Enquanto a pescaria entra em colapso por todo o mundo, a China decidiu adotar medida para evitar a degradação ambiental com a escassez de peixes nos mares. A título de curiosidade, o país asiático é o que mais consome o animal no planeta. Dessa forma, o governo construiu 169 espécies de “fazendas marinhas” para despejar bilhões de cardumes de volta a seu habitat natural.
A ação de efetuar pesca predatória e os avanços da poluição marítima estão colaborando para que algumas espécies entrem em extinção. Nesse ínterim, a China optou por remar contra a maré e construiu laboratórios flutuantes. A espécie de cativeiro coloca os peixes em diversas esteiras como forma de induzi-los a se adaptar ao mar, antes que sejam despejados na região.
Para se ter uma noção do alto investimento realizado, até mesmo recifes artificias foram construídos nas fazendas, em uma área que corresponde a Fernando de Noronha. Dinamizando os trabalhos nos últimos anos, o planejamento asiático espera despeja 30 bilhões de animais no mar todo ano para tentar repovoar o que o ser humano destrói todos os dias.
China faz acordo com o Brasil
No início de julho, os governos do Brasil e da China assinaram uma parceria para permitir a ligação entre o território brasileiro e o porto de Chancay, no Peru. A ideia é facilitar as exportações para a Ásia, especialmente para a China, reduzindo o tempo de transporte e os custos. Para que a façanha ocorra, o projeto prevê a construção de uma ferrovia que ligue a Bahia, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre.
“É o primeiro passo de jornada técnica e diplomática para aproximar continentes, reduzir distâncias e reforçar a relação de longo prazo. Acreditamos que estamos concretizando parceria essencial com os melhores do mundo para resolver nossos gargalos na infraestrutura de transporte”, disse o secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro.





