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Times de MS tratam detalhes da retomada do Campeonato Estadual de Futebol 2020

Clube se reuniram para tratar regulamento e coordenar volta do certame

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Encontro entre os clubes classificados para a segunda fase do Campeonato Estadual de Mato Grosso do Sul 2020 tornou possível a discussão de medidas para a retomada da competição.

Os dirigentes se reuniram no Exceller Plaza Hotel na manhã desta quarta-feira (14) às 10h e discutiram sobre as regras de inscrição de jogadores.

De acordo com o Presidente da Federação, Francisco Cesário de Oliveira, as equipes propuseram dar preferência para os profissionais que atuaram na primeira fase do campeonato.

“Como alguns deles estão empregados fora do estado, então temos que chegar a um acordo de quantos atletas poderão ser inscritos além desses”, explica o presidente.

“O Operário propôs dez jogadores [que não estavam inscritos] e depois baixou o número para oito, Chapadão propôs três, outros times propuseram cinco. Então, temos que convocar o conselho e decidir”, afirma.

Como o calendário do futebol Sul-mato-grossense não conta com nenhuma equipe em competições nacionais, o término do estadual 2020 pode ser feito sem prejudicar nenhum competidor.

Data prevista para a volta do futebol profissional em Mato Grosso do Sul segue sendo o dia 28 de novembro. Para o presidente uma coisa é certa: “o campeonato volta de qualquer jeito, isso já está decidido, falta acertar os detalhes”.

Estadual

Campeonato Sul-Mato-Grossense começa neste domingo; saiba tudo sobre o Estadual

Maior campeão, Operário busca conquistar tricampeonato consecutivo em 2026

16/01/2026 18h45

Confronto entre Operário e Pantanal SAF no Estadual de 2025; clubes se enfrentam neste domingo

Confronto entre Operário e Pantanal SAF no Estadual de 2025; clubes se enfrentam neste domingo Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

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Com Operário em busca do tricampeonato consecutivo, a 48ª edição do Campeonato Sul-Mato-Grossense começa neste domingo (18), com o duelo entre Operário e Pantanal, jogo antecipado agendado para o próximo domingo, às 16h.

Com dez clubes na disputa, o Estadual de 2026 começa cercado de expectativas, reunindo tradição, novos projetos e briga direta por vagas em competições nacionais. 

Maior campeão estadual com 14 títulos, o Operário-MS entra em campo para defender o título e buscar o tricampeonato consecutivo. Vice-campeão no ano passado, Ivinhema tenta conquistar seu segundo título da história. Em ascensão, Pantanal SAF, busca levantar sua primeira taça. Esses três clubes representam o Estado nas competições nacionais em 2026.

Também aparecem entre os campeões: Corumbaense, Costa Rica, Naviraiense e Águia Negra, enquanto Dourados, Bataguassu e Clube de Regatas Aquidauana seguem em busca do título inédito.

Competições nacionais

Além do título, o campeonato distribui vagas importantes: duas para a Série D de 2027, duas para a Copa do Brasil de 2027 e uma para a Copa Verde. O campeão garante presença em todas essas competições, enquanto o vice fica com as vagas restantes, conforme os critérios atuais da CBF. Mato Grosso do Sul ainda terá uma terceira vaga na Copa do Brasil, que será definida por meio da Copa MS, nova competição prevista pela FFMS.

A edição de 2026 será disputada entre 18 de janeiro e 29 de março, com quartas de final nos dias 4 e 8 de março, semifinais em 11 e 15, e a grande decisão marcada para os dias 22 e 29. 

Disputa

O Estadual terá primeira fase classificatória, com todas as equipes se enfrentando entre si, onde avançam os seis melhores colocados. Os dois primeiros garantem vaga direta na semifinal, enquanto do 3° ao 6° disputam as quartas de final, em confrontos de ida e volta.

A partir daí, semifinal e final seguem no sistema de mata-mata, também com dois jogos e decisão por pênaltis em caso de empate no placar agregado. Na final, o mando do jogo de volta será da equipe com melhor campanha ao longo da competição.

