Esportes

COPA AMÉRICA

Estádio de R$ 4,6 bi recebe retoques para abertura

Estádio de R$ 4,6 bi recebe retoques para abertura

Redação

02/06/2016 - 09h31
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Ao contrário da França, com a Eurocopa, os Estados Unidos não reformaram ou construíram nova frota de estádios para a sua grande competição no meio do ano. Não que houvesse necessidade: a Copa América Centenário aproveitará oito estádios da NFL, a liga de futebol americano, entre os dez palcos escolhidos. O segundo mais caro deles receberá o jogo de abertura entre Estados Unidos e Colômbia, nesta sexta-feira, às 22h30 (de Brasília).

Inaugurado em 2014, o Estádio de Santa Clara custou US$ 1,3 bilhão (R$ 4,6 bilhões na cotação atual) – contra US$ 1,6 bilhão (R$ 5,7 bilhões) do Estádio de Nova Jérsei, palco da final. Ele tem capacidade para 68.500 pessoas e é casa do San Francisco 49ers, o que fica notório quando é avistado ainda de longe, na Avenida Tasman.

Em fevereiro, acolheu a decisão do Super Bowl 50 entre o Denver Broncos e o Carolina Panthers, com vitória para o time do quarterback Peyton Manning. É simplesmente impossível não associá-lo à NFL – um capacete decorativo gigante próximo a um dos portões também não me deixa mentir. Não foram poucas as vezes em que alguém parou para tirar uma foto.

Neste mês de junho, porém, há um quê de soccer. O país que sabe muito bem promover um evento tratou de deixá-lo com cara de Copa América, o primeiro grande torneio de futebol nos Estados Unidos desde a Copa do Mundo de 1994. Há um painel gigante que cobre a principal fachada do estádio com o logo da competição, fora os menores ao redor.

Na loja oficial do 49ers, estão presentes todas os uniformes das seleções que lá jogarão, como Argentina, Uruguai e Chile, além, claro, de Estados Unidos e Colômbia. As camisas oficiais saem por US$ 90 (R$ 322), muito embora o movimento de venda estivesse fraco na antevéspera da abertura – até natural, visto que o estádio fica em Santa Clara, com apenas 120 mil habitantes, sete vezes menos do que San Francisco, a 40 minutos de carro.

A reportagem não obteve autorização para visitar a área interna, mas o site oficial do Estádio divulgou fotos do gramado natural ótimo estado, inclusive com banco de reservas e as balizas. Resta saber se James Rodríguez, Dempsey e companhia vão tratar a bola com carinho neste tapete.

Esportes

Lorenzo Musetti anuncia desistência do Rio Open por não conseguir se recuperar de lesão

Anúncio foi feito pelas redes sociais do evento e a desistência acontece em razão de uma contusão

01/02/2026 23h00

Lorenzo Musetti, tenista italiano

Lorenzo Musetti, tenista italiano Foto: Divulgação

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Segundo melhor tenista da Itália e nº 5 do ranking mundial, Lorenzo Musetti está oficialmente fora do Rio Open, que será disputado entre os dias 14 e 22 de fevereiro. O anúncio foi feito pelas redes sociais do evento e a desistência acontece em razão de uma contusão.

"Oi, pessoal. Depois que me lesionei no Australian Open, eu e minha equipe avaliamos a situação e, infelizmente, preciso informar que a recuperação vai levar mais tempo do que esperávamos e, infelizmente, não poderei disputar o Rio Open", anunciou Musetti em vídeo no X (antigo Twitter).

"Estou realmente muito triste, porque estava animado em dividir meu tênis com vocês e sentir a energia dos fãs brasileiros e a paixão que vocês têm pelo esporte. Desejo que tudo vá bem e que seja um evento maravilhoso para todos. Espero voltar ao Brasil em breve. Tchau", finalizou.

