Em tempos em que a tecnologia toma conta da maior parte da rotina das crianças, tem sido raro investir na educação fora das telas do celular ou televisão. Como forma de distração, pais e responsáveis estão entregando aparelhos eletrônicos aos pequenos muito cedo, comprometendo o desenvolvimento cognitivo. No entanto, realizar atividades educativas, como charadas, pode ser a solução para esses problemas.
Embora o jogo “o que é, o que é” possa parecer infantilizado em um primeiro momento, especialistas confirmam que o exercício incentiva o raciocínio lógico das crianças. Dessa forma, a brincadeira vai além da diversão, projetando o fortalecimento dos laços de convívio com as pessoas mais próximas. Em resumo, a iniciativa aguça a curiosidade e auxilia na construção do senso de humor.

Confira as melhores charadas para crianças:
- Qual é a cor preferida das tomadas? Rosa-choque.
- Qual é a capital brasileira que está presente em todos os aniversários? Palmas.
- O que possui centenas de rodas, mas não sai do lugar? O estacionamento.
- Qual ferramenta foi picada pela aranha? A enxada.
- Qual é o motivo dos ovos não contarem piadas? Para não rachar de rir.
- Quem anda com os pés na cabeça? O piolho.
- O que de noite tem oito pés, mas de dia só tem quatro? A cama de casal.
- O que é que fala e ouve, mas não é gente? O telefone.
- Qual é a única pedra que fica em cima da água? A pedra de gelo.
- O que sobe e desce, mas nunca se mexe? A escada.
Como as charadas podem ajudar as crianças?
Ao contrário do que muitos pensam, o senso de humor e a capacidade de identificar situações engraçadas não são características que já nascem com o ser humano. Para que eles sejam evidenciados, é necessário vivenciar algumas situações que irão garantir as habilidades ao longo dos anos.
De acordo com estudo feito pela organização Kids Health, as crianças que apresentam um senso de humor bem desenvolvido são mais felizes, inteligentes, otimistas, convivem bem com os colegas na escola e conseguem lidar melhor com os desafios da infância. Portanto, práticas que levam ao bom humor refletem na menor chance de desenvolvimento de problemas de saúde, como ansiedade infantil.