Jacques da Luz

Em Campo Grande, o Estádio Jacques da Luz será novamente o principal palco da competição. O local passou por uma série de melhorias, incluindo reforma dos vestiários, que serão personalizados por Operário e Pantanal, climatização da cabine de imprensa, novos sanitários, troca dos bancos de reservas e ajustes no gramado.

Segundo o presidente da FFMS, Estevão Petrallás, outras intervenções estão previstas, como a instalação de um sistema de irrigação permanente e melhorias na iluminação, reforçando a importância do estádio, atualmente o único disponível na Capital para jogos oficiais.

Confrontos da 1ª rodada

Data: 24/01 (sábado)

  • 15h – Bataguassu x Naviraiense – Estádio João de Souza
  • 16h – CRA x Costa Rica-MS – Estádio Noroeste
  • 16h – Pantanal x Águia Negra – Estádio Jacques da Luz
  • 18h – Corumbaense x Operário-MS – Estádio Arthur Marinho

Data: 25/01 (domingo)

  • 15h – Ivinhema x Dourados – Estádio Douradão

Lista de campeões

  • Operário-MS – 14
  • Comercial-MS – 9
  • Cene – 6
  • Águia Negra – 4
  • Ubiratan – 3
  • Serc – 2
  • Corumbaense – 2
  • Costa Rica-MS – 2
  • Naviraiense – 1
  • Ivinhema – 1
  • Nova Andradina – 1
  • Sete de Dourados – 1

Saiba*

A partida de abertura será entre Operário e Pantanal, que se enfrentam às 16h, no Estádio Jacques da Luz, em Campo Grande.

O confronto é válido pela 7ª rodada, mas foi antecipado a pedido dos dois clubes, que também estarão em campo pela Copa do Brasil deste ano.

A 1ª rodada completa acontece no fim de semana seguinte, nos dias 24 e 25 de janeiro, com jogos em diferentes regiões do Estado.

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Esportes

Segurança e regulamentação das apostas esportivas: como as duas andam de mãos dadas

16/01/2026 13h09

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Esta sinergia é responsável, em parte, pelo contínuo crescimento deste universo. No ano de 2025 foram mais de 25 milhões de brasileiros em contacto com as apostas e jogos de azar, número bastante superior ao ano de 2024 que não chegou aos 23 milhões. Este crescimento contínuo deve-se a uma panóplia de razões, onde a segurança e a regulamentação se destaca. 

Claro que o facto de qualquer pessoa ter hoje acesso a internet ajuda muito. O facto destas casas de apostas saberem cativar o apostador também. Contudo, se não fosse seguro e regulado não existiam tantas casas de apostas e, claro, apostadores. Eles são o motor desta economia que tantos milhões gera. No caso do Brasil, são bilhões. Para ter uma ideia, só no 1º semestre de 2025, os jogos online faturaram R$ 17,4 bilhões, sendo que parte vai para os cofres do governo por causa de impostos. 

Antes de ficar a conhecer mais sobre tributação, vai perceber melhor a questão da legalização. Hoje em dia é fácil encontrar um cassino legalizado no brasil, mas nem sempre foi assim. Existiram leis que mudaram ao longo do tempo e é para elas que vai olhar de seguida. Depois, entre outras coisas, ficará a perceber o quão importante é que use sempre um cassino legalizado no brasil. 

Quando o “far west digital” dá lugar à lei

Durante anos, as apostas esportivas no Brasil cresceram num terreno cinzento. Clubes de futebol estampavam marcas estrangeiras nas camisolas, influenciadores promoviam bônus agressivos nas redes sociais e milhões de brasileiros apostavam sem saber exatamente quem estava por trás da plataforma ou para onde o dinheiro estava a ir. Era um verdadeiro “far west digital”: muito crescimento, pouca regra e quase nenhuma proteção real para quem apostava.

