Por meio do Decreto nº 12.797, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi oficializado o reajuste do salário mínimo para o ano de 2026 em R$ 1.621. Isso corresponde a um aumento de 6,79%, direcionados aos trabalhadores em conformidade com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No entanto, o piso salarial está longe de ser um dos maiores, assim como o chinês.
Consolidada como a segunda maior economia do mundo, a China não somente investe em serviços de qualidade, como nos salários de seus habitantes. Embora o montante sofra variação conforme a região, não deixa de depositar o poder de compra nas mãos dos trabalhadores. Isso porque, a título de exemplificação, o piso salarial de Xangai corresponde a ¥2.690, cerca de R$ 2 mil na conversão atual.

Por sua vez, integrando as cidades que mais valorizam seus trabalhadores, estão Pequim, com ¥2.420 (R$ 1.817,35), e Shenzhen, com ¥2.360 (R$ 1.772,30). Assim como ocorre no Brasil, cada governo local fica responsável por estabelecer as diretrizes de seus salários mínimos. Sobretudo, são avaliados diversos fatores determinantes, como custo de vida, inflação e possibilidade de ascensão social.
Um detalhe curioso que merece ser destacado é que a China impõe um sistema de pagamentos por horas trabalhadas. Dessa forma, analisando os locais que potencializam a atividades dos colaboradores, é possível citar: Pequim (¥27), Xangai (¥25), Fujian (¥23,5) e Shenzhen (¥22,2). Esse levantamento baseia-se em um estudo da China Briefing.
Brasil em descenso
Segundo uma pesquisa divulgada pelo Governo do México, o Brasil sequer está inserido na lista das dez primeiras nações que mais valorizam o salário mínimo em toda a América Latina. A título de curiosidade, o país governado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na 14ª posição. Seguindo o levantamento, o país de melhor classificação na América do Sul diz respeito ao Uruguai.
Em resumo, o governo uruguaio decretou o piso salarial em 629,04 dólares (aproximadamente R$ 3,2 mil), enquanto o Chile aparece na segunda posição, com 565,95 dólares (R$ 2,9 mil). Fechando o top 3, estão os mexicanos, que entregam um salário mínimo de 536,62 dólares (R$ 2,7 mil) aos seus colaboradores.





