O agronegócio tem papel central na economia brasileira e concentra grande parte da geração de riqueza em municípios altamente produtivos. Em 2023, o setor respondeu por cerca de 24% do PIB nacional, ultrapassando R$ 2,5 trilhões. Esse desempenho está diretamente ligado a cidades que lideram a produção de grãos, fibras e outras culturas estratégicas, especialmente na região Centro-Oeste.
Levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária, com base nos dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE, analisou 5.563 municípios e identificou os 100 mais ricos do país no setor agrícola. O estudo considera o valor de produção de lavouras temporárias e permanentes e evidencia a forte concentração regional da atividade.

As 10 cidades mais ricas do agronegócio
O Centro-Oeste lidera com 67 municípios entre os 100 mais ricos do agronegócio brasileiro. Desse total, 41 estão localizados em Mato Grosso, 14 em Goiás, 11 no Mato Grosso do Sul e um no Distrito Federal, Brasília. Apesar da presença expressiva de Mato Grosso do Sul no ranking geral, o estado não possui nenhuma cidade entre as dez mais ricas do agronegócio nacional, o que reforça a liderança de Mato Grosso nas primeiras posições.
A soja é o principal produto responsável por esse desempenho, com produção anual de 154,6 milhões de toneladas, além de milho e algodão, que também têm peso relevante no valor gerado. As dez cidades mais ricas do agronegócio concentram alta produtividade, uso intensivo de tecnologia e grande participação no mercado nacional.
As 10 cidades mais ricas do agronegócio no Brasil são:
- Sorriso (MT)
- Campo Novo do Parecis (MT)
- Sapezal (MT)
- Rio Verde (GO)
- São Desidério (BA)
- Nova Ubiratã (MT)
- Nova Mutum (MT)
- Jataí (GO)
- Formosa do Rio Preto (BA)
- Diamantino (MT)





