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10 peixes que só podem ser pescados com licença do IBAMA

Por Iara Alencar
28/03/2026
10 peixes que só podem ser pescados com licença do IBAMA

Créditos: Martine Perret/ONU

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) é responsável por garantir a segurança ambiental, controlando os recursos naturais do país. Embora parcela da sociedade dependa da pesca para ampliar a fonte de renda familiar, algumas espécies de peixes não são autorizadas pela entidade.

A título de conhecimento, no Brasil, a pesca é uma atividade regulamentada, com muitas espécies podendo ser capturadas somente com a licença emitida pelo IBAMA. Segundo o órgão, a ideia por detrás desse mecanismo é proteger os estoques naturais, garantir a sustentabilidade dos rios e mares e evitar multas e sanções ambientais.

De modo geral, pescar sem autorização é configurado como prática ilegal, uma vez que a captura de algumas espécies pode comprometer o equilíbrio ecológico motivada pela extinção, quando desenfreada. Pensando em evitar problemas maiores para os pescadores, o Correio do Estado listará alguns peixes que só devem ser fisgados com a autorização em mãos.

Mas, afinal, quais são esses peixes?

Pirarucu: considerado um dos maiores peixes de água doce do mundo, pode atingir 3 metros e passar de 200 kg. Nativo da Bacia Amazônica, vive em lagos calmos, além de possuir carne nobre e escamas super-resistentes. A pesca é amplamente controlada para evitar a redução de sua população.

Tambaqui: é um peixe de água doce nativo da Amazônia, podendo atingir mais de 30 kg e 1 metro de comprimento. É a espécie nativa mais produzida na piscicultura brasileira, valorizada pela carne saborosa, resistência e alimentação onívora. O IBAMA exige a autorização, tendo em vista que a pesca pode comprometer sua reprodução natural.

Dourado: é uma espécie de escamas de água doce, famoso na pesca esportiva por sua cor dourada, força e agressividade. Pode ultrapassar 25 kg e 1 metro de comprimento, vivendo na bacia do Prata e Amazônica. Na prática, pode ser pescado dentro das normas de licenciamento, respeitando limites de tamanho e quantidade.

Pintado: nativo das bacias dos rios São Francisco, Paraná e Prata, é popularmente conhecido por sua carne branca, firme e sem espinhas, muito valorizada na culinária. Pode alcançar grandes dimensões (mais de 1,70 m e 60 kg na natureza), sendo também muito apreciado na pesca esportiva. Sua pesca exige limites de quantidade e tamanho estabelecidos pelo IBAMA.

Surubim: também conhecido como pintado, é nativo das bacias do São Francisco, Paraná e Paraguai. Pode atingir mais de 100 kg, sendo muito valorizado por sua carne branca e na pesca esportiva. Devido aos períodos de defeso, a captura é proibida durante a reprodução.

Tucunaré: peixe de água doce, é nativo da bacia amazônica e Araguaia-Tocantins. É conhecido na pesca esportiva por sua agressividade e força. Presente em rios e represas, sua pesca exige limites de quantidade e tamanho estabelecidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

Robalo: extremamente valorizado na gastronomia brasileira e na pesca esportiva, é encontrado em águas salgadas e salobras. Conforme a entidade regulamentadora, a espécie costeira só pode ser capturada mediante licença, respeitando períodos de proteção e reprodução.

Garoupa: é um peixe marinho de grande porte, famoso pela carne branca e por estampar a nota de R$ 100. Por ser amplamente valorizado, detém regras rigorosas de captura para evitar sobrepesca e colapsos populacionais em território nacional.

Badejo: conhecido por sua carne branca, macia e de sabor suave, pode superar 1 metro de comprimento e 50kg. Na prática, sua pesca exige autorização específica devido à vulnerabilidade populacional em várias regiões costeiras.

Anchova: muito apreciada na pesca esportiva e culinária, também entra na lista do IBAMA em meio à necessidade de autorização para pesca. Isso porque a espécie está sujeita a descenso populacional, devendo os pescadores respeitar o licenciamento e limites legais.

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Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência com assessoria de comunicação, com passagem pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos (Portal Times) e na produção de conteúdo para web.

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