No ano passado, o Brasil conquistou o título de melhor corte de carne bovina do mundo no renomado World Butchers’ Challenge, realizado no Paris Expo, França. Na ocasião, um grupo de brasileiros despertou a curiosidade dos adversários e chefes ao criar o “Meat Acordeon”. Diante de adversários oriundos do país sede, Alemanha e Austrália, a criatividade ficou sob responsabilidade sul-americana.
Para dar credibilidade ao evento, mais de 14 seleções foram reunidas, além de contar com um público superior a seis mil pessoas. Aceitando o desafio de aproximadamente três horas e meia, as equipes transformaram cortes inteiros de bovino, suíno, cordeiro e frango em produtos prontos para venda. No final, as repartições foram avaliadas por critérios de técnica, criatividade e acabamento.

A fim de atrair os votos não somente pelo sabor, os brasileiros foram aclamados por apresentarem cortes em forma de canoas. Segundo a delegação, as fragmentações foram inspiradas na riqueza amazônica, que ganhou um toque a mais com os temperos típicos. Mesmo tendo que lidar com improvisações dos pedestais danificados durante a viagem, o grupo não perdeu o foco.
Composta por 12 pessoas, o time que representou o Brasil mostrou empenho e perseverança do início ao fim do World Butchers’ Challenge. Sem apoio governamental, a delegação encarou desafios financeiros e logísticos, mas voltou ao país com o título. A remontada dos brasileiros serviu ainda para mostrar o potencial nacional como líder de exportação de carne bovina do mundo.
Delegação brasileira
Sobretudo, a equipe brasileira é composta por 12 integrantes, mas apenas quatro participantes foram enviados para apresentar o corte. O time foi representado por José Elder Reis Dias – Capitão da equipe (Açougue Santo Antônio), Wellington Rodrigo Cesar Camargo – Time principal (Rei das Carnes), José Eduardo Reis Dias – Competidor da categoria Young Butcher e Alder Lopes – Juiz e coach da equipe brasileira.




