A princípio, a cidadania italiana era reconhecida apenas por aqueles nascidos no país europeu. No entanto, a legislação foi alterada ao longo dos anos, enquadrando novas formas de conquistar o gozo de direitos que permitem participar da vida política. Entre as metodologias, é possível citar o sobrenome, fator que pode facilitar os planejamentos de vários brasileiros.
Apesar de ser uma das nações mais populares, o Brasil ainda caminha a passos lentos para conquistar o status de desenvolvido. Por muitos segmentos sociais apresentarem apatia e falta de projeções econômicas e sociais, é comum que alguns indivíduos busquem moradia em outras federações. Dessa forma, muitos estão encurtando a ligação com a cultura italiana, especialmente no tocante ao passaporte.
Apresentando o documento em mãos, é possível ter mais previsibilidade para o futuro, dinamizar as oportunidades profissionais e educacionais, garantir liberdade de escolha para si e para os filhos e construir um patrimônio jurídico fora de riscos locais. O passaporte italiano ainda confere a liberdade de escolha, abrindo portas para outros países.
Para uma melhor compreensão, com o documento em questão, é possível que um brasileiro escolha viver normalmente em qualquer uma das 27 nações que compõem a União Europeia (UE). Para aqueles que desejam ascender socialmente, é a oportunidade perfeita, especialmente ao poder desfrutar de uma outra cultura, educação, qualidade de vida e idioma.
Mas como conseguir a cidadania italiana?
O protocolo pode parecer difícil, o que por muitas vezes afasta estrangeiros de tentarem ter acesso à cidadania italiana. Contudo, o primeiro passo diz respeito a entender se o indivíduo possui direito à “regalia”. Sobretudo, o processo vai depender da árvore genealógica, do sobrenome, da linha familiar e da existência de antepassados italianos.
Com um desses tópicos sendo confirmado, é preciso partir para o próximo passo e o mais importante. Ao interessado, faz-se necessário a busca e validação de documentos, realizar análise jurídica, montagem da pasta, tradução e apostilamento e protocolo do processo (administrativo ou judicial na Itália). Posto isso, resta aguardar o aval das autoridades competentes para munir o passe.





