De acordo com as autoridades da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA), o projeto mais audacioso da entidade estadunidense é explorar Marte. No entanto, estudos recentes evidenciaram que a viagem espacial pode ser colocada em segundo plano. Isso porque os engenheiros estão focados em desenvolver uma nova forma de Wi-Fi.
Nos últimos meses, a agência espacial iniciou a busca por empresas capazes de desenvolver uma sofisticada rede de telecomunicações marciana. Segundo informações preliminares, a ideia é que essa forma de conectividade ofereça ligações mais rápidas, estáveis e eficientes entre a Terra, orbitadores e futuras missões no planeta vermelho.

Embora os questionamentos sejam iminentes, o protocolo integra um plano estratégico de montar missões mais complexas. Isso inclui operações robóticas avançadas e futuras viagens tripuladas com astronautas previamente doutrinados. Esse próximo passo dado pela NASA tende a colocar a entidade à frente das concorrentes, como China e Rússia.
Para uma melhor compreensão, os estudos prometem transmissão rápida de imagens em alta definição, o envio contínuo de dados científicos e suporte à comunicação de astronautas. Por outro lado, os especialistas ainda reforçam o desejo de destacar a integração entre orbitadores e veículos de superfície e a ampliação da autonomia das missões espaciais.
Atualmente, as comunicações entre ambos os planetas ocorrem por meio de sondas orbitais que atuam como retransmissores. Apesar de o protocolo ser eficiente, a NASA deseja que as futuras explorações espaciais sejam dinâmicas, evidenciando conexões muito mais robustas. Conforme as previsões da entidade, o projeto tende a ficar pronto até 2030.
Entenda a complexidade da nova tecnologia
Ainda que o projeto siga no papel, a nova Rede de Telecomunicações de Marte deverá utilizar orbitadores de alto desempenho posicionados ao redor do planeta. Na prática, esses dispositivos deverão atuar como uma espécie de infraestrutura de internet espacial. Em outras palavras, ela permitirá comunicação constante com rovers, módulos de pouso e futuras bases humanas.
Diante do plano audacioso, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço publicou um pedido formal para que companhias interessadas na parceria apresentem propostas tecnológicas capazes de atender às futuras demandas de comunicação interplanetária. No mais, além das missões científicas, a infraestrutura poderá servir como base para habitats humanos, veículos autônomos e futuras operações comerciais.