Musetti se machucou há quatro dias, quando disputava o Australian Open. Na ocasião, o italiano disputava as quartas de final contra Novak Djokovic, que teve de ter atendimentos médicos por conta de bolhas no pé. O sérvio voltou à partida, mas quem optou por não continuar foi o italiano, que sentiu dores na virilha. Ele ainda voltou para mais um game, mas acabou desistindo.

Aos 23 anos, Lorenzo Musetti é o 5º tenista do ranking da ATP, enquanto Djokovic é o 4º lugar. O sérvio disputou neste domingo a final contra Carlos Alcaraz, que levou o título e deu a Nole seu primeiro revés em uma decisão do Grand Slam australiano.

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POR POUCO

Corinthians marca no fim e vai à prorrogação, mas fica com o vice no Mundial de Clubes feminino

As Brabas fizeram um jogo de superação, empataram por 2 a 2 com um gol de pênalti no último minuto, mas perderam na prorrogação por 3 a 2 neste domingo, em Londres, na Inglaterra.

01/02/2026 20h00

Corinthians foi derrotado pelo Arsenal por 3 a 2, em Londres

Corinthians foi derrotado pelo Arsenal por 3 a 2, em Londres Rodrigo Gazzanel / Corinthians/Divulgação

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Na primeira edição do Mundial de Clubes feminino da Fifa, o Corinthians ficou com vice-campeonato. Diante do Arsenal, uma das melhores equipes do mundo, as Brabas fizeram um jogo de superação, empataram por 2 a 2 com um gol de pênalti no último minuto, mas perderam na prorrogação por 3 a 2 neste domingo, em Londres, na Inglaterra.

O time inglês foi campeão porque impôs sua superioridade técnica, melhor organização tática e aproveitou as falhas da defesa corintiana em dois gols. As inglesas tiveram posse de bola superior a 60%, sempre "empurrando" o time brasileiro para dentro de sua área.

Outro fator pesou na balança: a diferença de calendário e de condição física. Enquanto as brasileiras estão iniciando a temporada; as inglesas estão em plena disputa das competições. Desconfortável, o Corinthians apostou nas faltas e nos escanteios.

Dono do título da Champions League feminina na temporada 2024/25 e melhor time do mundo de acordo com a Bola de Ouro, da revista France Football, a equipe inglesa mostrou variações táticas que encurralaram a zaga corintiana. Por isso, a goleira Letícia foi a melhor em campo.

Os ataques ingleses, ora pelas laterais, ora pelo centro da defesa, faziam com que a bola sempre rondasse a área corintiana. Foi assim que saiu o primeiro gol, aos 14, com Olivia Smith, após falha da defesa corintiana.

Campeão da Libertadores no ano passado, o Corinthians conseguiu uma resposta rápida e importante seis minutos depois. O empate veio com a jogada mais forte: a bola parada. Após escanteio, Gabi Zanotti empatou.

Além da qualidade técnica, as Gunners tiveram a vantagem de decidir o título em casa, no Emirates Stadium, em Londres. Mas a vantagem foi pequena. No duelo das torcidas, a partida foi mais equilibrada. Mesmo em menor número, os corintianos cantaram o jogo todo, lembrando o clima na Neo Química Arena, em Itaquera.

Novamente "rodando" a bola com paciência e precisão, em busca de espaço no segundo tempo, o Arsenal conseguiu o segundo gol aos 13 minutos com Wubben-Moy, de cabeça. A vantagem no placar refletia a superioridade inglesa.

O time inglês desperdiçou várias oportunidades e não conseguiu transformar seu volume de jogo em vantagem numérica.

Foi aí que entrou a velha mística corintiana. No último lance do tempo normal, a árbitra mexicana Katia Mendoza anotou pênalti com auxílio VAR. Victória Albuquerque converteu com um chute no meio do gol: 2 a 2.

Na prorrogação, outro erro da defesa corintiana, agora com Duda Sampaio. Bola perdida no meio. Contra-ataque letal. Foord avançou, chutou cruzado e definiu a final.

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