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FÓRMULA 1

Embaixador da Ferrari diz ser 'inevitável' briga pelo título após vitória de Leclerc em Mônaco

Monegasco deu ao time a segunda vitória da temporada - após o triunfo do companheiro Sainz na Austrália - no Grande Prêmio de Mônaco

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Embaixador da Ferrari, Marc Gene, afirmou que os planos para uma disputa pelo campeonato deste ano são agora "inevitáveis" para a famosa equipe de Maranello, mesmo que o chefe da escuderia, Frederic Vasseur, preferisse não colocar esta pressão no momento sobre os pilotos Charles Leclerc e Carlos Sainz.

O monegasco Leclerc deu ao time a segunda vitória da temporada - após o triunfo do companheiro Sainz na Austrália - no Grande Prêmio de Mônaco do fim de semana passado.

O resultado também foi sua primeira vitória em casa.

Dadas as dificuldades apresentadas pela Red Bull nas ruas estreitas e sinuosas de Montecarlo, que limitaram Max Verstappen ao sexto lugar, os campeonatos de pilotos e construtores parecem muito mais equilibrados à medida que a temporada avança para o Canadá, onde será disputada a nona etapa do ano em 9 de junho.

Na verdade, a vantagem de Verstappen sobre Leclerc caiu agora para 31 pontos (169 a 138), enquanto a Ferrari, que conquistou um pódio duplo no Principado graças ao resultado terceiro lugar de Sainz, está apenas 24 pontos atrás da Red Bull (276 s 252).

Em uma aparição no podcast F1 Nation, Gene, funcionário de longa data da Ferrari, falou sobre a vitória de Leclerc em casa e o que isso significa para o piloto e para a equipe.

"Já na sexta-feira ele estava extremamente rápido", disse Gene sobre o desempenho de Leclerc. "O carro também estava muito bom, especialmente nas curvas de baixa velocidade."

"O fato de não haver mais pit stops (para os líderes) tornou a corrida ainda mais fácil para Charles. Isso foi muito importante porque parecia que havia uma maldição para ele em Mônaco. Posso dizer que há muito peso saindo de seus ombros agora. Eu não poderia imaginar que iria para Mônaco no ano que vem mais uma vez sem vitória. Teria sido insuportável. Estou tão feliz por ele", disse o embaixador, que concluiu.

"Sei que não devemos olhar, e o Fred (Vasseur) diz para não olharmos para o campeonato, mas é inevitável. Você olha para o campeonato e 20 pontos não é nada. Mas estamos felizes com isso agora e veremos o que acontece depois."

 

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Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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