Um ato revolucionário na economia brasileira, com diversos países procuram mais informações sobre esse sistema, a ferramenta de transferências em tempo real, chamado de PIX, criado pelo Banco Central do Brasil, está sendo analisado em processo aberto pelo governo dos Estados Unidos.
De acordo com informações divulgadas na última terça-feira, 15 de julho, em investigação informada pelo Escritório do Representante de Comercio dos Estados Unidos, chamado de USTR em inglês, contra o Brasil, como solicitado por Donald Trump, presidente americano.
No documento, o governo dos EUA não faz referência específica ao nome da fermenta PIX, porém cita “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, incluindo aqueles do governo. O PIX é o único sistema do governo usado para essa finalidade.
“O Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”, afirma o USTR.
Em outra parte, cita indícios de que o Brasil “se envolve em uma variedade de atos, políticas e práticas que podem prejudicar a competitividade das empresas americanas que atuam no comércio digital e em serviços de pagamento eletrônico”.
Até agora não houve informações sobre a investigação do PIX
O G1, que pertence a Globo, contatou o Banco Central e com a Febraban (Federação Brasileira de Banco).
O portal perguntou se o PIX brasileiro pode ser visto como “prática desleal” de serviço de pagamento eletrônico por ser grátis e, com isso, reduzir a receita dos bancos (que agiram investindo nos sistemas de pagamento e transferência de recursos). Porém, até então, não obteve resposta.
Em 2020, antes do PIX começar a ser disponibilizado no Brasil, o Banco Central e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) suspenderam o recurso de pagamentos e transferências através do Whatsapp.
Naquele ano, o BC estabeleceu que as bandeiras de pagamento Visa e Mastercard, interrompessem o recurso para que o órgão avaliasse os riscos para garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).




