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Tiquinho empata em gols com o Vasco no Brasileiro e resume fase do Botafogo

O alvinegro compartilha a condição de melhor ataque ao lado de Flamengo e Palmeiras, com 28 gols anotados até aqui; mas nenhum dos dois tem uma figura que concentra tantos gols como Tiquinho

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O artilheiro Tiquinho Soares, do Botafogo, empatou em número de gols marcados com o Vasco. São 11 em 16 rodadas. Esse recorte ajuda a resumir o momento tanto do líder quanto do lanterna do Brasileiro 2023.

O QUE ACONTECEU

O gol que iniciou a recuperação do Botafogo contra o Santos, neste domingo (23), na Vila Belmiro, fez com que Tiquinho Soares chegasse a 11 bolas na rede na Série A.

Como ele participou de 15 das 16 partidas do Botafogo no torneio, a média dele na competição é de 0,73 gol/partida.

O Vasco, por sua vez, soma 11 gols ao longo de 16 jogos. É o pior ataque do Brasileiro até aqui e, não por acaso, está em último colocado.

O Vasco não conseguiu fazer um gol sequer nas cinco partidas que fez em São Januário nesta Série A. Como consequência, perdeu os cinco jogos no estádio.

O CENTROAVANTE QUE FICA E O QUE VAI

Tiquinho é responsável por mais de um terço dos gols do Botafogo no Brasileiro.

O alvinegro compartilha a condição de melhor ataque ao lado de Flamengo e Palmeiras, com 28 gols anotados até aqui. Mas nenhum dos dois tem uma figura que concentra tantos gols.

No paralelo com o Vasco, o sucesso de Tiquinho é contraste também com a forma com a qual Pedro Raul saiu do cruz-maltino.

Contratado neste ano por R$ 10 milhões junto ao Goiás, ele chegou para ser o homem-gol, até começou o ano bem, mas degringolou e foi um dos personagens da má fase no primeiro semestre.

A saída rumo ao Toluca, do México, por cerca de R$ 20 milhões é pela porta dos fundos, embora a SAF tenha recuperado o investimento.

SUCESSO DAS CONTRATAÇÕES

A eficácia nos reforços, sobretudo nas janelas mais recentes, é um diferencial entre as SAFs de Botafogo e Vasco.

A versão endinheirada do Botafogo já teve mais janelas do que o Vasco. Assim, conseguiu navegar entre a estratégia de contratar por atacado, gastar muito e ter acertos.

Foi na janela do meio do ano passado que o alvinegro trouxe Tiquinho Soares, Perri, Adryelson, Eduardo e Marçal, pilares do time. Antes, o clube já tinha feito a maior contratação da sua história: tirou Patrick de Paula do Palmeiras por R$ 33 milhões.

O Vasco gastou mais de R$ 100 milhões na primeira janela com a 777. Além de Pedro Raul, gastou cerca de R$ 10 milhões também no lateral-direito Pumita Rodriguez. Já o lateral-esquerdo Lucas Piton e o zagueiro Léo vieram por cerca de R$ 16 milhões.

O Vasco, na janela atual, está anunciando mais contratações. A principal até aqui foi a chegada do volante chileno Gary Medel, que foi capitão ontem na derrota para o Athletico.

O time já fechou também o zagueiro Maicon, ex-Santos, e o atacante Serginho. Outros nomes devem ser anunciados nesta semana.
 

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nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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