Essa realidade começou a mudar de forma decisiva a partir de 2023, quando o país deixou de tratar as bets como um fenómeno tolerado e passou a enquadrá-las dentro da lei. A regulamentação não só mudou o jogo para as empresas, como alterou profundamente a tua relação com as apostas. Hoje, segurança e regulamentação caminham juntas e são uma das principais razões para o crescimento contínuo do setor, que em 2025 somou mais de 25 milhões de brasileiros em contacto com apostas e jogos de azar, contra menos de 23 milhões no ano anterior.

A virada legal que transformou apostas de risco em mercado regulado

Até pouco tempo atrás, apostar no Brasil era um exercício de confiança. Não existia uma lei específica que definisse quem podia operar, como deveria pagar impostos ou que responsabilidades tinha perante o apostador. As plataformas funcionavam no exterior, usavam meios de pagamento locais e exploravam uma brecha legal que permitia atuar sem licença brasileira.

A Lei 14.790/2023 mudou esse cenário ao enquadrar as apostas de quota fixa como uma modalidade lotérica regulada pelo Estado. Na prática, isso preencheu uma lacuna histórica. O governo passou a saber quem pode operar, quanto fatura e quais regras precisa cumprir para proteger o jogador.

 

Se antes você apostava praticamente à base da confiança e do “não vai dar nada”, agora o jogo mudou. O Estado passou a exigir licença federal, regras claras de tributação e mecanismos de controlo que tornam as casas de apostas responsáveis pelos seus atos. Essa virada não aconteceu por acaso: só no 1º semestre de 2025, os jogos online faturaram R$ 17,4 bilhões, parte dos quais já entra nos cofres públicos via impostos.

O que a nova lei exige das casas de apostas que querem operar no Brasil

Para atuar legalmente hoje, não basta traduzir o site para português ou aceitar Pix. As casas de apostas precisam de autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), órgão ligado ao Ministério da Fazenda. Esse processo envolve requisitos rigorosos, como capital mínimo, sede fiscal definida e um plano de integridade que detalhe como a empresa combate fraudes, lavagem de dinheiro e manipulação de resultados.

Além disso, as plataformas devem operar sistemas de monitorização contínua das apostas, reportar movimentações suspeitas e cooperar com autoridades quando necessário. A regulamentação deixou claro que não existe mais espaço para operações improvisadas.

As penalizações também ficaram pesadas. A lei prevê multas de até R$ 2 bilhões não apenas para operadores ilegais, mas também para bancos e meios de pagamento que sustentem plataformas não autorizadas. Isso explica a ofensiva recente do governo: entre outubro e fevereiro, foram solicitados à Anatel o bloqueio de 11.555 sites de apostas ilegais, um sinal claro de que a tolerância acabou.

Como a legalização muda a sua segurança: dados, identidade e dinheiro sob novas regras

Uma das maiores mudanças para quem aposta está no registo obrigatório do jogador. Em ambientes autorizados, você precisa confirmar a sua identidade, o que impede o acesso de menores de 18 anos e reduz práticas como contas múltiplas ou uso de dados falsos. Tudo isso acontece sob supervisão direta da SPA e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

A legislação também estabelece direitos claros. As casas são obrigadas a apresentar informações transparentes sobre probabilidades, riscos e regras de cada aposta. Ferramentas de jogo responsável, como limites de depósito, pausas e autoexclusão, deixam de ser opcionais e passam a ser exigidas por lei.

Na prática, isso muda o teu dia a dia. Hoje, quando você entra numa casa licenciada, a plataforma deve mostrar limites, odds, termos de bónus e caminhos claros de atendimento. Se nada disso aparece, é um sinal de alerta. A legalização transformou a experiência de apostar num ambiente mais previsível e, sobretudo, auditável.

Do bloqueio de sites ilegais à pressão sobre bancos: o cerco às bets clandestinas

A regulamentação não se limita ao papel. Existe uma ação coordenada entre a SPA, a Anatel e o Banco Central para cortar o oxigénio financeiro e tecnológico das bets ilegais. Isso inclui bloqueio de domínios, suspensão de URLs espelho e interrupção de fluxos de pagamento via Pix, cartões ou intermediários digitais.

