformar o estádio para torná-lo utilizável, algo que não ocorre desde 2022. Com a UFMS delegando a gestão do Morenão para o governo de Mato Grosso do Sul por 35 anos, a administração estadual pretende renovar completamente o gramado, reformar banheiros e vestiários e adequá-los às normas de segurança e acessibilidade.

Não está prevista no projeto uma grande reforma estrutural, nem mesmo uma ampliação do estádio ou transformação do espaço em uma arena, como afirmavam boatos durante as negociações para que o governo assumisse o estádio.

O objetivo é fazer com que os times de Campo Grande voltem a ter onde mandar seus jogos em grandes competições. Neste ano, por pouco, o Operário não ficou sem um grande estádio para mandar seus jogos.

Eliminado pelo Vila Nova (GO) neste mês, pela Copa do Brasil, o Galo teria que buscar estádios fora de Campo Grande para mandar jogos contra times das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, por exemplo.

A reativação do Morenão, inclusive, integra este plano, apurou o Correio do Estado. A intenção é que times de Mato Grosso do Sul avancem no Campeonato Brasileiro, saindo da Série D, onde estão desde que ela foi criada, em 2009.

Para esse propósito, de médio prazo, a administração estadual vê de forma positiva a transformação de alguns deles, como Pantanal e Operário, em Sociedades Anônimas de Futebol (SAFs). Quando isso ocorre, as equipes ficam menos dependentes das subvenções públicas, melhoram o desempenho nas competições e podem conquistar, assim, mais torcedores e apoiadores, disse uma fonte do governo de Mato Grosso do Sul ao Correio do Estado.

Arena?

Nesse planejamento de médio e longo prazo para o futebol de Mato Grosso do Sul, a construção de uma arena multiúso só ocorreria depois que uma das equipes de MS subisse de patamar no futebol nacional.

Na visão dos especialistas do governo do Estado, só assim haveria demanda para construir uma arena multiúso, muito provavelmente na forma de parceria público-privada. Essa arena, contudo, não seria o Morenão, tampouco onde ele está construído, no campus da UFMS.
 

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