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Dupla com sul-mato-grossense derrota campeões olímpicos e avança no Mundial

A ivinhemense Vic Lopes e sua companheira já estão classificadas e, agora, disputam a primeira posição do Grupo A com as ucranianas

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Das sete duplas brasileiras que disputam o Campeonato Mundial de vôlei de praia, em Adelaide, na Austrália, seis passaram da fase de grupos e confirmaram vaga nas eliminatórias, que serão disputadas a partir de quarta-feira. Vitória e Hegê ainda têm chance de avançar e deixar o Brasil com 100% de seus atletas na próxima etapa.

No masculino, as três duplas estão classificadas. Neste domingo, George e Saymon derrotaram os atuais campeões olímpicos, David Ahman e Jonatan Hellvig, e asseguraram o segundo lugar no Grupo C, atrás dos conterrâneos André e Renato. Os brasileiros venceram por 2 a 1, com parciais de 24/22, 12/21, 15/12, e mandaram os suecos para a repescagem.

A liderança da chave ficou com André e Renato, que depois de perderem o duelo brasileiro na estreia se recuperaram e conquistaram duas vitórias seguidas. Neste domingo, André e Renato passaram pelos anfitriões Paul Burnett e Thomas Hodges de virada (18/21, 21/19, 15/10), no tie-break, assegurando a liderança da chave. 

Evandro e Arthur Lanci também têm vaga assegurada no mata-mata e disputam às 20h30 (horário de Brasília) deste domingo - manhã de segunda-feira na Austrália -, a primeira posição do Grupo D com os alemães Paul Henning e Lui Wüst.

No feminino, pelo Grupo A, a ivinhemense Victória Lopes e sua dupla Thâmela já estão classificadas e, agora, disputam a primeira posição do Grupo A com as ucranianas Tetiana Lazarenko e Daria Romaniuk, enquanto Carol e Rebecca enfrentam Valentyna Davidova e Anhelina Khmil, também da Ucrânia, pela liderança do Grupo B.

As campeãs olímpicas Duda e Ana Patrícia contaram com a desistência das checas Marie-Sara Stochlova e Marketa Svozilova para consolidar a primeira posição do Grupo F. Já a dupla formada por Vitória e Hegê perdeu para as americanas Taryn Brasher e Kristen Nuss por 2 a 0, parciais de 21/11 e 21/19, e precisarão vencer as checas Kylie Neuschaeferova e Martina Maixnerova, neste domingo, para avançar no Grupo C.

No Campeonato Mundial, 28 das 48 duplas se classificam diretamente para a segunda fase e aguardam outras quatro parcerias vindas da repescagem. A partir daí, o torneio continua em sistema de eliminatória simples até a final. Maior vencedor da competição, o Brasil conquistou uma prata na última edição, no México, em 2023, com Duda e Ana Patrícia.

Desligamento

Às vésperas da final, Operário anuncia desligamento do técnico Paulo Massaro

Em nota, o clube não especifica se ele pediu o desligamento ou se foi demitido pela diretoria

31/03/2026 09h20

O técnico Paulo Massaro, foi desligado do comando do Operário com apenas uma derrota

O técnico Paulo Massaro, foi desligado do comando do Operário com apenas uma derrota Reprodução/Instagram

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Na tarde da última segunda-feira (30), o Operário surpreendeu a todos e anunciou o desligamento do técnico Paulo Massaro e sua comissão técnica, à dois dias da final do estadual. 

O desligamento do técnico aconteceu por meio de uma nota emitida via Instagram, dois dias após o time ter perdido sua invencibilidade na temporada, com a goleada sofrida diante do Vila Nova-GO por 6 a 0. 

“O clube agradece ao profissional pelos serviços prestados, dedicação e profissionalismo durante o período em que esteve à frente da equipe, desejando sucesso na continuidade de sua carreira”, disse o clube em nota. 

Paulo Massaro deixa o comando técnico do Operário após 16 jogos, sendo 9 vitórias, 6 empates e apenas uma derrota, somando um aproveitamento de 68%. Além de conseguir a classificação para a terceira fase da Copa do Brasil, ele levou o Operário à final do estadual, onde o clube tem a vantagem depois de vencer na ida por 3 a 1. 

Por enquanto o Operário ainda não anunciou um novo comandante e na final contra o Bataguassu quinta-feira (2), quem comanda a equipe é o interino Evandro de Lima.

Correio do Estado entrou em contato com a assessoria do treinador para obter mais informações, mas até o momento da publicação desta matéria não obteve retorno. 

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Convênio com a UFMS

Plano do governo para resgatar futebol de MS passa por reforma do Morenão

Atualmente, times da Campo Grande não têm estádio para mandar jogos contra times de grandes torcidas

30/03/2026 21h06

Morenão não recebe jogos desde 2022 e atualmente está tomado pelo mato

Morenão não recebe jogos desde 2022 e atualmente está tomado pelo mato Gerson Oliveira

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O governo de Mato Grosso do Sul deve dar hoje mais um grande passo para colocar o futebol do Estado no cenário nacional até 2030. Para que este plano seja possível, a administração estadual vai assumir o Estádio Morenão, o maior de Campo Grande, que pertence à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

A ideia do governo do Estado é reformar o estádio para torná-lo utilizável, algo que não ocorre desde 2022. Com a UFMS delegando a gestão do Morenão para o governo de Mato Grosso do Sul por 35 anos, a administração estadual pretende renovar completamente o gramado, reformar banheiros e vestiários e adequá-los às normas de segurança e acessibilidade.

Não está prevista no projeto uma grande reforma estrutural, nem mesmo uma ampliação do estádio ou transformação do espaço em uma arena, como afirmavam boatos durante as negociações para que o governo assumisse o estádio.

O objetivo é fazer com que os times de Campo Grande voltem a ter onde mandar seus jogos em grandes competições. Neste ano, por pouco, o Operário não ficou sem um grande estádio para mandar seus jogos.

Eliminado pelo Vila Nova (GO) neste mês, pela Copa do Brasil, o Galo teria que buscar estádios fora de Campo Grande para mandar jogos contra times das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, por exemplo.

A reativação do Morenão, inclusive, integra este plano, apurou o Correio do Estado. A intenção é que times de Mato Grosso do Sul avancem no Campeonato Brasileiro, saindo da Série D, onde estão desde que ela foi criada, em 2009.

Para esse propósito, de médio prazo, a administração estadual vê de forma positiva a transformação de alguns deles, como Pantanal e Operário, em Sociedades Anônimas de Futebol (SAFs). Quando isso ocorre, as equipes ficam menos dependentes das subvenções públicas, melhoram o desempenho nas competições e podem conquistar, assim, mais torcedores e apoiadores, disse uma fonte do governo de Mato Grosso do Sul ao Correio do Estado.

Arena?

Nesse planejamento de médio e longo prazo para o futebol de Mato Grosso do Sul, a construção de uma arena multiúso só ocorreria depois que uma das equipes de MS subisse de patamar no futebol nacional.

Na visão dos especialistas do governo do Estado, só assim haveria demanda para construir uma arena multiúso, muito provavelmente na forma de parceria público-privada. Essa arena, contudo, não seria o Morenão, tampouco onde ele está construído, no campus da UFMS.
 

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