Os números mostram a dimensão do cerco. No primeiro semestre do mercado regulado, a Anatel bloqueou cerca de 15 mil sites ilegais, enquanto a SPA notificou 33 instituições financeiras por manterem relações com plataformas não autorizadas. O recado é simples: operar fora da lei deixou de ser um risco aceitável.

Para você, isso explica situações cada vez mais comuns. Se um site some de um dia para o outro, se o Pix deixa de cair ou se a URL passa a dar erro, muitas vezes é porque entrou na mira desse novo sistema de fiscalização. Apostar em plataformas licenciadas deixou de ser apenas uma questão ética e passou a ser uma questão prática.

Autoexclusão nacional e saúde mental: quando a proteção vai além do dinheiro

A regulamentação também avançou para um tema sensível: o impacto das apostas na saúde mental. Em 2025, os ministérios da Saúde e da Fazenda acordaram a criação do Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas, focado em monitorar a ludopatia e orientar políticas públicas.

Um dos pilares dessa iniciativa é a plataforma nacional de autoexclusão. Através de login via Gov.br, você pode bloquear o acesso a todos os sites autorizados, impedir novos cadastros com o teu CPF e até interromper o recebimento de publicidade do setor. É uma ferramenta inédita no país e que coloca o controlo diretamente nas mãos do jogador.

A plataforma entrou no ar em 10 de dezembro de 2025 e já integra a chamada “linha de cuidado” do SUS, com R$ 12 milhões investidos em pesquisas sobre saúde mental e jogos de apostas. É um passo importante para tratar o jogo não apenas como entretenimento, mas também como uma questão de saúde pública.

Publicidade sob lupa: por que os ídolos estão a desaparecer das campanhas

Outro efeito visível da regulamentação está na publicidade. Durante o boom inicial das bets, era comum ver atletas, artistas e influenciadores a promover apostas de forma agressiva. Esse modelo começou a ruir com o avanço da legislação.

Um projeto aprovado no Senado passou a restringir o uso de figuras públicas em campanhas de apostas, especialmente quando há risco de atingir jovens ou grupos vulneráveis. O foco deixou de ser “quem anuncia” e passou a ser “como e para quem se anuncia”.

Hoje, as casas licenciadas precisam incluir alertas de risco, evitar linguagem apelativa e não podem direcionar publicidade a menores. A SPA também ganhou poder para fiscalizar influenciadores que abusam de propaganda irregular. Se você se habituou a ver o seu craque preferido convidar para “apostar agora”, a tendência é que esse tipo de campanha desapareça ou mude de tom nos próximos meses.

O que ainda não está resolvido e por que a tua escolha continua a importar
Apesar dos avanços, a regulamentação não resolveu tudo. Ainda estão em debate temas como a legalização de cassinos físicos, o aperfeiçoamento dos mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro e a criação de um cadastro nacional único que reúna apostadores proibidos, árbitros e técnicos.

A Agenda Regulatória 2025-2026 da SPA prevê justamente esse sistema integrado, que deverá consolidar dados de autoexclusão, decisões judiciais e conflitos de interesse. O desenho final ainda passará por consulta pública, o que mostra que o mercado continua em construção.

A legalização não é o fim da história, é o início. A forma como você escolhe onde apostar — em sites regulados, com ferramentas de proteção e transparência — vai definir se esse novo mercado será um avanço real em segurança ou apenas uma mudança de fachada.

Checklist rápido: como identificar em segundos se você está num ambiente seguro

Antes de apostar, vale a pena fazer uma verificação rápida:

  • O site menciona autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas?
  • Possui domínio brasileiro e CNPJ identificável?
  • Oferece limites de depósito e opção de autoexclusão?
  • Explica claramente impostos, odds e termos de bónus?
  • Apresenta canais de suporte com prazos de resposta?

Num mercado que deixou de ser terra de ninguém, segurança e regulamentação não são detalhes técnicos. São o que separa uma aposta consciente de um risco desnecessário.

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