Nesta segunda-feira (1º), o Banco Central (BC) anunciou um novo serviço com a finalidade de garantir uma maior segurança aos usuários do Sistema Financeiro Nacional. O mecanismo corresponde ao BC Protege+, funcionalidade gratuita que permite bloquear a abertura de contas e a inclusão como titular ou representante em contas de terceiros.
De acordo com a instituição, o serviço é direcionado para cidadãos e empresas, por meio de colaboradores cadastrados. Em resumo, a ideia é proteger todos os clientes de golpes e fraudes em escala nacional, reforçando ainda a integridade do sistema financeiro brasileiro. A camada extra de segurança dinamiza o controle de dados.

Por sua vez, o Banco Central informa que a consulta do mecanismo pelas instituições deve ser motivada e utilizada exclusivamente para as finalidades previstas, garantindo sigilo, proteção de dados e conformidade legal. No mais, o acesso é pelo site Meu BC, requerendo conta no gov.br de nível prata ou ouro com autentificação de duas etapas.
É válido destacar que, uma vez registrado, o usuário pode ativar ou desativar a proteção a qualquer momento, já que se trata de uma ferramenta gratuita. Nesse ínterim, as instituições financeiras receberão, em suas consultas, a informação de que novas contas não devem ser abertas em seu nome, evitando golpes e fraudes.
Banco Central surpreende fintechs
Toda e qualquer instituição financeira sem autorização para funcionar como banco está proibida de usar os termos “banco” ou “bank” em seus nomes empresariais, marcas, domínios na internet e qualquer forma de apresentação pública. A regra foi publicada pelo BC na última sexta-feira (28), após o conjunto de medidas ser aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
De acordo com a autoridade monetária, a restrição atinge especialmente fintechs e empresas de tecnologia que oferecem serviços financeiros, mas sem licença específica para operar como banco. “Será vedado às instituições utilizar termos que sugiram atividade ou modalidade de instituição, em português ou em língua estrangeira, para a qual não tenham autorização de funcionamento específica”, afirmou o BC, em nota.





