Outrora evidenciado pela primeira vez em 1937, em Uganda, o vírus do Nilo Ocidental foi identificado em 2025, mas desta vez na Europa. De acordo com o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), a Itália detém 80% dos casos presentes em todo o Velho Continente. Em resumo, o órgão contabilizou 275 casos e 19 mortes no país nas últimas semanas.
Conhecido por provocar febre, dores musculares e, em casos mais graves, encefalite ou meningite, a doença é transmitida principalmente por mosquitos do gênero Culex. A título de curiosidade, a região do Lazio, incluindo a província de Latina, concentra a maioria das infecções. Embora ligue o sinal de alerta da população, medidas preventivas, como o uso de repelentes e eliminação de água parada, estão sendo adotadas.

Segundo especialistas, a mudança climática tem colaborado para o aumento no número de enfermidades repassadas por meio da picada de mosquitos. A questão é que muitos habitantes encaram os sintomas com normalidade, deixando de lado o agravamento. Em resumo, o problema é variável, podendo evidenciar febre curta, fraqueza e dores musculares, até casos graves que afetam o sistema nervoso central.
Da mesma forma como ocorre com a dengue, não existe um tratamento específico para a febre do Nilo Ocidental. Em contrapartida, há como adotar medidas para contornar a situação, mesmo que os sintomas se sobressaiam. No mais, para controlar os sintomas, é aconselhável repouso absoluto e consumo intenso de líquidos. Já em casos mais graves, é recomendada a busca por hospitalização.
Doença que vitimou milhares de pessoas volta à tona
Autoridades de saúde da região da Sierra Nevada, na Califórnia, nos Estados Unidos, revelaram que um morador foi diagnosticado com peste, uma infecção bacteriana extremamente rara, geralmente transmitida por picadas de pulgas. Apesar de muitos associarem a doença à ‘Peste Negra’, que assolou o mundo entre 1347 e 1351, cientistas esclareceram que a erradicação da doença é praticamente impossível atualmente.
De modo geral, o problema evidenciado nos Estados Unidos é causado pela bactéria Yersinia pestis, podendo ter contaminado a vítima por meio da picada de pulgas de roedores. Por outro lado, também é possível contrair a doença ao manipular animais infectados. Assim, bichinhos de estimação, especialmente gatos, podem ser contagiados ao caçar ou brincar com roedores doentes.
Em resumo, os sintomas geralmente aparecem dentro de duas semanas após a exposição e incluem febre, náusea, fraqueza e inchaço dos gânglios linfáticos. Caso esteja suspeitando de infecção, é aconselhável dirigir-se a um hospital para a realização de exames médicos laboratoriais.





